terça-feira, outubro 16, 2007

Aos gays dói-lhes o cu?

Ultimamente, tenho encontrado vários posts sobre sexo anal, mas sobre sexo anal entre homem e mulher. As mulheres que gostam e as que não gostam de serem penetradas no rabinho. As mulheres que gostariam de usar um strap on e enrabar os gajos. Os homens que "nem pensar", os outros que até gostam dum dedinho e ainda os outros que gostam de ser penetrados por mulheres.
Mas tudo isto me coloca uma dúvida: se às mulheres dói, nem que seja à entrada, nem que seja nas primeiras vezes..., o que sentem os homens gays que gostam de serem penetrados? Não lhes dói também? Nem no início dói? Recordam-se de alguma dor das primeiras enrabadelas?
Eu acho que, como diz um amigo meu, não há cu e cua e que isso se aplica aos homossexuais; também a eles lhes dói ou deve, alguma vez, ter doído.
A sério que gostaria de receber algumas respostas a este tema, de gays, principalmente. Não sei se tenho leitores que me respondam a isto... mas adoraria ter.

sexta-feira, outubro 05, 2007

CONCÍLIO DOS DEUSES – LUSÍADAS


Para compreenderem melhor este conto, devem recordar um episódio d’ Os Lusíadas, "O Concílio dos Deuses" – Canto I - e cá vai uma síntese:

Após as partes introdutórias e a rápida apresentação dos navegadores em pleno Oceano Índico, a caminho da Índia, narra-se o Consílio dos Deuses, no Olimpo.
Convocados por Júpiter, os deuses irão deliberar sobre o destino dos portugueses, os novos argonautas.
Baco é contrário aos portugueses, pois teme que eles superem os seus feitos, que a sua fama o leve ao esquecimento, no Oriente. Este Deus, além de ter sido quem ensinou a agricultura aos homens e ter sido o primeiro a plantar a vinha, logo ser conhecido pelo Deus do vinho, também foi ele que conquistou a índia, daí que Camões o apresente como opositor àqueles que tinham intenção de conquistar este País.
Vénus e Marte defendem os lusitanos.
Vénus, deusa do amor e da beleza, casa com Vulcano como um prémio oferecido pelo seu pai, Júpiter, visto este ter fabricado os raios de que necessitara, mas a fealdade deste Deus levou a Deusa a procurar a companhia de Marte, Anquises, Adónis. É favorável aos portugueses por vê-los tão semelhantes aos romanos, o seu povo, tanto ao nível das virtudes como ao nível da língua.
Marte, deus da guerra, era favorável ao povo lusitano por uma das razões anteriormente apontadas: era um apaixonado de Vénus.
Júpiter encerra o consílio, decidindo a favor dos navegadores. Júpiter, pai dos Deuses, decide-se por um destino benéfico ao nosso povo porque o considerava merecedor de tal empreendimento tendo em conta a dura viagem sofrida e a força revelada no seu Passado.

Esta acção mitológica, a disputa, essencialmente, entre Vénus e Baco, tem o propósito de elevar os navegadores à condição de semi-deuses. Numa clara alegoria, os portugueses, senhores do amor e da guerra, protegidos por Vénus e Marte, triunfam sobre os oceanos (Netuno) e sobre seus adversários no Oriente (Baco).

Cá vai a minha versão:

É quase no século XVI que se dá a grande corrida à Índia, os primeiros a chegar teriam como prémio um monte de especiarias para apimentar a comida, visto que os afrodisíacos estavam na moda. A população estava já, nessa altura, envelhecida e os Reis precisavam de sangue novo para lutar contra os mouros. Os espanhóis optam por ir por terra, mas morrem por cornadas de rinocerontes, animais a que se aproximavam julgando ser unicórnios e querendo tirar-lhes o corno (pêlo) pelos seus atributos afrodisíacos. Julgavam eles que assim não precisariam das pimentas e logo poderiam dormir a cesta mais cedo.
E estavam os tugas já a modos que escorbutados, pois os citrinos já tinham sido gastos no caldo, quando Júpiter pede a Mercúrio que envie um email a Marte, a Vénus e a Baco, a fim de decidirem o Fado destes nossos antepassados. Os Deuses voam até ao Olimpo já com a sua decisão tomada e, claro, Vénus, a única mulher convocada, já tinha feito o seu TPC e já sabia quem era o seu opositor. Assim, prevendo a situação futura, trajou-se à maneira, com a sua lingerie mais sexy e um vestido transparente, última moda entre o sexo feminino na Alexandria e, refodida (como diriam as gajas podres de boas) com Baco, antes de aterrar, tomou um KGB.
Não fugindo à tradição latina, os Deuses iniciaram o concílio com uma jantarada, à maneira dos seus opositores, os amigos de Asterix, bem regado com o vinho que Baco fazia jorrar do seu ceptro. Júpiter e Marte depressa apanharam uma tosga que os deixou a ressonar que nem os porcos, transformers da deusa Dido. Baco, habituado como estava ao álcool, ficou apenas alegre e entesoado, babando-se para cima de Vénus que, tendo já antecipado a cena, aproveitou-se logo da situação. Mas não resistiu a uma troçazita inicial e começou:
- Então, Bacorozinho, ouvi dizer que o vinho, de vez em quando, te dá para brincares com o raio do Vulcano.
- Eh! Lá! Tem calma, eu de gay não tenho nada e não uso esquentador, bibo no Porto, logo só uso cilindro, electricidade cara é para os mouros. Queres pôr-me à prova?
- Aqui ao pé do meu cota não, que o velho não gosta que a sua filhinha entre em orgias. Além disso, Marte, se me apanha com outro, provoca logo uma guerra que deixa a do Hitler uma coisa de putos.
- Quem é esse marmanjo?
- Logo vês, espera lá uns séculozitos – e dizendo isto, Vénus pega na mão de Baco e encaminha-o para o quarto dos fundos.
O deus do vinho, mal chega, abraça a deusa mais bela do universo e tenta beijá-la, porém a espertalhona esquiva-se e manda-o deitar-se, alegando que o iria surpreender como ele nunca sonhara. Baco não se fez rogado e mal caiu na cama, tratou de se despir. Vénus tinha em mente atá-lo, despertar os outros e ajudar os portugas, mas ao ver o seu membro erecto, decidiu atrasar o plano e aproveitar-se da situação. Estala os dedos e surgem, que nem personagens do filme “A Caminho das Estrelas”, as mulheres mais belas da ilha de Lesbos. Atónito, Baco nem se apercebe que ramos de videira crescem da cama e lhe prendem as mãos e os pés. Claro que qualquer deus conseguiria soltar-se duns ramitos, mas não este que tinha na pila tesa o ponto fraco que nem o calcanhar de Aquiles. As quatro Lésbicas colocaram-se de pé sobre a cama onde estava deitado e devagar retiraram os véus. Baixaram-se e, sobre o deus a quem o efeito do vinho, naquele momento, parecia ser alucinogénico, lamberam-se, sensualmente, da cabeça aos pés. Beijaram-se na boca junto à dele, beijaram também os peitos umas das outras, roçaram-se, chuparam clítoris, enfiaram línguas, suspiraram, gritaram orgasmos não contidos… enfim, mesmo sem lhe tocar, deixaram-no com uma tusa divina e quando os seus testículos quase rebentavam, eclipsaram-se, tal como tinham aparecido. É, então, nessa altura, que a deusa mais bela se despe, a videira o liberta e a sua ânsia de coito lhe faz perder a razão. Vénus aproxima-se e coloca a sua suave e delicada mão sobre o seu “gargalo” que de imediato jorra, deixando-o frustrado ao ponto de chorar, ficando desse modo fechado no quarto, perdendo assim o concílio onde os outros Deuses determinaram o destino dos portugueses que, capitaneados por Vasco da Gama, ganharam a taça das especiarias.

quinta-feira, outubro 04, 2007

WAWWWWWWWW

Bem, estou surpreendida pelo número de comentários recebidos no post anterior. A todos agradeço, do fundo do coração, a força que me deram através daquilo que me escreveram. Estou novamente motivada, agora só falta o tempo para escrever o conto que se alinhava na minha cabeça.
Sintam-se enfeitiçadamente beijados.

segunda-feira, outubro 01, 2007

SÓ PARA OS MEUS BLOGUISTAS

Quem conhece o meu blog sabe que há duas linhas que se cruzam nos meus textos: o humor e o erotismo, logo sabe que os meus posts têm como base a fantasia, a imaginação…, não tenho intenção de filosofar, de fazer pensar, de despertar mentalidades, não que não considere tudo isso importante, até porque costumo ler blogs cujos autores têm essas intenções; os meus objectivos são apenas divertir-me, porque me dá gozo libertar a minha imaginação através da escrita e fico feliz por saber que divirto os outros e sei que isso acontece pelos comentários que recebo e pela origem desses comentários, pois há bloguistas que há muito tempo comentam qualquer coisa que escreva.
Por todas estas razões, nunca me dei ao trabalho de moderar comentários e muito raramente recebi algum que me desagradasse e que o tenha apagado.
Infelizmente, nem toda a gente compreende que mesmo nos blogs há liberdade de expressão e a liberdade termina onde começa a do outro, ou seja, se não gostamos do que lemos, temos várias hipóteses: ou não lemos até ao fim ou fazemos uma crítica construtiva ou, então, pura e simplesmente não deixamos comentários. Tudo isto para dizer que, para meu espanto, o meu post anterior feriu tanto a sensibilidade de um anónimo e só podia ser anónimo – caso que me deixou atónita – que me deixou muitos comentários agressivos e ofensivos, daí que, num primeiro impulso, tenha apagado o post e, num segundo impulso, tenha recolocado o mesmo, deixando, no entanto, a impossibilidade de permitir a quem não dá a cara do comentar.
Lamento o ter de moderar comentários, coisa que também não gosto ou não gostava de encontar em blogs que costumo ler e peço desculpa por este texto sair do perfil de todos os outros.
Sinceramente, fiquei sem vontade de voltar a postar, pelo menos, nos próximos tempos, pois nunca pensei que alguém se sentisse tocado por um “conto”.

