sábado, março 22, 2008

ALICE NO PAÍS DAS PASCOAVILHAS


Alice é uma mulher, de 33 anos, divorciada. Trabalha muito para sustentar o filho e pagar a amortização ao banco, dívida que tinha sido contraída por duas pessoas. É quase sexta-feira santa, o filho já partiu de fim-de-semana com o pai e ela, finalmente, repousa o cansaço duma semana louca no sofá. Faz zapping durante um minuto, pára, cinco minutos, num canal de TV qualquer, tempo suficiente para adormecer quando, de repente, se vê numa festa-fantasia onde todos estão nus, mas com máscaras de coelhos. “É Páscoa!” – pensa, “esqueci-me que era Páscoa e não trouxe máscara… também não trouxe ovos… mas os coelhos não põem ovos… os ovos e os coelhos são símbolos de reprodução dos animais que comemos – aves e mamíferos. E peixe, também comemos peixe, porque é que não há chocolates em forma de carapaus? Um dos milagres de Jesus foi multiplicar os peixes, não foi os coelhos. E eu não estou nua, porquê? Também tenho que participar na festa da reprodução, Cristo morreu para nos salvar e a Humanidade só se salva se o Homem se reproduzir e eu estou vestida…”
Os homens e as mulheres da sala, nus e com cabeça de coelho, gritam: “Já estamos atrasados!”, baixam-se e entram, à vez, por uma porta baixa, como para uma toca. Alice segue-os e tem a sensação de descer, de pernas abertas, que nem uma criança, por um corrimão. A fricção da sua cona a escorregar proporciona-lhe tesão. Pára junto a um muro de vidro que permite ver um jardim magnífico, com uma piscina enorme a fumegar. “Quem me dera estar naquele jardim!”, pensou ela. Rodeia o muro transparente até que dá com a porta, uma porta fechada, com um moreno magnífico, nu e depilado onde era devido, que lhe diz: “ Se queres entrar, terás de beber, bebe-me!” Alice pensa: “Ena Pá…”, baixa-se e chupa-o. “Alice, Alice, chupa-m’a pice…”- dizia o homem. A vontade de entrar e a excitação, presa há muito tempo, faz com que chupe aquele homem como nunca o tinha feito; segura-lhe os testículos, também os lambe, passa a língua em movimentos lentos, em movimentos rápidos, por todo aquele material, que tinha, à vontade, o dobro do tamanho e da espessura do pau do seu ex-marido, que, coitada, até nisso era mísero.
Alice bebe-o e transforma-se numa mulher magnificamente atraente aos homens, os seus seios mais rijos, o seu rabo redondo e firme, ganhara uns centímetros de altura, a sua pele mais morena e rejuvenescida, as suas roupas tinham voado, assim como os seus pêlos, apresentando-se com uma depilação perfeita, até os da sua púbis estavam aparados num bigodinho sensual. Encaminhou-se para a piscina, todos os coelhos e coelhas tinham os olhos postos em si, até mesmos os daqueles ou daquelas que beijavam ou chupavam alguém. Todos tinham parado para ver a mulher bela que se aproximava e que não tinha máscara e, de repente, gritam: “Não tens cara de coelha, tens de comer, tens de ser comida!”
Alice ri-se e mergulha na piscina, como se entrasse num jogo de sorte. Quando sai à tona, fá-lo de olhos fechados e, desse modo, de braços para a frente, aproxima-se sem saber de quem. Começa a apalpar e apercebe-se que toca numa mulher. Não se incomoda com o que lhe tinha calhado, continua a apalpar. A mulher, que tinha em suas mãos, seguia os seus gestos. Assim, quando Alice lhe apalpa as mamas, a outra também lhe apalpa as suas e com a mesma intensidade com que ela o fazia. Alice, apercebendo-se da imitação dos gestos, decide que iria ter duma mulher tudo o que sempre esperara dum homem e beijam-se, apalpam-se rabos, saem da piscina e lambem-se. Alice sente a boca daquela mulher no seu sexo como sempre o desejara, o seu clítoris é devidamente chupado, dedos que entram em conas húmidas. Alice chora de prazer. O orgasmo surge simultâneo. Alice abre os olhos lacrimejados e ouve, ao seu lado, um homem, de cabeça de coelho com lagartas penduradas nas orelhas, e uma das lagartas pergunta-lhe: “Quem és tu?” “Eu já nem sei quem sou!”, responde ela “nem qual é o meu corpo.” “Ora”, replica, desta vez, o homem – “Acontece, mas se queres senti-lo bem, se queres conhecê-lo profundamente, tens de te masturbar perante nós.” Alice deita-se numa longue-chaise e todos fazem um círculo à sua volta. Alice chupa o dedo médio da sua mão direita com gulodice, chupa o indicador e molha, em movimentos circulares, os seus mamilos que enrijecem ainda mais. Aperta os seios duma forma erótica, levantando-os como se oferecesse os mamilos a todos os que a circundavam. Continua a acariciar-se, descendo as mãos até às virilhas e, encostando costas com costas de mãos, empurra lentamente as pernas nesse local como se de outras pernas se tratasse, expondo, perante todos, a sua bela cona e com a mão direita faz-lhe umas festas suaves, enquanto a esquerda apalpa os seus próprios seios. Lambe os dedos que mais próximos estavam da boca e com eles pressiona o clítoris, esfregando daquela forma que só quem se masturba sabe. Não o largando, molha os dedos da outra mão que logo se enterram na sua cona. O corpo arqueia, levantando-se o rabo. Alice descobre um corpo cheio de prazer, mas quer mais. “É o dia do meu não-aniversário” – diz – “venham dar-me os não-parabéns!” – e o Coelho das lagartas nas orelhas é o primeiro a ir lamber a sua cona quente, deixando-a com uma enorme vontade de prolongar um prazer até então não sentido. Não o faz durante muito tempo, pois passa a boca da cona para a mama direita. E uma coelha substitui-o, mas não sem antes colocar uma coroa pequena em cima dos poucos pêlos púbicos, dizendo: “És a nossa Rainha, a Rainha das Conas Húmidas!” e a cona de Alice responde: “Obrigada, és uma querida, assim que puder servir-te-ei um pouco de chá pelo meu bule vazio.” – e a coelha continua o trabalho já antes iniciado, continua a lamber aquela cona agradecida, até os lábios passarem para a mama esquerda, substituídos por uns dum homem que estava com um pau tal que faz Alice implorar a penetração. E vão para a relva, não para uma foda normal. Alice senta-se, sob a sombra dum grande cogumelo, naquele caralho espectacular e começa a cavalgar até que alguém a inclina sobre o homem que miava como um Gato. Alguém lubrifica, com um gel fresco, o seu ânus e fá-la sentir um dedo, dois dedos, outro caralho. Mãos e lábios acariciam-na e a beijam-na. Cristo morreu com 33 anos, Alice renasce com a mesma idade, descobre que orgasmos múltiplos não é mito, as rosas brancas do jardim tornam-se vermelhas. Tudo é sensualidade, tudo é sexo… até que, de repente, deixa de sentir mãos sobre o seu corpo, deixa de sentir línguas, lábios… o homem sobre o qual estava deitada transforma-se em algo que parece um cartão, já não sente caralho algum. Todos os presentes se transformam em cartas de jogar, ela vê o Rei de Copas, a Rainha de Espadas, o Valete de Paus, o Rei de Ouros… “Foda-se!” – pensa – “nunca me sai um Ás!” e acorda com o som dos anúncios, que, sabe-se lá porquê, apresentam-se sempre com decibéis acima de qualquer programa televisivo.
O bloguista que me deu a ideia de “Alice no País das Maravilhas” será devidamente premiado.


Vou de férias.



Bom resto de Páscoa.



Beijos achocolatados.

domingo, março 16, 2008

DESAFIO

Tendo a Lua Feiticeira transformado histórias da Banda Desenhada, tirando os três ao Astérix e ao Obélix, colocado Os Irmãos Dalton e o Luky Luke a dar grandes trancadas, ou não, conforme as personagens, ironizado com a publicidade do Montepio, passo a publicidade, apresentado um Harry Potter adulto a dar cabo do Voldemort com o seu mangalho, dado explicações, algo erótico-humorísticas, em relação ao nosso grande poeta Camões e em relação a frases idiomáticas tão portugas, desvirtuado também episódios d’Os Lusíadas, criado um Tarzan metrossexual e esclarecido os seus bloguistas em relação à verdadeira história de Adão e Eva, recriado tantos contos populares e em tantas versões como o da Branca de Neve que se multiplicou em Sete para delírio do príncipe, o do Gato Borralheiro que até a madrinha papou, o do Capuchinho Vermelho com um final mórbido, criado desafios e respondido a outros, apresentado reflexões, etc, etc, … além de ter escrito contos eróticos, baseados em fantasias ou não, alguns até ao contrário…
Peço-vos, como já o fiz doutras vezes, que me apresentem temas para que eu os glose da forma gulosa a que estão habituados. Aviso-vos, contudo, que não consigo escrever histórias sobre animais, pois, como sabem, acabo sempre por pôr as minhas personagens, ou a dos outros, a foder e bichos… não, por favor. Eu sei que é uma palermice, mas não me consigo afastar da metáfora, logo a Carochinha, para mim, não é pessoa, é um insecto pessonhento e o João Ratão não é João, é aquele animal que me faz subir para cima duma mesa numa esplanada de praia. Brrrrr…
Beijos grandes, para já, para o bloguista que apresente o melhor tema até pode ser um já tratado, quem sabe.

E beijos a todos e não fiquem tristes por este texto não ser nada do que estavam à espera. Tenho tido pouco tempo e pouca disponibilidade mental, daí que a criatividade esteja em banho Maria, não para textos, mas para temas. Vão lendo os 74 que por aí há...

