sábado, fevereiro 02, 2008

IRMÃOS DALTON V


E a saga continua...


Luky Luke dirigiu-se ao velho Sallon, àquele donde lhe tinham sido retirados os 3 ainda em adolescente por uma trintona que agora era uma sexagenária rugosa, não ao novo onde estavam os manos Dalton a foder ou não. O cavalo a quem tinha chegado o cheiro a cio da sua velha amiga égua, deu a volta e foi atracar no estábulo já seu conhecido, aqui esta história pára porque não percebo dessas coisas de bichos.

Luky Luke estranhou o estado degradado e vazio do bar e perguntou à puta velha o que se passava, ao que ela respondeu que tinha sido a concorrência do novo Sallon que a tinha deixado na penúria, nem mesmo a moldava recentemente importada ilegalmente lhe tinha feito alevantar a moral do espaço. Qual moldava? A Chrecea! E apresenta-lhe uma boazona, loura pura, não como a minha alentejanita do post Montepio. Luky Luke esquece, por momentos, os Dalton, pega-lhe na mão e sobe para um dos quartos vagos, a relinchar que nem Jolly Jumper.
Mais rápido que a sombra, ainda estava a moça a desapertar o lacinho do corpete e já ele estava com os pêlos do peito à vista e as calças em baixo, todas retiradas não, porque ainda poderia vir a precisar das pistolas. Ajuda a loura a desapertar os atacadores do corpete, pede-lhe para retirar as colotes e diz-lhe para ir para a cama. Mas como as galinhas apressadas têm pintos carecas e as calças não estavam completamente retiradas, por que Banda Desenhada não é filme onde as roupas saltam sempre com facilidade, desequilibra-se e, armado em acrobata, tenta não cair, cai na mesma, porém para trás e com uma nádega mesmo em cima duma pistola, vai-se lá perceber como. A boazona desata-se a rir e a falar coisas completamente imperceptíveis, mesmo para Luky Luke que é um poliglota ou não soubesse umas palavrinhas em espanhol. O cowboy stressa com a situação, principalmente com as gargalhadas incontroláveis e tenta erguer-se rapidamente, no entanto, em vão. A moldava, vendo que ele está aflito e ela também aflita para pagar a pensão, pára-se-lhe o riso e, em vez de o ajudar a erguer-se, ajoelha-se e começa a mamar-lhe a pistola que não salta do corpo, nem aleija as nádegas do próprio. Luky Luke, primeiramente, acha que ela é maluca, mas como tem um objectivo a cumprir, acaba por considerar que é a melhor medida a adoptar e acaba por gozar o prato, mas quando a coisa começa torta, dificilmente se endireita e não é que, quando ela o engole todo que nem aquelas gajas dos filmes que devem meter uns sprays na garganta para não se engasgarem, os longos cabelos da rapariga se embaraçam nas presilhas e no cinto das calças e ao subir a sua cabecinha, já pensando em lamber a outra, pára-se a meio e não consegue ir até à glande. Tenta avisar que os cabelos não lhe permitiam tirar a boca, mas como estava cheia só emite uns ruídos nasais que Luky Luke identifica, não de dor, mas de tesão, até que estrebucha com os braços e começa a dar-lhe palmadas, mas nem assim o pistoleiro compreende o que se passa. Tudo aquilo lhe dá tanta tusa que acaba por se vir, enchendo-lhe a garganta de esperma, graças a Deus que murcha e que ela, perdendo alguns cabelos, lá retira os lábios, pregando-lhe uns estalos na cara e gritando sabe-se lá o quê, mas gritando tanto que se ouve no estábulo, acelerando Jolly Jumper que acaba por ter um orgasmo precoce para frustação da bicha. Vai, então, direito ao quarto onse ainda se encontra Luky Luke atónito à gritaria e lhe diz:
- Jolly, companheiro, ainda bem que também acabaste, bora lá apanhar os Dalton, que afinal estão noutro Sallon. É pá, esta gaja levou uma oral tal que até ficou apanhada da fala.
Ao descerem ouvem nova berraria, mas da puta velha que tinha encontrado a cozinha vazia de comida.
Rantanplam espera-os à saída, cheio que nem um burro e incapaz de se mover.


Continuará...

Beijos continuados

terça-feira, janeiro 29, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON IV


(... Continuação continuada... )

Averell Dalton continuava virgem, não por ser o mais novo dos irmãos, ter passado grande parte da sua vida quer enjaulado quer assaltando bancos, mas por não ter percebido as oportunidades que lhes tinham sido dadas pelos outros Dalton quando o tinham atirado para um quarto com uma puta.
Desta vez, Averell também não percebera bem porque é que, de repente, se encontrava num quarto com uma rapariga corada e anafada quando deveriam estar a assaltar um Banco, ainda por cima a mamã estava à sua espera. Deste modo, passou a vista pelo quarto todo, olhou para a moça que se encontrava especada à sua frente e perguntou: - “Kóméqui Come Kiki?” que, segundo a bloguista Maria Mercedes, significa “Quando se come aqui?” A moça, julgando ter um garanhão à sua frente, respondeu, prontamente: “Agora mesmo!” e tentou abraçá-lo, sendo logo afastada pelo rapaz que, considerando que não tinha sido explícito, perguntou: - “O que é que há para comer?” Ainda não tendo desemburrado, Katie que nem um trolha trengo e abrutalhado, levantou a saia, pôs a mão direita por cima das colotes, agarrando com alguma força a cona e respondeu: “O que está para comer está aqui, podes saciar-te à vontade que ela não se esgota”.
Averell só não abriu mais os olhos porque lhe começaram a doer e pensando que ela era alguma feiticeira que escondia a comida num local onde nem ao Rantamplan passaria pelas orelhas, tirou-lhe a mão do sítio e baixou-lhe as cuecas, ajoelhando-se para ver melhor. Viu apenas pêlos e o seu cérebro rodou como num filme de desenhos animados, perguntando: “Isto é para comer?” – ao mesmo tempo que puxava alguns, fazendo a jovem dar um grito, afastar-se e… calou-se a tempo! Ia perguntar-lhe se ele era estúpido, porque não tinha conhecido o Marquês de Sade, mas viu os olhos inocentes de Averell, pegou-lhe na mão e questionou-o acerca da sua virgindade, explicando-lhe que as pessoas tinham origem num parafuso e numa porca, mas que ele não se importasse muito com isso porque ela dava umas duchadas na cona e uns saltos e a ranhoca que sairia da pilinha dele havia de descer toda, que ela sabia o que fazia, que ele estivesse descansado, pois ela não lhe daria nenhum filho…
Averell, com tanta conversa, só soube dizer que tinha ficado com mais fome ainda e que não queria ser pai, só queria uma bucha, nem que fossem uns torresmos, que isso ele nunca tinha visto na prisão, a melhor coisa que tinha lá comido tinham sido os bolos da mamã e ainda por cima não tinha visto as lâminas que ela lhes pusera para poderem fugir, não fosse o Rantamplan…. Katie também não percebia muito bem o que aquele jovem tão alto lhe dizia, aliás ela pensara que lhe tinha saído o jogo do bicho quando vira o pão que lhe calhara, o melhor dos irmãos, logo a ela a quem só calhavam camafeus. Não, aquilo não podia ficar assim, afinal ela teria que se gabar perante as colegas e elas só acreditariam no que lhes dissesse se ele saísse de lá com cara de quem se saciara de torresmos. Vai daí que o manda calar e lhe diz que ele iria provar uma coisa melhor que pão com chouriço, só de pensar nisso, lhe caíra a baba a ele a quem tudo dava fome, não a ela que também comia muito, mas um pouco de tudo.
Puxa-o por uma mão e fá-lo sentar-se na cama, despe o que a época lhe permitia e coloca uma mama na boca de Averell, mas apenas dois segundos porque lhe passou logo pela cabeça que o totó se lembrasse que poderia mamar como numa teta de animal irracional, resolveu por isso investir naquilo que a qualquer homem dá tesão, porque preliminares nos homens que não se prendam com o pénis propriamente dito, quem os conhece? Enfim, as mulheres não são diferentes, bem pelo contrário, mas pronto, sobre esse assunto toda a gente sabe mandar bitates. Desabotoou-lhe, então, a braguilha, fez-lhe umas festinhas, pensando que, fossem de que tipo fossem, aí estava um gesto que nunca falhava. Averell começou por sentir aquilo que os homens sentem e sobre isso recuso-me a aventar seja o que for, porque não sei o que sentem os homens.
Quando viu que ele estava bem teso, ajoelhou-se a seus pés e fez-lhe a sua especialidade: uma espanholada com as suas mamas gorduchinhas e estes termos assim servem para que certos bloguistas habitués não se venham queixar que lhes dou tesão com textos dos Dalton (eheheheh!). A meretriz (oh para mim a usar termos técnicos) não quis que o mano “caga no ninho” ou “borras do pote” ou outro regionalismo qualquer se viesse daquele modo. Tinha mesmo prantado na cabeça, farta mais de cabeleira do que de outra coisa, que lhe tiraria os 3, daí que se tenha desviado, que o tenha empurrado para cima da cama, tirado as colotes e que se tenha sentado em cima do seu pau que era a prova viva daquilo que tanta gente faz com os dedos, espetando o indicador e o polegar, ora um para cima ora o outro. Eu, pessoalmente, não acredito nessas merdas, nem nisso, nem no tamanho dos dedos, do nariz… acho que a única coisa que realmente não faz como que as mulheres se enganem (acho que não vale a pena dizer antes da primeira…) é olharem para a braguilha e olharem com atenção para o volume, se a ganga está roçada… Bem, agora, se calhar, não bastará isso, o melhor será pedir-lhes, antes de olharem para o monte de MARTE, que lhes mostrem o Telemóvel… Bem, agora quase que me perdia, a rapariga estava sentada nele, não é? Pois! Cavalgou pouco, porque ele não aguentou muito, além disso ela era pesada e a sua braguilha estava cheia, tinha bebido umas bejecas com o irmão e nem tinha ido ao WC antes de ir para ali. Vocês não sei, mas eu já ouvi esse argumento.