ORGILHA

Orgilha que é como quem diz Orgia em Sevilha

(Este é o primeiro conto após as férias e após um período de tanto trabalho que me deixou livre apenas para deixar alguns comentários por aí…)

Fui eu, o meu marido e mais dois casais numa carrinha, neste último fim-de-semana, a caminho dum bar swing, em Sevilha. Na viagem ia tudo muito excitado, ou quase tudo, reconheço que nós os dois estávamos um bocado expectantes com a situação, além de não conhecermos tão bem os outros dois casais como eles se conheciam entre si. De toda a forma, o pessoal divertiu-se, houve mesmo uma das mulheres que chegou a limpar a rata da outra no WC, houve fotos tiradas na rua em posições e em pernas à vista que, caso alguém nos visse iria, de certo, desconfiar do grupo…
E houve muita ansiedade, muitos planos, muita imaginação a fluir, muitos medos também. Havia quem estivesse por tudo, quem tivesse medo de encontrar quem não lhe agradasse e ficasse sem saber o que fazer, quem tivesse medo de outros elementos do próprio grupo, quem receasse gorar as expectativas dos outros…
Mas nada do que se tinha imaginado aconteceu de facto. O bar estava quase vazio e espanhóis não se cruzaram connosco. Acabámos por brincar sozinhos no Jakuzi, acabámos por brincar só os seis.
Houve trova de casais, houve alguns apalpões e beijos entre mulheres, no entanto, nenhuma lambeu a cona a outra como se imaginara, e houve mesmo quem não tivesse feito troca de homem/mulher.
Pela minha parte, tinha imaginado que nós as três começaríamos a apalpar-nos logo no carro, a esfregar as vaginas umas das outras, a seduzir-nos, a aquecermo-nos.
O que me aconteceu foi precisamente o que nunca me passou pela cabeça fazer, acabei por estar com dois homens. No Jacuzzi eles os dois (dos outros casais) colocaram-se ao meu lado, um apalpava-me as mamas e o outro o clítoris enquanto as minhas mãos lhes agarravam os sexos até ficarem bem excitados; doutra vez, ainda no mesmo local, masturbei e chupei um deles enquanto o meu companheiro me penetrava. A seguir, beijando-me, segurando-me de forma a que o outro me fizesse um minete que me fez ter um orgasmo. Fora de água, fui longamente excitada pelo outro membro masculino do grupo, ouvindo os gritos de tesão duma espanhola que fodia num espaço ao lado daquele em que nós os seis nos encontrávamos. Entretanto, ia dando uma vista de olhos pelo casal que fodia à minha frente e pelo meu companheiro que lambia uma das outras mulheres. Sentei-me em cima dele que se encontrava sentado num sofá, fodendo-o, enquanto o meu companheiro, que mudara de posição, sendo ele, dessa vez chupado por ela, me beijava a boca e quando ele a começou a penetrar, estava ela sentada numa marquesa, mudámos de posição, de forma a que o outro me penetrasse por trás, indo eu com a minha mão estimular os testículos, o espaço entre estes e o ânus e o próprio cu do meu amor, assim como friccionava os meus dedos nela também até ao orgasmo final de todos.
Parece, então, que, com a pequena descrição que fiz do que aconteceu, mesmo as coisas não se tendo passado como o esperado, que foram óptimas na mesma, pois, realmente, nestas coisas do swing, aliás, relativamente às relações sexuais duma forma geral, o que importa é que fluam, não há que fazer planos, nunca nada acontece como o previsto… Só que o inesperado, o inesperado mesmo logrou tudo, pois um dos elementos femininos, por razões que ainda estou a tentar perceber, teve uma atitude que nos fez entrar quase em stress, tendo sido difícil ter conseguido algum jogo, basta dizer que o que tive só com homens aconteceu porque ela estava ausente e o que aconteceu fora de água foi à muita custa da mandar calar e porque o marido se pôs em cima dela (o casal à minha frente já referido) a foder e só o fez com ela, apesar de, como todos nós sabíamos, o que ele queria mesmo era estar com outra mulher. O inesperado é que esse elemento se tornou num boneco de corda eterna, não conseguindo estar calada um segundo, estando sempre a falar, a rir, a escapulir-se de qualquer carinho, qualquer tentativa de fazê-la excitar. Só vos digo que aquilo que me passava pela cabeça é que a Duracell se a conhecesse, iria pedir-lhe a fórmula, pois pilhas como aquelas que tinha eu nunca vi, nem a uma criança hiperactiva.

sábado, agosto 04, 2007

TARZAN QUASE METROSSEXUAL


Estava o bom do “Tarzan” passeando-se de liana em liana quando avista em terra um ser parecido com ele mas tapado e com umas proeminências semelhantes às das gorilas em estado de amamentação. Rapta esse ser bizarro que berra que nem uma catatua e voa com ela até ao cimo do tronco duma árvore onde lhe tapa a boca para não afugentar mais os seus amigos pássaros. Mais calma a criatura, permite-lhe então que respirasse melhor. Olham-se nos olhos, olha-o no peito desnudado de pêlos e não lhe olha para a tanga, porque “Tarzan” que se valha só conhece animais e com eles não poderia aprender a cobrir aquilo que na nossa sociedade não nos é permitido mostrar em público. Mas também não chega a olhar directamente para aquilo que estão a pensar porque o seu ângulo de visão permitiu-lhe não ousar a fazer o que a sua mãe lhe proibiria. De toda a forma foi esse facto que fez com que não voltasse a gritar por socorro, pois tinha perdido o medo, vai-se lá saber porquê. E eis que chega o diálogo que conhecemos desde as nossas tardes de sábado da nossa infância: O bicho homem bate no peito e dá um grunhido e a seguir bate no peito da mulher e é esta diz: Jane e repete: Jane, eu Jane, filha de inglês e de portuguesa, Graças às Tias, porque pelos inglesas não teria havido miscigenação. Aliás o meu nome próprio é Joaquina mas para que o papá o saiba pronunciar todos me chamam Jane. E tu, como te chamas mesmo? Desta vez é o homem que berra por não ter percebido nada e por se deparar com um ser que lhe fazia lembrar também um papagaio.
Ao perceber que ele não sabia falar, nomeou-o prontamente, apontando para si própria e dizendo “Jane” e apontando para ele, dizendo “Tarzan”, repetidamente até o homem macaco a imitar.
Não sabia falar, mas só por palavras, porque por gestos, fez com que Jane entendesse que queria que se despisse. Jane, como boa antropóloga que era e, por uma questão científica, assim o fez, de forma a conhecer melhor o novo espécime que tinha encontrado, quiçá o último dos Homo sapiens. Nus ambos, Tarzan começou num jogo de descubra as diferenças, apalpando; gestos esses repetidos por Jane que não só também imitava os uivos do primata como fingia que descobria o que já sabia, no entanto, na realidade, descobrindo que, para nosso antecessor, Tarzan tinha o corpo ideal de homem do Presente e, quem nos dera, do Futuro, porque, com tantas mudanças, consta que iremos perder o dedo mindinho do pé, menos uma unha a ser pintada…
Apalpões aqui, gritinhos dali, eis que reconhecem aquilo que é mesmo diferente e é nessas partes do corpo em que se concentram: ele afaga-lhe as mamas, ela o seu peito forte e liso; Tarzan estranha, de início, a falta do bocado de liana em Jane, mas acaba por descobrir que afinal poderia urinar, mas dum buraco mais largo, o coitado ainda não tinha percebido que havia para satisfazer essa necessidade fisiológica um outro orifício mais pequeno. Concentra-se na grutinha que tinha descoberto e, sem querer, enfia-lhe um dedinho que tira logo e o põe na boca provando um bom sabor que lhe era totalmente desconhecido, visto as gorilas não o deixarem imitar os pais dos seus gorilinhas.
No pensamento de Jane passa logo a ideia que tinha ali um Homem-menino ao qual poderia ensinar aquilo que aos outros pedia infrutiferamente, porque julgavam sempre tudo saber e porque, como diziam sempre, nunca nenhuma mulher se tinha queixado. Assim, com a sua sabedoria universitária mas não livresca, levou-lhe a mão ao clítoris e ensinou-o a fazer gestos suaves, pressões mais fortes… e massajou-lhe o pénis que há muito tentava imitar as lianas mas nascendo de baixo.
De repente, ouvem os gritos do pai de Jane que a procurava desesperado e Tarzan, que não conhecia a linguagem do ser humano mas que inteligência não lhe faltava, agarra a doce criatura que tinha acabado de descobrir e foge com ela num daqueles belos voos com que já sonhámos para a beira duma cascata que caía dum lugar bem alto, em belos jorros, num rio de águas límpidas. Jane, refeita do susto e vendo os seus pés em terra firme, voa para dentro de água num mergulho surpreendente e logo imitado pelo seu recente companheiro. Nadam, mergulham, chapinham, brincam até Jane achar que ele já se encontrava suficientemente limpo para, após tê-lo levado para terra, lhe dar a conhecer o que o fez dar o seu primeiro grito tão nosso conhecido: HaAa..AAAAAAaaaaah… um broche que tinha sido mesmo uma peça de joelharia, ou seja, de joelhos.

segunda-feira, julho 30, 2007

A BANANA e o fim do Paraíso (Parte II)



Mas quem poderia adivinhar que Deus estava a espreitar?