Lua encoberta

domingo, fevereiro 24, 2008

A VEZ DE ASTÉRIX


Astérix ficou com a boazona do Agecanonix, Veteranix, ou como lhe queiram chamar, na alembradura. E saber que Obélix papava constantemente a Falbala II ainda lhe dava mais vontade de papar a mulher do ancião da aldeia. Além do mais, tinha curiosidade em saber como é que o velho se desenrascava com tamanha febra, aliás esta curiosidade cabe-vos a todos, a mim não porque sendo feiticeira soube-o primeiro e estando a lua encoberta, guardei a vassoura e postei aqui a informação tão guardada por Uderzo e Goscinny. Foi por este motivo que Astérix pediu ao grande druida Panoramix que sacasse, por uns tempos, o manto da invisibilidade ao caralhavô do Harry Potter, alegando que era para ver o que cogitavam os romanos, visto que Obélix andava muito entretido e ele receava nova emboscada. Sendo a especialidade do druida as poções, teve de recorrer à sua avó, escondida tanto tempo pelo machismo dos gauleses que não acreditam no poder das bruxas. O poder da Bruxacovix encontrava-se na varinha mágica feita de salgueiro e foi com ela que sacou o manto, felizmente devolvido.
E foi com ele que Astérix, apanhando a porta do casalinho aberta, se pôs, qual voyeur, no seu quarto.
Pois é, meus amigos, Agecanonix tinha na mesa um copo com um líquido azul que só um colhão de anos mais tarde, a ciência conseguiu transformar em comprimidos e mais não digo, porque imaginar aquele velho com aquela boazona até me dá formigueiros na sola dos pés.
O manto foi devolvido e a questão do líquido azul não foi esclarecida naquele momento, porque Astérix temia que o esperto do druida ficasse a saber a verdadeira razão do pedido do manto em questão.
Astérix minguava e Obélix, como Falbala estava um pouco cansada, acabou por se aperceber da depressão do amigo, questionando-o acerca do seu ar macambúzio. Astérix lá confessou que emagrecia devido às pívias dadas com o mulherão do velho na imaginação e deprimia-se por não poder tê-la nos seus braços, nos seus braços e não só.
Ora Obélix, que via em Astérix um irmão, dirigiu-se a Panoramix, desabafando a angústia que sentia vendo o amigo daquela forma. O druida respondeu de imediato: “Ah! Não! Clonar a mulher do nosso ancião é que não”. Obélix não percebeu que Panoramix já tinha desdobrado uma outra mulher, pois ter caído no caldeirão em pequeno deu-lhe força, não inteligência, mas insistiu em que o druida tinha que fazer qualquer coisa por Astérix. E Panoramix fê-lo. Panoramix fez uma poção que transformou Astérix na figura do velho e Obélix convenceu Agecanonix a acompanhá-lo a esmurrar romanos, apanhando-os pela calada da noite, como eles há tão pouco tempo lhes tinham feito. O velho, que delirava com cenas de pancadaria, bebeu logo a poção e nada disse à sua mulherzona, pois sabia que ela não o permitiria, já que ela tinha sempre receio que ele se ferisse nessas cenas, assim como apanhasse frio.
Ausente Agecanonix, transformado Astérix, eis que é este que bebe o líquido (para ela não desconfiar).
Na cama, Edadepiedrix parecia Ágata, a puta de Joe Dalton. Astérix, virgem que nem Obélix pré-Falbala, não sabia bem como se comportar, graças a Tutatis que tinha tomado Viagrix, a tal poção que, naquele momento, ele ainda lhe desconhecia o nome.
Astérx deitou-se nu e de pau feito na cama e a boazona olhou para ele espantada, não era assim que costumava proceder o seu maridinho e por isso lhe disse: “Chéri, tu hoje estás com um pau tão grande…” Astérix, a quem a poção tinha tido como contra-indicação tolher-lhe o cérebo, respondeu: “É para te comer melhor, minha filha…” Os olhos da mulher do velho brilharam e saiu disparada, dizendo que, sendo assim, nesse dia, a queca seria diferente. Astérix, velho por fora, mas novo por dentro e com uma poção daquelas tomada, ficou a mexer no pau, mas durante pouco tempo, pois ejaculou de imediato, limpando-se logo às suas roupas, aliás às roupas do velho, que se encontravam por perto, para disfarçar. E ainda bem que isso aconteceu na ausência da mulher, considerada por toda a aldeia como a melhor febra da Gália, excepto por Obélix, por Apaixonadix e pela mulher do peixeiro.
Demorou-se um pouco e ainda bem, porque quando chegou, já Astérix se tinha vindo 2 vezes, assim já teria mais calma…
Edadepiedrix regressa ao quarto com um baby doll tricotado com uma linha preta muito fina, curto e muito esburacado, aliás os mamilos saíam por qualquer coisa que se parecia com botões de flores, as cuecas eram minúsculas e também feitas do mesmo material. Felizmente que Astérix já se tinha vindo 2 vezes, caso contrário teria tido um orgasmo só com a visão. Mas esta deusa não vinha de mãos a abanar, trazia uns bocados de tecido macio com que amarrou o nosso piqueno à cama. Astérix, de pernas e braços abertos e atados, receava ficar assim até de manhã, vindo a ser encontrado pelo verdadeiro ancião.
Edadepiedrix pôs-se de pé em cima da cama aos seus pés. Que visão, por Tutatis, que visão.
- “Agecanonichou, tu es mon chou, tu vais-me comer o cu” – perante isto, Astérix já não pensava nas consequências de estar atado, Astérix já nem pensava.
Esta mulher, que fazia perder a cabeça a qualquer um, excepto quando era vista a mandar o marido arear os tachos, baixou-se, que nem uma acrobata, e passou os seus seios de mamilos arrebitados dos pés à boca de Astérix. Baixou o tecido rendado de forma a que um deles saltasse, indo colocá-lo na boca daquele que delirava. As lágrimas de Astérix escorriam-lhe, ele estava no céu, mas atado! Ele sentia mais prazer agora do que quando o esgalhava, fantasiando com esta mulher que estava agora de rendas pretas, mas não podia agarrá-la, sentir nas suas mãos aquela carne quente e rija; apetecia-lhe apalpar-lhe as mamas, as pernas, o rabo, sentir a humidade da sua cona nos seus dedos… Teria, assim, que absorver a pele do seu corpo, da forma mais intensa que lhe fosse possível, apenas os pedaços de mulher que lhe eram oferecidos, nos momentos em que a dona do seu corpo tivesse vontade de lhos dar. A sua boca não beijava, a sua boca sorvia o que nela fosse colocado como se fosse o último manjar da sua vida.
Edadepiedrix tirou, de pé, por cima dele, a cuequitas, colocou os seus joelhos ao lado das orelhas de Astérix e desviou o pequeno tecido que tapava uns pelitos ruivos e um buraquinho húmido. Este parecia mesmo o seu último prato, pois Astérix saboreava-o como nunca tinha feito com nenhum outro, Astérix lambia, chupava, enfiava a língua… não queria perder uma migalha e Astérix não era o marido dela, era um jovem que desfrutava, pela primeira vez, duma mulher, mas fazia-o como se fosse o homem mais experiente do mundo. Mme Agecanonix escorria como nunca e suspirava: “Oh!, Agecanonichou, lambe-me também o cu”, e ele lambia-o, ele lambia tudo o que lhe fosse oferecido.
Esta Vénus gaulesa desatou-lhe os punhos, libertou-lhe as mãos que se distribuíram equitativamente por aquilo que ansiavam, a esquerda apertou-lhe a mama direita, o indicador enfiou-se na cona, o polegar no rabo, a boca chupou-lhe o clítoris.
Edadepiedrix baixou o corpo, fazendo com que aquele pau, que não baixava naquela noite, parecia mais o do bissex-confessions, in “ALL NIGHT LONG – Uma noite, duas experiências novas” , se enterrasse na sua cona até ficar bem molhado com os seus líquidos. O seu corpo subia e descia, os seus seios eram acariciados… e quando sentiu que o caralho de Astérix intumescia ainda mais, retirou-o e abocanhou-o, sentindo-o jorrar na sua boca quente, mas este não baixou para delírio da deusa que o chupou ainda mais, que lhe chupou os colhões e que lhe desatou os tornozelos, pondo-se de 4. A visão era brutal, Astérix via um rabo em forma de coração com duas entradas, qual delas a mais deliciosa? Uma já tinha provado, agora era a vez da outra, era a vez de entrar no caminho da libertação, “Aleluia!”, gritavam manás por todo mundo, aquele cu era a dízima de toda a população terrestre.
Edadepiedrix achava estranha a pujança do seu velhinho, mas pensava que tinha tomado dose dupla de Viagrix, aliás o que é que interessava que estivesse diferente ou não, o que interessava é que, uiii!, estava a entrar tão bem, a dor inicial misturava-se com a tesão, uiii!!!, não era tesão, era prazer mesmo, OOOOOOOOOOO!!!!!!!, era bom… era um vai-e-vem muito bom e os dedos que lhe apertavam o clítoris… huuuuuuuuummmmmmmmm… era mesmo muito bom, Oh!, mais depressa, chéri, força, força, oh, j’arrive, j’arrive, J’ARRIVE, nunca hei-de perceber porque é que os portugueses, com o orgasmo vêm-se, e os franceses chegam.
Desta vez, e por razões óbvias, o nosso rapaz aguentou-se bem e deu tempo à gauloise para se vir/chegar.
Recompostos, Astérix quis recomeçar nova viagem, nova partida, o carrocel vai reiniciar a sua volta, comprem já o bilhete… Porém, Edadepiedrix disse-lhe que não: “Agecanonichou, mon petit gamin, amanhã tem as pratas todas para dar brilho, faça favor de descansar” e Astérix deitou-se quietinho, mas não dormiu, deixou que aquele pedaço de mau caminho adormecesse para esgalhar ainda outra, olhando para as suas mamocas e saiu, devagarinho, pela janela, minutos antes do galo cantar.
No dia seguinte, Edadepiedrix, tão parecida com a actriz Adriana Karembeu, levou Agecanonix a casa de Panoramix, convencida que ele começava a sofrer da doença Alzeimarococix.

Finis

Beijos chegados.


Post Scrimptum: Só uma das imagens não foi retirada da INTERNET.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

ESTES ROMANOS SÃO LOUCOS!


Alea jacta est

Chegados da Grécia onde tinham ajudado Tragicomix a ganhar os Jogos Olímpicos para poder papar a linda princesa grega, Astérix e Obélix tiveram o seu usual banquete vigiado pelo amordaçado Cocofonix, o bardo, que canta mal como o caralho da sua avó.
Os javalis eram muitos, a alegria também… a alegria de alguns, porque Obélix, dessa vez, limitou-se a comer, e devagarinho, um único suíno despicado. Obélix tinha saudades de Falbala e tendo tinha visto Tragicomix com a princesa helénica, então ainda ficou pior. A sua amada estava ausente, partira com Apaixonadix para Lutetia, Paris para os leigos.

Dias e dias de tristeza onde nem as rochas tiveram o prazer de ser moldadas em menires, calhaus de grande estudo posterior, levaram Astérix, cansado de tentar animar o seu melhor amigo, a implorar a Panoramix, o druida, que alguma coisa fizesse para que o seu amigo recuperasse a alegria que parecia perdida. O druida, que só não perdia o medo de que o céu lhe caísse em cima, aliás como todos os habitantes da sua aldeia, procurou o seu bisavô e roubou-lhe pó de pedaço de unha de unicórnio gay, roubou-lho porque não esteve para enigmas, e com isso fez uma poção que, ao juntar-lhe um cabelo perdido da mulher que tirava Obélix da vida, criou uma nova Falbala. Poção essa roubada posteriormente pela autora de Harry Potter.

Uma história foi inventada: o regresso de Falbala devia-se à sua separação de Apaixonadix, que afinal era impotente.

Obélix, ao ver o seu amor chegar, revirou os olhos para cima: “Oh! Fálbáláááá´, Oh! Oh!...” e pôs as mãos atrás das costas, que é como quem diz à frente, mas a língua portuguesa tem destas imprecisões, aliás tudo se parece com o seu dono e uma língua tão complicada só podia vir dum povo que complica, que burrocratiza, e virou os olhos para os pés, corando. Falbala beijou-lhe a testa e disse-lhe que tinha saudades suas, o que ainda o fez corar mais, tanto que pegou no Ideiafix e foi para casa, esquecendo-se de estrangular javalis para o jantar.

No dia seguinte, bem cedo, voltou às rochas, não dando nenhum murro em nenhum romano com quem se tinha cruzado, facto que os deixou tão atónitos que correram a informar o chefe do batalhão a que pertenciam que a aldeia dos malucos tinha perdido a poção mágica. Esculpiu o seu mais belo menir, colocou-lhe um grande laço e prantou-o à porta de Falbala que, quando saiu para comprar leitinho, teve uma bela surpresa, surpresa essa que lhe pespegou uma grande ideia na cabeça: convidar Obélix para jantar.

Obélix, ao receber o convite, lido por Astérix, ficou fora de si, começando a andar à roda que nem o seu cãozinho quando tentava apanhar o rabo. Louco como estava, tomou um grande banho com pétalas de rosa imersas na água, fez a barba que já tinha 3 dias, aparou os pêlos dos colhões, vestiu as suas melhores calças listadas e ainda foi apanhar as mais belas e perfumadas flores da floresta para oferecer a Falbala.

O jantar era composto duma entrada de tostas cobertas de patê de javali, um prato de javali recheado de frutos silvestres e uma sobremesa de leite (de javali fêmea) creme queimado com unhas de javali, acompanhado de um vinho suave, mas perfumado com gotas afrodisíacas elaboradas pelo nosso druida.

