domingo, maio 06, 2007

PARA A GRANDE VENCEDORA: A GAIJA(a imagem já está maior)

(o desenho refere-se ao texto “Páscoa II”, pois a figura da esquerda está encapuzada, ou seja, é um homem, homem vestido de mulher)

Se repararem houve dois vencedores, decidi, no entanto, oferecer um conto à primeira bloguista a acertar: a Gaija. O Rocha Suave também acertou (depois), mas como o seu blog não revela muito como ele é, revela romantismo… enfim, ainda não sei bem o que lhe hei-de oferecer.

O BANHO DA GAIJA
A Gaija, um dia, quando no final dum dia duro de trabalho, chegou a casa, encontrou uma surpresa. O seu marido tinha-lhe preparado um banho de imersão com todas as mordomias: sais, espuma, velas espalhadas na casa de banho, incenso e fondue de chocolate com morangos frescos. O Gaijo já tinha tomado o seu banho e encontrava-se apenas de roupão. Feliz com todo o aparato, logo a Gaija se despiu e “mergulhou” naquela água perfumada e com a temperatura ideal. Claro que a música ambiente era uma das suas românticas preferidas. O Gaijo, já nu, instalou-se ao lado da banheira e começou por mergulhar os morangos no chocolate fundido e dar-lhes à boca e ela lambia-lhes devagar o chocolate, passando, por vezes, a sua língua pelos dedos que os seguravam e, a seguir, dava-lhes pequenas trincas. Satisfeita um pouco a fome que trazia, o seu Gaijo fez da sua mão a esponja que a lavou: passou-a pelo seu pescoço, pelos ombros e, sempre, muito suave, lavou-lhe os seios que, como que flutuassem, se tornavam rijos, realçando-se neles os mamilos que, duros, pareciam dois olhos famintos de beijos. Mas o Gaijo não se sensibilizava com isso e massajou-lhe os pés, dando a mesma importância a todos os seus dedinhos como se de flores sensíveis se tratasse. Passou-lhe vááááárias vezes as mãos pelas pernas e, docemente, pediu à Gaija para se endireitar um pouco a fim de lhe massajar as costas. Quase toda lavada e, de novo, estendida na banheira, lavou-lhe a barriga, ao umbigo deu uma atenção profunda e… chegou, então, a sua mão às virilhas que acariciou uma a uma, assim como o fez, a seguir, aos grandes lábios vaginais que massajou também um a um: o mesmo fez aos lábios internos, deixando a Gaija já com vontade de mais. Mas o momento era de calma e ele, com a outra mão, fê-la levantar um pouco o rabo para poder lavar as suas nádegas e passar, então, a mão no seu rego, fazendo movimentos suaves mas longos, do fundo das costas até à vagina, ops! De vez em quando deixava entrar um pouco um dedo no seu rabo; a água tinha um gel hidratante e por isso ele escorregava tão bem. Estava já bem quente a Gaija, mas limitava-se a brincar com dos mamilos do seu marido… Finalmente, este beijou-a, beijo longo e com as línguas a brincarem uma com a outra, mexendo-lhe então no clítoris. Começou por gestos suaves, pressionando dois dedos em movimentos lentos, a Gaija já se contorcia e o seu clítoris enrijecia quando ele pegou nele com o indicador e o polegar e, para cima e para baixo, parecia que se masturbava a si próprio. Levanta-se a Gaija, abre as pernas e coloca as mãos na parede. Assim, de rabo alçado para o Gaijo, este coloca-lhe uma mão por baixo, de forma a que os dedos indicador e médio continuassem a massajar-lhe o clítoris enquanto o polegar entrava na sua vagina. Com a outra mão apalpava-lhe as mamas, o rabo… até que lhe enfiou um dedo no ânus. Já em movimentos mais rápidos a Gaija começou a gritar: “Não pares, não pares, não pares… mais, mais, MAAAAAIIIIS e berrou um orgasmo.
Espero bem, Gaija, que tenhas gostado do prémio.

quarta-feira, maio 02, 2007

Oferta / Prémio a quem advinhar



Estou muito feliz, porque a "Perfect Noire" ofereceu-me este desenho, criado especialmente para mim e inspirado num dos meus textos. ADVINHEM PARA QUAL.
Obrigada, linda. Um grande beijo para ti.

domingo, abril 29, 2007

NEM TUDO O QUE LUZ É OURO

E aqui vai mais uma dessas minhas antigas histórias e acho que a última a ser postada, para não tirar a "personalidade" do Blog.lol

O meu desejo de o reencontrar era tremendo. Amei-o antes mesmo de o ver. E só o vi uma única vez. Iria finalmente estar com ele. Fui à esteticista: limpeza facial, depilação, massagens, sauna. Fui à cabeleireira mudar o penteado. Comprei roupa e sapatos. O meu estado nervoso fazia com que não pudesse parar. O tempo passava muito lentamente. Quem me dera que pudesse dormir até à hora do nosso segundo encontro.
Chegou! O meu coração quase que saltou do decote. Afinal não desejava em vão, o meu amor por ele aumentou quando o revi.
Jantámos à luz das velas e não sei sobre o que conversámos.
Saímos no seu “Rover” e fomos dançar. A música acariciava-me o desejo. Não pensava. Apenas sentia. Sentia o seu corpo quente que parecia unir-se eternamente ao meu. Os seus lábios sussurravam ao meu ouvido gotas de perfume.
Quando me beijou pela primeira vez, toda eu estremeci. Parecia-me que éramos os únicos na sala e a terra nos tinha virado costas para que a nossa intimidade não fosse violada em momento algum da nossa vida. Abraçava-me como se possuísse a minha alma. Todos os poros da minha pele eram desejo. Saímos daquele lugar que não tinha sido visto por mim, mas que eu não iria esquecer.
Entrámos no carro e quase nos esquecíamos do lugar público em que estávamos.
Voámos para a sua casa.
No elevador ficaram peças de vestuário.
Finalmente, o planeta estava realmente nas tintas para nós.
Só eu e ele existíamos.
As suas mãos tentavam explorar todo o meu corpo num só momento. O nosso desejo não poderia crescer mais. Já me encontrava nua no corredor da sua casa e ainda não sabia qual a cor das paredes.
Afasto-me, de repente, não por ter deixado do desejar, mas porque queria também amá-lo apenas com os olhos e esperei, ansiosamente, que se despisse.
Fê-lo devagar, apesar de lhe restarem poucas peças de vestuário. Enquanto tirava as calças, algo de estranho senti, não querendo acreditar no que poderia vir a ser.
Despiu os boxers e pude constar a minha primeira impressão: o seu pénis erecto não era maior que a pila do gato da minha avó. 5 cm?
Algures no início dos anos 90.

