sexta-feira, maio 09, 2008

VOANDO SOBRE UM NINHO DE CUCOS II

UM ANO DEPOIS

(Antes de mais agradeço a preocupação de alguns blogistas, verdade seja dita que estive doente, estive sem computados, sem paciência…)

Estamos em Maio de 2009, os Ministros de 2008 ainda se encontram fechados no manicómio.
Os portugueses acharam que para mudarem as moscas seria preferível escolherem gente de outra nacionalidade, neste caso, gente de outro planeta e, por isso, mal se viram livre dos eleitos e dos nomeados, sentaram na Assembleia da República os ETs que já conhecem da história anterior.
Pois passado um ano, este é o estado desses Ministros, a quem achei, por razões lógicas, melhor de denominar de MinETs. Houve mudanças também no nome dos cargos, é claro.

O PresidET da República: Vendeu a ilha da Madeira em troca das ilhas selvagens. Não sabe como construir lá uma casa, mas fica inchado a dizer: Oh! E tal, tenho umas ilhas só minhas…”

MinET das Obras Públicas e Privadas: Adjudicação dum novo aeroporto numa ilha artificial no meio do Tejo, com duas pontes de acesso Norte/Sul, exploradas pela Lusoponte, como já era obrigatório em 2008, em troca de 50% de acções da empresa.

MinETa da Certificação e RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências): Atribuiu, em pouco tempo, certificados de 9º ano a analfabetos, diplomas de 12º a quem sabia ler e Licenciaturas a quem sabia escrever. Finalmente, alguém terminou com os analfabetos. Acabou também com donos de empresas de poucos estudos; agora só temos licenciados a gerir. Claro que recebe uma percentagem dos lucros de cada uma, mas a Comunicação Social já não pode dizer que são geridas por analfabrutos.

MinET de Estado e dos Impostos: acabou com a trabalheira dos IRS, IRCs, IVAs e outras merdas que pagamos, agora a dedução é toda feita na fonte: 50% do ordenado, 50% nos produtos que adquirimos; também acabou com os funcionários públicos que tratavam destes assuntos e vendeu, em proveito próprio, os edifícios obsoletos das finanças.

MinETa da Doença: Um Hospital por cada Província, um centro de Saúde por cada cidade, proliferação de entidades privadas de Saúde. Venda, ao desbarato, de edifícios ligados a este ministério a construtores que, em troca, lhe oferecem um apartamento.
MinET da Economia, da Inovação e das Novas Tecnologias: quem não tiver computador é obrigado a dar ao Estado 8 horas de trabalho semanais, não em serviços, mas monetariamente.

MinET da Justiça: Ilibou os pedófilos, políticos e outros ricos mais, alvos de processos, dando algum descanso aos juízes que lhe agradeceram e premiaram de forma choruda.

MinET do Ambiente: Vive hoje num condomínio fechado em edifício de 22 quartos, no ex- pinhal do Meco (não esquecer que estamos em 2009), acabando de vez com propriedades protegidas e não só, pois privatizou também a praia. Não pode apanhar sol, porque a sua pele fica esverderdeada, arroxeada e outras –adas mais, mas gaba-se constantemente do privilégio de não ter quem o incomode nos seus momentos de lazer em que se deita na areia a coçar a barriga.

Já chega de MinETs, se ainda tivessem mais um “e”.

BeijETs da Lua embruxada.

quinta-feira, abril 17, 2008

VOANDO SOBRE UM NINHO DE CUCOS, SEM JACK NICHOLSON

Esta história não é a de Milos Forman, mas a da Lua Feiticeira e é apenas um diálogo inspirado naquele filme da minha adolescência, obra-prima do cinema, de que ainda guardo o vídeo.

Qualquer semelhança entre este texto e a realidade é pura coincidência.
A lista que se segue tem, à esquerda dos dois pontos, as personagens-tipo, à boa maneira de Gil Vicente (só falta o parvo do Auto da Barca do Inferno) e à direita dessa pontuação os actores que as representam (podem saltar essa parte, se assim o desejarem). Peço desculpa, mas não arranjei actores melhores.

Primeiro-Ministro: José Sócrates


Presidente da República: Cavaco Silva



Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações: Mário Lino



Ministra da Educação: Maria de Lurdes Rodrigues



Ministro de Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos



Ministra da Saúde: Ana Jorge




Ministro da Economia e da Inovação: Manuel Pinho





Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago



Ministro da Administração Interna: Rui Pereira





Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado





Ministro da Defesa Nacional: Nuno Severiano Teixeira





Ministro da Justiça: Alberto Costa






Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional: Francisco Nunes Correia




Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas: Jaime Silva





Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social: José Vieira da Silva





Ministro da Cultura: José António Pinto Ribeiro




Ministro da Presidência: Pedro Silva Pereira

(As fotos não são minhas porque não as queria nem para colocar no acúcareiro)

A estória propriamente dita:

Os telescópios registaram imagens dum planeta fora do nosso sistema solar, planeta esse maior do que Júpiter e que orbita a estrela GQ Lupi. Ainda não tem nome, espero que o baptizem ou batizem, que isto, enquanto não determinarem a data em que devemos começar a escrever segundo o novo acordo ortográfico, provoca assim uma espécie de gaguez na escrita de quem não quer cometer erros (esta boca não é nova propositadamente).
Bem, os gajos do tal planeta não gostaram dos voyeures terrestres e vai daí que enviam uma nave até ao nosso planeta, qual Guerra das Estrelas, mas por causa dum tornado qualquer de nome feminino, sei lá porque não hão-de ter também nomes de homens, veio bater no Terreiro do Paço, provocando a curiosidade dos portugueses que se viram perante um acidente e, desta vez, não provocando filas de trânsito para o ver, provocaram tumultos humanos ainda maiores. Os extra-terrestres cagaram-se para o assunto e desataram a investigar o povo de brandos costumes, pois armas de fogo não surgiram, visto a GNR ter partido para o Iraque, a Polícia estar entretida com as multas e os militares em revolta por quererem mais um subsídio visto terem de andar sempre de verde e o Sporting não lhes dar vitórias.
Bem, isto não é um livro e tenho bloguistas habitués que reclamam pelo tamanho dos meus posts, por isso vou abreviar: os ETs, sem dedos compridos, investigaram, durante pouquíssimo tempo, os seres que habitavam o local onde tinha caído a sua caranguejola e concluíram (quem não o concluiria?) que nós precisávamos duma ajudinha e vai daí que torna o povo de brandos costumes em povo de costumes do caraças que, em 3 tempos, arrumaram os grandes da Assembleia da República num armazém branco com muitos comprimidos para a cabeça.

E é nesse local que se passa este diálogo (desta vez apresento-vos um texto dramático e não narrativo).