Eva aceitou, aparentemente de bom grado, a banana e começou por trincá-la, não sabendo ainda que tinha que lhe tirar a casca. Fez uma careta e Adão explicou-lhe que aquilo não era o lanche, que era outro alimento, porque o fruto dele estava a precisar de pilhas e das Duracel. Eva não se fez rogada e deitou-se sobre a erva viçosa, tirou a parra e lambeu a banana como se soubesse de antemão que aquilo era o protótipo dum vibrador dos anos vindouros. Bem ensalivada, introduziu-a na sua gruta que não precisava de qualquer energia artificial. Adão sentou-se à sua frente deliciando-se com o panorama que lhe dava uma grande tesão mental e só mental, pelas razões que imaginamos. Mas eis que aparece, sorrateiramente, por detrás duma moita, Deus que ainda não tinha gasto as pilhas na sua Criação e dá um berro que faz com que Adão caia para a frente em cima da mão de Eva que acaba por enfiar completamente a banana. Eclipsada a banana, esperta como qualquer mulher, Eva prega um salto e pergunta, no seu ar mais inocente, a Deus, o que se tinha passado para que lhes tivesse pregado tamanho cagaço. Deus não gostou desta atitude e, com um gesto, tal David Copperfield, fez com que a banana saltasse da Eva e que esta começasse a sangrar. A sangrar? – perguntam vocês. Pois, a sangrar Ad Aeternum, todos os santos meses, com as excepções que têm feito crescer a Humanidade e ainda bem, porque caso contrário, ainda a população da terra se resumia aos seus felizes iniciadores que, jovens e sem problemas, teriam agora uns milhões de anos, apesar se não apresentarem rugas.

segunda-feira, julho 23, 2007

A BANANA e o fim do Paraíso

(Este texto é o resultado dum desafio que me foi colocado pelo acidocloridix)
Deus criou a Terra e nela um Paraíso: temperatura amena, águas límpidas e potáveis, vegetação viçosa e animais domesticáveis…o dia, o sol… o homem, a mulher, mas e há sempre um mas… criou uma imposição, disse a Adão e a Eva que não poderiam comer o fruto da bananeira. Adão e Eva eram felizes, mas Adão, por ter pouco que fazer, apenas (como diria Abrunhosa) FODER, um dia as erecções começaram a escassear e aí ele olhou para o fruto bananeira, olhou para os olhos sempre gulosos da Eva, olhou para o céu, como quem olha em redor para ver se a Polícia está ausente e a conduzir pega no Telemóvel, arranca uma banana e oferece-a à Eva. Deus estava escondidinho atrás duma nuvem e assim começou a verdadeira história da Humanidade, terminou o Paraíso e culpou-se a Mulher, disfarçadamente e para não provocar susceptibilidades, a maçã, que é o fruto (como toda a gente bem sabe) que entra em qualquer dieta de emagrecimento, ia lá a Eva oferecê-la ao Adão.
Será que era isto que ele queria...

sábado, junho 30, 2007

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO 69

Tenho encontrado muitos textos que abordam o 69 como algo de muito extraordinário, como uma das descobertas do século XXI. Parece-me que se não tivesse nascido, há mais de mil anos, um árabe que inventou figuras com o número de ângulos que deram origem à numeração que utilizamos hoje em dia, não haveria bloguistas a “postar” sobre o LXIX. O 69 não é nem mais nem menos que duas pessoas a darem prazer sexualmente uma à outra, utilizando a boca.
Vantagens:
Estão, obviamente, no prazer que a boca do outro nos faz proporcionar e o prazer que lamber, chupar… o sexo do outro nos proporciona. E isso é bom, é muito bom mesmo.
Desvantagens:
Para a mulher: uma mulher, por muito prazer que sinta, quando um homem a chupa, e imaginemos até que está prestes a vir-se, lembremo-nos do que acontece nesse momento, geme, a sua respiração torna-se rápida e profunda, eventualmente grita… então como pode ser chupada e chupar ao mesmo tempo, das duas uma, ou chupa ou é chupada, a menos que morda… lol
Para o homem: se ele não consegue fazer/pensar duas coisas ao mesmo tempo, perdoem-me esta observação, mas está comprovada pelos cientistas, como se pode concentrar em duas coisas ao mesmo tempo? Como pode concentrar-se no seu próprio prazer e no dela ao mesmo tempo?
Não encarem este texto como um comentário contra o 69, nada disso, para mim é simplesmente um entre muitos dos bons preliminares.
Peço desculpa, no entanto, por este texto não ser mais uma transformação dum conto popular, mas, na verdade, não me apraz reescrever, da forma que já conhecem, textos com animais, tipo três porquinhos brrrrrrrr. Já pensei em transformar personagens da B. D./ filmes, como o Super-Homem, ou o Tarzan e a Jane, mas não sei se sairia alguma coisa de jeito. De toda a forma, o tempo tem-me sido escasso até para imaginar…
Agradeço sugestões.
69 beijos de lua enfeitiçada.

domingo, junho 17, 2007

TOMATES

Olá, em primeiro lugar peço desculpa a todos pela minha ausência, mas o trabalho tem-me deixado arrasada. Peço desculpa principalmente à Vity (Entre o Sonho e a Realidade), por me ter atribuído este prémio e eu ter demorado tanto tempo a postá-lo. Mas um prémio destes tem uma faca de dois gumes, pois se é bom recebê-lo é mau de atribui-lo, principalmente porque muitos bloguistas, e ainda bem, já o terem recebido.

Atribuo, no entanto, o prémio TOMATES a:

- Minete Real, pelo humor dos seus links;

- Entre as Palavras , pelos textos informativos;

- A minha Amiga, por tudo o que já sabemos;

- Contos Secretos - pelo erotismo dos seus contos "secretos"

- Silêncio Sentido - pela sensualidade que faz brotar nos seus textos, principalmente dos seus poemas.

A todos os outros que quase todos os dias visito as minhas desculpas, pois pediram-me que atribuisse apenas a cinco blogs.

Beijos enfeitiçados

sábado, junho 09, 2007

PRÉMIO VITY

Outro final para “O GATO BORRALHEIRO”, inspirado no comentário da Vity, abaixo postado.