quinta-feira, abril 26, 2007

FAMINTA

Andava à procura duns papéis quando encontrei as minhas histórias antigas, ainda manuscritas. Como já estavam num armário da minha memória, ri-me bastante de algumas. Esta é uma delas, bem diferente das actuais, mas já com alguma pica.

O sol está a pôr-se e o dia foi quente. Mergulho na água tépida da banheira. A música que ouço faz-me ficar nostálgica. Esqueço-me do lugar em que estou. De repente, dou conta que a água arrefeceu e que o meu corpo está arrepiado, os meus mamilos são uma boa prova desse facto. Ligo a torneira da água quente e sinto o prazer da diferença da temperatura. Saio. Limpo-me. Largo a toalha. Vou para o quarto e ao entrar deparo com a porta do armário aberta: o espelho à minha frente. Aproximo-me para verificar se estou mais bronzeada. Gosto da minha cor. Resolvo espalhar o hidratante frente ao espelho. Devagar. Muito devagar. Começo pelo rosto, pescoço… seios. Demoro-me. Os meus mamilos enrijecem mais ainda. Tenho vontade de ser tocada por “alguém”. Continuo a pôr o creme. Nunca tinha percebido como é bom massajar toda a zona do ânus, desde a vagina ao fundo das costas. Sinto-me quente. Sento-me. As minhas pernas estão levemente abertas.
A campainha toca.
Vou nua abrir a porta. Era o rapaz da Pizza. Olhos de espanto.
- “Tem troco?”
- “Não, não, sim, sim...”
- “Então, afinal tem troco ou não?”
- “Não neste momento, mas se quiser posso mais tarde a menos que me pague com cheque.” (Afinal ainda raciocina)
- “De certo, entre.”
Encontro os cheques e preencho um sobre a arca que se encontra no escritório, frente ao corredor. A porta está aberta. A posição é incómoda, mas a secretária está cheia de tralha. O rapaz da Pizza encontra-se à porta, gostaria de saber para onde olha, mas estou de costas.
- “Já está, veja se está tudo correcto, B. I., endereço… é preciso mais alguma coisa? “
- Não, não!” Respondeu sem ver, está ruborizado. Espero, educadamente, que se retire. Continua a olhar.
- “É muito bonita, sabia?”
- “Deixe-se de conversas, está a trabalhar, não está?” Ainda grunhe qualquer coisa, mas eu consigo que se retire.
Encontro-me novamente só. Olho-me novamente no espelho. Tenho a Pizza na mão direita. Reparo nesse pormenor e recordo-me da fome que tenho. Coloco um vestido leve e simples e devoro o jantar.
Moral da história: a vida é cheia de decisões.
28 de Novembro de 1993

quarta-feira, abril 25, 2007

O que é uma queca fantástica?

Já pensaram como seria a vossa melhor queca? Uiiii, já estou a imaginar o turbilhão de ideias que para aí vai: homens a pensar em quecas com duas ou três mulheres; mulheres a pensar em dois homens; haverá quem pense em lugares públicos, praias tropicais, por exemplo. Também há os mais pragmáticos que pensam em número de orgasmos ou em tempo record de sexo contínuo. Bocas em sexo, mãos em sexo, sexo em sexo, sexo em ânus… Haverá de tudo! Mas, na verdade, o importante é a memória com que se fica daquela que se considerou a foda do século e isso é independente da(s) pessoa(s) com quem se esteve, do local, do tempo ou do número de vezes que nos vimos. Bom, bom seria que após uma relação sexual esgotante, terminada a altas horas da noite e na cama, aparecesse alguém para nos lavar. Felizmente que o Verão se aproxima, pois, então, no Inverno, ter de ir à casa de banho… xiiiiiiiiii, como eu costumo dizer: “Chama lá o Mordomo para nos lavar”, mas porra! não me sai o Euromilhões.
Digam lá da vossa justiça.