Primeiro-Ministro: - O que é que nós fizemos de mal? Do que é que os portugueses não gostaram que tivéssemos feito para nos enclausurarem aqui? Eu, de repente, não me lembro de nenhuma lei injusta…
Presidente da República: - Pois eu ainda menos, nem como presidente, nem como ministro, sim porque eu também tive o teu cargo, ó Sócrates…
Ministro das Obras Públicas: Sim, olhem para a obra que eu deixei: tirei a Margem Sul do deserto, prometi-lhes um aeroporto quando eles mo pediram, ainda não o têm, mas pelo menos já constroem lá casinhas para ficarem mais perto dos aviões que os levarão para a emigração.
Ministra da Educação: - Olha que grande coisa, e eu que transmiti a sabedoria dos Clássicos aos professores, pois todos eles conseguiram sentir, na pele, o trabalho de Penélope enquanto tricotava a sua colcha. Fiz com que os docentes ora produzissem fichas de avaliação, ora as desfizessem; num dia construíam fichas de auto-avaliação, no outro, rasgavam-nas; se em Fevereiro pensavam em registos de avaliação, em Março cuspiam-nos. E, além disso, fui eu que lhes dei a maior festa, consegui juntar 100 000 em Lisboa para enorme cavaqueira, alguns há muito que não passeavam na capital… Haverá algum que me aponte o dedo?
Ministro das Finanças: - Sim, querida, realmente não percebo, pois não só os levaste a esse saber-fazer-e-desfazer, como ainda me ajudaste a mim e às finanças, deixando tantos no desemprego, fazendo encher os cofres do estado com os impostos dos contribuintes. Mas e eu? Eu não fiz nada? Eu que até impostos fui buscar aos casamentos em refeitórios das tuas escolas? Quem conseguiu mais impostos do que eu para melhorar o país que tanto precisava?
Ministra da Saúde: - Calma aí, Teixeira, que eu e o meu antecessor também demos uma ajudinha… se pensares bem na quantidade de velhos a receber pensões… percebes que nada como lhes tirar os SAPs, centros de saúde, Hospitais e aumentar medicamentos e tempo de espera para consultas para termos uma população mais jovem e assim menos pensões a pagar.
Ministro das Finanças: - (atirando um beijo à Ana Jorge) És uma santa! Que seria do país sem ti?
Ministro da Economia e da Inovação: - Tendes razão, eu é que fui um bruto em ter espalhado Alta Tecnologia pelo país, bem que podíamos ter guardado o dinheiro dos PCs portáteis…
Ministra da Educação: - Cala-te, animal, os portáteis que demos aos ingratos dos professores e aos imbecis dos putos reverteram muito dinheiro a favor dos cofres do Estado, esqueces-te do dinheiro que ficámos a receber graças aos gastos em INTERNET.
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: - Boa, Lurdinhas, o que não investimos na Ciência???? Investimos em excelentes laboratórios de investigação, com certeza, eu não me lembro quais, mas os extra-terrestres aperceberam-se disso, caso contrário não estariam cá.
Ministro da Administração Interna: - A culpa de tudo isto é dos funcionários públicos, eu bem quis despedi-los, mas doeu-me o coração, sou um homem sensível demais, é o que é.
Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: Deixa lá, eles hão-de emigrar, eu sempre criei boas relações com o estrangeiro para que os aceitassem, pena é que tivessem entrado tantos imigrantes, mas dava tanto trabalho e despesa ao Estado deportá-los…
Ministro da Defesa Nacional: - Pois, eu devia ter seguido os conselhos do Paulo Portas e tê-los enviado para o país deles, discretamente, de submarino, mas como isso dava muita despesa e as reformas dos nossos avós militares ficavam em causa…
Ministro da Justiça (virando-se para o M Defesa Nacional): - Foste justo, tal como eu que sou tão justo, tão justo que evito sempre que se pronunciem penas à pressa. Mas, claro, o povo é ignorante e acha que a Justiça portuguesa é demorada porque se trabalha devagar e desorganizadamente, não percebem que é preciso tempo para análise, tempo para investigar, tempo para os processos andarem de mão em mão e em muitas mãos, tempo para reflexão…
Ministro do Ambiente: - Tens toda a razão, amigo Costa, (virando-se para o Primeiro Ministro), lembras-te daquele projecto que continha uma estrada a passar perto da Costa da Caparica que tu chumbaste?
Primeiro-Ministro: - Acho que me lembro, parece-me que a Quercus reclamou por ser área protegida…
Ministro do Ambiente: - Pois, essa mesma, vê lá que descobri que a dita área protegida era uma mata que metia medo, aprovei eu o projecto. E os ignorantes ai e tal, a mata dos medos, ora porra!, então têm medo e não querem lá uma estrada que os faça passar em segurança?…
Ministro da Agricultura e das Pescas: É sempre assim, nós a cuidarmos das pessoas, no meu caso, a poupar agricultores e pescadores, não os forçando muito a trabalhar, sabem bem que não há nada que não importemos e eles a reclamar…
Todos: É verdade… é verdade… (qual coro grego nas tragédias gregas)
Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social: - É verdade, sim senhora, alguém aumentou mais o desemprego que nós, para que o povinho não se cansasse? Até pagávamos, graças ao nosso amigo Guterres que anda lá pelo estrangeiro, a pobrezinhos que não trabalhavam, podíamos tê-los posto a varrer ruas, a limpar paredes, a produzir… fizemos isso ? Não, simplesmente lhe dávamos um rendimentozinho para viverem sem terem de se esforçar.
Todos: - Que injustiça! São todos tão injustos para nós!
Primeiro-Ministro: - Só faltas tu, Zé Ribeiro, ainda és novato nestas coisas, mas o que estavas a pensar fazer em bem da Nação?
Ministro da Cultura: - Ora, como diziam os romanos: mens sana in corpore sano. Esperava que todos ficassem sãos fisicamente para lhes dar depois saúde mental.
Todos: Muito bem! Bela ideia!
Ministro da Presidência: - Pronto, já percebi porque estamos aqui! Nós somos uns santos, talvez os portugueses nos tenham colocado neste local por muito pouco tempo, só o suficiente para chegar o Papa e nos canonizar.
Ministra da Saúde: - E agora, enquanto esperamos, o que vamos fazer?
Ministro da Cultura: - Talvez, como diria o homem dos óculos escuros, não me lembro do nome, talvez foder.
Ministra da Saúde: - Calma aí, que as quotas ainda não entraram em vigor e somos só duas mulheres…
Ministra da Educação: - Que é que isso tem? Já fodi muitos mais!

Beijos e espero que reconheçam que este foi o maior post sobre sexo que já escrevi. É que estamos todos fodidos.


P.S.: Desta vez atribuo um prémio a quem faça chegar o texto às mãos dos actores, é que eles precisam de ir decorando os seus papéis na peça.

segunda-feira, abril 14, 2008

A vida de Jesus Cristo, segundo a Lua Feiticeira.

A notícia do anjo Gabriel

José, ao saber que Maria está grávida e sabendo que ainda não lhe tinha tirado os 3, fica furioso. No entanto, um sonho disse-lhe que tinha sido um anjo que a tinha fecundado e como os anjos não têm sexo…, o Zé acabou por aceitar a ocorrência, deixando de parte a ideia que era cornudo.

Nascimento numa manjedoura

Devido a um decreto de Otávio Augusto, todas as pessoas que viviam no mundo romano tiveram que se alistar em suas respectivas cidades.
José, por ser da cidade de
Belém, sobe com Maria da Galiléia para a Judéia. Chegando ao local de destino, não tendo encontrado hospedagem por todos os quartos estarem já ocupados, nasce Jesus numa manjedoura. Completados os oito dias que determina a tradição judaica, Jesus foi apresentado ao templo por sua família para ser circuncisado, circunstância que lhe veio a dar alguns dissabores, pois apesar duma pila circuncisada ser mais bonita, o voyeurismo ainda não estava muito desenvolvido e não havendo sabão ou coisa do género, tornava-se difícil a fricção no órgão, usando Jesus a saliva para a mão escorregar melhor, o que provocava um cheiro nauseabundo a cocó de galinha.
A fuga para o Egipto
Jesus passa toda a sua infância em Nazaré, e seus pais teriam ido a Jerusalém todos os anos por ocasião da Páscoa, que nessa altura ainda não conhecia nem ovos nem coelhinhos de chocolate.
Num desses passeios, Jesus foi encontrado, já aos doze anos, no templo a discutir com os doutores da lei.
A discussão foi a seguinte:
Jesus: - a minha mãe pariu-me ainda virgem. E pergunta um doutor:-
Não tinha amígdalas?
Jesus: - A minha mãe era pura em baixo e em cima.

Jesus e sua família teriam permanecido no Egito até a morte de Herodes, quando então José, após ser avisado por um anjo em seus sonhos, que tinha muitos ou não fosse ele marido duma virgem, retorna para a cidade de Nazaré, terra onde as mulheres só se baixam quando querem mijar.

Suposto relato perdido da Infância de Jesus
Jesus, durante a infância, já apresentava dons especiais, que o permitia realizar milagres. Mas, como todas as crianças, que ainda estão a aprender e que não sabem que têm dotes especiais, de vez quando saía-lhe o tiro pela culatra. Umas vezes, quando ia pescar com seu pai, gritava sardinhas e eram atuns que lhes rompiam as redes, doutras dava audição hiper-potente a cegos (que com o novo acordo ortográfico, já não sei se tem hífen ou não), ressuscitar ratos, transformar a madeira de seu pai em mesas-de-cabeceira, quando este lhe pedia roupeiros…

A desconhecida juventude de Jesus

Os evangelhos canónicos não dão informações suficientes sobre como teria sido a vida de Jesus em sua juventude entre os seus 12 e 30 anos, mas a Lua Feiticeira sim.
Jesus ajudava o pai na carpintaria e as mulheres infelizes. Jesus sabia que a felicidade de todos advinha da alegria da alcova, sabia que, se as mulheres não estivessem bem, nem maridos, nem ascendentes ou descendentes, andariam de bom humor e por isso tratava-as como os seus maridos não o sabiam fazer. Jesus era um verdadeiro democrata grego e, portanto, não se ligava emocionalmente a nenhuma, distribuía por todas, irmãmente, os seus milagres. Porém, nem todas aceitavam, de bom grado, serem partilhadas e uma houve que tresmalhou do rebanho: Maria Madalena. Esta, que desejava os préstimos de tão bom orador, pois que de oral percebia ele bem, lutou pela sua exclusividade e quase que a conseguiu, não fossem as mulheres revoltadas querem apedrejá-la, mas Jesus defendeu-a, pedindo-lhes: “Atire a pedra quem não me queira”. E todas baixaram o nariz, seguindo cabisbaixas para os seus lares. Jesus não se contentou em defender Madalena, pois compreendeu que criava ódios e daí o ter ensinados homens a seguir as suas passadas, espalhando, desse modo, Amor. Foram discípulos
Tiago Menor, Judas Iscariotes, Judas Tadeu, Mateus, Simão e Tomé.
Porém, Madalena, não se deu por vencida e tendo-lhe calhado na rifa Judas que, passava mais tempo a contar tostões que a dar-lhe Amor, resolveu que se vingaria do seu defensor, o que não foi difícil, pois Jesus, com frequência, ensinava a sua doutrina amorosa através de parábolas e que era ele o Messias, o enviado do Pai para anunciar um reino onde proliferasse o bem-estar e que alguns dos homens, só se nascessem de novo, é que poderiam vir a aprender a ser felizes, pois não conseguiam, de forma, alguma levar as suas mulheres ao êxtase, por muito que ele lhe desse dicas.