Falbala tinha um vestido justo que lhe fazia sobressair os seios até ao início dos mamilos e uma racha até à anca esquerda, por cima duma lingerie vermelha, de muito pouco e fino tecido.

A casa estava perfumada com velas e essa era a única luz que a iluminava e que a aquecia bastante.

As primeiras palavras de Obélix, ao entrar na casa de Falbala, foram (visualizar Gerard Dépardieu ao ver Falbala desaparecer em bolas de sabão, no filme “Astérix e Obelix contra César”): “Oh! Fálbáláááá´, Oh! Oh!...” Só que desta vez ela não se dissipou. Ah! pois não…

Esta Falbala, que nunca conheceu Apaixonadix, sabia-a toda e começou por ser ela a pôr o patê nas tostas e a colocá-las na boca de Obélix, chupando os dedos seguidamente, com um ar ingénuo e, ao mesmo tempo, sensual e provocador.
Trinchou o javali muito debruçada, de forma a que Obélix não precisasse muito de puxar pela imaginação para saber como eram os seus seios.
Comeu o leite creme com os dedos, dando-os, de vez em quando, a Obélix para os chupar também.

O ingénuo do Obélix falava devagar, mas quase ininterruptamente, tal era o nervosismo, com algumas paragens lógicas. Não conversava, contava histórias hilariantes, entrecortadas com poemas de amor que compunha de improviso:
“Oh! Falbalá, se visses um romano que eu sentei num ramo duma árvore e lhe fiz adeus; ele começou a rir contente por não o ter esmurrado e eu, então, arranquei a árvore onde ele estava e lancei-a ao ar, mas ele caiu entretanto e continuou rindo por ter tido a sorte de não ter sido ejectado também, riu até que a árvore caiu com o tronco em cima dele e, olha, deixei de vê-lo.” Falbala riu até às lágrimas, provocando-lhe os versos:
“Oh! Fálbálá, se eu fosse uma lágrima tua
nunca choraria para não te perder.”

Mas a sobremesa chupada a dedo fez com que Obélix corasse por um motivo diferente e o facto de ter caído dentro do caldeirão da poção mágica, que tornava a aldeia gaulesa em que vivia invencível perante os doidos dos romanos, teve outra consequência que só é revelada neste preciso momento: a sua erecção era uma tesão de poção, oh! se era! E Falbala apercebeu-se bem disso quando lhe foi limpar um pingo de leite creme caído sobre as calças: “Oh! Obélix!, Oh!, Oh!…” - suspirou ela.

A noite acabou por assustar os aldeões que tentavam perceber se era o céu que lhes caía em cima se os romanos que chegavam aos milhares para os conquistar; só Astérix e o Panoramix sabiam o que realmente se passava.

Obélix acabou por se levantar e agarrar Falbala pela cintura como a um menir, beijando-lhe a boca doce, como sempre sonhara. Os pés de Falbala perderam o chão e, sentindo-se levitar, agarrou-se ao candeeiro de tecto, expondo a lingerie de baixo ao homem que lhe colocou as pernas sobre os seus ombros, lhe desviou as cuecas e lhe sorveu o sexo como devorava um javali em tempos de vitória aos romanos. Fê-la largar o candeeiro e sentar-se no seu sexus virilis, agarrando-lhe as ancas e lambendo-lhe os seios como fazia aos seus dedos quando o javali terminava e ele ainda tinha vontade de mais. Pô-la de quatro, com a cabeça no chão e o rabo bem arrebitado (como se pode aprender no blog Entre Palavras) e besuntou-a de leite creme, saboreando-a seguidamente, chupando-a outra vez, chupando-lhe o sexo húmido e doce até sentir que ela se vinha, retirando a boca e espetando-lhe de novo o pau.

Obélix está louco de amor, de paixão, de tesão, o seu caralho (por acaso quer dizer o cesto em cima do mastro onde está o vigia do barco) parece o mastro dos barcos dos piratas que fogem sempre que o vêem, a sua respiração provoca sons de trovoada, parece que o céu vai cair…
Falbala sente-se a escorrer, todos os seus poros descarregam uma energia que dava para voltar a queimar o leite creme, está prestes a vir-se, a sua boca baba-se ao mesmo tempo que grita frases desconexas…
Ideiafix está à porta a uivar de ciúmes, o seu dono trocou-o por uma mulher que dá mais ao rabo que ele próprio.

A aldeia não dorme, Matasétix, o chefe da aldeia, é transportado sobre o seu escudo até junto de Panoramix. Sim, os romanos acreditaram que estes gauleses tinham perdido a sua poção e guarnições de legionários caminhavam para a aldeia.
Os romanos estavam perto dos portões. Preparavam-se para rebentá-los.

O druida ria-se do receio de Matasétix, não acreditava na invasão de romanos que, realmente, se aproximava.
“Por Tutatis, milhares de romanos vêm aí!”

Astérix também tinha sido incomodado por Veteranix, o ancião, e pela sua jovem mulher, que o avisavam dos romanos. Também ele se ria e mais ainda pensando que Panoramix também poderia duplicar a boazona do velho…

BUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!
Os romanos tentavam rebentar os portões com grandes troncos de árvores.

BUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!
Os romanos, vindos dos campos fortificados de Babácomrum, Aquarium, Laudanum e Factotum rebentavam a entrada da aldeia. Os romanos entravam na aldeia gaulesa.

YUUUUUUUUUUUUPPPPPPPPPPPPPPPIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!
Obélix tem o seu primeiro orgasmo com uma mulher, não com uma mulher qualquer, mas com a mulher da sua vida.

O som já não chega aos ouvidos de Panaromix e de Astérix do lado da casa de Falbala. Chega, realmente, do lado das portas da aldeia.

Ideiafix ladra de forma assustadora, despertando Obélix que caíra, exausto, sobre Falbala, fazendo-a desmaiar.

Os romanos, tendo surpreendido os gauleses pela calada da noite e sem poção, tornam-nos seus prisioneiros, inclusive Astérix que não tinha tido tempo para se aperceber do que se passara, inclusive o nosso druida, vencedor de todos os concursos de feitiçaria, promovidos pela Lua Feiticeira.

Obélix sai de casa de Falbala para ver o que se passa com o seu cãozinho e vê magotes de romanos levando, amarrados, os seus amigos. Vê Astérix que tem a boca amordaçada e olhos muito abertos.
Obélix fica chateado. Obélix não queria que alguém o incomodasse nessa noite. “Estes romanos são loucos!” Obélix esmurra os que prendem Astérix, tira-lhe a mordaça e este diz-lhe para que salve o druida.
Obélix não precisa do druida, ninguém precisa de poção mágica. Obélix está mesmo zangado. Obélix entra numa cena de pancadaria, a segunda coisa melhor que foder Falbala, e salva toda a aldeia.

Os soldados romanos pedem a reforma antecipada.
Oscula Lunae

terça-feira, fevereiro 05, 2008

O FINAL DO REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON


Luky Luke pega no cão, que está cheio que nem um abade, e coloca-o em cima de Jolly Jumper e os três dirigem-se para o novo Sallon. Param, entretanto, e o cowboy avisa o Xerife local da presença dos Dalton, em Nothing Gulch. Este fica chocado e com vontade de partir em sua busca, mas Luky Luke trava-o e apresenta-lhe o seu plano. Teriam que fechar o Banco, colocar alguns guardas escondidos, mas de forma a guardá-lo, outros guardas ficariam perto do moinho velho, na clareira da floresta, na orla da cidade, onde se encontrava Ma Dalton e outros, nomeadamente o Xerife, segui-lo-iam e só quando ouvissem quatro tiros, entrariam no Sallon, caso os Dalton ainda aí se encontrassem, e, então, prendê-los-iam. E assim foi.

Luky Luke, perto do Sallon, desceu do seu cavalo e, de rompante nele entrou. Aí, deparou-se com esta cena:

À volta duma mesa encontravam-se os 4 irmãos, intervalados pelas 4 garinas, em animada cavaqueira, comendo e bebendo, como há muito não o faziam. Ao ver o seu pior inimigo entrar, levantaram-se, tão de repente, que deixaram cair as cadeiras onde tinham o rabo e sacaram das pistolas, porém, em vão, como de todas as vezes em que tentaram enfrentar o cowboy mais rápido do Oeste, pois com 4 tiros certeiros, este fez com que as suas pistolas voassem, ficando os marmanjos de braços no ar e Joe Dalton a ripostar †‡Ω♀♂☻#„ (não repito porque isto é argumento de Banda Desenhada). O Xerife e o resto dos agentes da Polícia entram e levam-nos algemados, mas Luky Luke, o nosso herói, fica.

Fica e sobe ao quarto mais alto, não ao da princesa guardada pelo dragão, mas àquele para onde vão também Ágata, a que tinha chumbado na Prova Oral feita pelo irmão Joe; Annie Oakley, aquela que só por se despir fazia com que Willian pfffuuuu; Mary, a que tinha tido o primeiro orgasmo com a pila circuncisada de Jack; Katie, a que tinha tirado os 3 ao Averell.

Luky Luke tinha apanhado os Dalton, Luky Luke era mais uma vez um herói. Luky Luke merecia um prémio e, desta vez, tinha tempo para o saborear.

Lá fora Rantamplan descobria a sua sexualidade, afinal sempre era gay e o rabinho do labrador que abanava à sua frente fazia-o esquecer de procurar a cozinha.



Ma Dalton, farta de esperar pelos filhos, sobe para a carroça e grita “Arre cavalos que sou eu que vou assaltar o Banco e espezinhar os anormais dos meus filhos!” Mas falta um parafuso e a carroça despenha-se num barranco. Ma Dalton fica em cima dum rochedo, de rabo para o ar e de saias levantadas. Cuecas não tem, o cheiro que exala é pestilento e atrai uma doninha fedorenta que acaba por enrabá-la.

Luky Luke despe-se, calmamente, pedindo às meninas que façam o mesmo, ensina-lhes a sua canção e em coro, cantam: “I’m a poor lonesome cowboy and a long way from home…”, mas desta vez a história não termina assim.
A noite ainda é uma criança, o cowboy tem muito caminho a desbravar e já está todo nu, todo não, ficaram-lhe calçadas as botas onde estão escondidas as facas de mato, não vá alguma menina ter dificuldade em desapertar o corpete. Luky Luke quer vê-las todas nuas, elas também querem estar todas despidas. Elas estão nuas (este estilo assim de frases curtas não é meu, é da Magnólia, um blog a não perder).
Ágata é a primeira a aproximar-se ou não se estivesse a sentir frustrada, tira-lhe a puta da palhinha da censura da boca e dá-lhe um chocho de línguas misturadas enquanto lhe agarra a pistola que nunca se solta do corpo. Sente-a entesar-se na mão e abocanha-a, de joelhos, com o rabo levemente arrebitado. Mary, que tinha acabado de saber o que era o prazer, achou que teria agora de experimentar outras coisas e é, por isso, que abocanha, também ela, não a pistola de cowboy, mas a cona de Ágata que suspirou que nem uma gata.
Luke Luke nunca tinha visto tal cena, o que lhe valeu é que já se tinha vindo há pouco tempo com a moldava e por isso se aguentou tão bem. Pediu, então, para se deitar e que Ágata se sentasse na sua cara para a poder lamber ele próprio. Mary sentou-se em cima do seu grosso pau e Annie e Katie colocaram-se ao seu lado beijando-se, apalpando-se , lambendo as mamas uma da outra, enquanto as mãos do pistoleiro estimulavam os seus clítoris, os seus dedos entravam nas suas vaginas, sentindo as suas humidades. E elas trocavam, como no jogo das cadeiras. Luky Luke sentia-se que nem Obélix a devorar os seus javalis. Luky Luke já não era rápido, Luky Luke deixou que cada uma se viesse antes do seu último tiro em Nothing Gulch, onde espalhara o seu esperma por cima de todas elas.