Rantamplan seguia-os, pensando que finalmente iriam almoçar, cruzou-se com uma bela caniche e pensou eh! eh! esta está enganada, o rancho fica do outro lado. O cavalo, reparando na indiferença do cão, relinchou: “paneleirrrrrroo”.

Continua! Vamos lá ver é como.

Beijos venusianos!

sábado, janeiro 26, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON III



(... continuação)




Jack Dalton, aquele que confundíamos com o William, por não ser nem o mais alto nem o mais baixo, vamos agora deixar de fazer tal confusão, não sofria do mal dos irmãos.
Jack era circuncisado, um azar de criança que obrigou a mãe a chamar um bruxo qualquer para lhe cortar o prepúcio. Para já, lidava com as mulheres com tanto à vontade como o Rantamplan com os prisioneiros, tratava as suas conas por tu.
Mal entrou no quarto agarrou a moça pela cintura com toda a sua virilidade, pregando-lhe um beijo na boca que nem um daqueles que víamos no final dos filmes a preto e branco. Enfiou-lhe a língua pela boca adentro e atirou-a para cima da cama. Com um só gesto, ordenou-lhe que não se mexesse e deixou-a a olhar para ele enquanto se despia completamente, começando pelo calçado, não como certos gajos que tiram a roupa toda e ficam de meias brrrrrrrr. Todo nu, descalçou os sapatinhos da menina e beijou-lhe os dedinhos dos pés, felizmente que ela não tinha cócegas. Subiu-lhe as mãos pelas pernas acima, não lhas destapando e, com um savoir-faire de génio, soltou das ligas as meias, retirando-as com muita suavidade. A moça que até aí sabia o que era foder, mas de prazer só tinha visto o dos homens, começou a sentir um certo frisson, sensação que lhe era estranha. Antes de lhe retirar as colotes rendadas, que foi a última peça que lhe despiu, aliás não a despiu completamente, desapertou-lhe o lacinho do corpete e fez deslizar pelas argolinhas todo o fio que lhe apertava o tronco, fazendo saltar uns magníficos seios que beijou e lambeu com toda a doçura, fazendo-lhe arrebitar os mamilos e até provocar uma respiração com uma sonoridadezinha, desta vez não fingida. Colocou-se ao seu lado e, beijando-lhe o pescoço, fez a sua mão quente subir das pernas até ao seu objecto de prazer, massajando-o, primeiramente com muita calma, roçando o clítoris da forma mais suave possível. Beijou-a na boca e pressionou-o um pouco mais, passando-lhe pela cabeça lambê-lo, mas não o fez, só as putas beijam o sexo do homem, estes não colocam a sua boca na entrada do Inferno. Enfiou-lhe um dedo na cona e chupou-lhe um mamilo. Ela estava quente e húmida. Não, foda-se, do Inferno tinha vindo ele, aquilo só podia ser o paraíso, não via guardas prisionais por perto, e acabou por tirar-lhe as cuecas. Primeiro a medo, beijou-lhe a pintelheira; depois, apertou com os lábios o clítoris e chupou-o como se lembrava que as putas já lhe tinham feito ao seu caralho, mas mais devagar, porque lhe parecia uma coisa frágil. Não tirando os lábios, introduziu-lhe dois dedos, a moça impava, Jack acelerava os gestos até que a fez ter o seu primeiro orgasmo, ao fim de tantas fodas. Estava louca a rapariga, parecia que todo o seu corpo descarregava energia, sentia a sua cona a dar choques eléctricos, parecia que o seu corpo não conseguia parar de ter prazer. E foi com Mary neste estado que ele a penetrou com o seu pau lisinho e a fez vir de novo.

Apagou o cigarro, montou-se em Jolly Jumper e foi directo ao Sallon, sem dar qualquer indicação ao cavalo, pois também este conhecia os Dalton como à sua sombra, mais lenta que o seu dono.


Continua...



Beijos húmidos

quarta-feira, janeiro 23, 2008

O REGRESSO DOS IRMÃOS DALTON II

(Continuação)

Enquanto isso, já não muito longe dali, assobiava um cowboy em cima do seu cavalo, seguido dum estúpido cão.


Joe Dalton, cujo álcool, tal como a ira, lhe subia rapidamente à cabeça, pediu à moça que se ajoelhasse e que subisse o saiote. Queria despachar o assunto duma forma rápida. Porém, em vão, porque a coisa não entesava. Ainda lhe pediu um trabalhinho manual, a moça até era prendada, desde criança que fazia bordados de Bilros…, mas nada. Pediu-lhe um trabalho oral… a mesma coisa: nada. Chumbava sempre. A matéria estava sabida e na ponta da língua, mas nada fazia disparar o ponteiro.