sábado, abril 21, 2007

CHAMANDO AS COISAS COM NOMES PERMITIDOS EM CONVERSAS DE FAMÍLIA


Estava eu vendo um filme daqueles que não são eróticos, nem para ver em família, quando a minha vagina começou, de certa forma, a palpitar. E ao ver uma grande língua, em movimentos rápidos, a lamber um clítoris: duas mulheres que praticavam a arte de Lesbos, comecei a chamar pelo meu marido que, como sempre, se divertia com um dos seus brinquedos: ou o computador ou a palm ou o GPS. Ele, ao fim de alguns minutos, entrou na sala a refilar, mas logo entonteceu ao ver-me nua, com a mão cheia de gel, friccionando o meu órgão sexual que já ardia de prazer. Ao meu lado encontrava-se já toda a minha panóplia de brinquedos que ele, rapidamente, desviou. Ajoelhou-se, de imediato, ao meu lado, ou melhor, ao lado da minha vulva e, sem sequer me beijar, começou a repetir as brincadeiras que eu via na T. V.. Segurei-lhe a cabeça e disse-lhe: “Isso mesmo, meu amor, abocanha-me bem essa vagina, chupa-me o clítoris como eu costumo chupar a tua glande.” Incentivando-o com palavras doces, enfiei a minha mão por dentro das suas calças de fato de treino, cuecas ou boxers não tinha, e agarrei-lhe o seu pénis que já teimava em ficar erecto. Quente demais, achei que ainda era cedo para ver os anjos e por isso pedi-lhe para que parasse, abocanhando-o eu que, perante o meu gesto e perante as imagens do DVD que há muito não víamos, começou a emitir uns sons que só produz quando, realmente, a excitação sexual lhe salta pelas suas tão masculinas cordas vocais. Sem eu imaginar porquê, depressa me pediu para introduzir o seu pénis inchado na minha engelesada (que é como quem diz com gel lubrificante vaginal) vulva. Que não, que não, não estava para terminar o nosso filme naquele momento, sentei-o num sofá à minha frente e, deixando-o numa situação de mero voyeur, enchi os meus seios, de mamilos arrebitados, com o mesmo gel, massajando-os com uma mão e com a outra a minha tão intumescida vagina e o meu tão palpitante clítoris, chegando mesmo a colocar um, dois, três dedos dentro dessa amiguinha de forma a estimular o meu Ponto G. (Graças a Deus que temos duas mãos.)
Sentindo já que estava perto de me descontrolar, pedi àquele que tão bem se estimulava mas com uma só mão, que me introduzisse o seu grande órgão sexual no meu ânus. De imediato, brotou o divino gel no orifício que, tendo boca, chamá-lo-ia em gritos de desespero. Não satisfeito, introduziu-me na vagina o vibrador e numa posição canina enfiou-me o seu membro que já estalava de prazer. Em movimentos, primeiro lentos e, depois, mais fortes, a nossa excitação chegou ao rubro. Ele foi o primeiro a ejacular, mas como tenta sempre que eu nunca deixe de sentir o meu orgasmo, pegou no brinquedo de silicone e em movimentos, desta vez bastante acelerados, fez-me gritar: “Pára, meu amor, pára que a minha vagina já se contraiu o suficiente, a minha energia já se foi quase toda, o meu orgasmo já se deu.”

É estranho um texto assim, não é? É que nem eu me excitei a escrevê-lo, coisa que costuma acontecer. Como diria o nosso poeta, nas tabernas: “Numa mão a coisa, na outra a pena (as teclas)”

quinta-feira, abril 19, 2007

CHAMAR AS COISAS PELOS NOMES


Têm-me dito que gostam dos meus textos (não quem os comenta, propriamente) porque eu chamo as coisas pelos nomes e isso fez-me pensar.
Chamar ao pénis pénis ou vagina ao órgão feminino é chamar as coisas pelos nomes, pois realmente têm esses nomes (pénis - nome comum, masculino, singular…). Chamar pénis ou caralho ao órgão masculino é sempre chamar a coisa pelo nome. Há, no entanto, diferenças entre os nomes e entre as coisas e não só.
Uma vagina ou vulva, por exemplo, é o órgão sexual da mulher que serve para reproduzir e para urinar, entre outras coisas; mas cona é aquilo que proporciona e recebe prazer. Aliás, há mesmo mulheres que se ficam por ter apenas vagina e nunca sentiram o prazer que uma cona lhes pode dar.
Agora que já perceberam a ideia, pensem num filme pornográfico: o que lá vêm não são pénizinhos daqueles que para se verem bem têm as pessoas que se aproximar tanto da televisão que ficam a apanhar com as radiações desta, o que vêem são verdadeiros caralhos, tenham os seus donos tomado Viagra ou não.
Quanto aos termos que escolho para produzir os textos são, realmente, aqueles que entram nas histórias, senão, imaginem as mulheres que o seu companheiro de cama lhes dizia: “Posso humedecer com a minha própria saliva os teus lábios vaginais de forma a poder introduzir, sem dor, o meu pénis na tua vagina?” (nome horrível que não tem quase nenhumas palavras que com ele façam rima) Apre! Caramba! Que é como quem diz: Foda-se! Caralho! Haveria alguma mulher que quisesse continuar…?

sexta-feira, março 30, 2007

NO ESCURINHO DO CINEMA...

NÃO, NÃO CHUPÁMOS DROPS DE ANIZ.

Esta semana fomos ao cinema e eu estava com uma saia, collants só até às virilhas e o casaco, o casaco? Pu-lo por cima das pernas. O meu companheiro, então, resolveu colocar a sua mão nas minhas pernas. Até aí tudo bem, eu estava sentada na coxia e, de toda a forma, o casaco tapava-lhe a mão. O pior, ou melhor, foi quando ele começou a mexer-me nas virilhas nuas, facto que já me aqueceu um pouco. Depois, resolveu começar-me a mexer-me na cona, mas por cima da tanga, o que até me soube bem. Mas quando começou a mexer-me mais e mais… não resisti e enfiei eu a minha mão por baixo do casaco e peguei na dele e fi-la entrar por entre as cuecas. Claro que eu tentei discretamente apalpá-lo, mas como ele não tinha nada que o cobrisse, limitei-me a apertar-lhe o pénis por cima das cuecas, sentindo que estava duro. Ele começou por pressionar os dedos no meu clítoris de forma a que eu sentisse um grande calor e uma grande vontade de ter algo dentro de mim. Não por muito tempo, pois ele enfiou-me um dedo na cona, e depois outro, sem problemas nenhuns, pois eu estava bastante húmida e por isso sentia o bem que os seus dedos escorregavam dentro de mim e isso deixava-me com um prazer imenso, talvez até mais por saber que não poderia ter mais que isso.É que o fruto proibido é sempre o mais desejado. De vez em quando, olhava para o lado, para ver se quem estava do outro lado do corredor não dava por nada e o “perigo” de que alguém se apercebesse do que se estava a passar ainda me deixava mais húmida, com mais vontade de me sentar sobre o seu caralho. E ele, ora me enfiava os dedos, ora me esfregava o clítoris, só quando eu lhe agarrava o braço para que ele o fizesse com mais força, para que ele não parasse, ele sentia que eu estava quase a vir-me e parava, deixando-me completamente louca e com vontade de gritar: “Não páres!” Continuava outra vez a aquecer-me, parava, continuava… os seus dedos estavam completamente molhados de mim, de vez em quando punha-mos dentro da minha boca para que eu me saboreasse e, sempre, com uma atitude de me querer prolongar o prazer, fez isso durante, mais ou menos, uma hora até que eu lhe segurei o pulso e, baixinho, lhe disse “Se páras, levanto-me e vou à casa de banho terminar o que começaste”. A sensação foi horrivelmente boa, pois como não podia fazer qualquer barulho, concentrei-me apenas no prazer e ele fez-me sentir um fogo e uns espasmos que só uma mulher conhece, é um prazer que parece não ter fim, são como descargas eléctricas, como se todos os nossos sentidos, todos os nossos poros se concentrassem apenas num sítio que parece rebentar, como se nos retirassem a alma pela cona.
A questão é: como é o prazer em lugar público?