Ufffff! Finalmente fim.


Beijos finais.

sábado, fevereiro 02, 2008

IRMÃOS DALTON V


E a saga continua...


Luky Luke dirigiu-se ao velho Sallon, àquele donde lhe tinham sido retirados os 3 ainda em adolescente por uma trintona que agora era uma sexagenária rugosa, não ao novo onde estavam os manos Dalton a foder ou não. O cavalo a quem tinha chegado o cheiro a cio da sua velha amiga égua, deu a volta e foi atracar no estábulo já seu conhecido, aqui esta história pára porque não percebo dessas coisas de bichos.

Luky Luke estranhou o estado degradado e vazio do bar e perguntou à puta velha o que se passava, ao que ela respondeu que tinha sido a concorrência do novo Sallon que a tinha deixado na penúria, nem mesmo a moldava recentemente importada ilegalmente lhe tinha feito alevantar a moral do espaço. Qual moldava? A Chrecea! E apresenta-lhe uma boazona, loura pura, não como a minha alentejanita do post Montepio. Luky Luke esquece, por momentos, os Dalton, pega-lhe na mão e sobe para um dos quartos vagos, a relinchar que nem Jolly Jumper.
Mais rápido que a sombra, ainda estava a moça a desapertar o lacinho do corpete e já ele estava com os pêlos do peito à vista e as calças em baixo, todas retiradas não, porque ainda poderia vir a precisar das pistolas. Ajuda a loura a desapertar os atacadores do corpete, pede-lhe para retirar as colotes e diz-lhe para ir para a cama. Mas como as galinhas apressadas têm pintos carecas e as calças não estavam completamente retiradas, por que Banda Desenhada não é filme onde as roupas saltam sempre com facilidade, desequilibra-se e, armado em acrobata, tenta não cair, cai na mesma, porém para trás e com uma nádega mesmo em cima duma pistola, vai-se lá perceber como. A boazona desata-se a rir e a falar coisas completamente imperceptíveis, mesmo para Luky Luke que é um poliglota ou não soubesse umas palavrinhas em espanhol. O cowboy stressa com a situação, principalmente com as gargalhadas incontroláveis e tenta erguer-se rapidamente, no entanto, em vão. A moldava, vendo que ele está aflito e ela também aflita para pagar a pensão, pára-se-lhe o riso e, em vez de o ajudar a erguer-se, ajoelha-se e começa a mamar-lhe a pistola que não salta do corpo, nem aleija as nádegas do próprio. Luky Luke, primeiramente, acha que ela é maluca, mas como tem um objectivo a cumprir, acaba por considerar que é a melhor medida a adoptar e acaba por gozar o prato, mas quando a coisa começa torta, dificilmente se endireita e não é que, quando ela o engole todo que nem aquelas gajas dos filmes que devem meter uns sprays na garganta para não se engasgarem, os longos cabelos da rapariga se embaraçam nas presilhas e no cinto das calças e ao subir a sua cabecinha, já pensando em lamber a outra, pára-se a meio e não consegue ir até à glande. Tenta avisar que os cabelos não lhe permitiam tirar a boca, mas como estava cheia só emite uns ruídos nasais que Luky Luke identifica, não de dor, mas de tesão, até que estrebucha com os braços e começa a dar-lhe palmadas, mas nem assim o pistoleiro compreende o que se passa. Tudo aquilo lhe dá tanta tusa que acaba por se vir, enchendo-lhe a garganta de esperma, graças a Deus que murcha e que ela, perdendo alguns cabelos, lá retira os lábios, pregando-lhe uns estalos na cara e gritando sabe-se lá o quê, mas gritando tanto que se ouve no estábulo, acelerando Jolly Jumper que acaba por ter um orgasmo precoce para frustação da bicha. Vai, então, direito ao quarto onse ainda se encontra Luky Luke atónito à gritaria e lhe diz:
- Jolly, companheiro, ainda bem que também acabaste, bora lá apanhar os Dalton, que afinal estão noutro Sallon. É pá, esta gaja levou uma oral tal que até ficou apanhada da fala.
Ao descerem ouvem nova berraria, mas da puta velha que tinha encontrado a cozinha vazia de comida.
Rantanplam espera-os à saída, cheio que nem um burro e incapaz de se mover.


Continuará...

Beijos continuados

terça-feira, janeiro 29, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON IV


(... Continuação continuada... )

Averell Dalton continuava virgem, não por ser o mais novo dos irmãos, ter passado grande parte da sua vida quer enjaulado quer assaltando bancos, mas por não ter percebido as oportunidades que lhes tinham sido dadas pelos outros Dalton quando o tinham atirado para um quarto com uma puta.
Desta vez, Averell também não percebera bem porque é que, de repente, se encontrava num quarto com uma rapariga corada e anafada quando deveriam estar a assaltar um Banco, ainda por cima a mamã estava à sua espera. Deste modo, passou a vista pelo quarto todo, olhou para a moça que se encontrava especada à sua frente e perguntou: - “Kóméqui Come Kiki?” que, segundo a bloguista Maria Mercedes, significa “Quando se come aqui?” A moça, julgando ter um garanhão à sua frente, respondeu, prontamente: “Agora mesmo!” e tentou abraçá-lo, sendo logo afastada pelo rapaz que, considerando que não tinha sido explícito, perguntou: - “O que é que há para comer?” Ainda não tendo desemburrado, Katie que nem um trolha trengo e abrutalhado, levantou a saia, pôs a mão direita por cima das colotes, agarrando com alguma força a cona e respondeu: “O que está para comer está aqui, podes saciar-te à vontade que ela não se esgota”.
Averell só não abriu mais os olhos porque lhe começaram a doer e pensando que ela era alguma feiticeira que escondia a comida num local onde nem ao Rantamplan passaria pelas orelhas, tirou-lhe a mão do sítio e baixou-lhe as cuecas, ajoelhando-se para ver melhor. Viu apenas pêlos e o seu cérebro rodou como num filme de desenhos animados, perguntando: “Isto é para comer?” – ao mesmo tempo que puxava alguns, fazendo a jovem dar um grito, afastar-se e… calou-se a tempo! Ia perguntar-lhe se ele era estúpido, porque não tinha conhecido o Marquês de Sade, mas viu os olhos inocentes de Averell, pegou-lhe na mão e questionou-o acerca da sua virgindade, explicando-lhe que as pessoas tinham origem num parafuso e numa porca, mas que ele não se importasse muito com isso porque ela dava umas duchadas na cona e uns saltos e a ranhoca que sairia da pilinha dele havia de descer toda, que ela sabia o que fazia, que ele estivesse descansado, pois ela não lhe daria nenhum filho…
Averell, com tanta conversa, só soube dizer que tinha ficado com mais fome ainda e que não queria ser pai, só queria uma bucha, nem que fossem uns torresmos, que isso ele nunca tinha visto na prisão, a melhor coisa que tinha lá comido tinham sido os bolos da mamã e ainda por cima não tinha visto as lâminas que ela lhes pusera para poderem fugir, não fosse o Rantamplan…. Katie também não percebia muito bem o que aquele jovem tão alto lhe dizia, aliás ela pensara que lhe tinha saído o jogo do bicho quando vira o pão que lhe calhara, o melhor dos irmãos, logo a ela a quem só calhavam camafeus. Não, aquilo não podia ficar assim, afinal ela teria que se gabar perante as colegas e elas só acreditariam no que lhes dissesse se ele saísse de lá com cara de quem se saciara de torresmos. Vai daí que o manda calar e lhe diz que ele iria provar uma coisa melhor que pão com chouriço, só de pensar nisso, lhe caíra a baba a ele a quem tudo dava fome, não a ela que também comia muito, mas um pouco de tudo.
Puxa-o por uma mão e fá-lo sentar-se na cama, despe o que a época lhe permitia e coloca uma mama na boca de Averell, mas apenas dois segundos porque lhe passou logo pela cabeça que o totó se lembrasse que poderia mamar como numa teta de animal irracional, resolveu por isso investir naquilo que a qualquer homem dá tesão, porque preliminares nos homens que não se prendam com o pénis propriamente dito, quem os conhece? Enfim, as mulheres não são diferentes, bem pelo contrário, mas pronto, sobre esse assunto toda a gente sabe mandar bitates. Desabotoou-lhe, então, a braguilha, fez-lhe umas festinhas, pensando que, fossem de que tipo fossem, aí estava um gesto que nunca falhava. Averell começou por sentir aquilo que os homens sentem e sobre isso recuso-me a aventar seja o que for, porque não sei o que sentem os homens.
Quando viu que ele estava bem teso, ajoelhou-se a seus pés e fez-lhe a sua especialidade: uma espanholada com as suas mamas gorduchinhas e estes termos assim servem para que certos bloguistas habitués não se venham queixar que lhes dou tesão com textos dos Dalton (eheheheh!). A meretriz (oh para mim a usar termos técnicos) não quis que o mano “caga no ninho” ou “borras do pote” ou outro regionalismo qualquer se viesse daquele modo. Tinha mesmo prantado na cabeça, farta mais de cabeleira do que de outra coisa, que lhe tiraria os 3, daí que se tenha desviado, que o tenha empurrado para cima da cama, tirado as colotes e que se tenha sentado em cima do seu pau que era a prova viva daquilo que tanta gente faz com os dedos, espetando o indicador e o polegar, ora um para cima ora o outro. Eu, pessoalmente, não acredito nessas merdas, nem nisso, nem no tamanho dos dedos, do nariz… acho que a única coisa que realmente não faz como que as mulheres se enganem (acho que não vale a pena dizer antes da primeira…) é olharem para a braguilha e olharem com atenção para o volume, se a ganga está roçada… Bem, agora, se calhar, não bastará isso, o melhor será pedir-lhes, antes de olharem para o monte de MARTE, que lhes mostrem o Telemóvel… Bem, agora quase que me perdia, a rapariga estava sentada nele, não é? Pois! Cavalgou pouco, porque ele não aguentou muito, além disso ela era pesada e a sua braguilha estava cheia, tinha bebido umas bejecas com o irmão e nem tinha ido ao WC antes de ir para ali. Vocês não sei, mas eu já ouvi esse argumento.

Rantamplan seguia-os, pensando que finalmente iriam almoçar, cruzou-se com uma bela caniche e pensou eh! eh! esta está enganada, o rancho fica do outro lado. O cavalo, reparando na indiferença do cão, relinchou: “paneleirrrrrroo”.

Continua! Vamos lá ver é como.