Ainda com ele entalado, o gato transformou-se num belo "moicano", de sedosos e longos cabelos pretos, enfeitados com uma pluma; os olhos grandes de um castanho profundo a transmitirem sedução e desejo. O seu corpo liso e musculado, cujo único defeito era a falta de pêlos, convidava ao pecado... Hummm e aquele tom de pele a lembrar o chocolate tornava-o ainda mais apetecível... A Madrinha sentiu que a transformação se tinha dado, não só pela pluma que lhe fizera cócegas, como pelo pau que crescera dentro de si. Ficou louca de tesão, gritando por mais. Mas eis que o jovem se torna um castrador, retirando o seu machado de guerra do amor de dentro da tenda ampliada da sua Fada. É que ele não queria perder a queima das fitas e por isso se vestiu em alta velocidade, partindo como um gato perseguido por um Doberman. Tão rápido partiu que acabou por ter deixado para trás um sapato. Porém, como a sua beleza resplandecia, facto que ele tinha bem presente no seu espírito, descalçou o outro sapato, bem como as meias, e assim “entrou” na queima das fitas, sem, no entanto, queimar, os pés. O nosso Gato, agora transformado num belo índio, chegou à festa e foi o centro das atenções, em momentos, viu-se rodeado de lindas mulheres e belos homens. Jogou charme e sedução, mas os seus olhos acertaram na nossa amiga Vity. Seduzi-la foi trabalho fácil, tendo entalado conversa com ela, com o assunto dos pés descalços:
- Queres ajudar os Carmelitos Descalços?
Vity engoliu em seco, sem compreender puto da pergunta, pois se havia pedaço do corpo para onde não olhara, era para os pés do nosso Gato.
- Quero, quero ajudar-te… ajudar os Caramelos Calçados.
- Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Tens muita piada. Olha bem para os meus pés para perceberes o que quis dizer com “Carmelitos Descalços”.
- Oh! Coitadinho, o que te aconteceu? Tens dói dói nos pezinhos?
- Tenho dói dói sim, mas não é nos pés. Fiz uma promessa a Nossa Senhora de Fátima que viria descalço à queima das fitas se acabasse o curso antes do acordo de Bolonha ser implementado na República das Bananas…
- Ah pois, de fruta percebo eu.
Bem, conversa puxa conversa, não tendo, obviamente, o Gato dito a verdade quanto ao facto de se encontrar descalço. Depressa foram os dois em busca dum local reservado a que pudessem dar azo à imaginação. Acabaram por encontrar uma pensão rasca, de quartos pagos à hora.
Entretanto, andava a Madrinha, toda desgrenhada, com um sapato na mão à procura do seu afilhado. Trabalho árduo, pois um gatão como aquele índio depressa pegara moda e já todos os finalistas se encontravam descalços e com plumas na cabeça, esperançados que dessa forma pudessem seduzir outras Vitys, pois a recente amada do Gato era um pedaço de mau caminho, com umas formas e uma cara de pôr até os velhinhos a salivar. É que a Fada não esperara que o seu afilhado fugisse e o encanto que tinha criado era de tal forma forte que tinha feito com que ela perdesse os poderes e que só os pudesse recuperar após chegar ao seu sétimo orgasmo com o alvo do seu encantamento.
Entretanto, no quarto, a Vity e o Gato, de bocas pegadas em movimentos frenéticos de língua, depressa se despiram.
O “moicano” levantou-a em braços até ela poder segurar-se na trave do tecto do quarto, para que ficasse com as suas pernas abertas sobre os seus ombros e dessa forma chupou-a até ela gritar que ia cair. O Gato, então, pegou naquele corpo escultural e suavemente o deitou sobre a colcha florida e colorida da cama, após ter desviado a boneca sevilhana que tão bem enfeitava a cama. De joelhos, continuou a levá-las às nuvens com a sua boca maravilhosa e com os seus longos dedos e é nesse momento que batem à porta. Ouvem, de repente, arrombar a porta: era a proprietária da Pensão a quem a Fada telefonara e acertara no pressentimento tido: é a Madrinha que entra, quase derrubando a D. Joaquina e fechando logo a porta. Explicou em poucas palavras a situação em que se encontrava, os poderes perdidos, deixando a Vity de boca aberta, mas não a pedir o caralho. Tudo esclarecido, a Vity, que não era mulher de perder uma boa febra e também porque não menosprezava uma fêmea, de vez em quando, para desenjoar (tal como a Fada), atirou-se de cabeça à nova situação. Foi ela que despiu a Madrinha, ficando o Gato sentado na cama a contemplar o “filme”. Matreira, a Vity despiu a outra muito devagar, passando a língua nos locais que ia despindo. Começou por tirar-lhe o sapato da mão, chupando-lhe seguidamente os dedos um a um… Enfiou a língua no rego das mamas ao mesmo tempo que lhe tirava a camisa, colocou-se por trás dela de forma a que o Gato a visse de frente e apalpou-lhe o peito, passando os dedos, de vez em quando, pelo interior do soutien, tocando-lhe nos mamilos que depressa enrijeceram e mostrando assim mais um pouco dos seios ao índio que, sedutoramente, chupava o indicador, com olhos de gato do Shrek… Tirou-lhe a saia, deixando-a em lingerie semi-transparente e rendada, vermelha como o Capuchinho. Enfiou-lhe a mão por dentro das cuecas, sentindo a humidade da Fada, mas não por muito tempo, pois logo a deitou aos pés do Gato e de gatas. Devagar e como uma cobra, a Vity deslizou por baixo dela de forma a que a sua boca alcançasse o seu peito que beijou, desviando levemente o soutien da Fada que já se tinha esquecido do sapato. O Gato, já de pau mais do que feito, colocou-se de joelhos em frente à boca da Madrinha que lambeu o seu belo pénis, da base à glande, assim como os testículos e quase que se engasgou ao iniciar a fase do chupa-chupa no momento em que a Vity, tendo-se virado ao contrário, lhe desviou as cuecas e a começou a chupar. O Gato não gostou muito da situação, sentiu que a Vity estava a ser prejudicada, deitou-se, sentou-a sobre a sua boca e a Madrinha sobre a sua flecha do Amor. Beijaram-se ambas, apalparam-se, encheram à vez a boca com os seios uma da outra e utilizaram as mãos também para esfregar o clítoris alheio. Vity, quase se vinha sentindo a língua do Gato dentro da sua vagina e os dedos hábeis da Fada Madrinha no seu clítoris… A Madrinha, sentindo os dedos não menos hábeis da Vity e cheia do big dick do gatinho, já em gestos frenéticos de anca, acaba por sentir o 7º orgasmo que faz escorrer os seus líquidos pelos testículos do felino.
Refeitos os seus poderes, depressa se transforma, ela própria, num outro gatão de se fazer pagar caro em produção cinematográfica e propõe aquilo que há muito Vity fantasiava: dupla penetração. De pénis mais fino que o do afilhado, colocou a Vity deitada por cima do índio e fazendo-a sentir-se cheia com o seu pénis que tão bem trabalhava, lambeu-lhe o ânus e enfiou-lhe um dedo molhado de saliva de forma a prepará-lo. Quando a Vity quase bradava aos céus, o Gato Borralheiro acalmou os seus movimentos, de forma a que, devagar, o outro índio pudesse enfiar o seu duro caralho e, passado o inicial desconforto, o prazer de Vity duplicou, fazendo-a gritar aos dois homens por mais: triplo orgasmo aconteceu. Os gritos fizeram com que a D. Joaquina aparecesse à porta e gritasse de espanto por ver dois homens e uma mulher e não os dois géneros femininos que antes vira.
Mais espantada ficou quando viu o peito dum dos homens engrandecer e a sua pila diminuir até, de novo, se transformar na Fada que há tanto tempo conhecia. Já o Gato ficou dessa forma por acordo posterior, pois a Vity fez um pacto com a Fada Madrinha que se o deixasse para sempre dessa forma, sempre que ela quisesse, deixá-la-iam entrar nos seus jogos sexuais.
Acham que a Vity casou com o Gato Borralheiro e que viveram felizes para sempre?
Beijos encantados…

sexta-feira, junho 08, 2007

Outro final para "O GATO BORRALHEIRO"

Aqui vos posto outro premiado - a Vity, a menina dos tótós, por ter criado um final para a história atrás postada - "O Gato Borralheiro". Peço desculpa pela demora, mas a história dos desafios atrapalhou-me. Este final está sem pós meus.
Beijos melados.
Assim, o gato transforma-se num belo "moicano", de sedosos e longos cabelos pretos, enfeitados com uma pluma; os olhos grandes de um castanho profundo que transmitem sedução e desejo. O seu corpo liso e musculado, cujo único defeito é a falta de pêlos, convida ao "pecado"...Hummm e aquele tom de pele a lembrar o chocolate torna-o ainda mais apetecível... Logo que se dá a transformação, a Madrinha fica louca de tesão, com tão bela e eloquente visão. A sua vontade era partir para cima dele e deixar-se devorar por aquele deus índio... mas eis que o jovem a lembra que o acordo era ficar até à meia-noite e depois deveria partir em direcção à festa de queima das fitas. Contrariada, a Madrinha teve de admitir que, de facto, tinha sido esse o acordo e lá deixou seguir o jovem... mas foi-lhe seguindo os passos, pois não o queria perder de vista sem antes o "provar". O nosso gato, agora transformado num belo índio, chegou à festa e foi o centro das atenções, em momentos, viu-se rodeado de lindas mulheres e belos homens. Jogou charme e sedução, começou a sentir tesão e o seu membro a crescer cada vez mais. Vislumbrou um reservado e para lá se dirigiu, mas não sem antes confirmar que duas lindas raparigas e um belo homem o seguiam. Chegados à sala, rapidamente se despiram e olhavam admirados para o belo dote do nosso jovem e tocaram, lamberam e chuparam... O nosso índio adorava aqueles jogos sexuais... Após algum tempo em que só as linguas e as bocas "trabalhavam", uma das jovens quis sentir aquela "verga" possante dentro dela e, ele sem contemplações, colocou-a de quatro e entrou nela de uma só vez, fazendo-a gritar de dor e de prazer. Enquanto estava nessa posição, o belo homem que os acompanhava, posicionou-se por trás e, após algumas lambidelas, penetrou-lhe o ânus, o que o fez estremecer de prazer... A Madrinha, que estava de vigia, ficou deliciada com a cena que via, pois há muito desejava assistir a um acto daqueles, melhor, de participar... Uma das suas fantasias era estar com dois homens bissexuais e agora tinha-os à sua frente e, é claro, não podia perder essa oportunidade. Dirigiu-se ao local e fez com que as duas jovens desaparecessem... e ela realizou a sua fantasia... Afinal tinha esse direito, tinha sido ela que o tranformara naquilo que era... um belo índio bissexual, em vez de um gato pobre heterosexual... E os três viveram muitas e loucas orgias....

quinta-feira, junho 07, 2007

DESAFIO - CINCO


E lá me mandaram outro desafio, desta vez das Gajas Podres de Boas e do Rocha Suave. Pediram-me também para arranjar cinco vítimas; peço desculpa, mas gosto demasiado dos meus bloguistas e não sei quais escolher, além de que senti nas vítimas indicadas no post anterior que estava a ser injusta na escolha, daí que este desafio vá para todos quantos queiram participar, principalmente os que se encontram linkados no meu blog.