sexta-feira, março 23, 2007

BRINQUEDOS?


Hoje o meu companheiro, quando estava a fazer serão no trabalho, recebeu no seu telemóvel a msg: “vim-me, foi óptimo, espero que quando chegares seja melhor ainda”. Pois é, nós, as mulheres, temos destas coisas, umas vezes parece que nem todo o erotismo, festas, preliminares, quecas… nos fazem, realmente, ter grande prazer; outras vezes, sabe-se lá porquê ou explicá-lo-ão os cientistas ou sexólogos ou sei lá quem, temos um calor por dentro que nem precisamos de nada para ficar em ponto de rebuçado. E foi num desses dias em que estava sozinha que os pensamentos voavam sempre para o mesmo e que não sabia se estava melhor com as pernas abertas se com elas fechadas. Foi num desses dias que, desesperadamente, procurei na net filmes porno, gente da lista do msn que soubesse ter conversas excitantes…, mas nada era suficientemente do meu agrado e por isso resolvi lavar-me e ir para a caminha com todos os meus brinquedos. Lá estava eu só na cama com a minha panóplia e com vontade de demorar a excitação. Comecei por massajar muito levemente a minha cona como se quisesse sentir apenas os poucos pêlos que já teimam em crescer e essas festas aqueceram-me a mão e a vontade de fazer alguma pressão. Com uma grande vontade de friccionar o clítoris, que é o que mais me excita, comecei a dar-lhe pequenos toques com a ponta dum dedo, de forma a excitar-me, mas não muito. Resolvi, então, colocar-lhe gel e por cima um dos pequenos vibradores, um coelhinho, onde eu agarrava apenas na argola que devia estar enfiada no pénis de quem não podia estar presente para apagar o fogo que me tinha tomado. Já bastante excitada, comecei a esfregar esse mini-vibrador no clítoris, retirando-o, de vez em quando, para dar umas pequenas palmadas no clítoris como o meu companheiro me faz e que me deixa tão louca. Mais excitada ainda, resolvi enfiar aquele vibrador de silicone tão semelhante a um bom caralho, mas não retirando o outro do clítoris. (Aquele vibrador que ele tanto gosta de me enfiar na cona enquanto me vai ao cu. E ainda há casais que não percebem para que servem os vibradores.) Difícil a posição para poder utilizar de formas diferentes as mãos que tentavam utilizar a força, mas que obedeciam ao meu desejo de prolongar a excitação. Não, não me queria vir. Retirei o vibrador da cona e lambi-o todo; estava bastante molhada, por isso os meus sucos revestiam-no bem e o meu próprio sabor deixava-me ainda mais excitada. O vibrador tem uma base que serve para o colar ao chão e foi isso que fiz: pu-lo de pé e sentei-me sobre ele de forma a poder movimentar-me à vontade, nunca deixando de friccionar o outro no meu clítoris. Uiiiiiiii!!! Sabia-me bem, mas não era tudo o que queria, assim acabei por enfiar um dedo da mão que estava livre no cu. E foi assim, tão cheia, com tantos órgãos aquecidos, que acabei por me vir.
A questão é: como é que casais utilizam os vibradores? Casais sim, porque singles já nós sabemos. E atenção, só dei um pequeno exemplo no meu post.