Luky Luke já encontrara a mãe Dalton numa clareira da floresta, nas imediações da cidade; tentava fazer uma fogueira, mas os troncos que apanhara estavam demasiado húmidos, daí a fumarada sem chama. Vendo a azáfama em que se encontrava, o cowboy tirou uns parafusos das rodas da carroça. Para o caso de não apanhar os filhos entretanto, prendê-los-ia naquele local, quando o carro descarrilasse.

No quarto ao lado, William pedira a Annie Oakley que se despisse toda. Ousado, muito ousado o rapaz, pois mulheres completamente nuas era coisa que não se via naquela época. Ela obedeceu e deitou-se languidamente na cama, contorcendo-se como uma enguia a desovar no mar dos Sargaços. Este Dalton, aliás, como os outros, nunca vira uma rapariga tão despida. Só os brincos, os anéis e os colares não lhe permitiam parecer uma Eva. O jovem abriu muito os olhos, fixou muito as mamas que eram bem rijas ou não tivesse a jovem ainda só 22 anos. Arregalou ainda mais os olhos para a pintelheira que lhe pareceu um ouriço, pediu-lhe que abrisse bem as pernas e, qual ginecologista, disparou a vista para o buraquinho…. E, olha, veio-se. Aborrecido pelo derrame súbito do esperma, fez aquilo que faz, realmente, uma mulher gritar, aquilo que faz qualquer uma, hoje em dia, ir aos arames. Não Annie, porque essa já há muito que aprendera que o cliente tem sempre razão: limpou o instrumento aos cortinados, desculpando-se com o facto de ter estado muito tempo na prisão e prometeu-lhe que agora é que seria. Deu umas pancadinhas na pilinha, mandou a moça virar-se ao contrário, mandou-a abrir mais as pernas, mandou-a empinar o cu, mirou-o… e puff… Oh ! Não! Outra vez ?

O pistoleiro mais rápido do Oeste chegou Nothing Gulch. Entrou no banco e não viu agitação alguma, puxou dum cigarro, porque na altura a censura ainda não o tinha substituído por uma palha. Acendeu o cigarro e eu também acenderia agora um, mas não posso porque estou a deixar de fumar e já não há nenhum cá em casa, nem perdido em bolso de casaco algum. Foda-se!

Continua… agora não, que com a história do cigarro stressei.

Beijos sem sabor a tabaco.

terça-feira, janeiro 22, 2008

O Regresso dos irmãos Dalton















Joe..... William.. Jack................ Averell



Recordemos as personagens:

Joe Dalton: mais idoso, mau, pequeno, o maldoso e (teoricamente) inteligente. Frase preferida: "Odeio Lucky Luke!". Odeia também Rantanplan, o cão mais estúpido do mundo.
William Dalton: o segundo em ordem de dimensão. Não tem personalidade, segue, geralmente, os conselhos de Joe. Diz inúmeras vezes: "Acalma-te, Joe!"
Jack Dalton: o terceiro em ordem de dimensão. É igual ao anterior, aliás, eu não os distingo, só quando estão os 4 juntos.
Averell Dalton: o maior e o mais jovem dos Irmãos Daltons. É completamente anormal e estúpido também, embora tenha, às vezes, relâmpagos de génio. É famoso pela sua frase: "Quando é que se come?" Gosta muito do Rantanplan.

Ma Dalton – a mãe dos Irmãos Dalton. Ditadora e criminosa, é a única a quem o Rantanplan obedece.

Lucky Luke – o cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra.



Cá vai a história:

Pela enésima vez, Ma Dalton envia uma lâmina dentro dum bolo para os seus filhinhos que se encontram na prisão, mas desta vez Averell nem parte a « arma », nem parte os dentes, pois tinha dado a Rantanplan o pedacito onde esta se encontrava. O cão, sentindo na língua uma coisa dura, julgou que era um osso e resolveu enterrá-lo. Mal a pousou para poder esgravatar o colchão de palha do Willian, este deu com os olhos nela, agarrou-a e começou aos saltos de alegria.
Engendraram um plano em que feriram um dos guardas… enfim, conseguiram fugir, correram, roubaram cavalos e acabaram na pequena casa de sua mãe que, mal os viu ao longe, pegou no rolo da massa para lhes bater, visto terem demorado tanto tempo a evacuarem-se.
Mas Joe, o irmão inteligente e, tal como a mamã, mau como as cobras, previra a situação, começando logo a gritar, perguntando : « Qual o próximo assalto ? », fazendo-a assim sorrir por dentro, amolecendo um pouco.
Safaram-se do rolo, no entanto, ainda comeram com alguns estalos nas fuças, além de terem tomado banho, não por a mãe achar que eles cheirassem mal, pois por muito pouco que se lavassem, nunca cheirariam pior que ela, cujo último banho tomado tinha sido no funeral do marido, aquele que morrera por ter experimentado uma nova tecnologia na abertura de caixas-fortes, ou seja, há dez anos atrás. Tomaram banho também como castigo, pois Ma Dalton sabia que era a pior coisa que lhes podia fazer, podia ser que assim, da próxima vez que fossem presos, tomassem mais atenção aos bolos que lhes enviasse.
Jantaram.
Dormiram que nem uns porcos.
Tomaram o pequeno-almoço.
Magicaram um estratagema para assaltarem o Banco de Nothing Gulch ; a mãe ficaria na carroça, à entrada da cidade.

Pois, mas o tempo na prisa tinha sido demasiado e por isso resolveram fazer um desvio pelo mais novo Sallon.
Beberam Wisky e escolheram umas miúdas.
Cada um num quarto, cada um com uma beldade.


Continua, é claro.


Beijos rápidos



segunda-feira, janeiro 14, 2008

MONTEPIO (Isto não é publicidade)


Neste último fim-de-semana, fui ver os ENA PÁ 2000, na Festa de Comemoração do segundo aniversário do Cabaret Maxime. Ora, os temas das canções dos ENA PÁ ou dos Irmãos Catita, tanto faz, recordaram-me um poema barroco que aqui vos deixo para que compreendam onde me inspirei para mais um dos meus textos que, tal como os outros, trata de futilidades, assim como os escritores dos séculos XVII, XVIII. E, obviamente, não vou deixar aqui nenhuma reflexão sobre o fútil do Barroco, nem sobre o espectáculo a que assisti.

Encontrei esta quadra barroca, assim como a sua introdução, num Dicionário de Termos Literários como ilustração da poesia barroca.


John Donne, notando que a sua amada se dispunha a matar uma pulga que tinha sugado sangue dele e dela, escreveu:

Pára, e 3 vidas poupa nessa pulga,
Em que quase mais somos que casados.
Pulga que és tu, mais eu, e nosso leito
De amor, também, e o Templo onde casámos.

É um mimo, não é?
Pois aqui vai este mesmo argumento tratado no Século XXI, em Portugal, e a duas vozes. Leva também introdução, pois então.

Ela era loura ou porque o teu tetravô fora um soldado das invasões napoleónicas que, ao passar pelo Alentejo, violara a sua tetravó (1), ou então tinha os cabelos dessa cor por obra da Graciete, a cabeleireira emigrante lá da terra.
Ele era um cabo-verdiano já nascido no Alentejo por causa das obras da Barragem do Alqueva.
Aproveitaram uma excursão de velhos e foram até Lisboa, viram os Jerónimos, o CCB e não quiseram ir almoçar à Casa do Alentejo, a fome apertava, ficaram-se pelo MacDonald de Belém.