1. Indica dois sítios insólitos onde já mandaste a queca, caso não tenhas tido essa ousadia, diz dois sítios onde gostarias de a mandar.
- Numa mini-gruta/buraco numa rocha duma praia.
- Numa sala de aulas, cuja porta dava para a esplanada da Faculdade.

2. Três palavras ordinárias que utilizes frequentemente (antes, durante ou depois) do acto sexual.
- Antes: chupa-me bem a cona e enfia-me o caralho. Durante: fode-me com força.
3. Quantas vezes tens sessões de sexo individual por semana? (pós mais lerdos, sexo individual= masturbação, daaaaaa)
- zero, não há necessidade…
4. Qual a posição que mais gostas durante o sexo?
- Eu por cima, por baixo e à canzana
5. Diz duas fantasias sexuais que já realizaste e duas que gostarias de realizar.
- Duas realizadas: menage à trois e swing
- Foder num cemitério e outro menage à trois
6. Qual a maior mentira que já contaste para obter sexo?
- O período já acabou. lol
7. Qual a maior mentira que já contaste para não ter sexo?
- Gosto de ti como dum irmão…

8. Depois de te fazerem o “oral” (broche ou minete), deixas que te beijem na boca ou tens nojo?
- Isso é possível? Como poderia ter nojo de mim própria? Aliás, esse meu sabor dá-me mais tusa ainda.
9. O que é que te “corta MESMO a tusa” durante o acto?
- Se o acto engloba os preliminares, então a estúpida pergunta: “Queres foder?”

quarta-feira, junho 06, 2007

Desafio - SETE


Já me colocaram este desafio em dois blogs: o do Kali e o de Momentos Inolvidáveis, toma lá que não devias ter-lhes dado prémio nenhum, não é o que estão a pensar?
Aproveito para vos aconselhar a consultar um dicionário de símbolos para que percebam a simbologia do número em questão. Entre outras coisas, diz que é 4+3, ou seja, a união dos 4 elementos: Terra, Água, Fogo e Ar com a trilogia – Pai, Filho e Espírito Santo. Além disso, os sete dias da semana que se relacionam com o estado de cada lua e as Sete Brancas de Neve da Lua Feiticeira.
Pediram-me também para arranjar sete outras vítimas…

I - Sete coisas que faço bem:
1 - pôr-me em brasa
2 - pôr um homem em brasa
3 - pôr uma mulher em brasa
4 - pôr um homem e uma mulher em brasa, simultaneamente
5 - pôr as brasas na braseira
6 - pôr os pés à braseira
7 - queimar a sola dos sapatos na braseira

II - Sete coisas que não faço bem:
1 - acordar cedo
2 - lembrar-me onde ficou o carro quando o estacionei
3 - voltar onde já estive
4 – trabalhar à 2ª feira
5 – mudar um pneu (nem bem, nem mal, não o faço e pronto!)
6 - ver TV deitada no sofá
7 – este questionário

III - Sete coisas que me atraem no sexo oposto (não pela ordem apresentada, necessariamente):
1 - o vulto da braguilha
2 - os sapatos
3 - os óculos de sol
4 – o bronze
5 – o charme
6 – a bicicleta
7 - a boa disposição

IV - Sete coisas que digo frequentemente:
1 - téréré
2 - …da-se
3 - porra
4 - Não te lembras?
5 - esqueci-me
6 - já te disse isso tantas vezes
7 - larga o PC e vem deitar-te

V - Sete actores/actrizes que admiro (e afins…) :
1 - Shrek
2 - Burro do Shrek
3 - Gato in Shrek
4 - Pinóquio do Shrek
5 - Dragona do Shrek
6 - Princesa Fiona
7 - O passarinho que a Fiona rebenta com um grito

… e as vítimas são:

* Afrodite XXI
*
Entre o Sonho e a Realidade
* Entre as Palavras
* Gajas Podres de Boas
*
Moura ao Luar
*
Silêncio Sentido
* Sexo Humor e Prazer

quarta-feira, maio 30, 2007

Prémio Kali: Final não mórbida para O Capuchinho Vermelho

Espero que tenham lido o/os post(s) anterior(es).

Tendo em conta os últimos temas explorados, um dos meus conto preferidos, produzido pelo Kali O Capuchinho Vermelho e a introdução a um dos seus textos, A Gata Borralheira, que aborda o tema das histórias infantis terminarem sempre com “e foram felizes para sempre”, acrescentando ainda o facto de achar que muitas histórias e canções para crianças serem demasiado violentas e até mórbidas, o meu prémio deu nisto.
P.S. : Apesar da história que vão ler se basear num conto tradicional, aconselho a que não o leiam a crianças.

Como a avó do Capuchinho Vermelho estava doente, a sua filha pediu à querida neta trálálá trálálá (isto já vocês sabem).
Ia a jovem pela floresta fora, de capuchinho vestido, não fosse a chuva, num belo dia de sol, começar a cair, mas com uma bela lingerie por baixo e tão somente isso, porque até fazia calor. Encontrou no caminho o Lobo Mau que se aproximou dela e, fazendo-a tremer de medo, cheirou-a de alto abaixo. Acabando o acto de snifar, desatou a correr ou pensavam que tinha perguntado à menina para onde ia? Daaaaaaaaa, os lobos não falam. Devem perguntar-se também porque não cheirou o cesto cheio de iguarias. Porque não e pronto! A história é minha e eu é que sei.
Já com os sapatos de salto alto na mão e um pouco transpirada, o Capuchinho Vermelho baixou-se sobre o tapete da entrada, retirou debaixo dele a chave e abriu a porta com cuidado, não fosse a avó estar a dormir. Colocou o cesto sobre a mesa da cozinha e foi até ao quarto da avó onde SURPRESA! estava lá o Kali deitado, de olhos esbugalhados a olhar fixamente para ela.
- Porra, Kali, que fazes tu aí?
- A tua avó já está melhor e foi nadar na ribeira com a amiga lésbica dela.
- Foda-se que me pregaste um valente susto… Bem, mas ainda bem que a minha avó está melhor. E estás a olhar para mim com esses olhas de boga descongelada porquê?
- Tá-se bem, linda, estive a fumar aquela ervinha que plantei ao fundo do quintal da tua avozinha.
- Ah! Bom, então é por isso que estás com essa boca inchada, deve estar seca…
- Nada disso, que acabei de beber uma bjeca, estou assim porque me apetece comer-te!
- Entonces, enrola aí um baseado para mim que me vou refrescar, já volto.
O Kali, como era um gajo esperto, já tinha o charro feito e aproveitou a ausência do Capuchinho para, de novo, se camuflar. Assim, quando a Gaja de Vermelho que, desta vez, estava de preto, se é que ainda se lembram da cor da roupa interior, que na língua portuguesa mais parece roupa de avó que de neta, apanhou outro valente susto: “SOCORRO! UM LOBO, ACUDAM-ME, LENHADORES!”
- Cala-te, maluca, ainda não fumaste nada e já não reconheces o meu caralhinho a saltar do fato de lobo.
Surpreendida e refeita do susto, a boazona de black lingerie, logo alçou o rabinho, fazendo cair os seus longos cabelos louros, de forma a reconhecer na sua boquinha vermelha o belo bacamarte do Kali que se afastou logo:
- Espera aí, e a ervita? É para a fumares hoje ou amanhã?
Deitou-se de pernas abertas a apressada, fumando aquilo que a fez passar para outra dimensão, enquanto o Kalobo se despiu todo, até porque já sufocava dentro do fato e iniciou um minete sobre o fio dental, mas…:
- Estás diferente, mudaste de depilatório ou fizeste um shaving artístico?
- Cof, cof, experimenta tirares-me o fio dental e a tua boca sentirá a diferença.
Kali, então, tirou toda a roupa que restava à moçoila duma forma suave, suavemente não por ser exímio nas artes de sedução, mas porque a pedra que tinha na cabeça não dava para mais. Colocou a sua boca aberta de forma a tapar toda a cona e expirou devagar como se estivesse a embaciar um vidro, ainda dessa forma, introduziu a língua no buraquinho, fazendo movimentos circulares como se o quisesse abrir mais. Sentindo-a quente, a sua boca concentrou-se no clítoris que lambeu e chupou, introduzindo, simultaneamente, um dedo na sua gruta, procurando o Ponto G, não o blog, evidentemente. Depois, enfiou aí outro dedo e mais um no ânus, mas sempre chupando o clítoris e espreitando a cara da rapariga que ia ficando da cor do seu capuchinho. Vendo-a já “fumada” e já bem louca de tesão, gritou: SURPRESA! Porra que este texto está cheio delas. A surpresa era um duplo vibrador e gel lubrificante que escondera debaixo da cama e que com eles e com a sua boca a fez berrar que nem uma perdida. Corada, transpirada, tendo já tido alguns orgasmos, daqueles que parece que iniciam nova tesão, como quando as mulheres parece que não conseguem arrefecer, Kali foi buscar gelo que passou nos seus seios e mamilos, fazendo-os enrijecerem mais ainda, beijou-a profundamente na boca para que sentisse o seu próprio sabor e, em cima dela, em posição de 69, esfregou-lhe o gelo no clítoris, provocando-lhe não arrefecimento mas mais tesão ainda. Enfiou-lhe gelo dentro da cona e chupou-lhe o clítoris, enquanto ela, com os braços por dentro das pernas dele, apertava as suas próprias mamas em movimentos masturbatórios no seu pénis; a sua boca beijava-lhe o espaço a que tinha acesso, o espaço entre o cu e o caralho, além dos testículos. Louca de tesão, pediu ao Kali que erguesse o corpo, limitando-se este a esfregar-lhe clítoris com os dedos, após ter colocado um vibrador que vibrava dentro da sua cona. Nessa posição, já o Capuchinho Vermelho podia lamber-lhe o cu, enquanto a sua mão o masturbava. A boca dela também acabou por sair do local que lambia, pois viu-se de novo a implorar MAIS… e a gritar novo orgasmo enquanto o Kalobo uivava, salpicando-lhe o corpo, principalmente as mamas. Os corpos a acalmar e um barulho surge, perceberam ambos que a avó tinha chegado, vestiram-se em alta velocidade, mas ou porque estavam pedrados ou porque “cansados”, eis que a avó grita de susto quando vê a sua neta com pernas de lobo, soutien preto e cabeça de lobo na mão e o seu namorado com corpo de lobo e fio dental. Graças ao cesto da sua filha, tudo acabou num belo repasto, com o Kali a olhar para a avozinha e a imaginar o que teria
ela feito com a amiga dela na ribeira.
P.S. : o Capuchinho Vermelho tem depilação completa.