domingo, fevereiro 25, 2007

Sexo Virtual

Lua Feiticeira:
Olá, Maria, tudo bem?
Maria:
Sim, e contigo?
Lua Feiticeira:
Óptimo, pensaste no que te disse?
Maria:
Sim, não tenho pensado noutra coisa…
Lua Feiticeira:
E então?
Maria:
É hoje, mas sem webcams abertas.
Lua Feiticeira:
Ok, tu é que sabes.
Maria:
Eu começo…
Lua Feiticeira:
Força, põe essa criatividade a trabalhar, imagina que estamos uma ao pé da outra.
Maria:
(Estamos numa boutique de lingerie)
Lua Feiticeira:
Mas que bela ideia.
Maria:
Lua, queres ajudar-me a escolher um conjunto de fio-dental e soutien?
Lua Feiticeira:
Claro, linda, traz o que quiseres para o provador, vou estar lá à tua espera
Maria:
(depois de entrar) waw, já estás despida!!! Esse conjunto vermelho é lindo. Mas que cuecas são essas? Têm um buraco no sítio huuuummmm dessa cona rapadinha…
Lua Feiticeira:
Não toques já, por favor, quero ver-te a experimentar o mais ousado. Que tal este preto rendado e semi-transparente?
Maria:
É para já, já me sinto tão quente…
Lua Feiticeira:
Hummmmmm Deixa-me tocar… Que tecido macio… Ficas com umas mamas magníficas, deixa-me tocar, agarrar… tens sempre assim os mamilos tão rijos?
Maria:
Deixa estar que os teus também não são mais moles.
Lua Feiticeira:
E esse fio dental… Que rabo lindo, vais deixar qualquer homem com ponta!
Maria:
O que dá tusa é a tua tanga… com este buraco… Põe-te de pé em cima do banquinho para ver melhor. (Isso mesmo, agora estás com essa cona junto ao meu rosto). Desculpa, mas tenho que mexer…
Lua Feiticeira:
É toda tua, amor, isso mexe-lhe, vês como a abertura nas cuecas é erótica? Uiiiiiiiii, que língua…
Maria:
(Que bom! e eu que nunca tinha experimentado lamber uma cona… é doce…)
Lua Feiticeira:
Isso mesmo, enfia-lhe os dedos também. Que tesão que me dás! E ver esse teu rabinho empinado... Mas pára, pára, deixa-me provar-te.
Maria:
Uiii… que boca quente, desvia o soutien. Isso mesmo, enche toda a tua boca com as minhas mamas…
Lua Feiticeira:
Tu, realmente, não consegues estar quieta, mas esses teus dedos… estás a puxar-me o clítoris? Que bom… isso, esfrega-o bem e beija-me as mamas…
Maria:
Não fales muito alto, podem ouvir-nos.
Lua Feiticeira:
(susurrando) Estar neste lugar, capazes de sermos apanhadas por alguém ainda me deixa mais excitada.
Maria:
Excitada vais estar com o que te vou fazer. Dobra-te e empina bem esse cu para mim.
Lua Feiticeira:
Hummmmm, como lambes bem… enfia-me os dedos, por favor. Isso, mais, mais, mais, esfrega-me o clítoris com a outra mão. Não pares, mais, mais… ahhhhhh, pára, pára, já me vim, deixa-me lamber-te, agora, quero sugar-te até te vires na minha boca.

Continuaria o chat se não tivéssemos ficado com as mãos muito ocupadas e se não tivéssemos acabado por abrir as webcams para nos vermos uma à outra a masturbar-nos…
Realmente, com imaginação e virtualmente, tudo é possível.

As questões que coloco são:
- O que leva as pessoas a ter sexo virtual?
- Porque é que virtualmente se faz o que não se faz no real?
- Porque será que as mulheres preferem sexo virtual com mulheres? Ou serei só eu assim? Uma coisa é certa: arranjar na net homens que queiram sexo virtual é às resmas, acaba por não dar pica, enquanto que mulheres há muito poucas…
Etc.
Etc.

sábado, fevereiro 17, 2007

A Minha Fantasia de Carnaval

E como diria a minha avó: “antes das festas as vésperas”, por isso cá estou eu a improvisar a minha fantasia de Carnaval que, como não poderia deixar de ser, foi de Bruxa.
A Lua está lá no sítio dela, sempre a espreitar-nos, façam-lhe adeus de vez em quando. É que a lua enfeitiça, então quando está cheia e nós estamos ao relento…




sexta-feira, fevereiro 16, 2007

SEREI BI?



O meu companheiro considera-me bissexual e, sinceramente, ou não sei bem o que isso é ou acho que não sou.
Porque acha ele isso?
Porque eu sou capaz de me entrosar com uma mulher, tenho fantasias com mulheres…
Mas não tenho vontade de estar só com uma mulher, acho que me faltaria algo.
Tudo isto (e abreviando), me fez reflectir na razão pela qual não me considero bi, mas ao mesmo tempo sinto prazer com mulheres.
Sentindo prazer ao masturbar-me e adorando lamber os dedos que estiveram dentro de mim, não posso nunca dizer que me repugna estar com uma mulher, nem sei se alguma mulher que sinta prazer com o que acabei de referir o possa dizer.
Assim, estar com outra mulher (mas com homem por perto) é poder fazer tudo o que gosto que me façam.
Como pode uma mulher não saber dar prazer a outra?
Abocanhar as mamas, lambê-las, beijá-las, sentir os mamilos duros na sua língua… pode haver mulher que não o saiba fazer?
Chupar o clítoris, pressioná-lo com os dedos, com a boca… lambê-lo, enfiar-lhe os dedos, a língua… Enfiar-lhe um vibrador à velocidade de que gosta…
Efim, fazer tudo o que adora que lhe façam.
Continuo a não saber se sou bi, o que eu acho que me dá tesão em estar com outra mulher é colocar-me no papel de homem, mas como se fosse a outra, dar prazer como gosto de receber…

Os homens não são bem assim, pois não?

CARNAVAL


Sugestões:

Peça ao seu companheiro que se vista de ET, mas com aquele grande indicador espetado, pode até arranjar um vibrador que enfie no dedo e deixe a fantasia fluir…
Vista-se com uma camisa comprida transparente com um buraco ao meio, à maneira das rainhas no dia que eram vistadas pelos reis. Misture assim o Passado com o Futuro.

Mas mais importante:
Deixe-o chupar-lhe o cítoris ao mesmo tempo que lhe enfie o dedão e grite: “Home”… “Home”… Homem enfia-o mais e mais depressa… “Home…” não deixes de chupar o cítoris…

luafeiticeira - O meu Intímo Desejo: Ao Amor....Feliz dia de São Valentim a todos#comments#comments

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quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Ao Amor....Feliz dia de São Valentim a todos

Dia dos Namorados

Que oferecer neste dia senão um prazer feito de sonhos?

Como adoras chantily, fiz-te saborear esse doce nas minhas mamas…

Disseste-me que tinhas sonhado que a minha cona sabia a chocolate
e eu cobria-a de mousse...