Ensinamentos

Ele ensinava as pessoas a amarem a Deus e aos seus semelhantes com toda a força de seus corações e de suas mentes e também com muita sensualidade e virilidade. Frisava que cada pessoa deveria tratar as outras como gostaria de ser tratada por elas. Ensinava: "A quem te beijar o sexo, beija-lhe o dele também”.
Milagres

Os Evangelhos falam de 35 milagres de Jesus, que o faziam notável e as multidões procuravam-no. O primeiro teria sido em Caná, durante uma festa de casamento, quando Jesus transformou água em vinho, provocando, desse modo muitas ofertas de mulheres e, consequentemente, muitos outros casórios.
A Última Ceia
Jesus chegou a
Jerusalém para a semana da Páscoa judaica. No domingo, fez uma entrada triunfal na cidade. O povo, acreditando nele como sendo o Filho de Deus, aplaudia-o e cobria o seu caminho com panos e ramos de palmeira.
Na quinta-feira à noite, participou da Última Ceia, com os doze discípulos, em Jerusalém. Nessa ocasião, Jesus disse aos apóstolos que um deles haveria de trai-lo, e prometeu que os encontraria de novo no Reino de Deus. Ao servir o pão e o vinho, disse: "Este é o meu corpo e Este é o meu sangue, mas não abusem".
O Julgamento

Nessa mesma noite, houve uma grande orgia, era Páscoa, era o início da Primavera, era necessário que se festejasse a Criação, era necessária a reprodução. Horas depois, quando todos dormiam, um pelotão de homens armados chegou ao jardim para prender Jesus. Judas Iscariotes, um dos apóstolos, indicou quem ele era com um beijo. Judas havia traído o Mestre por 30 moedas de prata. Mateus conta que, depois disso, Judas enforcou-se.
Beijos e não se zanguem muito, que isto é só uma brincadeira.

quarta-feira, abril 02, 2008

A verdadeira História da Padeira de Aljubarrota


Maria Rapaz


A famosa padeirinha de Aljubarrota não era da Estremadura, mas do Algarve, a Brites de Almeida, não era beirã, mas de Faro e não era padeirinha, não era, de todo, -inha, era uma –ista, sufixo não de comunista…
Se não, vejamos:
Consta que era alta, robusta, musculada, corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco (curvo), boca muito rasgada e cabelos crespos. Há quem diga até que teria 6 dedos. Ou seja, uma verdadeira camionista. Perante tal força feminina, os seus pais, pobres, gente humilde, donos de uma pequena taberna, julgaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora, ajudante nos trabalhos da casa, a lavar e encher pipas, a servir canecas de vinho aos clientes. Enganaram-se, coitados… Bastava um marafado chegar à porta da taberna a provocá-la com uma piada, para Brites de Almeida largar o trabalho que tinha em mãos e correr atrás do provocador.
E as bocas dos putos eram deste tipo: “Oh! Almeida, lambe-me aqui a peida!” e ela pimba, dava-lhes com um caneco nos cornos.
Ou então: “ Brites, apalpa-me os pevides!” e ela lá lhes apertava os tomates até eles ficarem da cor do vegetal.
Conta-se, assim, que preferia vagabundear, andar à pancada e resolver tudo com os punhos, em vez de ajudar os pais. E tantas são as pancadarias que rapidamente ganha a alcunha de Maria Rapaz.
Cerca de 1370, teria Brites de Almeida uns 20 anos, os pais morreram. Órfã e sem gostar de trabalhar na taberna que era dos pais, Brites de Almeida vende o negócio e mete-se ao caminho, qual Elisabete Jacinto, mas sem camião. Ao relento, convive com todo o tipo de gente, dorme e não dorme ao lado, em baixo, por cima, de vagabundos, soldados, pedintes… Aprende a usar o pau, não o dela que não o tinha, e a manejar uma espada com muita mestria (na altura só os homens nobres é que o faziam). Assim, rapidamente ganha fama de valentona. Então, para ganhar dinheiro, começou a usar os seus conhecimentos em feiras, onde fazia combates contra homens.
Foi quanto bastou para que um dia um soldado alentejano, trocista, a procurasse e lhe propusesse casamento. Brites de Almeida, que gostava muito da sua independência, respondeu:
- Vamos foder. Se aguentares 3 quecas seguidas caso contigo.
Brites despe-se, deixando o soldado, só com a visão, com o estômago às voltas; depois, obriga-o a despir-se e agarra-lhe o caralho mole, vai-se lá saber porque ainda não entesara, e isto assim até nem parece uma história minha, arranca-o à dentada e ainda lhe espeta um cajado pelo cu adentro.
Como resultado, o soldado morre. Porque quem matava um soldado era preso, Brites de Almeida resolve fugir de barco para Espanha. Mas o destino quis que um grupo de piratas mouros capturasse o barco e vendem-na como escrava a um grande senhor da Argélia, que já tinha em seu poder outros dois escravos portugueses.

Argélia: Ida e Volta


Durante um ano Brites de Almeida vai obedecendo às ordens do senhor. Faz parte do seu plano… Ao fim desse ano, ao anoitecer, Brites senta-se na cara do senhor, matando-o desse modo. Depressa, ela e os escravos correm para o porto de Argel, roubam um barco e fazem-se ao mar directos à terra lusitana. Por azar, surge um temporal, rasgam-se as velas do barco, parte-se o mastro e andam à deriva vários dias. Por sorte, chegam à Ericeira, em cima de destroços do barco, cortando as ondas, criando assim o mito de local tão famoso para surf.
Com medo que os guardas ainda a queiram prender por causa da morte do soldado, diz aos dois companheiros para seguirem sozinhos. Brites de Almeida corta os cabelos, enfaixa as mamas, põe um pau nas cuecas, disfarçando-se de homem, sem qualquer dificuldade, compra um burro e duas mulas e começa a transportar mercadorias de terra em terra, almocreve.

Aljubarrota


Era uma vida de trabalho duro. Um dia, Brites de Almeida passa por uma terra chamada Aljubarrota, entra numa taberna e ouve dizer que a padeira da terra está velha e cansada e que precisa encontrar urgentemente uma ajudante. Cansada da vida de almocreve, Brites de Almeida, já vestida de mulher, bate à porta da padeira para pedir o trabalho na padaria. Ao ver que era uma mulher forte, a padeira contrata-a e dois ou três anos depois, quando esta morre, Brites de Almeida recebe de herança a padaria, ficando dona do negócio.
Entretanto, quem governava Portugal eram os cabrões dos espanhóis e Brites de Almeida, como a maioria do povo português estava do lado de D. João I, Mestre de Avis, e queria que fossem os portugueses a governar Portugal, ignorantes da superioridade de ordenados e qualidade de vida que nuestros hermanos viriam a ter.
Fizeram-se vários campos de batalha entre portugueses e espanhóis e os portugueses foram ganhando. Mas a batalha mais decisiva aconteceu a 14 de Agosto de 1385, nos campos de Aljubarrota: 7 000 guerreiros portugueses contra 30 000 castelhanos. Estes sorriam do número reduzido de adversários e já cantavam vitória. Comandam as nossas tropas o Condestável D. Nuno Álvares Pereira e o Mestre de Avis, D. João I. Apesar da diferença de soldados, com a técnica do quadrado, os espanhóis são derrotados.
Brites de Almeida não resistiu e pegou numa espada e junta-se às tropas portuguesas e populares que perseguem os espanhóis em fuga, qual Lurdinhas contra 100 000 professores a descer a Avenida da Liberdade. Ao anoitecer, desgrenhada, esfarrapada, mas satisfeita e sem as mãos em gesto de rezar como a já citada, chega a casa. Estranha os grunhidos que saiem de dentro do forno. Abre a porta do forno e vê 7 soldados espanhóis num comboiozinho. Fica fodida com a paneleirice que se dava no seu forno, imagina que o pão sairia tipo éclair e, então, agarra na pá de ferro e começa a bater com força em todos eles. Aos gritinhos e nus, vão todos saindo, um a um. Dá uma pancada a cada um com a pá e todos eles tombam mortos e dizia: Em Portugal mandam os portugueses e para bichonas já basta os que iremos ter na Assembleia da República, agora não que é a Monarquia que governa.