Beijos venusianos!

sábado, janeiro 26, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON III



(... continuação)




Jack Dalton, aquele que confundíamos com o William, por não ser nem o mais alto nem o mais baixo, vamos agora deixar de fazer tal confusão, não sofria do mal dos irmãos.
Jack era circuncisado, um azar de criança que obrigou a mãe a chamar um bruxo qualquer para lhe cortar o prepúcio. Para já, lidava com as mulheres com tanto à vontade como o Rantamplan com os prisioneiros, tratava as suas conas por tu.
Mal entrou no quarto agarrou a moça pela cintura com toda a sua virilidade, pregando-lhe um beijo na boca que nem um daqueles que víamos no final dos filmes a preto e branco. Enfiou-lhe a língua pela boca adentro e atirou-a para cima da cama. Com um só gesto, ordenou-lhe que não se mexesse e deixou-a a olhar para ele enquanto se despia completamente, começando pelo calçado, não como certos gajos que tiram a roupa toda e ficam de meias brrrrrrrr. Todo nu, descalçou os sapatinhos da menina e beijou-lhe os dedinhos dos pés, felizmente que ela não tinha cócegas. Subiu-lhe as mãos pelas pernas acima, não lhas destapando e, com um savoir-faire de génio, soltou das ligas as meias, retirando-as com muita suavidade. A moça que até aí sabia o que era foder, mas de prazer só tinha visto o dos homens, começou a sentir um certo frisson, sensação que lhe era estranha. Antes de lhe retirar as colotes rendadas, que foi a última peça que lhe despiu, aliás não a despiu completamente, desapertou-lhe o lacinho do corpete e fez deslizar pelas argolinhas todo o fio que lhe apertava o tronco, fazendo saltar uns magníficos seios que beijou e lambeu com toda a doçura, fazendo-lhe arrebitar os mamilos e até provocar uma respiração com uma sonoridadezinha, desta vez não fingida. Colocou-se ao seu lado e, beijando-lhe o pescoço, fez a sua mão quente subir das pernas até ao seu objecto de prazer, massajando-o, primeiramente com muita calma, roçando o clítoris da forma mais suave possível. Beijou-a na boca e pressionou-o um pouco mais, passando-lhe pela cabeça lambê-lo, mas não o fez, só as putas beijam o sexo do homem, estes não colocam a sua boca na entrada do Inferno. Enfiou-lhe um dedo na cona e chupou-lhe um mamilo. Ela estava quente e húmida. Não, foda-se, do Inferno tinha vindo ele, aquilo só podia ser o paraíso, não via guardas prisionais por perto, e acabou por tirar-lhe as cuecas. Primeiro a medo, beijou-lhe a pintelheira; depois, apertou com os lábios o clítoris e chupou-o como se lembrava que as putas já lhe tinham feito ao seu caralho, mas mais devagar, porque lhe parecia uma coisa frágil. Não tirando os lábios, introduziu-lhe dois dedos, a moça impava, Jack acelerava os gestos até que a fez ter o seu primeiro orgasmo, ao fim de tantas fodas. Estava louca a rapariga, parecia que todo o seu corpo descarregava energia, sentia a sua cona a dar choques eléctricos, parecia que o seu corpo não conseguia parar de ter prazer. E foi com Mary neste estado que ele a penetrou com o seu pau lisinho e a fez vir de novo.

Apagou o cigarro, montou-se em Jolly Jumper e foi directo ao Sallon, sem dar qualquer indicação ao cavalo, pois também este conhecia os Dalton como à sua sombra, mais lenta que o seu dono.


Continua...



Beijos húmidos

quarta-feira, janeiro 23, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON II

(Continuação)

Enquanto isso, já não muito longe dali, assobiava um cowboy em cima do seu cavalo, seguido dum estúpido cão.


Joe Dalton, cujo álcool, tal como a ira, lhe subia rapidamente à cabeça, pediu à moça que se ajoelhasse e que subisse o saiote. Queria despachar o assunto duma forma rápida. Porém, em vão, porque a coisa não entesava. Ainda lhe pediu um trabalhinho manual, a moça até era prendada, desde criança que fazia bordados de Bilros…, mas nada. Pediu-lhe um trabalho oral… a mesma coisa: nada. Chumbava sempre. A matéria estava sabida e na ponta da língua, mas nada fazia disparar o ponteiro.

Luky Luke já encontrara a mãe Dalton numa clareira da floresta, nas imediações da cidade; tentava fazer uma fogueira, mas os troncos que apanhara estavam demasiado húmidos, daí a fumarada sem chama. Vendo a azáfama em que se encontrava, o cowboy tirou uns parafusos das rodas da carroça. Para o caso de não apanhar os filhos entretanto, prendê-los-ia naquele local, quando o carro descarrilasse.

No quarto ao lado, William pedira a Annie Oakley que se despisse toda. Ousado, muito ousado o rapaz, pois mulheres completamente nuas era coisa que não se via naquela época. Ela obedeceu e deitou-se languidamente na cama, contorcendo-se como uma enguia a desovar no mar dos Sargaços. Este Dalton, aliás, como os outros, nunca vira uma rapariga tão despida. Só os brincos, os anéis e os colares não lhe permitiam parecer uma Eva. O jovem abriu muito os olhos, fixou muito as mamas que eram bem rijas ou não tivesse a jovem ainda só 22 anos. Arregalou ainda mais os olhos para a pintelheira que lhe pareceu um ouriço, pediu-lhe que abrisse bem as pernas e, qual ginecologista, disparou a vista para o buraquinho…. E, olha, veio-se. Aborrecido pelo derrame súbito do esperma, fez aquilo que faz, realmente, uma mulher gritar, aquilo que faz qualquer uma, hoje em dia, ir aos arames. Não Annie, porque essa já há muito que aprendera que o cliente tem sempre razão: limpou o instrumento aos cortinados, desculpando-se com o facto de ter estado muito tempo na prisão e prometeu-lhe que agora é que seria. Deu umas pancadinhas na pilinha, mandou a moça virar-se ao contrário, mandou-a abrir mais as pernas, mandou-a empinar o cu, mirou-o… e puff… Oh ! Não! Outra vez ?

O pistoleiro mais rápido do Oeste chegou Nothing Gulch. Entrou no banco e não viu agitação alguma, puxou dum cigarro, porque na altura a censura ainda não o tinha substituído por uma palha. Acendeu o cigarro e eu também acenderia agora um, mas não posso porque estou a deixar de fumar e já não há nenhum cá em casa, nem perdido em bolso de casaco algum. Foda-se!

Continua… agora não, que com a história do cigarro stressei.

Beijos sem sabor a tabaco.

terça-feira, janeiro 22, 2008

O Regresso dos irmãos Dalton















Joe..... William.. Jack................ Averell



Recordemos as personagens:

Joe Dalton: mais idoso, mau, pequeno, o maldoso e (teoricamente) inteligente. Frase preferida: "Odeio Lucky Luke!". Odeia também Rantanplan, o cão mais estúpido do mundo.
William Dalton: o segundo em ordem de dimensão. Não tem personalidade, segue, geralmente, os conselhos de Joe. Diz inúmeras vezes: "Acalma-te, Joe!"
Jack Dalton: o terceiro em ordem de dimensão. É igual ao anterior, aliás, eu não os distingo, só quando estão os 4 juntos.
Averell Dalton: o maior e o mais jovem dos Irmãos Daltons. É completamente anormal e estúpido também, embora tenha, às vezes, relâmpagos de génio. É famoso pela sua frase: "Quando é que se come?" Gosta muito do Rantanplan.

Ma Dalton – a mãe dos Irmãos Dalton. Ditadora e criminosa, é a única a quem o Rantanplan obedece.

Lucky Luke – o cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra.



Cá vai a história:

Pela enésima vez, Ma Dalton envia uma lâmina dentro dum bolo para os seus filhinhos que se encontram na prisão, mas desta vez Averell nem parte a « arma », nem parte os dentes, pois tinha dado a Rantanplan o pedacito onde esta se encontrava. O cão, sentindo na língua uma coisa dura, julgou que era um osso e resolveu enterrá-lo. Mal a pousou para poder esgravatar o colchão de palha do Willian, este deu com os olhos nela, agarrou-a e começou aos saltos de alegria.
Engendraram um plano em que feriram um dos guardas… enfim, conseguiram fugir, correram, roubaram cavalos e acabaram na pequena casa de sua mãe que, mal os viu ao longe, pegou no rolo da massa para lhes bater, visto terem demorado tanto tempo a evacuarem-se.
Mas Joe, o irmão inteligente e, tal como a mamã, mau como as cobras, previra a situação, começando logo a gritar, perguntando : « Qual o próximo assalto ? », fazendo-a assim sorrir por dentro, amolecendo um pouco.
Safaram-se do rolo, no entanto, ainda comeram com alguns estalos nas fuças, além de terem tomado banho, não por a mãe achar que eles cheirassem mal, pois por muito pouco que se lavassem, nunca cheirariam pior que ela, cujo último banho tomado tinha sido no funeral do marido, aquele que morrera por ter experimentado uma nova tecnologia na abertura de caixas-fortes, ou seja, há dez anos atrás. Tomaram banho também como castigo, pois Ma Dalton sabia que era a pior coisa que lhes podia fazer, podia ser que assim, da próxima vez que fossem presos, tomassem mais atenção aos bolos que lhes enviasse.
Jantaram.
Dormiram que nem uns porcos.
Tomaram o pequeno-almoço.
Magicaram um estratagema para assaltarem o Banco de Nothing Gulch ; a mãe ficaria na carroça, à entrada da cidade.

Pois, mas o tempo na prisa tinha sido demasiado e por isso resolveram fazer um desvio pelo mais novo Sallon.
Beberam Wisky e escolheram umas miúdas.
Cada um num quarto, cada um com uma beldade.


Continua, é claro.


Beijos rápidos



segunda-feira, janeiro 14, 2008

MONTEPIO (Isto não é publicidade)


Neste último fim-de-semana, fui ver os ENA PÁ 2000, na Festa de Comemoração do segundo aniversário do Cabaret Maxime. Ora, os temas das canções dos ENA PÁ ou dos Irmãos Catita, tanto faz, recordaram-me um poema barroco que aqui vos deixo para que compreendam onde me inspirei para mais um dos meus textos que, tal como os outros, trata de futilidades, assim como os escritores dos séculos XVII, XVIII. E, obviamente, não vou deixar aqui nenhuma reflexão sobre o fútil do Barroco, nem sobre o espectáculo a que assisti.

Encontrei esta quadra barroca, assim como a sua introdução, num Dicionário de Termos Literários como ilustração da poesia barroca.


John Donne, notando que a sua amada se dispunha a matar uma pulga que tinha sugado sangue dele e dela, escreveu:

Pára, e 3 vidas poupa nessa pulga,
Em que quase mais somos que casados.
Pulga que és tu, mais eu, e nosso leito
De amor, também, e o Templo onde casámos.

É um mimo, não é?
Pois aqui vai este mesmo argumento tratado no Século XXI, em Portugal, e a duas vozes. Leva também introdução, pois então.

Ela era loura ou porque o teu tetravô fora um soldado das invasões napoleónicas que, ao passar pelo Alentejo, violara a sua tetravó (1), ou então tinha os cabelos dessa cor por obra da Graciete, a cabeleireira emigrante lá da terra.
Ele era um cabo-verdiano já nascido no Alentejo por causa das obras da Barragem do Alqueva.
Aproveitaram uma excursão de velhos e foram até Lisboa, viram os Jerónimos, o CCB e não quiseram ir almoçar à Casa do Alentejo, a fome apertava, ficaram-se pelo MacDonald de Belém.

Ele: - Marilu…
Ela: - Não, não te deixo ir-me ao cu, porque tou de caganêra, além disso, chamo-me Joana.
Ele: - Então, Joana, agarra-m’a banana.
Ela: - Agora não, vou comer o meu hamburger com ketchupi.
Ele: - Queres kê te chupi? Garganêra…
Ela: - Ah! Punheta, que me picou uma pulga.
Ele: - Tamém a mim. Sabes o que significa isso na terra dos mês pais?
Ela: - Nã, diz lá!
Ele: - Que vais ter d’ajoelhar.
Ela: - Mas aqui? O chão tá todo cágado.
Ele: - Não, porra, em casa.
Ela: - Adonde? Na tua ou na minha?



(1) Acho que já vi qualquer coisa assim num livro do Saramago, deixo a nota para que não me acusem de plágio.

Bêjos mordidos

quinta-feira, janeiro 10, 2008

HARRY POTTER E O PODER DO PAU


Apesar de Harry Potter ter destruído Aquele de Quem Nós Sabemos quando tinha 18 anos, um dos seus fanáticos seguidores conseguiu dar-lhe, de novo, o sopro da vida. Aliás, Voldemor já tinha morrido quando matara os pais de Harry Potter e, frustradamente, o tinha tentado assassinar. Também, nessa altura, com paciência dalguns dos seus fãs, ele recuperara o seu corpo.
Entre esse dia fatídico em que, por sorte, o nosso jovem feiticeiro, numa batalha terrível, tinha vencido o chefe daqueles que defendiam a Magia Negra e o dia de hoje nunca mais se tinha ouvido falar do feiticeiro mau.
Hoje, Harry Potter tem 30 anos, mas não acredita que aquele que tinha morto os seus pais tivesse realmente desaparecido da Terra, mesmo tendo visto com os seus próprios olhos o seu corpo feito em pedaços e mesmo tendo visto enterrar esses pedaços numa cova com 200 metros de profundidade.