Um dia de manhã estavas molhado,
não te lembrando qual o sonho erótico que tinhas tido
e eu acordei-te chupando-te o caralho até me encheres a boca com a tua esporra…

Como qualquer homem, querias estar com duas mulheres
e quando chegaste a casa, viste-me num 69 com uma bela jovem…

Amem-se!

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Brinquedos da Idade Média


Quem não se lembra de ter estudado poesia medieval na escola?
Poesia Trovadoresca (Séculos XII- XIV)!
Cantigas de Amigo e de Amor!
Alguns terão também estudado Cantigas de Escárnio e Mal-Dizer.
Mas quem conheceu as verdadeiras cantigas de Mal-dizer, as que eram recitadas na corte na altura do Carnaval, que durava alguns dois meses?
Pois aqui tendes uma dessas cantigas que não estudastes, com ligeiras alterações e significados entre parêntesis para que se entenda melhor.

Nesta, o poeta ataca uma mulher, Maria Negra, que, à falta de homem, compra “vibradores” (pissas) para se satisfazer sexualmente. Mas eles não duram nada e ela empobrece por tanto dinheiro gastar em tal “instrumentação”. Burgalês, o autor, compara esses falos a cavalos submetidos a grande esforço, os quais, por esses motivo, viessem a sofrer ou a morrer de doenças. No fim temos o espectáculo da velha sandia, em terra deitada, berrando ou ganindo de cio.


Maria Negra, desventurada,
E por que quer tantas pissas comprar,
Pois lhe na mão não querem durar
E lh’assi morren à malfadada?
E num caralho grande que comprou,
Ontem ao serão o esfolou,
E outra pissa tem já amormada (estragada).

E já ela é pobre tornada,
Comprando pissas, vedes, que ventura:
Pissa que compra pouco lhe dura,
Logo que a mete na sua pousada;
Porque lhi conven que ali morre então
De tuberculose ou de cólica,
Onde, por força, fica então aguada (doença dos cavalos, por virtude de excesso trabalho).

Muit’é por aventura minguada
De tantas pissas no ano perder,
Que compra caras, pois lhe vão morrer;
E est’é pela casa molhada
Em que as mete, na estrebaria;
Pois lhe morrem, a velha sandia (louca)
Por pissas berra, em terra deitada.

Pêro Garcia Burgalês (Consta que frequentou as cortes de Afonso III e Afonso X, o Sábio, de Catela)

Bocage



Aqui temos mais um dos nossos poetas preversos e mais um dos poemas não estudados na escola. lol


Este sem vocabulário alterado



Arreitada donzela em fofo leito
Deixando erguer a virginal camisa,
Sobre as roliças coxas se divisa
Entre sombras subtis pachocho estreito:

De louro pêlo um círculo imperfeito
Os papudos beicinhos lhe matiza;
E a branda crica, nacarada e lisa,
Em pingos verte alvo licor desfeito:

A voraz porra as guelras encrespando
Arruma a focinheira, e entre gemidos
A moça treme, os olhos requebrando:

Como é ainda boçal perde os sentidos;
Porém vai com tal ânsia trabalhando,
Que os homens é que vêm a ser fodidos.