Casamento

Claro que a sua história não acaba aqui. Parece que quando fez 40 anos se casou com um lavrador rico e cego que a admirava muito e consta que com ele ainda deu grandes quecas.
Beijos fortes

sábado, março 22, 2008

ALICE NO PAÍS DAS PASCOAVILHAS


Alice é uma mulher, de 33 anos, divorciada. Trabalha muito para sustentar o filho e pagar a amortização ao banco, dívida que tinha sido contraída por duas pessoas. É quase sexta-feira santa, o filho já partiu de fim-de-semana com o pai e ela, finalmente, repousa o cansaço duma semana louca no sofá. Faz zapping durante um minuto, pára, cinco minutos, num canal de TV qualquer, tempo suficiente para adormecer quando, de repente, se vê numa festa-fantasia onde todos estão nus, mas com máscaras de coelhos. “É Páscoa!” – pensa, “esqueci-me que era Páscoa e não trouxe máscara… também não trouxe ovos… mas os coelhos não põem ovos… os ovos e os coelhos são símbolos de reprodução dos animais que comemos – aves e mamíferos. E peixe, também comemos peixe, porque é que não há chocolates em forma de carapaus? Um dos milagres de Jesus foi multiplicar os peixes, não foi os coelhos. E eu não estou nua, porquê? Também tenho que participar na festa da reprodução, Cristo morreu para nos salvar e a Humanidade só se salva se o Homem se reproduzir e eu estou vestida…”
Os homens e as mulheres da sala, nus e com cabeça de coelho, gritam: “Já estamos atrasados!”, baixam-se e entram, à vez, por uma porta baixa, como para uma toca. Alice segue-os e tem a sensação de descer, de pernas abertas, que nem uma criança, por um corrimão. A fricção da sua cona a escorregar proporciona-lhe tesão. Pára junto a um muro de vidro que permite ver um jardim magnífico, com uma piscina enorme a fumegar. “Quem me dera estar naquele jardim!”, pensou ela. Rodeia o muro transparente até que dá com a porta, uma porta fechada, com um moreno magnífico, nu e depilado onde era devido, que lhe diz: “ Se queres entrar, terás de beber, bebe-me!” Alice pensa: “Ena Pá…”, baixa-se e chupa-o. “Alice, Alice, chupa-m’a pice…”- dizia o homem. A vontade de entrar e a excitação, presa há muito tempo, faz com que chupe aquele homem como nunca o tinha feito; segura-lhe os testículos, também os lambe, passa a língua em movimentos lentos, em movimentos rápidos, por todo aquele material, que tinha, à vontade, o dobro do tamanho e da espessura do pau do seu ex-marido, que, coitada, até nisso era mísero.
Alice bebe-o e transforma-se numa mulher magnificamente atraente aos homens, os seus seios mais rijos, o seu rabo redondo e firme, ganhara uns centímetros de altura, a sua pele mais morena e rejuvenescida, as suas roupas tinham voado, assim como os seus pêlos, apresentando-se com uma depilação perfeita, até os da sua púbis estavam aparados num bigodinho sensual. Encaminhou-se para a piscina, todos os coelhos e coelhas tinham os olhos postos em si, até mesmos os daqueles ou daquelas que beijavam ou chupavam alguém. Todos tinham parado para ver a mulher bela que se aproximava e que não tinha máscara e, de repente, gritam: “Não tens cara de coelha, tens de comer, tens de ser comida!”
Alice ri-se e mergulha na piscina, como se entrasse num jogo de sorte. Quando sai à tona, fá-lo de olhos fechados e, desse modo, de braços para a frente, aproxima-se sem saber de quem. Começa a apalpar e apercebe-se que toca numa mulher. Não se incomoda com o que lhe tinha calhado, continua a apalpar. A mulher, que tinha em suas mãos, seguia os seus gestos. Assim, quando Alice lhe apalpa as mamas, a outra também lhe apalpa as suas e com a mesma intensidade com que ela o fazia. Alice, apercebendo-se da imitação dos gestos, decide que iria ter duma mulher tudo o que sempre esperara dum homem e beijam-se, apalpam-se rabos, saem da piscina e lambem-se. Alice sente a boca daquela mulher no seu sexo como sempre o desejara, o seu clítoris é devidamente chupado, dedos que entram em conas húmidas. Alice chora de prazer. O orgasmo surge simultâneo. Alice abre os olhos lacrimejados e ouve, ao seu lado, um homem, de cabeça de coelho com lagartas penduradas nas orelhas, e uma das lagartas pergunta-lhe: “Quem és tu?” “Eu já nem sei quem sou!”, responde ela “nem qual é o meu corpo.” “Ora”, replica, desta vez, o homem – “Acontece, mas se queres senti-lo bem, se queres conhecê-lo profundamente, tens de te masturbar perante nós.” Alice deita-se numa longue-chaise e todos fazem um círculo à sua volta. Alice chupa o dedo médio da sua mão direita com gulodice, chupa o indicador e molha, em movimentos circulares, os seus mamilos que enrijecem ainda mais. Aperta os seios duma forma erótica, levantando-os como se oferecesse os mamilos a todos os que a circundavam. Continua a acariciar-se, descendo as mãos até às virilhas e, encostando costas com costas de mãos, empurra lentamente as pernas nesse local como se de outras pernas se tratasse, expondo, perante todos, a sua bela cona e com a mão direita faz-lhe umas festas suaves, enquanto a esquerda apalpa os seus próprios seios. Lambe os dedos que mais próximos estavam da boca e com eles pressiona o clítoris, esfregando daquela forma que só quem se masturba sabe. Não o largando, molha os dedos da outra mão que logo se enterram na sua cona. O corpo arqueia, levantando-se o rabo. Alice descobre um corpo cheio de prazer, mas quer mais. “É o dia do meu não-aniversário” – diz – “venham dar-me os não-parabéns!” – e o Coelho das lagartas nas orelhas é o primeiro a ir lamber a sua cona quente, deixando-a com uma enorme vontade de prolongar um prazer até então não sentido. Não o faz durante muito tempo, pois passa a boca da cona para a mama direita. E uma coelha substitui-o, mas não sem antes colocar uma coroa pequena em cima dos poucos pêlos púbicos, dizendo: “És a nossa Rainha, a Rainha das Conas Húmidas!” e a cona de Alice responde: “Obrigada, és uma querida, assim que puder servir-te-ei um pouco de chá pelo meu bule vazio.” – e a coelha continua o trabalho já antes iniciado, continua a lamber aquela cona agradecida, até os lábios passarem para a mama esquerda, substituídos por uns dum homem que estava com um pau tal que faz Alice implorar a penetração. E vão para a relva, não para uma foda normal. Alice senta-se, sob a sombra dum grande cogumelo, naquele caralho espectacular e começa a cavalgar até que alguém a inclina sobre o homem que miava como um Gato. Alguém lubrifica, com um gel fresco, o seu ânus e fá-la sentir um dedo, dois dedos, outro caralho. Mãos e lábios acariciam-na e a beijam-na. Cristo morreu com 33 anos, Alice renasce com a mesma idade, descobre que orgasmos múltiplos não é mito, as rosas brancas do jardim tornam-se vermelhas. Tudo é sensualidade, tudo é sexo… até que, de repente, deixa de sentir mãos sobre o seu corpo, deixa de sentir línguas, lábios… o homem sobre o qual estava deitada transforma-se em algo que parece um cartão, já não sente caralho algum. Todos os presentes se transformam em cartas de jogar, ela vê o Rei de Copas, a Rainha de Espadas, o Valete de Paus, o Rei de Ouros… “Foda-se!” – pensa – “nunca me sai um Ás!” e acorda com o som dos anúncios, que, sabe-se lá porquê, apresentam-se sempre com decibéis acima de qualquer programa televisivo.
O bloguista que me deu a ideia de “Alice no País das Maravilhas” será devidamente premiado.


Vou de férias.



Bom resto de Páscoa.



Beijos achocolatados.

domingo, março 16, 2008

DESAFIO

Tendo a Lua Feiticeira transformado histórias da Banda Desenhada, tirando os três ao Astérix e ao Obélix, colocado Os Irmãos Dalton e o Luky Luke a dar grandes trancadas, ou não, conforme as personagens, ironizado com a publicidade do Montepio, passo a publicidade, apresentado um Harry Potter adulto a dar cabo do Voldemort com o seu mangalho, dado explicações, algo erótico-humorísticas, em relação ao nosso grande poeta Camões e em relação a frases idiomáticas tão portugas, desvirtuado também episódios d’Os Lusíadas, criado um Tarzan metrossexual e esclarecido os seus bloguistas em relação à verdadeira história de Adão e Eva, recriado tantos contos populares e em tantas versões como o da Branca de Neve que se multiplicou em Sete para delírio do príncipe, o do Gato Borralheiro que até a madrinha papou, o do Capuchinho Vermelho com um final mórbido, criado desafios e respondido a outros, apresentado reflexões, etc, etc, … além de ter escrito contos eróticos, baseados em fantasias ou não, alguns até ao contrário…
Peço-vos, como já o fiz doutras vezes, que me apresentem temas para que eu os glose da forma gulosa a que estão habituados. Aviso-vos, contudo, que não consigo escrever histórias sobre animais, pois, como sabem, acabo sempre por pôr as minhas personagens, ou a dos outros, a foder e bichos… não, por favor. Eu sei que é uma palermice, mas não me consigo afastar da metáfora, logo a Carochinha, para mim, não é pessoa, é um insecto pessonhento e o João Ratão não é João, é aquele animal que me faz subir para cima duma mesa numa esplanada de praia. Brrrrr…
Beijos grandes, para já, para o bloguista que apresente o melhor tema até pode ser um já tratado, quem sabe.