FINAL DA HISTÓRIA DO “GATO BORRALHEIRO”

Atribuído o prémio ao Kali, aqui vos posto a transformação que ele deixou em comentário, mas com uns pozinhos meus.


...era meia –noite e dois minutos e o Gato, sentindo assim como uma perda de tesão repentina, correu para o espelho e não podia acreditar no que via......ele tinha-se transformado numa Gata, e quanto mais conferia a metamorfose mais dificuldade tinha em segurar as suas lágrimas dentro dos respectivos sacos lacrimais, cobertos por rimmel.A Madrinha, embora ficasse excitada com um vigoroso pénis, nada lhe dava tanto prazer como outra vulva a esfregar-se num ritmo furioso de encontro ao seu molusco do amor.E Assim foi: o/a Gato(a) e a Madrinha roçaram-se que nem dois cães sarnosos, que é como quem diz duas gatas ciosas, até o feitiço passar e o/a Gato/a teve a oportunidade de experimentar um orgasmo múltiplo com a sua Madrinha fufa.Teve o melhor de dois mundos: sabia o prazer que a independência de mijar de pé dava ao ego masculino e agora usufruía também de orgasmos múltiplos, opção do Adão, pois quando Deus lhe perguntou, a ele e à Eva, o que queriam das duas coisas que restavam do saco, após ter criado o Paraíso, Adão perguntou logo o que eram. Começando Deus por responder que a primeira era a possibilidade de mijar de pé, Adão pôs-se aos saltos a gritar: “isso é para mim, já vou poder regar a vinha a mijar, iupiiiii”, deste modo ficou Eva com a segunda coisa, os orgasmos múltiplos.Depois desta aventura, o Gato, às 6h00 da manhã na sua original forma, começou a ser muito melhor nos preliminares e a compreender as mulheres como nunca nenhum outro bicho macho havia compreendido.E, agora, o Borralheiro passa os dias a rever o filme "O Lugar do Morto" para contemplar a nudez da Ana Zannati, assim como para os seus sapatos que não sendo de cristal também não os perde, numa perspectiva completamente lésbica e libidinosa!
E agora, o que ofereço ao Kali???? Salvem-me!

quinta-feira, maio 24, 2007

O GATO BORRALHEIRO

Ficou um menino de 24 anos órfão de mãe, mas por pouco tempo, pois o pai depressa lhe arranjou uma Madrasta, uma grande filha da puta, que já tinha três filhas do primeiro casamento. As filhas eram bué da feias e bué da chatas, mas isso ainda era o menos, o pior é que eram umas entesoadas de primeira e não aceitavam negas, Ai! do desgraçado que lhes desse nega. E negas atrás de negas foi o que o nosso Gato Borralheiro lhes deu. Por vingança, punham o desgraçado a cumprir todas as tarefas que a sua mãezinha lhes dava para fazer e mais algumas, como ser ele a cortar-lhes os cascos e a arrancar-lhes os pêlos das pernas, pêlos de caprinos.
Estava a terminar os seus estudos universitários, pois além de ter uma cara de actor podre de bom de cinema e de, quase diariamente, exercitar os seus músculos de corpo de 1,85 m, ainda era inteligente, menos simpático que antigamente, à força de ter de aturar as malucas das suas… deviam criar um termo relativo a este tipo de parentesco não consanguíneo.
Chegou a altura da queima das fitas e o nosso Gato queria ir vestido que nem um “Dolce Gabana”. Tendo metido esse capricho na cabeça, em vão pediu dinheiro ao pai, pois a vaca da Madrasta intercedeu logo em defesa das filhinhas, que de diminutivo só tinham as maminhas, pois elas eram mais velhas que o Gato e, portanto, eram elas que precisavam de se aperaltar para queimar as fitas que ainda não tinham, pois os professores do ensino secundário eram muito maus para as meninas.
Trancou-se o Gato na casa de banho, pois quartos só para os outros, que dormisse na sala! Trancou-se a bater à pívea que era o que mais o destressava, mas naquele dia nada saía do seu belo bacamarte, tal era o estado de nervos em que se encontrava. De repente, e para grande vergonha do nosso universitário, quase à beira de não queimar fitas, à beira dos nervos do Almodôvar já ele andava há muito tempo, apareceu sentada no bidé a sua Madrinha, uma fada de fazer qualquer um chegar onde ele não estava a chegar. Tão espantado ficou que nem se lembrou de esconder o que tinha na mão direita e mais espantada ainda ficou a Fada Madrinha porque, como há muito tempo não via o afilhado, não esperara ver tão belo e viril homem. Desfeito, mais ou menos, o espanto, o Gato quis esconder a coisa, mas a Madrinha não deixou, disse que estavam em família e que assim até podiam tornar-se mais íntimos, visto não porem os olhos em cima um do outro há mais de dez anos. Não percebeu a lógica, mas como, apesar de jovem, já se habituara a não perceber a lógica das mulheres e como ela até era boa como o milho, o Borralheiro continuou as suas manobras fálicas, mas com mais carinho.
E começou o diálogo.
A fada Madrinha, já um bocado esquecida do “Dolce Gabana”, visto ela ler os pensamentos dos outros, mas, os pensamentos do afilhado agora eram outros, pergunta:
- Então é assim que costumas pôr o gatinho de pé, não usas gel, saliva, umas revistas…
Interrompeu-a logo o nosso menino:
-Sim, às vezes uso um
bife como me ensinou a Lua Feiticeira, mas hoje estavam todos congelados…
Como as fadas não gostam de feiticeiras, interrompeu-o logo, com ares de quem sabia mais…:
- Qual bife, qual quê, vou-te ensinar o que é bom.
E começa a chupá-lo, a lamber-lhe os testículos, que em latim significa testemunhos do cu (como vêm também sei Latim, Ah! Pois é…) e depressa lhe tira o stress.
Mais calmo, o Gato lá explicou o que se passava naquela casa, os trabalhos de escravo que lhe davam a fazer, o ter de aturar 4 malucas e, pior que tudo, não poder ir vestido que nem um gato, com letra minúscula, à queima das fitas.
A Fada pôs um ar comovido, não pela história, mas porque não se lembrou de pôr outro ar para disfarçar a tesão com que ficara, sim porque uma mulher não se consola só a consolar, e disse-lhe que tinha uma solução para o problema, mas…
- Oh! Foda-se! Eu vi logo, comigo há sempre um “mas”, ainda ontem estava quase a comer uma garina, quando ela me disse que adoraria dar uma queca comigo, mas tinha que se ir embora - isto rosnou o nosso gatinho, não gritou, porque alguma maluca podia ouvir e descobrir o que se passava no WC.
- Calma, Gatinho, a tua Madrinha é muito boazinha, nunca te diria uma coisa dessas, o “mas” é parecido com esse, mas ao contrário.
(*) (*) (isto significa olhos tão abertos que deles saem pontos de interrogação e ainda bem, porque o Gato, apesar de não ser burro, nada percebeu, ao “contrário” só as minhas histórias lol)
Continua a boazona da Fada:
- Vais vestido que nem um príncipe, mas só sairás do Motel à meia noite em ponto, nem um minuto a mais nem um minuto a menos.
- A sério? Posso escolher a roupa e os sapatos que quiser?... espera aí, vou sair dum Motel? (*) (*)
- Sim, lindo, não vamos continuar neste chiqueiro de casa de banho, vais no sábado para o Motel de Sintra, às 3 horas da tarde, com os trapos num saco, deixo-te o meu cartão de crédito e até lá compras o que quiseres. E é lá que te vou destressar até à hora da saída…
- Eh! lá, grande madrinha que me escolheram, sim senhor, nalguma coisa o meu pai acertou. Então e se eu me entusiasmar… Ops! Já a Fada se tinha eclipsado e a resposta ficara por dar.
Sábado, quinze da tarde, Motel, quarto 96, o Gato entra num quarto decorado por uma Fada, Fada que nem precisou do
chá da Bruxa Má para pôr o gato de gatas. Valeu de tudo, só não o descrevo aqui, porque isto é uma história infantil.
A Madrinha nem se esquecera do relógio de cucu, que cu cu, cu cu só cantou à meia-noite, antes não para não incomodar os pombinhos.
E o cabrão do cucu não se esqueceu de cucuzar a meia-noite para desgraça do Gato que a cucuzar também nem ouviu o seu piar.
Meia-noite e um minuto – transforma-se o Gato em…