Bocage

domingo, fevereiro 11, 2007

Três Mulheres e um Homem


O meu marido anda a tirar um curso de Shiatsu e tinha-me dito que desconfiava que duas das suas colegas eram bissexuais. Sendo nós swing e há muito que desejássemos estar não com um casal, mas só com uma mulher (duas é quase utópico), quando a turma dele se dividiu em grupos para realizarem trabalhos, o Pedro logo optou por ficar com as lésbicas que convidou para irem a nossa casa fazer o trabalho. Assim, num sábado à tarde chegaram ambas, a Laura e a Sara, e, durante algumas 4 horas estiveram a trabalhar. Convidámo-las para jantar na nossa casa e fiz eu uma comidinha picante; como já tinham terminado o trabalho, aceitaram regar o jantar com um bom vinho. No final da refeição, já todos quentinhos, começámos a falar (eu e o Pedro) dum site que encontrámos de massagens Shiatsu ao sexo (aliás já temos experimentado aquelas imagens/massagens que nos deixam loucos). Elas ficaram curiosas e eu fui buscar as folhas onde tinha impresso aquelas imagens, tanto as das massagens ao Homem, como à Mulher. Comecei por lhes mostrar, sempre todos na galhofa, as do Homem e não vi reacção de mulheres hetero; a seguir mostrei-lhes as imagens de massagens ao órgão sexual da Mulher e reparei que elas coravam e que se demoravam mais a ver. O Pedro, em tom de brincadeira, começou a dizer-me que as podíamos testar, como se nunca o tivéssemos feito e continuou a conversa, ficando mais sério, dizendo que eram (os 3) alunos de Shiatsu e que não tinha mal nenhum experimentarmos todo o tipo de massagens que se relacionassem com o género. Conversa vai, brincadeira vem, às tantas ouço-as a tentarem convencer-me a despir-me para que o Pedro as testasse e para que todos aprendessem. Discretamente, o Pedro já tinha posto uma música ambiente que se proporcionava ao efeito e eu, conversando como se fosse tudo muito natural, lá me fui despindo devagar, despindo-me completamente, revelando uma vagina depilada, facto que as fez ficar um pouco embaraçadas e deitei-me sobre a mesa. O Pedro pediu-lhes então que se aproximassem o mais possível e que lhe fossem dizendo o que viam nas imagens. Ter duas belas mulheres (elas realmente tinham um corpo espectacular, notando-se que praticavam desporto, além dum soutien 36 B e outro 38) e o Pedro a massajar-me o clítoris, as virilhas, os lábios vaginais, a enfiar-me os dedos… deixou-me obviamente muito excitada e a perder a vergonha, por isso, com muita lata, pedi-lhes que o ajudassem. Para meu espanto, elas não se fizeram rogadas e começaram elas a massajarem-me o clítoris e a enfiarem-me os dedos. O Pedro desviou-se um pouco, despiu-se e escusado será dizer que estava também ele em ponto de rebuçado. Porém, manteve-se à parte, observando a cena, massajando o seu membro viril e dando ordens. Ordens às quais elas obedeciam com a maior das prontidões. Assim, depressa elas se despiram e uma delas começou a lamber-me o clítoris enquanto me enfiava os dedos, de cu empinado, enquanto a outra, de joelhos, a lambia a ela. O Pedro não nos deixou estar assim por muito tempo; deitou-se sobre um edredon que colocou em cima do tapete da sala e chamou-nos; eu, então, sentei-me sobre o seu pau que não podia estar mais teso e elas deitaram-se ao nosso lado, beijando-se e apalpando-me as mamas e o rabo, deixando-me louca de prazer. Às tantas, uma delas sentou-se sobre a cara do Pedro. Estando eu a fodê-lo enquanto ele a lambia, virada para mim, chupei-lhe as mamas que eram bem redondas e rijas, ao mesmo tempo que os dedos da minha mão esquerda lhe massajavam o clítoris. A minha mão direita servia para esfregar o clítoris molhado e quente da outra que me apalpava as mamas. Mas a Sara, a que estava de pé, logo se foi colocar sobre a Laura que estava de joelhos na cara do Pedro para, também ela ser lambida pela amiga. Eu e o Pedro fomos os dois a ter o primeiro orgasmo. Mas quase nem tive tempo de me limpar do esperma do Pedro, pois a Sara empurrou-me a mão que tinha um lenço de papel e começou a lamber-me como uma louca, como se quisesse sorver todos os nossos líquidos, indo a Laura lamber os restos que tinham ficado no pénis do Pedro. Eu e o Pedro, ambos a ser lambidos, beijámo-nos e o sabor que tinha na boca era o da cona da Laura e isso excitou-me ainda mais. O Pedro compreendeu isso, enfiou os seus dedos na cona da Laura e deu-mos a saborear, esse gosto acre e doce deixou-me de tal forma entesada que puxei a Laura de forma a poder lambê-la. Estando de novo excitado, retirou debaixo duma almofada (surpresa!) um vibrador e deu-mo, colocou a Laura de 4 por cima de mim que lho enfiei na cona, enquanto a beijava na boca. Sara sentou-se no sofá, de pernas abertas, por cima de mim e deixou-se lamber pela amiga. Continuando com as surpresas, o Pedro deu outro vibrador à Laura que o enfiou na cona da amiga enquanto, simultaneamente, a lambia e, louca de prazer, sentiu o Pedro enfiar-lhe o caralho, cheio de gel, no cu. Cheia de ambos os lados, gritou: mais… mais… mais… e eu lhe enfiava e desenfiava o vibrador enquanto o Pedro também a fodia loucamente, sendo a Laura a terceira a berrar um orgasmo! Os gritos duma, os ais da outra, a excitação da cena deixaram-me de tal forma excitada que tive vontade que aquele momento não terminasse, apesar de achar que dificilmente me iria conter mais tempo. Assim, continuei eu a lamber a Sara e a introduzir-lhe o vibrador e um dedo no cu, enquanto o Pedro tirava o preservativo e se limpava. Achava eu que a Laura estava completamente KO, mas era uma louca e colocou-se debaixo da minha cona que quase explodia de prazer, puxando-me o rabo de forma a poder lamber-me. Senti então os espasmos de Laura, ouvi os seus uivos que me atordoaram; tirei então o vibrador e lambi o seu mel abundante até o Pedro me penetrar de forma bruta, ambos gritámos, em uníssono, um orgasmo espectacular.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