Hoje, Harry Potter é o director de Hogwarts e tenta seguir as pisadas do seu ídolo Dumbledore, considerado por muitos o maior feiticeiro de todos os tempos, detentor da Ordem de Merlin e que tudo fizera para o defender e que tantos bons conselhos lhe dera.

Hoje, Harry Potter está casado com Cho Chang por quem se apaixonara ainda em adolescente e que conhecera na Escola de Feiticeiros.

Voldemort sempre tivera fãs que dariam a sua própria vida por ele e muitos se tinham infiltrado na Escola de Feiticeiros e mesmo no Ministério, falsificando diplomas, qual Sócrates.
Voldemort morreu numa explosão provocada pela varinha de Harry Potter e o seu corpo destruído em ínfimos bocados que tinham sido recolhidos e enterrados. Todos os pedaços? Não, ficara nas mãos de Snape, o professor mais detestado em Hogwarts, defendido até por Dumbledore, porque a todos conseguia enganar, um bocadinho de orelha e foi com esses gramas de carne e com muita paciência que este professor tinha conseguido reconstruir, durante 12 anos, o grande inimigo de Harry, qual Spelberg os dinossauros, em “O Parque Jurássico”.

Hoje, Harry está na casa que herdara do seu padrinho, é domingo, e está sentado no seu escritório a rever, em memória, os murmúrios e os sons que sua esposa tinha emitido enquanto fizeram amor nessa manhã. Tinha a sensação que não a satisfizera, de toda a forma, estava aborrecido, não sabia o que se passava, mas não conseguia estar feliz e, contudo, não conseguia perceber porquê. Ultimamente ou pensava nos pais que não chegara a conhecer ou tinha saudades de Dumbledore ou, melhor, parecia-lhe que algo não estava bem, mas não sabia o quê.
Sentado à secretária e aborrecido de morte, não se lembrava de nada que lhe apetecesse fazer e, no entanto, tinha muitos trabalhos para terminar. Cho tinha saído, ela também se sentia mal ao ver o estado melancólico em que andava o seu marido e, dando uma desculpa qualquer, tinha ido ter com Hermione para desabafar.
Assim, lembrou-se de subir o manto e de colocar o pau de fora – será que era o seu tamanho que não satisfazia a Cho e que era por sentir que ela não ficava satisfeita que ele andava tão macambúzio? Passou-lhe, então, pela cabeça algo que nunca vira fazer, nem mesmo enquanto jovem, nem nunca ouvira falar que algum feiticeiro o tivesse feito: tocou com a varinha na glande e pronunciou “crescere” e sharããã o seu pénis tinha crescido 5 centímetros, além de ter engrossado também. Harry rira com a situação como há muito não lhe acontecia. “Descobri uma coisa melhor que a pedra filosofal, deixa ver se o sei pôr no lugar.” – pensou Harry e pegou, de novo, na varinha e dizendo “rectus” voltou a pôr o pau no seu estado natural. Contente com a descoberta, voltou a fazê-lo crescer mais 5 centímetros e mais 5 e mais 10 e mais 10… e quando ele estava perto da boca, provou-o, mas não gostou, tivera a sensação que traía desse modo a mulher que tanto amava. Mas continuou a fazê-lo crescer e engrossar e já ultrapassava o seu cabelo espetado quando alguém entrara no escritório.
Envergonhado e deveras surpreendido, Harry desviou o caralho para ver quem entrara, tendo tido um choque tão violento que nem precisara da varinha, pois o seu sexo murchara, indo primeiro cair sobre a mão de quem entrara, só depois voltando ao seu lugar de 16 centímetros. A mão, sobre a qual batera durante a queda, empunhava uma varinha mágica e também esta caíra - pelo embate do caralho ou pelo choque do seu proprietário que nunca esperara encontrar Harry Potter com tal instrumento. Harry, num segundo, percebeu o que se passava e reagiu rapidamente, até porque já tinha a sua poderosa varinha, feita de pêlo de unicórnio, em mão e, por isso, emitiu com ela o feitiço “mortens”, matando, pela segunda vez, Voldemort.
Beijos bem enfeitiçados

terça-feira, janeiro 08, 2008

FERNANDO E SARA DE NOVO (Fim do CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO)

A três de Janeiro de 2007, passada a ressaca, o Tó foi ao café e encontrou o seu amigo Carlos, a quem desejou um Feliz Ano Novo e a quem não resistiu…
- Carlos, tu, para mim, és o meu melhor amigo, confio em ti como na minha mãe, tenho a certeza que me vais ouvir com atenção e não contar a NINGUÉM o que te vou revelar…
- Tó, que é isso? Até parece que vais dizer que és paneleiro, que conversa de mariconso…
- Foda-se, Carlos, eu aqui a dizer que és meu amigo e tu a chamares-me larilas. N’é nada disso.
- Ah! Bom, tou mais aliviado, então conta lá e depressa que tou todo curioso. E o Tó lá contou que o Fernando tinha dado uma queca na Sara e que, de manhã, a tinha visto vomitar e que tinha acreditado que ela tinha engravidado dele nessa mesma noite.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHHH
Ainda nessa mesma noite, já o Tó tinha ido para casa, ia o Carlos a caminho da sua quando encontra o Miguel:
- Ah ganda Miguel, um Bom Ano pra ti…
- Eh! pá Carlos, tás muito bem disposto, olha que já é a segunda vez hoje que me desejas Bom Ano, que é que se passa?
- Shiiiii, sabes lá o que ouvi…
- Atira!
- Mas não contas a ninguém, tás a ouvir?
- Amanda lá essa merda, meu.
- O.K. Lembras-te do Nando?
- Sei, um gajo muita mal encarado.
- Esse mesmo. Vê lá que mamou uma gaja podre de boa e, de manhã, ela disse-lhe que estava grávida dele e o gajo comeu.
- Da-se…. Gaja fodida!
…..
Passados dois dias, o Miguel encontrou o irmão do Fernando, o Zé.
- Olá, Zé, tás todo feliz, n’é, meu?
- Porquê?
- Então, o teu irmão não engravidou uma boazona?
- Quê? Tás parvo ou quê? O meu irmão nem camafeus come quanto mais gajas boas.
- Tou-te a dizer, meu, foi o Carlos que me disse, acho que só a papou uma vez e ela emprenhou logo. O Zé nem respondeu, arrancou logo para casa para tirar a coisa a limpo. Quando chegou, encontrou o irmão a ver o “Viv’ó Gordo” e atirou-lhe logo:
- Então, parabéns!
- Parabéns? Só faço anos p’ó mês que vem.
- Ah!, claro, devo ser o último a saber como o cornudo e ainda te metes com merdas.
- Bem, vê lá se queres que diga à mãe que andas a fumar coisas maradadas.
- Foda-se, meu, abre essa boca, pá, já me contaram, já sei tudo, infelizmente só não o soube pela boca do meu maninho querido…. (ironia)
- Que foi? Que é que te tá a dar? O que é que eu não te disse? Que é que os outros te disseram?
- (a gritar) QUE VOU SER TIO! QUE VAIS SER PAI!
- Que merda de conversa é essa? Quem é que inventou essa treta?
- Contou-me o Miguel, que lhe tinha dito o Carlos, acho que a mãe é uma boazona que só papaste uma vez?
- A avó????
- Comeste a nossa avó? Estás a dizer que a nossa avó é boazona? MÃÃÃÃÃE, interna-me este gajo!
- Cala-te, cabrão, qual a nossa avó, uma gaja que já é avó, mas que é podre de boa.
- Ãhhh???
- Não pode ser, isso é peta, quem é que contou isso ao Carlos?
- Sei lá.
- Telefona a perguntar. Achas bem que o teu irmão seja difamado dessa forma?
- Uiiii, tás a falar caro. OK, OK, vou tirar tudo a limpo.
Telefonemas para cá, telefonemas para lá, acabaram por saber que tinha sido a Diana, a amiga da Sara, que tinha contado ao Tó. O Fernando nem quis saber de mais nada, como não tinha ficado com o telefone da rapariga, arrancou para a casa da Sara, pontapeando o irmão que teimava em querer acompanhá-lo.
Chega a casa da Sara, toca à campainha, cora e espera que ela não abra, porque afinal nem tinha tido tempo de preparar o discurso. A Sara abre a porta, só de roupão e simula um grande espanto, simula porque a amiga já a tinha posto ao corrente da mentira que inventara:
- Tu aqui? Já vomitaste tudo?
- EH! pá, também não precisas de ser tão grosseira comigo.
- Vá, entra lá e diz o que queres.
O Fernando entra, vai direito à sala e fica de pé, não consegue sentar-se, tais sãos os nervos em que se encontra. E a Sara:
- Desembucha, meu, tou à espera.
- Bem, isto é embaraçoso, tenho a certeza que é mentira, mas achei que to havia de dizer, pois acho que também não gostarias de saber que andam a dizer mentiras sobre ti.
- Mentiras???
- Sim, mentiras!
- Quais? Despacha-te, rapaz.
- Andam a dizer que te engravidei. Não esquecer que Sara já esperava que isto acontecesse, logo a sua resposta foi:
- Não, meu caro amigo, não são mentiras, é a pura realidade. Engravidaste-me, sim senhor.
- Impossível, lembro-me perfeitamente que usei preservativo.
-Pois, e eu também me lembro de como estava o chão onde ele estava, todo cagádo da tua nhenha. O lindo preservativo que deves ter comprado há um século atrás nalguma loja dos chineses estava roto.
- Loja dos chineses não, há muito tempo…. Não, isso é impossível, queres-me enganar, provavelmente estás grávida de outro e agora queres fazer-me passar por otário.
- Ah! sim, meu otário, então porque nunca to contei?
- Sei lá, conta-me tu.
- Porque não queria ter um filho dum pai como tu que me deste uma queca, vomitaste-me a casa e basaste para nunca mais dares notícias.
- Desculpa, nunca me passou pela cabeça que me quisesses voltar a ver…
- E não queria e, olha, está descansado, porque há 15 dias atrás caí nas escadas e abortei e agora esquece-me para sempre, Ok? Ritaaaaa (chama a amiga que estava no quarto) Aqui tens a Rita, como vês dei em fufa. Adeusinho….
Fim

Bem, esqueçam este final que está uma treta, espero, contudo, que não me peçam para voltar a pegar na história até porque tenho uma na cabeça que mete o Harry Potter…
Beijos enfeitiçados

sábado, dezembro 29, 2007

Diana, Tó e Festa de Passagem de Ano (Conto Erótico, mas ao Contrário IV)

(Qualquer semelhança entre esta imagem e o texto é pura coincidência)


Sinceramente, sempre pensei que o Conto Erótico, Mas ao Contrário III encerrava a história, mas como vários bloguistas me deixaram comentários à espera da continuação, cá vai:

