
NO CONVENTO
Fui castigada e por isso obrigaram-me a passar as férias grandes dos meus dezoito anos num convento. As freiras receberam-me de bom grado, prometendo à minha família que me fariam mudar, que me ensinariam a cumprir toda e qualquer norma social.
Manhãs horríveis, tinha que me levantar às cinco horas da manhã e às seis já estava de joelhos a rezar...
Deitava-me ao pôr-do-sol, à hora em que tantas vezes me deitei...
Era obrigada a resguardar-me na minha cela em silêncio, pois as freiras dormiam a sesta.
Passados quinze dias já desesperava... até que um dia, numa tarde quente, alguém me surpreendeu. Estava eu deitada de barriga para o ar, com as saias levantadas, numa mão tinha uma foto que tinha conseguido fazer entrar no convento, escondida no meio duma bíblia, foto essa que me fazia recordar a minha última orgia; na outra mão tinha os pêlos púbicos que há muito não estavam tão grandes, apesar de pequenos ainda. Surpreendeu-me a freira que tinha ficado de me castigar, mas, para meu espanto, ela nem um pouco ficou chocada com o que viu. Bem, pelo contrário, fez uma cara de quem iria castigar alguém, franzindo um sobrolho de forma bastante teatral, revelando um certo gozo por saber o que ia fazer. Claro que eu baixei logo as saias e tentei esconder a foto. Porém, ela tirou-ma da mão, olhou para ela, sorriu e (???) lambeu-a de olhos fechados, reabrindo-os mais brilhantes, passando, então, a foto pela minha boca. A seguir, voltou a ter uma cara de má e ameaçou-me, ordenando-me que mostraria a foto à Madre Superiora se eu não voltasse à posição em que estava quando ela tinha aberto a porta. Sentindo-me a corar mais ainda e atónita com tudo o que se estava passar, obedeci de imediato. Clarita, a freira que estava responsável por mim, sentou-se de imediato numa cadeira à minha frente, dando-me ordens, para esfregar o clítoris, para enfiar um dedo, dois dedos… levantar mais o rabo… enquanto ela chupava o seu indicador. Pede-me então para que me despisse toda e me colocasse de quatro, mas continuando a esfregar o clítoris. E eis que me começa a lamber por trás, agarrando-me com alguma força as coxas. Como eu me senti quente e ela, bem sabedora do que fazia, enfiou-me a língua na vagina que já gritava por mais… Virou-me ao contrário e começou a chupar-me os seios enquanto uma das suas mãos me acariciava a cona. Nisto levantou as saias, e para minha nova surpresa, tinha por baixo umas cuecas fio-dental minúsculas, pretas e rendadas, assim como um cinto de ligas que prendia umas meias de vidro pretas, mas mais espantoso ainda era o que tinha preso nas meias – um moderníssimo duplo-vibrador em silicone, que tirou e, quase sem que eu me apercebesse como, enfiou-mo nos dois orifícios simultaneamente. Urrei de prazer, implorando por mais, mas sádica como era, parou e sentou-se na minha cara, ordenando-me que a lambesse. Como estava húmida! Excitante era o facto dela dizer o Padre-Nosso em latim enquanto se vinha. E foi a minha vez de lhe introduzir os falos, mas durante pouco tempo, pois bateram à porta. Era uma noviça em quem eu já reparara na sua beleza, assim como nos seus seios que sobressaíam do trajo. Só que desta vez já nada me chocava e, claro, ela também era amante das artes de Lesbos. Assim, também Maria se juntou a nós, indo lamber-me a cona enquanto eu, que continuava com Clarita de joelhos acima do meu rosto, que ardia de prazer, a penetrava com o seu belo vibrador. Maria era uma profissional e, num ápice, despiu-se colocando um dos seus redondos seios sobre o meu clítoris, esfregando-o com o seu mamilo rijo, ao mesmo tempo que me enfiava os seus compridos dedos na minha vagina e no meu ânus. No entanto, eram sádicas as duas, daí que se tenham afastado de mim e Maria tenha ido penetrar Clarita, em posição canina, com o seu vibrador de cinto, que já trazia colocado e no qual eu ainda não tinha reparado, pois só nessa altura se despira totalmente. Mas olhavam para mim que continuava masturbando-me enquanto contemplava a cena. Bateram de novo à porta e acordei. Este foi o melhor sonho erótico que tive naquele malvado convento.
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quarta-feira, fevereiro 07, 2007
No Convento
Publicada por luafeiticeira à(s) 7.2.07 5 comentários
Etiquetas: convento
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