2 for 2


2-4-2

Depois dum bom jantar bem regado, na casa dum casal amigo, o Nuno, que me tinha convencido a ir, pediu uma música para fazer um strip. Fascinada com o seu à-vontade, também me sentei a ver o espectáculo e todos riamos, divertidos com a cena até que o Striper me agarrou pela mão e fez-me parte integrante do espectáculo… como eu reclamasse um pouco, ele disse-me que me ajudaria, beijou-me, enfiando-me aquela língua de ouro na boca, depois, agarrou-me por trás, dizendo-me coisas ao ouvido que me excitavam, que faziam as minhas pernas tremer, que humedeciam os meus lábios, senti as suas mãos percorrerem os meus peitos por cima da blusa e, num ápice, fiquei com os seios descobertos, ele brincava com os meus mamilos erectos, parecendo querer sair, senti o fecho da mini-saia a descer, caiu-me aos pés, deixando-me de salto alto, com meias de liga rendadas e o fio dental, sentindo por trás uma respiração ofegante, e um membro a roçar as minhas nádegas, deixando-me molhada, creio que foi nesse momento que me entreguei ao prazer e somente ao prazer.
No meio do espectáculo, reparei que o nosso casal anfitrião revelava uma certa gulodice nos seus olhos ao contemplarem-nos. Um pouco incomodada, mas satisfeita com a situação, anunciei que ia à casa de banho. Aí perscrutei os armários e encontrei um saco de lâminas novas e com uma delas rapei o resto dos pêlos púbicos que ainda me restavam. Voltei a vestir a tanga e reentrei na sala onde me esperavam, pedindo-me que despisse o resto. Ousadamente, solicitei que alguém do público o fizesse por mim. Qual o meu espanto quando reparei que era Sara que, voluntariosa, se oferecia para o fazer, só que os homens reclamaram a situação, exigindo que ela se despisse antes do fazer. Rindo, dançámos as duas, ora despindo ela sozinha uma peça, ora ajudando-a eu a fazê-lo. Quando, finalmente, ficámos em pé de igualdade, Sara ajoelhou-se, colocou o seu nariz no meu umbigo e cravando os seus dentes no topo do meu fio dental, duma forma devagar, assim o fez descer. Aplausos! Nenhum dos três tinha esperado que eu tivesse feito um shaving. Olhei para os olhos da minha partenair que, gulosos, me olhavam e, perante o facto de me ver a cruzar os braços atrás da cabeça, começou a chupar-me a cona. Hummmmm, como ela o sabia fazer… mas não estive muito tempo naquela posição, apesar de me saber bem, apesar de me excitar tanto…logo a fiz deitar-se e, em posição de 69, com ela por baixo, chupávamo-nos uma à outra, ouvindo os homens a dizer: “Uau!, não é todos os dias que vemos um espectáculo tão belo ao vivo”. Com um gesto, pedi ao Rui, o nosso anfitrião e marido de Sara, que se juntasse a mim e, então, enquanto eu lhe chupava o clítoris, ele enfiava-lhe a língua na vagina, fazendo-a gemer que nem uma gata. Escusado será dizer que o Nuno o imitava, por trás de mim, e daquela forma que ele tão bem sabe e que me deixa quase sem fôlego.
Após uns saborosos momentos, Sara termina com aquela posição e faz-nos a todos uma proposta: que cada um exigisse o que quisesse, mas um de cada vez. Achei piada e disse-lhe que começasse ela, já que era a dona da casa. Ainda reclamou, que isso não interessava para nada, etc, mas anuiu quando lhe disse que era nova naquelas andanças e que assim teria tempo para pensar no que iria pedir, assim como teria mais tempo para me pôr à-vontade e excitar. Pediu ela então que eu e o seu marido lhe “atacássemos” a cona que já tão húmida se encontrava, enquanto o Nuno lhe beijasse as mamas, o pescoço…sei lá, quem me dera que a cena tivesse sido filmada. Bastante excitada, pediu ao Nuno que se deitasse e ela sentou-se, com o ânus, sobre o seu caralho, deitou-se então para trás e o marido penetrou-a também. Perante esta cena tão nova para mim, que nunca a tinha visto ao vivo, fiquei um pouco sem saber o que fazer, quem poderia atacar…mas não por muito tempo, pois ela pediu-me logo para me sentar, virada de costas para eles, em cima da boca dela, boca essa que eu sentia na minha cona de vez em quando, entre os seus gemidos profundos, até que com uma mão me ergueu um pouco e, então, gemendo ela fortemente, eu sentia a boca do seu marido voraz na minha cona e no meu rabo. Ela veio-se e o seu marido também, ambos se levantaram e dirigiram-se à casa de banho enquanto o Nuno retirava a camisa de Vénus, pedindo-me ele para ser o próximo. Não foi preciso dizer mais nada, eu comecei logo a lamber o seu caralho que parecia que explodia, mas não sozinha por muito tempo, pois assim que Sara chegou, ajudou-me e, assim, enquanto uma lhe chupava o caralho, a outra os testículos e aquele espacinho entre os tomates e o cu. A seguir, ainda deitado, sentou uma em cima do seu caralho e a outra na sua boca. Claro que eu, que estava a ser lambida por ele e, frente a ela, não me fiquei por ali, beijando-a, acariciando-a e pressionando-lhe o clítoris. E estava eu assim quando reparei que o Rui estava sentado ao nosso lado, enfiando o dedo no cu de Sara e mordendo-lhe, suavemente, o pescoço. O Nuno não resistiu muito mais tempo e, em breve, foi também ele ao W.C.
Foi, então, a vez de Rui que, começou primeiro por pedir o mesmo que o Nuno: duas mulheres a chupá-lo, mas logo e, para meu espanto, pediu para ser penetrado. Sara foi buscar um vibrador de cinto e colocou-mo, por isso enquanto penetrava a mulher e depois de lhe ter posto algum lubrificante também eu o penetrava. Foi uma sensação estranha para mim aquela de fazer o papel de homem, mas não ousei perguntar se não preferia o Nuno, primeiro porque sabia que este não iria gostar e, depois, porque, tal como esperei e, como me vieram a explicar posteriormente, ele só gostava de ser penetrado por mulheres. Rui teve um orgasmo fantástico, pois gritou como eu nunca ouvira. Pensei, então, que sendo a minha vez, o melhor seria contentar-me com a minha parceira, pois parecia-me que os dois machos se encontravam K.O. Logo, a Sara começou por me fazer um minete, que foi iniciado de uma forma muito doce como se ela me estivesse, deveras, a saborear… Depois, sentámo-nos e, com as pernas entrelaçadas, esfregámos a cona uma na outra, sentindo-a eu muito quente e húmida, facto que me excitou imenso. E, assim, sentíamos as mamas uma da outra, ambas com os mamilos muito hirtos, e beijando-nos sofregamente. Até que ela me empurrou suavemente para trás e eu reparei que alguém olhava para nós. A seguir, ela começou a morder-me e o Rui, juntando-se a ela, enfiou-me a língua na cona e espetou-me um dedo no cu. O Nuno, perante tal espectáculo, beijou-me a boca, o pescoço, os seios…, ficando, de novo, com uma grande tesão… Sara, então, colocou ela o vibrador de cinto e meio sentadas, penetrou-me, mas apesar do brinquedo me excitar, sabia a pouco e por isso me pus em posição de 4. Nessa posição, fui penetrada pelo Rui, mas por baixo de mim, tinha a Sara que continuava a chupar-me o clítoris e simultaneamente era chupada pelo Nuno. A seguir, subiu o corpo de forma a ficar toda por baixo de mim para que eu lhe pudesse beijar a boca, sentindo assim o meu próprio sabor nela; continuando com os seus dedos habilidosos a massajar-me o clítoris. Implorei ao Rui que me penetrasse com força e velocidade, pois estava quase a vir-me (não a primeira, de certo) mas ele saiu de cima de mim, deitou-me e foi o Nuno que, como sempre, acabou por me fazer vir como nunca.

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