E beijos a todos e não fiquem tristes por este texto não ser nada do que estavam à espera. Tenho tido pouco tempo e pouca disponibilidade mental, daí que a criatividade esteja em banho Maria, não para textos, mas para temas. Vão lendo os 74 que por aí há...

Lua encoberta

domingo, fevereiro 24, 2008

A VEZ DE ASTÉRIX


Astérix ficou com a boazona do Agecanonix, Veteranix, ou como lhe queiram chamar, na alembradura. E saber que Obélix papava constantemente a Falbala II ainda lhe dava mais vontade de papar a mulher do ancião da aldeia. Além do mais, tinha curiosidade em saber como é que o velho se desenrascava com tamanha febra, aliás esta curiosidade cabe-vos a todos, a mim não porque sendo feiticeira soube-o primeiro e estando a lua encoberta, guardei a vassoura e postei aqui a informação tão guardada por Uderzo e Goscinny. Foi por este motivo que Astérix pediu ao grande druida Panoramix que sacasse, por uns tempos, o manto da invisibilidade ao caralhavô do Harry Potter, alegando que era para ver o que cogitavam os romanos, visto que Obélix andava muito entretido e ele receava nova emboscada. Sendo a especialidade do druida as poções, teve de recorrer à sua avó, escondida tanto tempo pelo machismo dos gauleses que não acreditam no poder das bruxas. O poder da Bruxacovix encontrava-se na varinha mágica feita de salgueiro e foi com ela que sacou o manto, felizmente devolvido.
E foi com ele que Astérix, apanhando a porta do casalinho aberta, se pôs, qual voyeur, no seu quarto.
Pois é, meus amigos, Agecanonix tinha na mesa um copo com um líquido azul que só um colhão de anos mais tarde, a ciência conseguiu transformar em comprimidos e mais não digo, porque imaginar aquele velho com aquela boazona até me dá formigueiros na sola dos pés.
O manto foi devolvido e a questão do líquido azul não foi esclarecida naquele momento, porque Astérix temia que o esperto do druida ficasse a saber a verdadeira razão do pedido do manto em questão.
Astérix minguava e Obélix, como Falbala estava um pouco cansada, acabou por se aperceber da depressão do amigo, questionando-o acerca do seu ar macambúzio. Astérix lá confessou que emagrecia devido às pívias dadas com o mulherão do velho na imaginação e deprimia-se por não poder tê-la nos seus braços, nos seus braços e não só.
Ora Obélix, que via em Astérix um irmão, dirigiu-se a Panoramix, desabafando a angústia que sentia vendo o amigo daquela forma. O druida respondeu de imediato: “Ah! Não! Clonar a mulher do nosso ancião é que não”. Obélix não percebeu que Panoramix já tinha desdobrado uma outra mulher, pois ter caído no caldeirão em pequeno deu-lhe força, não inteligência, mas insistiu em que o druida tinha que fazer qualquer coisa por Astérix. E Panoramix fê-lo. Panoramix fez uma poção que transformou Astérix na figura do velho e Obélix convenceu Agecanonix a acompanhá-lo a esmurrar romanos, apanhando-os pela calada da noite, como eles há tão pouco tempo lhes tinham feito. O velho, que delirava com cenas de pancadaria, bebeu logo a poção e nada disse à sua mulherzona, pois sabia que ela não o permitiria, já que ela tinha sempre receio que ele se ferisse nessas cenas, assim como apanhasse frio.
Ausente Agecanonix, transformado Astérix, eis que é este que bebe o líquido (para ela não desconfiar).
Na cama, Edadepiedrix parecia Ágata, a puta de Joe Dalton. Astérix, virgem que nem Obélix pré-Falbala, não sabia bem como se comportar, graças a Tutatis que tinha tomado Viagrix, a tal poção que, naquele momento, ele ainda lhe desconhecia o nome.
Astérx deitou-se nu e de pau feito na cama e a boazona olhou para ele espantada, não era assim que costumava proceder o seu maridinho e por isso lhe disse: “Chéri, tu hoje estás com um pau tão grande…” Astérix, a quem a poção tinha tido como contra-indicação tolher-lhe o cérebo, respondeu: “É para te comer melhor, minha filha…” Os olhos da mulher do velho brilharam e saiu disparada, dizendo que, sendo assim, nesse dia, a queca seria diferente. Astérix, velho por fora, mas novo por dentro e com uma poção daquelas tomada, ficou a mexer no pau, mas durante pouco tempo, pois ejaculou de imediato, limpando-se logo às suas roupas, aliás às roupas do velho, que se encontravam por perto, para disfarçar. E ainda bem que isso aconteceu na ausência da mulher, considerada por toda a aldeia como a melhor febra da Gália, excepto por Obélix, por Apaixonadix e pela mulher do peixeiro.
Demorou-se um pouco e ainda bem, porque quando chegou, já Astérix se tinha vindo 2 vezes, assim já teria mais calma…
Edadepiedrix regressa ao quarto com um baby doll tricotado com uma linha preta muito fina, curto e muito esburacado, aliás os mamilos saíam por qualquer coisa que se parecia com botões de flores, as cuecas eram minúsculas e também feitas do mesmo material. Felizmente que Astérix já se tinha vindo 2 vezes, caso contrário teria tido um orgasmo só com a visão. Mas esta deusa não vinha de mãos a abanar, trazia uns bocados de tecido macio com que amarrou o nosso piqueno à cama. Astérix, de pernas e braços abertos e atados, receava ficar assim até de manhã, vindo a ser encontrado pelo verdadeiro ancião.
Edadepiedrix pôs-se de pé em cima da cama aos seus pés. Que visão, por Tutatis, que visão.
- “Agecanonichou, tu es mon chou, tu vais-me comer o cu” – perante isto, Astérix já não pensava nas consequências de estar atado, Astérix já nem pensava.
Esta mulher, que fazia perder a cabeça a qualquer um, excepto quando era vista a mandar o marido arear os tachos, baixou-se, que nem uma acrobata, e passou os seus seios de mamilos arrebitados dos pés à boca de Astérix. Baixou o tecido rendado de forma a que um deles saltasse, indo colocá-lo na boca daquele que delirava. As lágrimas de Astérix escorriam-lhe, ele estava no céu, mas atado! Ele sentia mais prazer agora do que quando o esgalhava, fantasiando com esta mulher que estava agora de rendas pretas, mas não podia agarrá-la, sentir nas suas mãos aquela carne quente e rija; apetecia-lhe apalpar-lhe as mamas, as pernas, o rabo, sentir a humidade da sua cona nos seus dedos… Teria, assim, que absorver a pele do seu corpo, da forma mais intensa que lhe fosse possível, apenas os pedaços de mulher que lhe eram oferecidos, nos momentos em que a dona do seu corpo tivesse vontade de lhos dar. A sua boca não beijava, a sua boca sorvia o que nela fosse colocado como se fosse o último manjar da sua vida.
Edadepiedrix tirou, de pé, por cima dele, a cuequitas, colocou os seus joelhos ao lado das orelhas de Astérix e desviou o pequeno tecido que tapava uns pelitos ruivos e um buraquinho húmido. Este parecia mesmo o seu último prato, pois Astérix saboreava-o como nunca tinha feito com nenhum outro, Astérix lambia, chupava, enfiava a língua… não queria perder uma migalha e Astérix não era o marido dela, era um jovem que desfrutava, pela primeira vez, duma mulher, mas fazia-o como se fosse o homem mais experiente do mundo. Mme Agecanonix escorria como nunca e suspirava: “Oh!, Agecanonichou, lambe-me também o cu”, e ele lambia-o, ele lambia tudo o que lhe fosse oferecido.
Esta Vénus gaulesa desatou-lhe os punhos, libertou-lhe as mãos que se distribuíram equitativamente por aquilo que ansiavam, a esquerda apertou-lhe a mama direita, o indicador enfiou-se na cona, o polegar no rabo, a boca chupou-lhe o clítoris.
Edadepiedrix baixou o corpo, fazendo com que aquele pau, que não baixava naquela noite, parecia mais o do bissex-confessions, in “ALL NIGHT LONG – Uma noite, duas experiências novas” , se enterrasse na sua cona até ficar bem molhado com os seus líquidos. O seu corpo subia e descia, os seus seios eram acariciados… e quando sentiu que o caralho de Astérix intumescia ainda mais, retirou-o e abocanhou-o, sentindo-o jorrar na sua boca quente, mas este não baixou para delírio da deusa que o chupou ainda mais, que lhe chupou os colhões e que lhe desatou os tornozelos, pondo-se de 4. A visão era brutal, Astérix via um rabo em forma de coração com duas entradas, qual delas a mais deliciosa? Uma já tinha provado, agora era a vez da outra, era a vez de entrar no caminho da libertação, “Aleluia!”, gritavam manás por todo mundo, aquele cu era a dízima de toda a população terrestre.
Edadepiedrix achava estranha a pujança do seu velhinho, mas pensava que tinha tomado dose dupla de Viagrix, aliás o que é que interessava que estivesse diferente ou não, o que interessava é que, uiii!, estava a entrar tão bem, a dor inicial misturava-se com a tesão, uiii!!!, não era tesão, era prazer mesmo, OOOOOOOOOOO!!!!!!!, era bom… era um vai-e-vem muito bom e os dedos que lhe apertavam o clítoris… huuuuuuuuummmmmmmmm… era mesmo muito bom, Oh!, mais depressa, chéri, força, força, oh, j’arrive, j’arrive, J’ARRIVE, nunca hei-de perceber porque é que os portugueses, com o orgasmo vêm-se, e os franceses chegam.
Desta vez, e por razões óbvias, o nosso rapaz aguentou-se bem e deu tempo à gauloise para se vir/chegar.
Recompostos, Astérix quis recomeçar nova viagem, nova partida, o carrocel vai reiniciar a sua volta, comprem já o bilhete… Porém, Edadepiedrix disse-lhe que não: “Agecanonichou, mon petit gamin, amanhã tem as pratas todas para dar brilho, faça favor de descansar” e Astérix deitou-se quietinho, mas não dormiu, deixou que aquele pedaço de mau caminho adormecesse para esgalhar ainda outra, olhando para as suas mamocas e saiu, devagarinho, pela janela, minutos antes do galo cantar.
No dia seguinte, Edadepiedrix, tão parecida com a actriz Adriana Karembeu, levou Agecanonix a casa de Panoramix, convencida que ele começava a sofrer da doença Alzeimarococix.