Ele: - Marilu…
Ela: - Não, não te deixo ir-me ao cu, porque tou de caganêra, além disso, chamo-me Joana.
Ele: - Então, Joana, agarra-m’a banana.
Ela: - Agora não, vou comer o meu hamburger com ketchupi.
Ele: - Queres kê te chupi? Garganêra…
Ela: - Ah! Punheta, que me picou uma pulga.
Ele: - Tamém a mim. Sabes o que significa isso na terra dos mês pais?
Ela: - Nã, diz lá!
Ele: - Que vais ter d’ajoelhar.
Ela: - Mas aqui? O chão tá todo cágado.
Ele: - Não, porra, em casa.
Ela: - Adonde? Na tua ou na minha?



(1) Acho que já vi qualquer coisa assim num livro do Saramago, deixo a nota para que não me acusem de plágio.

Bêjos mordidos

quinta-feira, janeiro 10, 2008

HARRY POTTER E O PODER DO PAU


Apesar de Harry Potter ter destruído Aquele de Quem Nós Sabemos quando tinha 18 anos, um dos seus fanáticos seguidores conseguiu dar-lhe, de novo, o sopro da vida. Aliás, Voldemor já tinha morrido quando matara os pais de Harry Potter e, frustradamente, o tinha tentado assassinar. Também, nessa altura, com paciência dalguns dos seus fãs, ele recuperara o seu corpo.
Entre esse dia fatídico em que, por sorte, o nosso jovem feiticeiro, numa batalha terrível, tinha vencido o chefe daqueles que defendiam a Magia Negra e o dia de hoje nunca mais se tinha ouvido falar do feiticeiro mau.
Hoje, Harry Potter tem 30 anos, mas não acredita que aquele que tinha morto os seus pais tivesse realmente desaparecido da Terra, mesmo tendo visto com os seus próprios olhos o seu corpo feito em pedaços e mesmo tendo visto enterrar esses pedaços numa cova com 200 metros de profundidade.

Hoje, Harry Potter é o director de Hogwarts e tenta seguir as pisadas do seu ídolo Dumbledore, considerado por muitos o maior feiticeiro de todos os tempos, detentor da Ordem de Merlin e que tudo fizera para o defender e que tantos bons conselhos lhe dera.

Hoje, Harry Potter está casado com Cho Chang por quem se apaixonara ainda em adolescente e que conhecera na Escola de Feiticeiros.

Voldemort sempre tivera fãs que dariam a sua própria vida por ele e muitos se tinham infiltrado na Escola de Feiticeiros e mesmo no Ministério, falsificando diplomas, qual Sócrates.
Voldemort morreu numa explosão provocada pela varinha de Harry Potter e o seu corpo destruído em ínfimos bocados que tinham sido recolhidos e enterrados. Todos os pedaços? Não, ficara nas mãos de Snape, o professor mais detestado em Hogwarts, defendido até por Dumbledore, porque a todos conseguia enganar, um bocadinho de orelha e foi com esses gramas de carne e com muita paciência que este professor tinha conseguido reconstruir, durante 12 anos, o grande inimigo de Harry, qual Spelberg os dinossauros, em “O Parque Jurássico”.

Hoje, Harry está na casa que herdara do seu padrinho, é domingo, e está sentado no seu escritório a rever, em memória, os murmúrios e os sons que sua esposa tinha emitido enquanto fizeram amor nessa manhã. Tinha a sensação que não a satisfizera, de toda a forma, estava aborrecido, não sabia o que se passava, mas não conseguia estar feliz e, contudo, não conseguia perceber porquê. Ultimamente ou pensava nos pais que não chegara a conhecer ou tinha saudades de Dumbledore ou, melhor, parecia-lhe que algo não estava bem, mas não sabia o quê.
Sentado à secretária e aborrecido de morte, não se lembrava de nada que lhe apetecesse fazer e, no entanto, tinha muitos trabalhos para terminar. Cho tinha saído, ela também se sentia mal ao ver o estado melancólico em que andava o seu marido e, dando uma desculpa qualquer, tinha ido ter com Hermione para desabafar.
Assim, lembrou-se de subir o manto e de colocar o pau de fora – será que era o seu tamanho que não satisfazia a Cho e que era por sentir que ela não ficava satisfeita que ele andava tão macambúzio? Passou-lhe, então, pela cabeça algo que nunca vira fazer, nem mesmo enquanto jovem, nem nunca ouvira falar que algum feiticeiro o tivesse feito: tocou com a varinha na glande e pronunciou “crescere” e sharããã o seu pénis tinha crescido 5 centímetros, além de ter engrossado também. Harry rira com a situação como há muito não lhe acontecia. “Descobri uma coisa melhor que a pedra filosofal, deixa ver se o sei pôr no lugar.” – pensou Harry e pegou, de novo, na varinha e dizendo “rectus” voltou a pôr o pau no seu estado natural. Contente com a descoberta, voltou a fazê-lo crescer mais 5 centímetros e mais 5 e mais 10 e mais 10… e quando ele estava perto da boca, provou-o, mas não gostou, tivera a sensação que traía desse modo a mulher que tanto amava. Mas continuou a fazê-lo crescer e engrossar e já ultrapassava o seu cabelo espetado quando alguém entrara no escritório.
Envergonhado e deveras surpreendido, Harry desviou o caralho para ver quem entrara, tendo tido um choque tão violento que nem precisara da varinha, pois o seu sexo murchara, indo primeiro cair sobre a mão de quem entrara, só depois voltando ao seu lugar de 16 centímetros. A mão, sobre a qual batera durante a queda, empunhava uma varinha mágica e também esta caíra - pelo embate do caralho ou pelo choque do seu proprietário que nunca esperara encontrar Harry Potter com tal instrumento. Harry, num segundo, percebeu o que se passava e reagiu rapidamente, até porque já tinha a sua poderosa varinha, feita de pêlo de unicórnio, em mão e, por isso, emitiu com ela o feitiço “mortens”, matando, pela segunda vez, Voldemort.
Beijos bem enfeitiçados

terça-feira, janeiro 08, 2008

FERNANDO E SARA DE NOVO (Fim do CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO)