Coincidência das coincidências, na passagem de 2006 para 2007, Tó, o amigo do cromanhon, do Fernando, Nando para os amigos, encontrou-se na mesma festa com a Diana, a amiga da Sara. Devem lembrar-se que as fatídicas quecas tinham sido em noite de Inverno e que o Fernando não tinha chegado a contar ao Tó que tinha vomitado os próprios sapatos, aquando lhe relatava que tinha dormido com a Sara, a boazona, amiga da colega. Pois, pouco mais dum mês se passou e eis que o Tó e a Diana, agora mais amiga das mulheres, se encontram no mesmo réveillon.
Tó, mal lhe pôs os olhos em cima, pensou que se havia de pôr todo ele em cima dela e depois pensou que havia de lhe sacar a história que o Nando não tinha chegado a terminar, aquele panasca… Por esta ordem ou por outra que isso agora não é importante. Aproximou-se da Diana e logo após tê-la cumprimentado, armou-se em gracioso, tinha lido na revista Max Men que as mulheres gostavam de homens com humor, só não tinha percebido é que gostam de humor natural, não forçado, não de homens que se armam em engraçadinhos, mas adiante. Perguntou-lhe logo se o pai dela era Pato Bravo. Perante o estado atónito e a resposta negativa, além dum “Porquê?” com muito espanto, respondeu-lhe: “Ora, porque o teu rabo é uma obra”. Diana fez a cara que imaginam, virou-lhe as costas e ai! Que os gajos da revista já me enganaram, pensou o Tó e foi atrás dela, a dizer que estava a brincar, que não se ofendesse, que era noite de festa e que, realmente, achava que ela tinha um corpo lindo, não só o rabo, as mamas também, desculpa, desculpa, já disse merda outra vez e engasganço atrás de engasganço, a Diana escapuliu-se para o WC.
Mas o Tó era persistente e se já concluíra que não iria para a cama com a febra, ainda tinha esperanças de vir a saber o final do Fernando e da Sara. Pegou em dois copos de whisky, porque o champanhe ainda não tinha sido aberto e foi prostrar-se à porta casa de banho das mulheres. Quando Diana saiu, fez olhos de carneiro mal morto e ofereceu-lhe um dos copos, pedindo de novo desculpa e dizendo que tinha que lhe perguntar uma coisa, uma cusquice. Diana, sem vontade de continuar a falar com o marmanjo, achou que o iria ouvir e que, se ele estava realmente armado em cusco, então ela só teria de inventar alguma porcaria e vingar-se da indelicadeza. Tó, na sua inocência, contou-lhe tim tim por tim toda a conversa que tinha tido com o Fernando. Diana ficou impressionada com o facto de se aperceber que os homens afinal gostam mais de bisbilhotices que a s mulheres, não se espantou, está claro, com o facto do outro de ter gabado com o amigo dos seus dotes de garanhão. Esteve quase para contar a verdade, que a amiga tinha vomitado quando viu que tinha dormido com tal Tony Ramos, mas em versão filme de terror e que o outro tinha feito o mesmo, não pela mesma razão, obviamente, mas não resistiu e tornou a história ainda mais interessante:
- Bem, eu vou-te contar, mas prometes que não contas a ninguém, e olha que só o faço porque sei que és muito amigo do Fernando, por isso tenho a certeza que não farás nada contra ele.
- Claro, a minha boca é um túmulo.
- Ah, não sei, tenho medo que contes a alguém…
- Não conto a ninguém, juro.
- Mas olha que nem ao Nando deves contar, olha que ele pode ficar magoado…
- Pela minha saúde, confia em mim.
- Bem, é que… (Diana fazia que hesitava para dar mais veracidade à história) a Sara estava grávida…
- Quê???!!!!
- Então, queres saber ou não?
O Tó lembrou-se logo que tinha sido por causa das suas interrupções que o Nando não tinha contado tudo e resolveu não abrir mais a boca.
- Bem, como ia dizendo, a Sara estava grávida e por isso teve aquele vómito matinal; o Fernando viu-a vomitar e quis ajudá-la, ela não quis, disse que não era nada, o Fernando insistiu, insistiu, quis saber se era por causa dos copos, a Sara disse que não: o Fernando então quis saber porquê e olha, tanto insistiu que ela acabou por lhe dizer a verdade… e o pior (dá uma grande gargalhada) o Fernando perguntou logo se o filho era dele. Imagina tu que o otário dá uma queca à Sara e acha que ela nessa manhã já está a vomitar por ter engravidado dele.
- Que bronco…


Desejo que o próximo ano seja melhor que este e que os broncos deste e doutros países comecem a escassear… é pedir demais, já sei, o Aladino também não me quis realizar esse desejo, por isso atirei a lamparina fora.
Continua

Beij08s
da Feiticeira

sábado, dezembro 22, 2007

NATAL

Não vou escrever sobre aquilo que todos conhecem, nem sequer uma pequena alusão àquilo que vos está a passar pela cabeça…

Desejo apenas que todos engordem para que uns não se fiquem a rir dos outros EH EH.


E, obviamente, desejo a todos quantos passem pelo blog que se divirtam e que passem um Bom Natal, com ou sem presentes, mas com quem mais o desejem passar, se possível….

Beijos natalícios

Lua Feiticeira

terça-feira, dezembro 18, 2007

O MONSTRENGO (CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO III)


Para quem leu o “Conto Erótico, Mas ao Contrário” e “A História da Diana e da Margarida”, terá agora uma outra perspectiva do que aconteceu na fatídica noite do vómito no sapato, a visão do Monstrengo. Este Mostrengo chama-se Fernando, feio como é, fode só de vez em quando e, no domingo à noite, quando foi ao café, encontrou o seu grande amigo Tó, eu sei que tó é porco, mas aqui temos o diminutivo de António. Após os cumprimentos habituais e as tretas de circunstâncias, reproduzo aqui, na íntegra, o diálogo para que vejam bem o que ficou na memória deste homem.

Cá vai:

FERNANDO (O MONTRENGO): É pá, Tó, lembras-te da minha colega Diana, aquela boazona que tu querias comer, mas que eu te disse que era fruta demais para a tua camioneta…
: Foda-se… Então não… dizes essa merda, mas até vais morder os sapatos quando eu a comer…
FERNANDO: Porra, caralho, nem me fales em sapatos…
: ….. (só abriu os olhos)
FERNANDO: A Diana tem uma amiga podre de boa, não me lembro muito bem do nome, mas sei que tem a ver com floresta… ou… deserto…
: Bem, tu e os nomes… se calhar chama-se Sara.
FERNANDO: É isso mesmo, chama-se Sara. Bem, então foi assim: saí ontem com o Bidon, lembras-te dele? Aquele que…
: Eu sei, eu sei, até já sei que foram para as Docas, eu vi-o hoje, disse-me que andavas lá a bater coro a uma gaja e que te foste embora sem dizer água vai… o gajo tava todo fodido contigo, teve que ir de Táxi para Oeiras, pagou um balúrdio..
FERNANDO: Shiiii, caralho, esqueci-me do gajo completamente, mas adiante, fui com a gaja para a casa dela
:…. (abre os olhos muito de novo e a boca também).
FERNANDO: Eh pá, não me olhes assim, eu sei que não sou bonito, mas tenho um bom paleio para as mulheres , cala-te lá e deixa-me contar a história.
: Conta, conta, que sou todo ouvidos.
FERNANDO: Bem, só te digo que ela é mesmo boa, estava a arder que nem…
: Estava com os copos, aposto.
FERNANDO: Lá tás tu com o teu mau feitio, isso não interessa para nada, o que eu sei é que ela chupa bem como o caralho, estive a fodê-la a noite inteira, ela até gritava… (há quem chame a noite inteira a um orgasmo precoce, digo eu)
: Mas tomaste viagra, pau de cabinda…
FERNANDO: Porra, meu, assim não conto mais nada.
: desculpa lá, não digo mais nada, conta lá o resto.
FERNANDO: Bem, o pior foi de manhã…
: O costume, ela não queria que te fosses embora, não tarda estão casados…
FERNANDO: Nada disso, eu sei que sou bom, mas… bem, cala-te lá e ouve. De manhã, estava eu tranquilamente a dormir quando ouço uns gritos, fico todo atrofiado, mas levanto-me para ver o que se passa… dou com ela deitada no sofá da sala toda nua, toda boa (não deve ter visto a mantinha que a cobria) e ela…
: Viu-te e quis logo outra e tu não conseguiste….
FERNANDO: Ai o caralho…, mas posso ou não contar o resto?
: desculpa lá outra vez, entusiasmei-me, é que não é todos os dias que me relatas uma foda com uma gaja boa, que eu me lembre, a última mulher com quem estiveste foi com a avó do Quim (ehehehe)
FERNANDO: Tou fodido contigo, já te disse mil vezes que a gaja é avó, mas parece que tem 30 anos na cama… e esquece lá essa merda agora. O que aconteceu é que a gaja, realmente, tinha bebido muito, nisso tu tinhas razão, e quando eu entrei na sala começou a vomitar…
: Quando tu entraste na sala, quando te viu… (vê o outro a pedir a conta ao empregado) Pronto, desculpa, desculpa, conta o resto, eu juro que não digo mais nada.

FERNANDO: Olha, desisto, não conto o que aconteceu depois e pronto.
: Tu és fodido, mas deixa lá que eu, quando comer a Diana, pergunto-lhe, que ela a esta hora já há-de saber, as mulheres, amigas de verdade, contam tudo umas às outras, os panascas é que só contam metade.
FERNANDO: Vai pó caralho! (vira-se para o empregado) Joaquim, trás lá outra bjeca que esta já parece mijo.
Beijos femininos.

domingo, dezembro 16, 2007

PÉS ORGÁSMICOS

Não, isto não é um texto chinês sobre sexo, isto é uma descrição dum espectáculo a que assisti nesta última sexta-feira. Vou começar pela envolvência: o espaço é o Campo Pequeno com as suas cadeiras de plástico, sem espaço para as pernas. Os espectadores chegam como, normalmente, em Portugal: muitos atrasados, só para incomodar os outros e interromper o que se está a ver/ouvir, com a agravante de termos de nos levantar e encostar até quase cair, graças ao curto espaço entre as filas. Mais de 70% são mulheres, como irão perceber porquê e mais de 10% dos homens são gays, aliás à minha esquerda estava um casalinho deles, segundo o meu companheiro, porque eu, ingénua como sou, achei que era pai e filho. O mais velho, de 2 em 2 minutos, durante todo o espectáculo grunhia um monocórdico OOOOOOH!, nem sei quantos OOOOOOOHS ouvi e sempre iguais. Mas o pior era a senhora que estava mesmo atrás de mim que gritava “Ai meu Deus!”, Ai minha nossa senhora!” e levantava-se constantemente a gritar, desafinadamente: BRAVVVVVÔ, aliás ouvia-a, no fim, a gritar e a tentar cantarolar com uma voz que só me fez lembrar um perú bêbedo e constipado; ainda por cima era muito gorda e como estava muito excitada, cada vez que se levantava, o meu marido punha-me o braço nos ombros, afastando-me para a frente, disse-me que tinha medo que ela caísse em cima de mim, porque me partiria o pescoço, disse-me que devi estar a ter um orgasmo. De início, dezenas ou centenas, que não tenho jeito para números, tiravam fotografias, estragando a visão do que estávamos a ver com os flashes.
De toda a forma, adorei o espectáculo, a música era como que uma onomatopia de sentimentos, os 16 músicos eram excelentes, as vozes, principalmente as das ciganas, faziam-nos arrepiar, cheguei mesmo a sentir os mamilos a ficar rijos após um frisson que me subiu pela espinha e o dançarino… já lá vamos, não me posso limitar a criticar os outros, pois no meio de expressões ditas em voz alta, também eu gritei “DESPE!”, após a gorda atrás de mim, histérica, mas educada, ter dito”DESPE O CASACO!”, o pior foi a cotovelada que levei; gritei ainda “PUXA AÍ” e “FUERTE; FUERTE”. Houve também uma desilusão grande quando o protagonista do show disse que não sabia falar “portunhol”. Portunhol? Foi como se me tivessem castrado de repente; mas será que algum português diz “espanholês ou “espanhês”?
Já estão muito curiosos, não é? Então cliquem no link para verem o homem mais sensual ao cimo da terra até eu o ter ouvido pronunciar “portunhol”, o homem que até com os pés consegue provocar orgasmos, com os pés porque em cima deles tem um corpo de bradar aos céus… e mais não digo. Cliquem aqui: melhor rabo ciganol
Beijos portugueses

terça-feira, dezembro 11, 2007

A HISTÓRIA DA DIANA E DA MARGARIDA (CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO II)


(Como repararam, o “Conto Erótico, mas ao Contrário” só apresentou a versão da Sara e então o que aconteceu à amiga que tinha saído com ela na véspera da manhã dos vómitos?)