Finis

Beijos chegados.


Post Scrimptum: Só uma das imagens não foi retirada da INTERNET.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

ESTES ROMANOS SÃO LOUCOS!


Alea jacta est

Chegados da Grécia onde tinham ajudado Tragicomix a ganhar os Jogos Olímpicos para poder papar a linda princesa grega, Astérix e Obélix tiveram o seu usual banquete vigiado pelo amordaçado Cocofonix, o bardo, que canta mal como o caralho da sua avó.
Os javalis eram muitos, a alegria também… a alegria de alguns, porque Obélix, dessa vez, limitou-se a comer, e devagarinho, um único suíno despicado. Obélix tinha saudades de Falbala e tendo tinha visto Tragicomix com a princesa helénica, então ainda ficou pior. A sua amada estava ausente, partira com Apaixonadix para Lutetia, Paris para os leigos.

Dias e dias de tristeza onde nem as rochas tiveram o prazer de ser moldadas em menires, calhaus de grande estudo posterior, levaram Astérix, cansado de tentar animar o seu melhor amigo, a implorar a Panoramix, o druida, que alguma coisa fizesse para que o seu amigo recuperasse a alegria que parecia perdida. O druida, que só não perdia o medo de que o céu lhe caísse em cima, aliás como todos os habitantes da sua aldeia, procurou o seu bisavô e roubou-lhe pó de pedaço de unha de unicórnio gay, roubou-lho porque não esteve para enigmas, e com isso fez uma poção que, ao juntar-lhe um cabelo perdido da mulher que tirava Obélix da vida, criou uma nova Falbala. Poção essa roubada posteriormente pela autora de Harry Potter.

Uma história foi inventada: o regresso de Falbala devia-se à sua separação de Apaixonadix, que afinal era impotente.

Obélix, ao ver o seu amor chegar, revirou os olhos para cima: “Oh! Fálbáláááá´, Oh! Oh!...” e pôs as mãos atrás das costas, que é como quem diz à frente, mas a língua portuguesa tem destas imprecisões, aliás tudo se parece com o seu dono e uma língua tão complicada só podia vir dum povo que complica, que burrocratiza, e virou os olhos para os pés, corando. Falbala beijou-lhe a testa e disse-lhe que tinha saudades suas, o que ainda o fez corar mais, tanto que pegou no Ideiafix e foi para casa, esquecendo-se de estrangular javalis para o jantar.

No dia seguinte, bem cedo, voltou às rochas, não dando nenhum murro em nenhum romano com quem se tinha cruzado, facto que os deixou tão atónitos que correram a informar o chefe do batalhão a que pertenciam que a aldeia dos malucos tinha perdido a poção mágica. Esculpiu o seu mais belo menir, colocou-lhe um grande laço e prantou-o à porta de Falbala que, quando saiu para comprar leitinho, teve uma bela surpresa, surpresa essa que lhe pespegou uma grande ideia na cabeça: convidar Obélix para jantar.

Obélix, ao receber o convite, lido por Astérix, ficou fora de si, começando a andar à roda que nem o seu cãozinho quando tentava apanhar o rabo. Louco como estava, tomou um grande banho com pétalas de rosa imersas na água, fez a barba que já tinha 3 dias, aparou os pêlos dos colhões, vestiu as suas melhores calças listadas e ainda foi apanhar as mais belas e perfumadas flores da floresta para oferecer a Falbala.

O jantar era composto duma entrada de tostas cobertas de patê de javali, um prato de javali recheado de frutos silvestres e uma sobremesa de leite (de javali fêmea) creme queimado com unhas de javali, acompanhado de um vinho suave, mas perfumado com gotas afrodisíacas elaboradas pelo nosso druida.

Falbala tinha um vestido justo que lhe fazia sobressair os seios até ao início dos mamilos e uma racha até à anca esquerda, por cima duma lingerie vermelha, de muito pouco e fino tecido.

A casa estava perfumada com velas e essa era a única luz que a iluminava e que a aquecia bastante.

As primeiras palavras de Obélix, ao entrar na casa de Falbala, foram (visualizar Gerard Dépardieu ao ver Falbala desaparecer em bolas de sabão, no filme “Astérix e Obelix contra César”): “Oh! Fálbáláááá´, Oh! Oh!...” Só que desta vez ela não se dissipou. Ah! pois não…

Esta Falbala, que nunca conheceu Apaixonadix, sabia-a toda e começou por ser ela a pôr o patê nas tostas e a colocá-las na boca de Obélix, chupando os dedos seguidamente, com um ar ingénuo e, ao mesmo tempo, sensual e provocador.
Trinchou o javali muito debruçada, de forma a que Obélix não precisasse muito de puxar pela imaginação para saber como eram os seus seios.
Comeu o leite creme com os dedos, dando-os, de vez em quando, a Obélix para os chupar também.

O ingénuo do Obélix falava devagar, mas quase ininterruptamente, tal era o nervosismo, com algumas paragens lógicas. Não conversava, contava histórias hilariantes, entrecortadas com poemas de amor que compunha de improviso:
“Oh! Falbalá, se visses um romano que eu sentei num ramo duma árvore e lhe fiz adeus; ele começou a rir contente por não o ter esmurrado e eu, então, arranquei a árvore onde ele estava e lancei-a ao ar, mas ele caiu entretanto e continuou rindo por ter tido a sorte de não ter sido ejectado também, riu até que a árvore caiu com o tronco em cima dele e, olha, deixei de vê-lo.” Falbala riu até às lágrimas, provocando-lhe os versos:
“Oh! Fálbálá, se eu fosse uma lágrima tua
nunca choraria para não te perder.”

Mas a sobremesa chupada a dedo fez com que Obélix corasse por um motivo diferente e o facto de ter caído dentro do caldeirão da poção mágica, que tornava a aldeia gaulesa em que vivia invencível perante os doidos dos romanos, teve outra consequência que só é revelada neste preciso momento: a sua erecção era uma tesão de poção, oh! se era! E Falbala apercebeu-se bem disso quando lhe foi limpar um pingo de leite creme caído sobre as calças: “Oh! Obélix!, Oh!, Oh!…” - suspirou ela.

A noite acabou por assustar os aldeões que tentavam perceber se era o céu que lhes caía em cima se os romanos que chegavam aos milhares para os conquistar; só Astérix e o Panoramix sabiam o que realmente se passava.

Obélix acabou por se levantar e agarrar Falbala pela cintura como a um menir, beijando-lhe a boca doce, como sempre sonhara. Os pés de Falbala perderam o chão e, sentindo-se levitar, agarrou-se ao candeeiro de tecto, expondo a lingerie de baixo ao homem que lhe colocou as pernas sobre os seus ombros, lhe desviou as cuecas e lhe sorveu o sexo como devorava um javali em tempos de vitória aos romanos. Fê-la largar o candeeiro e sentar-se no seu sexus virilis, agarrando-lhe as ancas e lambendo-lhe os seios como fazia aos seus dedos quando o javali terminava e ele ainda tinha vontade de mais. Pô-la de quatro, com a cabeça no chão e o rabo bem arrebitado (como se pode aprender no blog Entre Palavras) e besuntou-a de leite creme, saboreando-a seguidamente, chupando-a outra vez, chupando-lhe o sexo húmido e doce até sentir que ela se vinha, retirando a boca e espetando-lhe de novo o pau.

Obélix está louco de amor, de paixão, de tesão, o seu caralho (por acaso quer dizer o cesto em cima do mastro onde está o vigia do barco) parece o mastro dos barcos dos piratas que fogem sempre que o vêem, a sua respiração provoca sons de trovoada, parece que o céu vai cair…
Falbala sente-se a escorrer, todos os seus poros descarregam uma energia que dava para voltar a queimar o leite creme, está prestes a vir-se, a sua boca baba-se ao mesmo tempo que grita frases desconexas…
Ideiafix está à porta a uivar de ciúmes, o seu dono trocou-o por uma mulher que dá mais ao rabo que ele próprio.