…naquilo que vocês quiserem. Um PRÉMIO para a transformação mais criativa. E, desta vez, já sabem, o que é prometido é devido.

Lambidelas…

segunda-feira, maio 21, 2007

A BRUXA MÁ E OS SETE MATULÕES

Assim que a Branca de Neve regressa ao reino do pai, a sua madrasta questiona, de novo, o espelho mágico: “Espelho meu, espelho meu, quem é mais sedutora que eu?” E ouve a mesma resposta: “ É a Branca de Neve…” A bruxa esconde logo o espelho numa gaveta, pois já se tornara supersticiosa e …: “Ah! Puta ca pariu, que nem a Lua de Mel te esfreou os calores, estou a ver os pares de cornos que o Príncipe vai ter. Mas enganas-te que desta vez não vou deixar o trabalho por mão alheias, se pensas que vais outra vez comer Anõezinhos que só de te verem até se lhes cresce o pau, estás bué enganada.”
E logo se encafua a Bruxa Má no escritório, passa lá cinco horas a navegar na INTERNET até encontrar a diabólica receita. Vai para a cozinha e com sete berros, sete palavrões, corre com os criados e elabora, em paz e sossego, a sua mezinha.
Convida a Branca de Neve para um chá e recebe-a cheia de salamaleques: “Branquinha, esses dias na República Dominicana fizeram milagres, olhe bem para essas mamocas, até parece que cresceram… Vire-se lá, vire-se lá, deixe-me ver esse cu redondinho. Oh! Mas que apetitoso…” Não fosse a Bruxa madrasta da Branca de Neve e esta ainda ia pensar que a queria comer.
Servido o chá, a nossa Branquinha (não a mexicana) recorda-se da maçã (não a da Eva) e, com rápidos reflexos, olha para uma janela que estava nas costas da Bruxa, faz um ar de admiração e grita: “ Olha o meu Príncipe, não é ele que vai ali?” A madrasta, curiosa como era, levantou-se para ver, não vendo nada: “Deve estar com alucinações, querida, vai ver que abusou do sexo...” E já Branca de Neve tinha trocado os chás.
Ou a receita tinha sido mal elaborada ou o corpo da Bruxa teve uma reacção contrária, a verdade é que esta começou a ficar cheia de calores e de palpitações, parecia que após ter corrido a maratona, o coração lhe tinha caído à boca do ventre, tal era a tripe. Começou a olhar para a Branquinha com os olhos brilhantes e a desabotoar a camisa, mas esta correu para fora da sala de chá a chamar por sete criados.
Entram na sala sete homens, sete matulões, sete gatos, sete gatões (perdoem-me o brasileirismo). A Bruxa, ainda a despir-se, encontrava-se já em lingerie preta, fio dental e soutien semi-transparentes rendados, cinto de ligas e meias de vidro. Assim que os vê, começa a gritar-lhes ordens que os deixam completamente atónitos, porém, apesar da vergonha que sentiam uns pelos outros, obedeciam como se se vingassem da sua maldade. Um deles, Moreno, cabelos negros e olhos misteriosos, ajudou-a a acabar de se despir, entregando-se ao sabor da sua cona, como se há muito não comesse. Dois Louros, um de olhos verdes, outro de olhos azuis, não perderam tempo a ir chupar-lhe as mamas. Um Nórdico, praticante de culturismo, logo lhe foi lamber o cu, como se Botão de Rosa significasse ramo de rosas. Careca e muito bem constituído, outro lhe foi beijar a boca. Dois negros, aliás um Mestiço e um Mulato, chegaram-se à sua beira para que ela tomasse nas suas delicadas mãos as suas belas vergas, sim, porque a Bruxa era má, mas era um Pedaço de Mau Caminho (perdoem-me outro brasileirismo). Tudo muito light até à mudança de posições, até os negros lhe enfiarem em ambos os buraquinhos os seus caralhos, ficando o pénis do Moreno na sua boca; nas suas mãos os bacamartes dos Louros e os restantes a chuparem-lhe as mamas.
Os orgasmos da Bruxa eram múltiplos e parecia que nada lhe arrefecia os ânimos, tal era o efeito alucinogéneo do chá até que entra na sala a Branca de Neve com a sua lingerie vermelha e o perfume que tinha inventado, ou não fosse ela filha dum cromo casado com uma Bruxa, um perfume sedutor, enfim, uma droga de atrair, como os pós-de-atrair que vendia a minha tia avó. O Moreno, futuro namorado da nossa bloguista
Gaja Podre de Boa, num ápice tirou o caralho da boca da Bruxa, tão de repente também não, não fosse a maluca morder-lhe o abono de família, e voou para os braços da nossa Branquinha, que de pura só tinha a cor. O Careca, o nosso Minete Real, deu uso ao nik como sempre sonhara. Inebriado pelo perfume da jovem, Sandokan abraçou-a por trás, fazendo-a sentir o seu pau negro contra o seu rego. O Mestiço, vendo na Branca a sua Vity, também correu a beijá-la desenfreadamente. Louro, mas com uma imaginação de Kali, saltou para a cheirosa mulher, arrancando-lhe o resto da roupa com os dentes. Mulato, o apaixonado da misteriosa Felina, que nem um golfinho a enrabar a Ariel, qual Ponto G, qual quê, enfia-lhe onde vocês já sabem aquilo que também sabem. Finalmente, com os olhos mais cinzentos que azuis, o Gaijo da Gaija abandona a Bruxa, deixando-a aos berros que nem uma louca ao entrar no Júlio de Matos por, mais uma vez, ter perdido e, mais uma vez, parte o espelho. Apre! Que não aprende!

domingo, maio 20, 2007

Qual será a próxima HISTÓRIA AO CONTRÁRIO?


A pedido de algumas bloguistas, está já em construção o próximo conto...