A três de Janeiro de 2007, passada a ressaca, o Tó foi ao café e encontrou o seu amigo Carlos, a quem desejou um Feliz Ano Novo e a quem não resistiu…
- Carlos, tu, para mim, és o meu melhor amigo, confio em ti como na minha mãe, tenho a certeza que me vais ouvir com atenção e não contar a NINGUÉM o que te vou revelar…
- Tó, que é isso? Até parece que vais dizer que és paneleiro, que conversa de mariconso…
- Foda-se, Carlos, eu aqui a dizer que és meu amigo e tu a chamares-me larilas. N’é nada disso.
- Ah! Bom, tou mais aliviado, então conta lá e depressa que tou todo curioso. E o Tó lá contou que o Fernando tinha dado uma queca na Sara e que, de manhã, a tinha visto vomitar e que tinha acreditado que ela tinha engravidado dele nessa mesma noite.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHHH
Ainda nessa mesma noite, já o Tó tinha ido para casa, ia o Carlos a caminho da sua quando encontra o Miguel:
- Ah ganda Miguel, um Bom Ano pra ti…
- Eh! pá Carlos, tás muito bem disposto, olha que já é a segunda vez hoje que me desejas Bom Ano, que é que se passa?
- Shiiiii, sabes lá o que ouvi…
- Atira!
- Mas não contas a ninguém, tás a ouvir?
- Amanda lá essa merda, meu.
- O.K. Lembras-te do Nando?
- Sei, um gajo muita mal encarado.
- Esse mesmo. Vê lá que mamou uma gaja podre de boa e, de manhã, ela disse-lhe que estava grávida dele e o gajo comeu.
- Da-se…. Gaja fodida!
…..
Passados dois dias, o Miguel encontrou o irmão do Fernando, o Zé.
- Olá, Zé, tás todo feliz, n’é, meu?
- Porquê?
- Então, o teu irmão não engravidou uma boazona?
- Quê? Tás parvo ou quê? O meu irmão nem camafeus come quanto mais gajas boas.
- Tou-te a dizer, meu, foi o Carlos que me disse, acho que só a papou uma vez e ela emprenhou logo. O Zé nem respondeu, arrancou logo para casa para tirar a coisa a limpo. Quando chegou, encontrou o irmão a ver o “Viv’ó Gordo” e atirou-lhe logo:
- Então, parabéns!
- Parabéns? Só faço anos p’ó mês que vem.
- Ah!, claro, devo ser o último a saber como o cornudo e ainda te metes com merdas.
- Bem, vê lá se queres que diga à mãe que andas a fumar coisas maradadas.
- Foda-se, meu, abre essa boca, pá, já me contaram, já sei tudo, infelizmente só não o soube pela boca do meu maninho querido…. (ironia)
- Que foi? Que é que te tá a dar? O que é que eu não te disse? Que é que os outros te disseram?
- (a gritar) QUE VOU SER TIO! QUE VAIS SER PAI!
- Que merda de conversa é essa? Quem é que inventou essa treta?
- Contou-me o Miguel, que lhe tinha dito o Carlos, acho que a mãe é uma boazona que só papaste uma vez?
- A avó????
- Comeste a nossa avó? Estás a dizer que a nossa avó é boazona? MÃÃÃÃÃE, interna-me este gajo!
- Cala-te, cabrão, qual a nossa avó, uma gaja que já é avó, mas que é podre de boa.
- Ãhhh???
- Não pode ser, isso é peta, quem é que contou isso ao Carlos?
- Sei lá.
- Telefona a perguntar. Achas bem que o teu irmão seja difamado dessa forma?
- Uiiii, tás a falar caro. OK, OK, vou tirar tudo a limpo.
Telefonemas para cá, telefonemas para lá, acabaram por saber que tinha sido a Diana, a amiga da Sara, que tinha contado ao Tó. O Fernando nem quis saber de mais nada, como não tinha ficado com o telefone da rapariga, arrancou para a casa da Sara, pontapeando o irmão que teimava em querer acompanhá-lo.
Chega a casa da Sara, toca à campainha, cora e espera que ela não abra, porque afinal nem tinha tido tempo de preparar o discurso. A Sara abre a porta, só de roupão e simula um grande espanto, simula porque a amiga já a tinha posto ao corrente da mentira que inventara:
- Tu aqui? Já vomitaste tudo?
- EH! pá, também não precisas de ser tão grosseira comigo.
- Vá, entra lá e diz o que queres.
O Fernando entra, vai direito à sala e fica de pé, não consegue sentar-se, tais sãos os nervos em que se encontra. E a Sara:
- Desembucha, meu, tou à espera.
- Bem, isto é embaraçoso, tenho a certeza que é mentira, mas achei que to havia de dizer, pois acho que também não gostarias de saber que andam a dizer mentiras sobre ti.
- Mentiras???
- Sim, mentiras!
- Quais? Despacha-te, rapaz.
- Andam a dizer que te engravidei. Não esquecer que Sara já esperava que isto acontecesse, logo a sua resposta foi:
- Não, meu caro amigo, não são mentiras, é a pura realidade. Engravidaste-me, sim senhor.
- Impossível, lembro-me perfeitamente que usei preservativo.
-Pois, e eu também me lembro de como estava o chão onde ele estava, todo cagádo da tua nhenha. O lindo preservativo que deves ter comprado há um século atrás nalguma loja dos chineses estava roto.
- Loja dos chineses não, há muito tempo…. Não, isso é impossível, queres-me enganar, provavelmente estás grávida de outro e agora queres fazer-me passar por otário.
- Ah! sim, meu otário, então porque nunca to contei?
- Sei lá, conta-me tu.
- Porque não queria ter um filho dum pai como tu que me deste uma queca, vomitaste-me a casa e basaste para nunca mais dares notícias.
- Desculpa, nunca me passou pela cabeça que me quisesses voltar a ver…
- E não queria e, olha, está descansado, porque há 15 dias atrás caí nas escadas e abortei e agora esquece-me para sempre, Ok? Ritaaaaa (chama a amiga que estava no quarto) Aqui tens a Rita, como vês dei em fufa. Adeusinho….
Fim

Bem, esqueçam este final que está uma treta, espero, contudo, que não me peçam para voltar a pegar na história até porque tenho uma na cabeça que mete o Harry Potter…
Beijos enfeitiçados

sábado, dezembro 29, 2007

Diana, Tó e Festa de Passagem de Ano (Conto Erótico, mas ao Contrário IV)

(Qualquer semelhança entre esta imagem e o texto é pura coincidência)


Sinceramente, sempre pensei que o Conto Erótico, Mas ao Contrário III encerrava a história, mas como vários bloguistas me deixaram comentários à espera da continuação, cá vai:

Coincidência das coincidências, na passagem de 2006 para 2007, Tó, o amigo do cromanhon, do Fernando, Nando para os amigos, encontrou-se na mesma festa com a Diana, a amiga da Sara. Devem lembrar-se que as fatídicas quecas tinham sido em noite de Inverno e que o Fernando não tinha chegado a contar ao Tó que tinha vomitado os próprios sapatos, aquando lhe relatava que tinha dormido com a Sara, a boazona, amiga da colega. Pois, pouco mais dum mês se passou e eis que o Tó e a Diana, agora mais amiga das mulheres, se encontram no mesmo réveillon.
Tó, mal lhe pôs os olhos em cima, pensou que se havia de pôr todo ele em cima dela e depois pensou que havia de lhe sacar a história que o Nando não tinha chegado a terminar, aquele panasca… Por esta ordem ou por outra que isso agora não é importante. Aproximou-se da Diana e logo após tê-la cumprimentado, armou-se em gracioso, tinha lido na revista Max Men que as mulheres gostavam de homens com humor, só não tinha percebido é que gostam de humor natural, não forçado, não de homens que se armam em engraçadinhos, mas adiante. Perguntou-lhe logo se o pai dela era Pato Bravo. Perante o estado atónito e a resposta negativa, além dum “Porquê?” com muito espanto, respondeu-lhe: “Ora, porque o teu rabo é uma obra”. Diana fez a cara que imaginam, virou-lhe as costas e ai! Que os gajos da revista já me enganaram, pensou o Tó e foi atrás dela, a dizer que estava a brincar, que não se ofendesse, que era noite de festa e que, realmente, achava que ela tinha um corpo lindo, não só o rabo, as mamas também, desculpa, desculpa, já disse merda outra vez e engasganço atrás de engasganço, a Diana escapuliu-se para o WC.
Mas o Tó era persistente e se já concluíra que não iria para a cama com a febra, ainda tinha esperanças de vir a saber o final do Fernando e da Sara. Pegou em dois copos de whisky, porque o champanhe ainda não tinha sido aberto e foi prostrar-se à porta casa de banho das mulheres. Quando Diana saiu, fez olhos de carneiro mal morto e ofereceu-lhe um dos copos, pedindo de novo desculpa e dizendo que tinha que lhe perguntar uma coisa, uma cusquice. Diana, sem vontade de continuar a falar com o marmanjo, achou que o iria ouvir e que, se ele estava realmente armado em cusco, então ela só teria de inventar alguma porcaria e vingar-se da indelicadeza. Tó, na sua inocência, contou-lhe tim tim por tim toda a conversa que tinha tido com o Fernando. Diana ficou impressionada com o facto de se aperceber que os homens afinal gostam mais de bisbilhotices que a s mulheres, não se espantou, está claro, com o facto do outro de ter gabado com o amigo dos seus dotes de garanhão. Esteve quase para contar a verdade, que a amiga tinha vomitado quando viu que tinha dormido com tal Tony Ramos, mas em versão filme de terror e que o outro tinha feito o mesmo, não pela mesma razão, obviamente, mas não resistiu e tornou a história ainda mais interessante:
- Bem, eu vou-te contar, mas prometes que não contas a ninguém, e olha que só o faço porque sei que és muito amigo do Fernando, por isso tenho a certeza que não farás nada contra ele.
- Claro, a minha boca é um túmulo.
- Ah, não sei, tenho medo que contes a alguém…
- Não conto a ninguém, juro.
- Mas olha que nem ao Nando deves contar, olha que ele pode ficar magoado…
- Pela minha saúde, confia em mim.
- Bem, é que… (Diana fazia que hesitava para dar mais veracidade à história) a Sara estava grávida…
- Quê???!!!!
- Então, queres saber ou não?
O Tó lembrou-se logo que tinha sido por causa das suas interrupções que o Nando não tinha contado tudo e resolveu não abrir mais a boca.
- Bem, como ia dizendo, a Sara estava grávida e por isso teve aquele vómito matinal; o Fernando viu-a vomitar e quis ajudá-la, ela não quis, disse que não era nada, o Fernando insistiu, insistiu, quis saber se era por causa dos copos, a Sara disse que não: o Fernando então quis saber porquê e olha, tanto insistiu que ela acabou por lhe dizer a verdade… e o pior (dá uma grande gargalhada) o Fernando perguntou logo se o filho era dele. Imagina tu que o otário dá uma queca à Sara e acha que ela nessa manhã já está a vomitar por ter engravidado dele.
- Que bronco…


Desejo que o próximo ano seja melhor que este e que os broncos deste e doutros países comecem a escassear… é pedir demais, já sei, o Aladino também não me quis realizar esse desejo, por isso atirei a lamparina fora.
Continua

Beij08s
da Feiticeira

sábado, dezembro 22, 2007

NATAL

Não vou escrever sobre aquilo que todos conhecem, nem sequer uma pequena alusão àquilo que vos está a passar pela cabeça…

Desejo apenas que todos engordem para que uns não se fiquem a rir dos outros EH EH.


E, obviamente, desejo a todos quantos passem pelo blog que se divirtam e que passem um Bom Natal, com ou sem presentes, mas com quem mais o desejem passar, se possível….

Beijos natalícios

Lua Feiticeira

terça-feira, dezembro 18, 2007

O MONSTRENGO (CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO III)


Para quem leu o “Conto Erótico, Mas ao Contrário” e “A História da Diana e da Margarida”, terá agora uma outra perspectiva do que aconteceu na fatídica noite do vómito no sapato, a visão do Monstrengo. Este Mostrengo chama-se Fernando, feio como é, fode só de vez em quando e, no domingo à noite, quando foi ao café, encontrou o seu grande amigo Tó, eu sei que tó é porco, mas aqui temos o diminutivo de António. Após os cumprimentos habituais e as tretas de circunstâncias, reproduzo aqui, na íntegra, o diálogo para que vejam bem o que ficou na memória deste homem.

Cá vai:

FERNANDO (O MONTRENGO): É pá, Tó, lembras-te da minha colega Diana, aquela boazona que tu querias comer, mas que eu te disse que era fruta demais para a tua camioneta…
: Foda-se… Então não… dizes essa merda, mas até vais morder os sapatos quando eu a comer…
FERNANDO: Porra, caralho, nem me fales em sapatos…
: ….. (só abriu os olhos)
FERNANDO: A Diana tem uma amiga podre de boa, não me lembro muito bem do nome, mas sei que tem a ver com floresta… ou… deserto…
: Bem, tu e os nomes… se calhar chama-se Sara.
FERNANDO: É isso mesmo, chama-se Sara. Bem, então foi assim: saí ontem com o Bidon, lembras-te dele? Aquele que…
: Eu sei, eu sei, até já sei que foram para as Docas, eu vi-o hoje, disse-me que andavas lá a bater coro a uma gaja e que te foste embora sem dizer água vai… o gajo tava todo fodido contigo, teve que ir de Táxi para Oeiras, pagou um balúrdio..
FERNANDO: Shiiii, caralho, esqueci-me do gajo completamente, mas adiante, fui com a gaja para a casa dela
:…. (abre os olhos muito de novo e a boca também).
FERNANDO: Eh pá, não me olhes assim, eu sei que não sou bonito, mas tenho um bom paleio para as mulheres , cala-te lá e deixa-me contar a história.
: Conta, conta, que sou todo ouvidos.
FERNANDO: Bem, só te digo que ela é mesmo boa, estava a arder que nem…
: Estava com os copos, aposto.
FERNANDO: Lá tás tu com o teu mau feitio, isso não interessa para nada, o que eu sei é que ela chupa bem como o caralho, estive a fodê-la a noite inteira, ela até gritava… (há quem chame a noite inteira a um orgasmo precoce, digo eu)
: Mas tomaste viagra, pau de cabinda…
FERNANDO: Porra, meu, assim não conto mais nada.
: desculpa lá, não digo mais nada, conta lá o resto.
FERNANDO: Bem, o pior foi de manhã…
: O costume, ela não queria que te fosses embora, não tarda estão casados…
FERNANDO: Nada disso, eu sei que sou bom, mas… bem, cala-te lá e ouve. De manhã, estava eu tranquilamente a dormir quando ouço uns gritos, fico todo atrofiado, mas levanto-me para ver o que se passa… dou com ela deitada no sofá da sala toda nua, toda boa (não deve ter visto a mantinha que a cobria) e ela…
: Viu-te e quis logo outra e tu não conseguiste….
FERNANDO: Ai o caralho…, mas posso ou não contar o resto?
: desculpa lá outra vez, entusiasmei-me, é que não é todos os dias que me relatas uma foda com uma gaja boa, que eu me lembre, a última mulher com quem estiveste foi com a avó do Quim (ehehehe)
FERNANDO: Tou fodido contigo, já te disse mil vezes que a gaja é avó, mas parece que tem 30 anos na cama… e esquece lá essa merda agora. O que aconteceu é que a gaja, realmente, tinha bebido muito, nisso tu tinhas razão, e quando eu entrei na sala começou a vomitar…
: Quando tu entraste na sala, quando te viu… (vê o outro a pedir a conta ao empregado) Pronto, desculpa, desculpa, conta o resto, eu juro que não digo mais nada.