A aldeia não dorme, Matasétix, o chefe da aldeia, é transportado sobre o seu escudo até junto de Panoramix. Sim, os romanos acreditaram que estes gauleses tinham perdido a sua poção e guarnições de legionários caminhavam para a aldeia.
Os romanos estavam perto dos portões. Preparavam-se para rebentá-los.

O druida ria-se do receio de Matasétix, não acreditava na invasão de romanos que, realmente, se aproximava.
“Por Tutatis, milhares de romanos vêm aí!”

Astérix também tinha sido incomodado por Veteranix, o ancião, e pela sua jovem mulher, que o avisavam dos romanos. Também ele se ria e mais ainda pensando que Panoramix também poderia duplicar a boazona do velho…

BUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!
Os romanos tentavam rebentar os portões com grandes troncos de árvores.

BUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!
Os romanos, vindos dos campos fortificados de Babácomrum, Aquarium, Laudanum e Factotum rebentavam a entrada da aldeia. Os romanos entravam na aldeia gaulesa.

YUUUUUUUUUUUUPPPPPPPPPPPPPPPIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!
Obélix tem o seu primeiro orgasmo com uma mulher, não com uma mulher qualquer, mas com a mulher da sua vida.

O som já não chega aos ouvidos de Panaromix e de Astérix do lado da casa de Falbala. Chega, realmente, do lado das portas da aldeia.

Ideiafix ladra de forma assustadora, despertando Obélix que caíra, exausto, sobre Falbala, fazendo-a desmaiar.

Os romanos, tendo surpreendido os gauleses pela calada da noite e sem poção, tornam-nos seus prisioneiros, inclusive Astérix que não tinha tido tempo para se aperceber do que se passara, inclusive o nosso druida, vencedor de todos os concursos de feitiçaria, promovidos pela Lua Feiticeira.

Obélix sai de casa de Falbala para ver o que se passa com o seu cãozinho e vê magotes de romanos levando, amarrados, os seus amigos. Vê Astérix que tem a boca amordaçada e olhos muito abertos.
Obélix fica chateado. Obélix não queria que alguém o incomodasse nessa noite. “Estes romanos são loucos!” Obélix esmurra os que prendem Astérix, tira-lhe a mordaça e este diz-lhe para que salve o druida.
Obélix não precisa do druida, ninguém precisa de poção mágica. Obélix está mesmo zangado. Obélix entra numa cena de pancadaria, a segunda coisa melhor que foder Falbala, e salva toda a aldeia.

Os soldados romanos pedem a reforma antecipada.
Oscula Lunae

terça-feira, fevereiro 05, 2008

O FINAL DO REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON


Luky Luke pega no cão, que está cheio que nem um abade, e coloca-o em cima de Jolly Jumper e os três dirigem-se para o novo Sallon. Param, entretanto, e o cowboy avisa o Xerife local da presença dos Dalton, em Nothing Gulch. Este fica chocado e com vontade de partir em sua busca, mas Luky Luke trava-o e apresenta-lhe o seu plano. Teriam que fechar o Banco, colocar alguns guardas escondidos, mas de forma a guardá-lo, outros guardas ficariam perto do moinho velho, na clareira da floresta, na orla da cidade, onde se encontrava Ma Dalton e outros, nomeadamente o Xerife, segui-lo-iam e só quando ouvissem quatro tiros, entrariam no Sallon, caso os Dalton ainda aí se encontrassem, e, então, prendê-los-iam. E assim foi.

Luky Luke, perto do Sallon, desceu do seu cavalo e, de rompante nele entrou. Aí, deparou-se com esta cena:

À volta duma mesa encontravam-se os 4 irmãos, intervalados pelas 4 garinas, em animada cavaqueira, comendo e bebendo, como há muito não o faziam. Ao ver o seu pior inimigo entrar, levantaram-se, tão de repente, que deixaram cair as cadeiras onde tinham o rabo e sacaram das pistolas, porém, em vão, como de todas as vezes em que tentaram enfrentar o cowboy mais rápido do Oeste, pois com 4 tiros certeiros, este fez com que as suas pistolas voassem, ficando os marmanjos de braços no ar e Joe Dalton a ripostar †‡Ω♀♂☻#„ (não repito porque isto é argumento de Banda Desenhada). O Xerife e o resto dos agentes da Polícia entram e levam-nos algemados, mas Luky Luke, o nosso herói, fica.

Fica e sobe ao quarto mais alto, não ao da princesa guardada pelo dragão, mas àquele para onde vão também Ágata, a que tinha chumbado na Prova Oral feita pelo irmão Joe; Annie Oakley, aquela que só por se despir fazia com que Willian pfffuuuu; Mary, a que tinha tido o primeiro orgasmo com a pila circuncisada de Jack; Katie, a que tinha tirado os 3 ao Averell.

Luky Luke tinha apanhado os Dalton, Luky Luke era mais uma vez um herói. Luky Luke merecia um prémio e, desta vez, tinha tempo para o saborear.

Lá fora Rantamplan descobria a sua sexualidade, afinal sempre era gay e o rabinho do labrador que abanava à sua frente fazia-o esquecer de procurar a cozinha.



Ma Dalton, farta de esperar pelos filhos, sobe para a carroça e grita “Arre cavalos que sou eu que vou assaltar o Banco e espezinhar os anormais dos meus filhos!” Mas falta um parafuso e a carroça despenha-se num barranco. Ma Dalton fica em cima dum rochedo, de rabo para o ar e de saias levantadas. Cuecas não tem, o cheiro que exala é pestilento e atrai uma doninha fedorenta que acaba por enrabá-la.

Luky Luke despe-se, calmamente, pedindo às meninas que façam o mesmo, ensina-lhes a sua canção e em coro, cantam: “I’m a poor lonesome cowboy and a long way from home…”, mas desta vez a história não termina assim.
A noite ainda é uma criança, o cowboy tem muito caminho a desbravar e já está todo nu, todo não, ficaram-lhe calçadas as botas onde estão escondidas as facas de mato, não vá alguma menina ter dificuldade em desapertar o corpete. Luky Luke quer vê-las todas nuas, elas também querem estar todas despidas. Elas estão nuas (este estilo assim de frases curtas não é meu, é da Magnólia, um blog a não perder).
Ágata é a primeira a aproximar-se ou não se estivesse a sentir frustrada, tira-lhe a puta da palhinha da censura da boca e dá-lhe um chocho de línguas misturadas enquanto lhe agarra a pistola que nunca se solta do corpo. Sente-a entesar-se na mão e abocanha-a, de joelhos, com o rabo levemente arrebitado. Mary, que tinha acabado de saber o que era o prazer, achou que teria agora de experimentar outras coisas e é, por isso, que abocanha, também ela, não a pistola de cowboy, mas a cona de Ágata que suspirou que nem uma gata.
Luke Luke nunca tinha visto tal cena, o que lhe valeu é que já se tinha vindo há pouco tempo com a moldava e por isso se aguentou tão bem. Pediu, então, para se deitar e que Ágata se sentasse na sua cara para a poder lamber ele próprio. Mary sentou-se em cima do seu grosso pau e Annie e Katie colocaram-se ao seu lado beijando-se, apalpando-se , lambendo as mamas uma da outra, enquanto as mãos do pistoleiro estimulavam os seus clítoris, os seus dedos entravam nas suas vaginas, sentindo as suas humidades. E elas trocavam, como no jogo das cadeiras. Luky Luke sentia-se que nem Obélix a devorar os seus javalis. Luky Luke já não era rápido, Luky Luke deixou que cada uma se viesse antes do seu último tiro em Nothing Gulch, onde espalhara o seu esperma por cima de todas elas.



Ufffff! Finalmente fim.


Beijos finais.

sábado, fevereiro 02, 2008

IRMÃOS DALTON V


E a saga continua...


Luky Luke dirigiu-se ao velho Sallon, àquele donde lhe tinham sido retirados os 3 ainda em adolescente por uma trintona que agora era uma sexagenária rugosa, não ao novo onde estavam os manos Dalton a foder ou não. O cavalo a quem tinha chegado o cheiro a cio da sua velha amiga égua, deu a volta e foi atracar no estábulo já seu conhecido, aqui esta história pára porque não percebo dessas coisas de bichos.