quarta-feira, maio 16, 2007

AS SETE BANCAS DE NEVE

Era uma vez um Anão que tinha a mania que era um garanhão e, um dia, à beira da piscina, olhando para a sua imagem na água reflectida, perguntou: “Piscina minha, piscina minha, quem tem uma piloca maior que a minha?” ao que a água respondeu: “É O PRÍNCIPE…”. Logo o Anão, que tinha uma varinha à mão (e a feiticeira sou eu!), fez com que, num ápice, toda a água se sumisse, ficando alguns cromos a “nadar” em seco.
Zangado com a resposta, o Anão pediu a um dos seus piores capangas que matasse o malfadado Príncipe. Mas este, ou porque se comoveu ou por não gostar do anão que lhe fazia lembrar o Ganda Nóias, limitou-se a abandonar o lindo Príncipe na floresta. E lá foi o Príncipe caminhando por meio de caminhos virgens, irritado por não ter levado a espingarda de caça. Após alguns quilómetros, que já lhe tinham estragado o trabalho exímio da sua pedicura, encontrou uma casa mui sui generis, assim como que construída na base duma gigantesca sequóia. Feliz por encontrar algo feito por mão humana, correu, coxeando, a bater à porta que logo se abriu, não por ter gente em casa, mas por não se encontrar trancada. Atónito e curioso, entrou, gritando: “Oh! da casa!”. Rapidamente se certificou que estava vazia de gente e cheia de tralha e quanta tralha! E mobília? Sofás e cadeiras por toda a sala. Na cozinha parecia que nada faltava, nem sequer o primor que só mãos femininas podiam produzir. O frigorífico cheio. Boa! A fome lentamente foi satisfeita, lentamente porque era tudo muito light. Porra! Nem um presuntinho ou um chouricinho! Um só quarto? Um quarto com sete camas de solteiro? Para quê continuar a massacrar a sua cabecinha ainda com tanto gel a tentar perceber que casa era aquela? Deitou-se numa das camas e logo adormeceu. Quanto tempo passou não soube, até porque relógio não usava, o que soube é que do seu sagrado sono foi desperto por altos decibéis de sons muito agudos.
Sentiu entrar um monte de mulheres, mas continuou deitadito, fingindo dormir. Os barulhos não se aproximaram do quarto, ficaram em qualquer outra divisão da casa. “A curiosidade matou o gato, mas eu sou um gatão, vou espreitar sorrateiramente” – se assim pensou o Príncipe, melhor o fez, pois foi rastejando qual cobra, qual militar em Mafra fazendo recruta, até ficar completamente deitado, espreitando por uma porta que dava acesso à sala, mas com visibilidade para a entrada da casa de banho, e digo entrada, porque a porta estava escancarada.
A visão era vertiginosa, fê-lo sentir-se dentro duma revista da Playboy, isto se ele conseguisse ter pensamentos tão elaborados.
Por baixo de vários duches, como nos balneários colectivos do Colégio Inglês onde tinha estudado durante 20 anos, até ao nono ano, portanto, lavavam-se as mais belas jovens que alguma vez tinha visto. De costas para ele, uma bela Ruiva, com umas sardas pequeninas (pareceu-lhe pelo tom dourado), lavava os pés e as pernas… tinha um rabo que parecia um coração. O que lavou mais não soube, porque logo os seus olhos, qual câmara de filmar, se deslocaram para a Morena que, de frente para ele, colocava champô nos seus cabelos castanhos, fazendo com que os seus belos, rijos e carnudos seios ainda se endireitassem mais. Com o corpo já um pouco de lado para não magoar aquele que já sabemos ser um belo membro viril, começou, então, a contemplar uma Indiana de cabelos negros e tão compridos que conseguiam tapar-lhe o rego, junção dumas nádegas que só podiam deixá-lo ainda mais de lado.
Mas ainda não foi neste momento de sonho que o nosso príncipe pôde ver todas as proprietárias das sete camas, pois, de repente, viu uma das beldades, uma Loura de fazer parar o trânsito, se este pela floresta passasse, sair do WC enrolada num toalhão e ele, mais rápido que Lucky Luke, depressa se voltou a deitar e a fingir que dormia, simulando até alguns roncos.
A Loura, que até era bastante loura, assim que o viu, não só deixou cair a toalha, como gritou: “Um homem? Isto é um homem? Isto é um homem?” O príncipe, aos gritos ou à pergunta estúpida, não ligou, mas o barulhinho que o toalhão de banho fez quando caiu, obrigou-o a abrir um olho para poder confirmar se as louras também têm a pintelheira loura ou não. E lá se foi a simulação, de toda forma já muitos toalhões tinham caído e a chinfrineira era ensurdecedora. Tinha assim terminado a banhoca diária das Brancas de Neve, após o trabalho duro e sujo nas minas.
A Nipónica, que de pequenos só tinha os pés, vai-se lá saber porquê, em segundos recolheu as toalhas e tapou as suas seis amigas, terminando na mais escultural, uma mulata cabo-verdiana de olhos verdes que, como quase todas as outras, de Banca de Neve só tinha o apelido que o pai adoptivo lhes tinha deixado.
O diálogo que se seguiu não ficou aqui gravado, porque as conversas atropelavam-se e a secretária achou que o melhor era dizer que se tinha estragado a fita nesse momento. O jantar foi filmado, mas como demorou bastante e o vinho tolhou o camaraman, achou por bem não apresentar uma imagem desfocada.
No final, o príncipe perguntou onde dormiria e sete imitadoras da “Fuga das Galinhas” gritaram: “Aqui!”, “Comigo!”, “Na minha cama!”, “ Eu sou maneirinha!”, “A minha cama é a maior!”. Tentou-se tirar à sorte, mas os dados apresentavam-se sempre viciados e foi, então, que o Príncipe que, às vezes, tinha uns laivos de inteligência, fez um calendário, ficando registado que nessa noite dormiria com a mais velha, a Indiana (ele ainda não tinha experimentado uma oriental); que no dia seguinte dormiria com a Nipónica (também por ser estrangeira e por lhe parecer que era boa em contorcionismo), que na segunda-feira dormiria com a Loura (para descansar, visto ter uma boa boca); que às terças-feiras deitar-se-ia na cama da Mulata (no reino dele havia muita xenofobia e as negras eram impedidas de entrar na corte); quarta-feira seria dia de ter perto de si uma Ruiva; no dia a seguir uma Morena seria uma beleza, aliás esta parecia respirar sexo pelos poros; véspera de fim-de-semana terminaria nos braços daquela que tinha Madeixas no cabelo e que, portanto, ele não sabia bem qual a cor de origem do mesmo, no entanto, parecia-lhe que tinhas as melhores mamas do grupo.
Dizer que este calendário foi religiosamente cumprido seria ir contra um dos 10 Mandamentos, o da mentira, pois ainda na primeira noite todas as camas se uniram e, felizmente, era sábado, véspera de dia santo nas minas. Valeu ao Príncipe o soninho que fizera antes da chegada daquelas que tanto tinham desenvolvido os músculos e os pulmões em trabalhos duros. Graças aos gnomos que não havia humanos por perto. E os animais? Esses foram queixar-se ao mocho da barulheira que não os deixava dormir.
Sete mulheres, sete aviões, sete quecas divinais, se é que o Divino tinha previsto esta cena ao criar as macieiras.
Finalmente chegou a segunda-feira. As sete Bancas de Neve a labutar nas minas e o nosso herói, sentado no poial da casa, limava as unhas com uma fava da cozinha enquanto os seus pensamentos vagueavam em retrospectiva pelas últimas 48 horas. Recordava-se que tinha confirmado que, afinal, as japonesas não tinham a passarinha atravessada, como lhe haviam vendido, e que até sabia muito bem. Aliás, soube-lhe melhor ainda depois da troca feita com a Morena que o substituiu, cavalgando nele que nem uma Alazona, simultaneamente chupando a Nipónica que se tinha colocado de pé e de pernas abertas, a jeito que fosse ela a fazê-la vir na sua boca. E, louca como era, a seguir beijou-o na boca, deixando-lhe o gostinho da outra. Mas os pensamentos davam saltos temporais e por isso as cenas atacavam-lhe os miolos sem ordem alguma. Ai! as mamas da Madeixas como eram tão gostosas… A “espanholada” que ela lhe tinha feito só se podia comparar ao broche da Loura. E aquele botão de rosa da Indiana? Aquilo é que tinha sido uma verdadeira novidade para ele! Por falar em ânus, tão depressa não se esqueceria do cu da Mulata, que cu tão apertadinho…
Mas às vezes nem os pensamentos podem correr em liberdade, pois longe dali já o Anão tinha questionado de novo a piscina que lhe revelou o estado vivo em que se encontrava o Príncipe. Desta vez, porém, decidiu-se o frustrado Anão a tratar, com as suas próprias mãos, do seu adversário e daí que se tenha disfarçado de velhinho e ido ao seu encontro. O homem das 7 mulheres quase cortou um dedo quando ouviu a voz do velho que se tinha aproximado muito sorrateiramente: “Compre este último Bolicau a um pobre velhinho que precisa alimentar os seus netinhos…” Murchou de repente o Príncipe que logo comprou o Bolicau e, sem pensar no insólito da situação, considerando que o chocolate lhe daria energia, em três dentadas o devorou. Mal acabou de engolir aquelas milhentas calorias condensadas, procurou com os olhos o velho, que já desaparecera, no entanto, nem teve tempo para estranhar o facto, pois sentiu nos dedos o pacotinho da tatuagem. Iupiiiii, um Super-Homem! Ai! O que foi o Príncipe fazer? Era no calquite que estava o horrível veneno.
O nosso garanhão, mal acabou de colocar a tatoo no antebraço, caiu redondo no chão.
Chegaram as boazonas e, vendo o estado do seu Príncipe, berraram e choraram que nem uma aldeia minhota de carpideiras. Colocaram-no despido num caixão de vidro para poderem contemplar a sua beleza. E choravam… Até que num dia invernoso, uma Anã pediu-lhes guarida. Era verdadeiramente horripilante, vesga, um olho de cada cor, tinha uma enorme verruga na ponta do nariz, tão grande este que quase tapava um buço que mais parecia um bigode, dentes só molares e caninos…
A Anã, mal entrou na casa das Brancas de Neve, viu o Príncipe. Apaixonou-se. Amor à primeira vista, coup de foudre, como dizem os franceses. Sem que as Belas tivessem tempo de reagir, abriu o caixão e beijou o nosso Príncipe. O Príncipe delas. Este acordou. Paixão mútua.
Casaram e foram felizes para sempre!

Visitantes on-line