Cá vai essa história, mas do princípio para o fim:


Estava Sara a dançar com o monstrengo peludo e gordo, quando Diana encontrou uma colega do ginásio, a Margarida. Esta sempre a tinha impressionado, principalmente nos balneários onde tão demoradamente lavava o seu corpo esbelto e bem rijo, graças às máquinas que o trabalhavam. Mas não era só os seus músculos tonificados, o seu peito gracioso, os seus mamilos espetados, os seus longos cabelos negros que a impressionavam, era mais o seu olhar, de olhos negros, que a deixava, por vezes, pouco à vontade, pois pareciam não conseguir mentir. Diana sempre tivera a ténue vontade de não morrer virgem, que é como quem diz, de provar uma mulher, quer o petisco viesse a ser bom ou mau. Ela sempre achara que tudo devemos provar, pois a Humanidade só pode avançar, experimentado, provando, arriscando… Assim, o ter encontrado aquela mulher sensualona no Havana foi uma alegria e, ao mesmo tempo, uma camada de nervos, pois não sabia muito bem como abordá-la, no entanto, essa agonia nem chegou a sê-lo de facto, pois rapidamente a outra meteu conversa e de que maneira... Breves segundos passados de troca de palavras e souberam o nome uma da outra, os empregos, os divórcios… Enfim, não me vou pôr aqui a relatar a conversa toda, senão isto deixa de ser um post, porque conversa de mulheres duma noite pode até dar para escrever um livro.
No meio da conversa, apareceu a célebre frase: “já estou um pouco farta de estar aqui.” Esta foi da Margarida, que logo rematou com outra daquelas que já conhecemos: “E a tua amiga, será que quer ir connosco daqui para fora?” Claro que Diana, fascinada pela situação de vir a sair dum bar com uma desconhecida pela primeira vez e não com um desconhecido, disse logo que não, que ia tratar da situação e daí ter ido pedir ao seu colega gordo que levasse a amiga a casa, mas que se comportasse como um cavalheiro, pois caso contrário havia de se ver com ela, Diana da Conceição, este último nome é apelido e não próprio, não se assustem, que temos aqui uma mulher à altura dos meus contos.
Saíram as duas e agora para onde haveriam de ir? e por que não para a casa da Margarida que até morava perto e tinha lá caipirinha também e da boa, não era como aquela merda que estavam a beber, feita com limão e não com lima. Diana aceitou logo, ora então, caipirinha da boa era mesmo o que lhe estava a apetecer, mais uma mentirinha feminina que não tem mal nenhum, pois o fingir que não se quer apimenta mais do que o oferecer/receber logo, viva o jogo e quem nunca jogou no totoloto?!
Chegaram a casa, quente, casa com aquecimento central sempre ligado, despiram os casacos, foram para a sala e Diana exclama logo: “Que belo plasma que aqui tens!” Sabidona como era a Margarida, ligou-o logo, mas “Ai! Estas novas tecnologias, isto é novo, ainda nem sei bem como funciona” e eis que começa a funcionar o DVD com um filme de lésbicas. “Espera aí que já tiro o filme, nem sabia que estava aí dentro e eu a pensar que já o tinha ido entregar, espera que vou fazer primeiro as caipirinhas.” A outra não se atrapalhou e disse-lhe que fosse à vontade, que ficaria bem, a menos que precisasse de ajuda. Não, não precisava, estava habituada a prepará-las. E estava a Diana a gozar o início dos filmes, que isto de pornográficos só princípio tem piada, depois é engolir espadas, duma maneira ou de outra, estava ela a ver 3 gajas a lamberem-se furiosamente, ainda hei-de ter a receita de ficar a gritar ao primeiro toque, quando ouve a Margarida a gritar: “Não preferes espumante? tenho aqui uma garrafinha de Monte Crasto geladinha que é de ir às lágrimas.” Claro que preferia, fosse lá ele Monte Crasto ou Monte Castro, que isso ela percebia o que queria dizer, ou não tivesse estudado Latim no secundário: Castro-fechado, cidade circundada de muro… ou não seria isso? Bem, coisa fechada era, e coisa que fecha também abre, como aquelas conaças que estava a ver no plasma, xiiiiiii, aqueles pensamentos… já estaria com os copos?
Chegou a Margarida com a garrafita já aberta e com dois cálices, pronta a fazer um brinde quando a outra a interrompe: “À nossa nova amizade!” Margarida acrescenta: “E ao mais que daí possa advir…” Diana, com estas palavras que logo misturou aos pensamentos quentes que já tinha, corou e deixou que a outra cruzasse um braço com o seu, que nem amantes antes de darem o primeiro trago. Ficaram com os seus corpos juntinhos e, após o toque com os lábios no néctar, beijaram-se muito levemente na boca como se de velhas amigas se tratasse. Ai! que já me esquecia de dizer que o corpo de Diana não ficava atrás do de Margarida, tinha umas mamas mais pequenas, mas em compensação um rabo mais cheiinho.
Diana tinha a cabeça a andar às voltas, desejava Margarida, mas como nunca tinha tido uma experiência com uma mulher, sentia-se embaraçada, não sabendo muito bem como agir, se fosse um homem, não precisaria de se preocupar com a situação, porque os homens também não, simplesmente rematam, e pronto! E nesse caso já estaria pré-cama, mas assim…
Margarida também não tinha muita experiência, pois até ao momento só tinha estado com mulheres que tinha encontrado em bares gays, tipo Memorial, ou seja, tinha estado com sapatões que agiam como homens, dava para dar alguma larga às suas fantasias lésbicas, mas acabava sempre por ficar insatisfeita, pois estar com mulheres armadas em homens era um pouco como estar com homens e o que lhe apetecia mesmo era estar com uma mulher-mulher, sentir-se com alguém como ela, com toda a sua feminilidade, aliás tinha dificuldade em compreender porque é que os homens gays se tornavam tão femininos, afinal os paneleiros gostam de homens ou de mulheres? Assim, como as mulheres que se tornavam machonas…
Porém, Margarida percebia que Diana queria o mesmo que ela e que tinha que ser ela-própria a dar o primeiro passo, daí que tivesse tido a iniciativa de tornar a beijá-la, desta vez duma forma mais profunda, onde línguas sôfregas e cheias de desejo se misturaram, trocando salivas apaladadas de champanhe. Diana não se fez rogada e só estava mesmo à espera daquela gota para que todo o vulcão que tinha dentro de si brotasse, agarrando Margarida com força contra si e, depois, mais leve, de forma a sentir as mamas da outra contra as suas. Depressa largaram os copos e Margarida sentou-se no seu longo sofá, fazendo Diana sentar-se ao seu colo com uma perna para cada lado, beijando-se, desabotoaram os botões da camisa uma da outra; a dona da casa já tinha tirado o soutien enquanto estivera na cozinha e Diana deliciou-se, pela primeira vez, com os seios duma mulher, não com uns quaisquer, mas com aqueles que via no balneário e que lhe preenchiam os pensamentos antes de adormecer. Agarrava-os com cuidado e, abrindo a boca ao máximo, abocanhava-os, fazendo a sua língua passar nos mamilos que estavam tão duros… Margarida não se deixava ficar queda e por isso a sua mão roçava as calças da recente amiga naquele lugar quente… não por muito tempo, pois logo a convidou a parar e a irem à casa de banho A noite ainda era uma criança e tinham muito tempo para explorarem-se. Foi na casa de banho que se despiram completamente, mostrando Margarida a Diana a depilação integral e definitiva que tinha feito – uma cona completamente rapada e macia. Diana ficou com vontade acariciá-la, mas a outra travou-lhe a mão, fazendo-a entrar na banheira onde já corria água quente, pois abrira a torneira antes de terem começado a despir-se. E foi aí que Margarida depilara meticulosamente Diana, fazendo-a, seguidamente ficar de pé com uma perna flectida, assentando o pé na borda da banheira. Deste modo, começou por beijar-lhe os grandes lábios, olhando para ela à espera dum sinal, que não tardou, para que continuasse pelos pequenos, chupando-lhe o clítoris levemente; uma das mãos passava-lha no rego, a outra apertava-lhe as nádegas. Sentindo-a com vontade de movimentos mais rápidos, mais fortes, enfiou-lhe um dedo e chupou-lhe com mais força o clítoris, Diana segurava-lhe a cabeça contra si como a querer mais… Margarida enfiou-lhe dois dedos e continuou a chupá-la. Vendo que Diana quase tinha um orgasmo, parou, saiu da banheira e embrulhou-a numa toalha quente, dando-lhe, com a sua boa, a provar o seu sabor num beijo frenético.
Seguiram para o quarto onde lençóis de seda as esperavam. Margarida deitou-se e pediu à outra que ficasse aos pés da cama sem sequer se sentar, ficando assim a ver a outra a passar as suas próprias mãos nos seus seios, a molhar os dedos na boca e a passá-los, então, nos mamilos, fazendo-os arrepiar. Viu-a a masturbar-se calmamente, molhando os dedos, saboreando-os em seguida. Depois, colocou-se de 4 e com o rosto sobre a almofada colocou gel, indo em seguida colocar um pequeno dildo, devagar, no ânus. Pediu, finalmente, a Margarida que já se esfregava como uma louca, que se deitasse debaixo dela, em posição de 69. Diana saboreou, então, um clítoris e só isso já a excitou ainda mais, provando mais ainda, enfiou a língua na cona da outra, cona essa que fervia e que estava cheia dum suco acre e doce que tão bem lhe sabia. Mas Margarida não a deixou provar muito, pois enfiou aí um vibrador que ela logo fez deslizar, chupando-a simultaneamente. “Faz o mesmo no cu!”- pediu Margarida e esta com as duas mãos a fazer mexer freneticamente os vibradores, mas com cuidado para que nenhum saísse, chupava-lhe o grelo; a outra levantava as ancas e não a beijava, não a chupava, apenas pedia Mais! Mais! Mais!.... até ter um orgasmo louco. Refeita, mas pouco, retirou o vibrador e deixou que Diana a saboreasse, mas não por muito tempo, pois agora queria ser ela a fazê-la vibrar e a fazê-la vibar como uma autêntica lésbica, sem brinquedos.
Margarida era uma verdadeira conhecedora das artes de Lesbos e começou por deitá-la confortavelmente, começando por deitar-se ao seu lado a beijá-la, com sabor de cona ainda na boca e roçando-lhe de leve a cona, pressionando-lhe o clítoris, beijando-lhe as mamas. Depois, endireitou um pouco o corpo e roçou-lhe um mamilo rijo no clítoris enquanto um dedo deslizava no seu buraco tão molhado. De seguida, com vigor, e sempre com os seus dedos dentro dela, chupou-lhe o clítoris quase como se dum caralho se tratasse. Diana apertava as suas próprias mamas e, tal como a outra antes o tinha feito, também implorava para que não parasse, até todo o seu corpo estremecer, até sentir como que choques eléctricos em toda a vulva, até se vir na boca da outra, que tudo lambeu.
Tentaram dormir, mas em vão. Continuaram a satisfazer todas as suas fantasias até voltarem a encher a banheira, até o TM de Diana tocar: era Sara!
Esta é a minha primeira história de lésbicas.
Continua...
Beijos homo e hetero.

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