Luky Luke estranhou o estado degradado e vazio do bar e perguntou à puta velha o que se passava, ao que ela respondeu que tinha sido a concorrência do novo Sallon que a tinha deixado na penúria, nem mesmo a moldava recentemente importada ilegalmente lhe tinha feito alevantar a moral do espaço. Qual moldava? A Chrecea! E apresenta-lhe uma boazona, loura pura, não como a minha alentejanita do post Montepio. Luky Luke esquece, por momentos, os Dalton, pega-lhe na mão e sobe para um dos quartos vagos, a relinchar que nem Jolly Jumper.
Mais rápido que a sombra, ainda estava a moça a desapertar o lacinho do corpete e já ele estava com os pêlos do peito à vista e as calças em baixo, todas retiradas não, porque ainda poderia vir a precisar das pistolas. Ajuda a loura a desapertar os atacadores do corpete, pede-lhe para retirar as colotes e diz-lhe para ir para a cama. Mas como as galinhas apressadas têm pintos carecas e as calças não estavam completamente retiradas, por que Banda Desenhada não é filme onde as roupas saltam sempre com facilidade, desequilibra-se e, armado em acrobata, tenta não cair, cai na mesma, porém para trás e com uma nádega mesmo em cima duma pistola, vai-se lá perceber como. A boazona desata-se a rir e a falar coisas completamente imperceptíveis, mesmo para Luky Luke que é um poliglota ou não soubesse umas palavrinhas em espanhol. O cowboy stressa com a situação, principalmente com as gargalhadas incontroláveis e tenta erguer-se rapidamente, no entanto, em vão. A moldava, vendo que ele está aflito e ela também aflita para pagar a pensão, pára-se-lhe o riso e, em vez de o ajudar a erguer-se, ajoelha-se e começa a mamar-lhe a pistola que não salta do corpo, nem aleija as nádegas do próprio. Luky Luke, primeiramente, acha que ela é maluca, mas como tem um objectivo a cumprir, acaba por considerar que é a melhor medida a adoptar e acaba por gozar o prato, mas quando a coisa começa torta, dificilmente se endireita e não é que, quando ela o engole todo que nem aquelas gajas dos filmes que devem meter uns sprays na garganta para não se engasgarem, os longos cabelos da rapariga se embaraçam nas presilhas e no cinto das calças e ao subir a sua cabecinha, já pensando em lamber a outra, pára-se a meio e não consegue ir até à glande. Tenta avisar que os cabelos não lhe permitiam tirar a boca, mas como estava cheia só emite uns ruídos nasais que Luky Luke identifica, não de dor, mas de tesão, até que estrebucha com os braços e começa a dar-lhe palmadas, mas nem assim o pistoleiro compreende o que se passa. Tudo aquilo lhe dá tanta tusa que acaba por se vir, enchendo-lhe a garganta de esperma, graças a Deus que murcha e que ela, perdendo alguns cabelos, lá retira os lábios, pregando-lhe uns estalos na cara e gritando sabe-se lá o quê, mas gritando tanto que se ouve no estábulo, acelerando Jolly Jumper que acaba por ter um orgasmo precoce para frustação da bicha. Vai, então, direito ao quarto onse ainda se encontra Luky Luke atónito à gritaria e lhe diz:
- Jolly, companheiro, ainda bem que também acabaste, bora lá apanhar os Dalton, que afinal estão noutro Sallon. É pá, esta gaja levou uma oral tal que até ficou apanhada da fala.
Ao descerem ouvem nova berraria, mas da puta velha que tinha encontrado a cozinha vazia de comida.
Rantanplam espera-os à saída, cheio que nem um burro e incapaz de se mover.


Continuará...

Beijos continuados

terça-feira, janeiro 29, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON IV


(... Continuação continuada... )

Averell Dalton continuava virgem, não por ser o mais novo dos irmãos, ter passado grande parte da sua vida quer enjaulado quer assaltando bancos, mas por não ter percebido as oportunidades que lhes tinham sido dadas pelos outros Dalton quando o tinham atirado para um quarto com uma puta.
Desta vez, Averell também não percebera bem porque é que, de repente, se encontrava num quarto com uma rapariga corada e anafada quando deveriam estar a assaltar um Banco, ainda por cima a mamã estava à sua espera. Deste modo, passou a vista pelo quarto todo, olhou para a moça que se encontrava especada à sua frente e perguntou: - “Kóméqui Come Kiki?” que, segundo a bloguista Maria Mercedes, significa “Quando se come aqui?” A moça, julgando ter um garanhão à sua frente, respondeu, prontamente: “Agora mesmo!” e tentou abraçá-lo, sendo logo afastada pelo rapaz que, considerando que não tinha sido explícito, perguntou: - “O que é que há para comer?” Ainda não tendo desemburrado, Katie que nem um trolha trengo e abrutalhado, levantou a saia, pôs a mão direita por cima das colotes, agarrando com alguma força a cona e respondeu: “O que está para comer está aqui, podes saciar-te à vontade que ela não se esgota”.
Averell só não abriu mais os olhos porque lhe começaram a doer e pensando que ela era alguma feiticeira que escondia a comida num local onde nem ao Rantamplan passaria pelas orelhas, tirou-lhe a mão do sítio e baixou-lhe as cuecas, ajoelhando-se para ver melhor. Viu apenas pêlos e o seu cérebro rodou como num filme de desenhos animados, perguntando: “Isto é para comer?” – ao mesmo tempo que puxava alguns, fazendo a jovem dar um grito, afastar-se e… calou-se a tempo! Ia perguntar-lhe se ele era estúpido, porque não tinha conhecido o Marquês de Sade, mas viu os olhos inocentes de Averell, pegou-lhe na mão e questionou-o acerca da sua virgindade, explicando-lhe que as pessoas tinham origem num parafuso e numa porca, mas que ele não se importasse muito com isso porque ela dava umas duchadas na cona e uns saltos e a ranhoca que sairia da pilinha dele havia de descer toda, que ela sabia o que fazia, que ele estivesse descansado, pois ela não lhe daria nenhum filho…
Averell, com tanta conversa, só soube dizer que tinha ficado com mais fome ainda e que não queria ser pai, só queria uma bucha, nem que fossem uns torresmos, que isso ele nunca tinha visto na prisão, a melhor coisa que tinha lá comido tinham sido os bolos da mamã e ainda por cima não tinha visto as lâminas que ela lhes pusera para poderem fugir, não fosse o Rantamplan…. Katie também não percebia muito bem o que aquele jovem tão alto lhe dizia, aliás ela pensara que lhe tinha saído o jogo do bicho quando vira o pão que lhe calhara, o melhor dos irmãos, logo a ela a quem só calhavam camafeus. Não, aquilo não podia ficar assim, afinal ela teria que se gabar perante as colegas e elas só acreditariam no que lhes dissesse se ele saísse de lá com cara de quem se saciara de torresmos. Vai daí que o manda calar e lhe diz que ele iria provar uma coisa melhor que pão com chouriço, só de pensar nisso, lhe caíra a baba a ele a quem tudo dava fome, não a ela que também comia muito, mas um pouco de tudo.
Puxa-o por uma mão e fá-lo sentar-se na cama, despe o que a época lhe permitia e coloca uma mama na boca de Averell, mas apenas dois segundos porque lhe passou logo pela cabeça que o totó se lembrasse que poderia mamar como numa teta de animal irracional, resolveu por isso investir naquilo que a qualquer homem dá tesão, porque preliminares nos homens que não se prendam com o pénis propriamente dito, quem os conhece? Enfim, as mulheres não são diferentes, bem pelo contrário, mas pronto, sobre esse assunto toda a gente sabe mandar bitates. Desabotoou-lhe, então, a braguilha, fez-lhe umas festinhas, pensando que, fossem de que tipo fossem, aí estava um gesto que nunca falhava. Averell começou por sentir aquilo que os homens sentem e sobre isso recuso-me a aventar seja o que for, porque não sei o que sentem os homens.
Quando viu que ele estava bem teso, ajoelhou-se a seus pés e fez-lhe a sua especialidade: uma espanholada com as suas mamas gorduchinhas e estes termos assim servem para que certos bloguistas habitués não se venham queixar que lhes dou tesão com textos dos Dalton (eheheheh!). A meretriz (oh para mim a usar termos técnicos) não quis que o mano “caga no ninho” ou “borras do pote” ou outro regionalismo qualquer se viesse daquele modo. Tinha mesmo prantado na cabeça, farta mais de cabeleira do que de outra coisa, que lhe tiraria os 3, daí que se tenha desviado, que o tenha empurrado para cima da cama, tirado as colotes e que se tenha sentado em cima do seu pau que era a prova viva daquilo que tanta gente faz com os dedos, espetando o indicador e o polegar, ora um para cima ora o outro. Eu, pessoalmente, não acredito nessas merdas, nem nisso, nem no tamanho dos dedos, do nariz… acho que a única coisa que realmente não faz como que as mulheres se enganem (acho que não vale a pena dizer antes da primeira…) é olharem para a braguilha e olharem com atenção para o volume, se a ganga está roçada… Bem, agora, se calhar, não bastará isso, o melhor será pedir-lhes, antes de olharem para o monte de MARTE, que lhes mostrem o Telemóvel… Bem, agora quase que me perdia, a rapariga estava sentada nele, não é? Pois! Cavalgou pouco, porque ele não aguentou muito, além disso ela era pesada e a sua braguilha estava cheia, tinha bebido umas bejecas com o irmão e nem tinha ido ao WC antes de ir para ali. Vocês não sei, mas eu já ouvi esse argumento.

Rantamplan seguia-os, pensando que finalmente iriam almoçar, cruzou-se com uma bela caniche e pensou eh! eh! esta está enganada, o rancho fica do outro lado. O cavalo, reparando na indiferença do cão, relinchou: “paneleirrrrrroo”.

Continua! Vamos lá ver é como.

Beijos venusianos!

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