FERNANDO: Olha, desisto, não conto o que aconteceu depois e pronto.
: Tu és fodido, mas deixa lá que eu, quando comer a Diana, pergunto-lhe, que ela a esta hora já há-de saber, as mulheres, amigas de verdade, contam tudo umas às outras, os panascas é que só contam metade.
FERNANDO: Vai pó caralho! (vira-se para o empregado) Joaquim, trás lá outra bjeca que esta já parece mijo.
Beijos femininos.

domingo, dezembro 16, 2007

PÉS ORGÁSMICOS

Não, isto não é um texto chinês sobre sexo, isto é uma descrição dum espectáculo a que assisti nesta última sexta-feira. Vou começar pela envolvência: o espaço é o Campo Pequeno com as suas cadeiras de plástico, sem espaço para as pernas. Os espectadores chegam como, normalmente, em Portugal: muitos atrasados, só para incomodar os outros e interromper o que se está a ver/ouvir, com a agravante de termos de nos levantar e encostar até quase cair, graças ao curto espaço entre as filas. Mais de 70% são mulheres, como irão perceber porquê e mais de 10% dos homens são gays, aliás à minha esquerda estava um casalinho deles, segundo o meu companheiro, porque eu, ingénua como sou, achei que era pai e filho. O mais velho, de 2 em 2 minutos, durante todo o espectáculo grunhia um monocórdico OOOOOOH!, nem sei quantos OOOOOOOHS ouvi e sempre iguais. Mas o pior era a senhora que estava mesmo atrás de mim que gritava “Ai meu Deus!”, Ai minha nossa senhora!” e levantava-se constantemente a gritar, desafinadamente: BRAVVVVVÔ, aliás ouvia-a, no fim, a gritar e a tentar cantarolar com uma voz que só me fez lembrar um perú bêbedo e constipado; ainda por cima era muito gorda e como estava muito excitada, cada vez que se levantava, o meu marido punha-me o braço nos ombros, afastando-me para a frente, disse-me que tinha medo que ela caísse em cima de mim, porque me partiria o pescoço, disse-me que devi estar a ter um orgasmo. De início, dezenas ou centenas, que não tenho jeito para números, tiravam fotografias, estragando a visão do que estávamos a ver com os flashes.
De toda a forma, adorei o espectáculo, a música era como que uma onomatopia de sentimentos, os 16 músicos eram excelentes, as vozes, principalmente as das ciganas, faziam-nos arrepiar, cheguei mesmo a sentir os mamilos a ficar rijos após um frisson que me subiu pela espinha e o dançarino… já lá vamos, não me posso limitar a criticar os outros, pois no meio de expressões ditas em voz alta, também eu gritei “DESPE!”, após a gorda atrás de mim, histérica, mas educada, ter dito”DESPE O CASACO!”, o pior foi a cotovelada que levei; gritei ainda “PUXA AÍ” e “FUERTE; FUERTE”. Houve também uma desilusão grande quando o protagonista do show disse que não sabia falar “portunhol”. Portunhol? Foi como se me tivessem castrado de repente; mas será que algum português diz “espanholês ou “espanhês”?
Já estão muito curiosos, não é? Então cliquem no link para verem o homem mais sensual ao cimo da terra até eu o ter ouvido pronunciar “portunhol”, o homem que até com os pés consegue provocar orgasmos, com os pés porque em cima deles tem um corpo de bradar aos céus… e mais não digo. Cliquem aqui: melhor rabo ciganol
Beijos portugueses

terça-feira, dezembro 11, 2007

A HISTÓRIA DA DIANA E DA MARGARIDA (CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO II)


(Como repararam, o “Conto Erótico, mas ao Contrário” só apresentou a versão da Sara e então o que aconteceu à amiga que tinha saído com ela na véspera da manhã dos vómitos?)

Cá vai essa história, mas do princípio para o fim:


Estava Sara a dançar com o monstrengo peludo e gordo, quando Diana encontrou uma colega do ginásio, a Margarida. Esta sempre a tinha impressionado, principalmente nos balneários onde tão demoradamente lavava o seu corpo esbelto e bem rijo, graças às máquinas que o trabalhavam. Mas não era só os seus músculos tonificados, o seu peito gracioso, os seus mamilos espetados, os seus longos cabelos negros que a impressionavam, era mais o seu olhar, de olhos negros, que a deixava, por vezes, pouco à vontade, pois pareciam não conseguir mentir. Diana sempre tivera a ténue vontade de não morrer virgem, que é como quem diz, de provar uma mulher, quer o petisco viesse a ser bom ou mau. Ela sempre achara que tudo devemos provar, pois a Humanidade só pode avançar, experimentado, provando, arriscando… Assim, o ter encontrado aquela mulher sensualona no Havana foi uma alegria e, ao mesmo tempo, uma camada de nervos, pois não sabia muito bem como abordá-la, no entanto, essa agonia nem chegou a sê-lo de facto, pois rapidamente a outra meteu conversa e de que maneira... Breves segundos passados de troca de palavras e souberam o nome uma da outra, os empregos, os divórcios… Enfim, não me vou pôr aqui a relatar a conversa toda, senão isto deixa de ser um post, porque conversa de mulheres duma noite pode até dar para escrever um livro.
No meio da conversa, apareceu a célebre frase: “já estou um pouco farta de estar aqui.” Esta foi da Margarida, que logo rematou com outra daquelas que já conhecemos: “E a tua amiga, será que quer ir connosco daqui para fora?” Claro que Diana, fascinada pela situação de vir a sair dum bar com uma desconhecida pela primeira vez e não com um desconhecido, disse logo que não, que ia tratar da situação e daí ter ido pedir ao seu colega gordo que levasse a amiga a casa, mas que se comportasse como um cavalheiro, pois caso contrário havia de se ver com ela, Diana da Conceição, este último nome é apelido e não próprio, não se assustem, que temos aqui uma mulher à altura dos meus contos.
Saíram as duas e agora para onde haveriam de ir? e por que não para a casa da Margarida que até morava perto e tinha lá caipirinha também e da boa, não era como aquela merda que estavam a beber, feita com limão e não com lima. Diana aceitou logo, ora então, caipirinha da boa era mesmo o que lhe estava a apetecer, mais uma mentirinha feminina que não tem mal nenhum, pois o fingir que não se quer apimenta mais do que o oferecer/receber logo, viva o jogo e quem nunca jogou no totoloto?!
Chegaram a casa, quente, casa com aquecimento central sempre ligado, despiram os casacos, foram para a sala e Diana exclama logo: “Que belo plasma que aqui tens!” Sabidona como era a Margarida, ligou-o logo, mas “Ai! Estas novas tecnologias, isto é novo, ainda nem sei bem como funciona” e eis que começa a funcionar o DVD com um filme de lésbicas. “Espera aí que já tiro o filme, nem sabia que estava aí dentro e eu a pensar que já o tinha ido entregar, espera que vou fazer primeiro as caipirinhas.” A outra não se atrapalhou e disse-lhe que fosse à vontade, que ficaria bem, a menos que precisasse de ajuda. Não, não precisava, estava habituada a prepará-las. E estava a Diana a gozar o início dos filmes, que isto de pornográficos só princípio tem piada, depois é engolir espadas, duma maneira ou de outra, estava ela a ver 3 gajas a lamberem-se furiosamente, ainda hei-de ter a receita de ficar a gritar ao primeiro toque, quando ouve a Margarida a gritar: “Não preferes espumante? tenho aqui uma garrafinha de Monte Crasto geladinha que é de ir às lágrimas.” Claro que preferia, fosse lá ele Monte Crasto ou Monte Castro, que isso ela percebia o que queria dizer, ou não tivesse estudado Latim no secundário: Castro-fechado, cidade circundada de muro… ou não seria isso? Bem, coisa fechada era, e coisa que fecha também abre, como aquelas conaças que estava a ver no plasma, xiiiiiii, aqueles pensamentos… já estaria com os copos?
Chegou a Margarida com a garrafita já aberta e com dois cálices, pronta a fazer um brinde quando a outra a interrompe: “À nossa nova amizade!” Margarida acrescenta: “E ao mais que daí possa advir…” Diana, com estas palavras que logo misturou aos pensamentos quentes que já tinha, corou e deixou que a outra cruzasse um braço com o seu, que nem amantes antes de darem o primeiro trago. Ficaram com os seus corpos juntinhos e, após o toque com os lábios no néctar, beijaram-se muito levemente na boca como se de velhas amigas se tratasse. Ai! que já me esquecia de dizer que o corpo de Diana não ficava atrás do de Margarida, tinha umas mamas mais pequenas, mas em compensação um rabo mais cheiinho.
Diana tinha a cabeça a andar às voltas, desejava Margarida, mas como nunca tinha tido uma experiência com uma mulher, sentia-se embaraçada, não sabendo muito bem como agir, se fosse um homem, não precisaria de se preocupar com a situação, porque os homens também não, simplesmente rematam, e pronto! E nesse caso já estaria pré-cama, mas assim…
Margarida também não tinha muita experiência, pois até ao momento só tinha estado com mulheres que tinha encontrado em bares gays, tipo Memorial, ou seja, tinha estado com sapatões que agiam como homens, dava para dar alguma larga às suas fantasias lésbicas, mas acabava sempre por ficar insatisfeita, pois estar com mulheres armadas em homens era um pouco como estar com homens e o que lhe apetecia mesmo era estar com uma mulher-mulher, sentir-se com alguém como ela, com toda a sua feminilidade, aliás tinha dificuldade em compreender porque é que os homens gays se tornavam tão femininos, afinal os paneleiros gostam de homens ou de mulheres? Assim, como as mulheres que se tornavam machonas…
Porém, Margarida percebia que Diana queria o mesmo que ela e que tinha que ser ela-própria a dar o primeiro passo, daí que tivesse tido a iniciativa de tornar a beijá-la, desta vez duma forma mais profunda, onde línguas sôfregas e cheias de desejo se misturaram, trocando salivas apaladadas de champanhe. Diana não se fez rogada e só estava mesmo à espera daquela gota para que todo o vulcão que tinha dentro de si brotasse, agarrando Margarida com força contra si e, depois, mais leve, de forma a sentir as mamas da outra contra as suas. Depressa largaram os copos e Margarida sentou-se no seu longo sofá, fazendo Diana sentar-se ao seu colo com uma perna para cada lado, beijando-se, desabotoaram os botões da camisa uma da outra; a dona da casa já tinha tirado o soutien enquanto estivera na cozinha e Diana deliciou-se, pela primeira vez, com os seios duma mulher, não com uns quaisquer, mas com aqueles que via no balneário e que lhe preenchiam os pensamentos antes de adormecer. Agarrava-os com cuidado e, abrindo a boca ao máximo, abocanhava-os, fazendo a sua língua passar nos mamilos que estavam tão duros… Margarida não se deixava ficar queda e por isso a sua mão roçava as calças da recente amiga naquele lugar quente… não por muito tempo, pois logo a convidou a parar e a irem à casa de banho A noite ainda era uma criança e tinham muito tempo para explorarem-se. Foi na casa de banho que se despiram completamente, mostrando Margarida a Diana a depilação integral e definitiva que tinha feito – uma cona completamente rapada e macia. Diana ficou com vontade acariciá-la, mas a outra travou-lhe a mão, fazendo-a entrar na banheira onde já corria água quente, pois abrira a torneira antes de terem começado a despir-se. E foi aí que Margarida depilara meticulosamente Diana, fazendo-a, seguidamente ficar de pé com uma perna flectida, assentando o pé na borda da banheira. Deste modo, começou por beijar-lhe os grandes lábios, olhando para ela à espera dum sinal, que não tardou, para que continuasse pelos pequenos, chupando-lhe o clítoris levemente; uma das mãos passava-lha no rego, a outra apertava-lhe as nádegas. Sentindo-a com vontade de movimentos mais rápidos, mais fortes, enfiou-lhe um dedo e chupou-lhe com mais força o clítoris, Diana segurava-lhe a cabeça contra si como a querer mais… Margarida enfiou-lhe dois dedos e continuou a chupá-la. Vendo que Diana quase tinha um orgasmo, parou, saiu da banheira e embrulhou-a numa toalha quente, dando-lhe, com a sua boa, a provar o seu sabor num beijo frenético.
Seguiram para o quarto onde lençóis de seda as esperavam. Margarida deitou-se e pediu à outra que ficasse aos pés da cama sem sequer se sentar, ficando assim a ver a outra a passar as suas próprias mãos nos seus seios, a molhar os dedos na boca e a passá-los, então, nos mamilos, fazendo-os arrepiar. Viu-a a masturbar-se calmamente, molhando os dedos, saboreando-os em seguida. Depois, colocou-se de 4 e com o rosto sobre a almofada colocou gel, indo em seguida colocar um pequeno dildo, devagar, no ânus. Pediu, finalmente, a Margarida que já se esfregava como uma louca, que se deitasse debaixo dela, em posição de 69. Diana saboreou, então, um clítoris e só isso já a excitou ainda mais, provando mais ainda, enfiou a língua na cona da outra, cona essa que fervia e que estava cheia dum suco acre e doce que tão bem lhe sabia. Mas Margarida não a deixou provar muito, pois enfiou aí um vibrador que ela logo fez deslizar, chupando-a simultaneamente. “Faz o mesmo no cu!”- pediu Margarida e esta com as duas mãos a fazer mexer freneticamente os vibradores, mas com cuidado para que nenhum saísse, chupava-lhe o grelo; a outra levantava as ancas e não a beijava, não a chupava, apenas pedia Mais! Mais! Mais!.... até ter um orgasmo louco. Refeita, mas pouco, retirou o vibrador e deixou que Diana a saboreasse, mas não por muito tempo, pois agora queria ser ela a fazê-la vibrar e a fazê-la vibar como uma autêntica lésbica, sem brinquedos.
Margarida era uma verdadeira conhecedora das artes de Lesbos e começou por deitá-la confortavelmente, começando por deitar-se ao seu lado a beijá-la, com sabor de cona ainda na boca e roçando-lhe de leve a cona, pressionando-lhe o clítoris, beijando-lhe as mamas. Depois, endireitou um pouco o corpo e roçou-lhe um mamilo rijo no clítoris enquanto um dedo deslizava no seu buraco tão molhado. De seguida, com vigor, e sempre com os seus dedos dentro dela, chupou-lhe o clítoris quase como se dum caralho se tratasse. Diana apertava as suas próprias mamas e, tal como a outra antes o tinha feito, também implorava para que não parasse, até todo o seu corpo estremecer, até sentir como que choques eléctricos em toda a vulva, até se vir na boca da outra, que tudo lambeu.
Tentaram dormir, mas em vão. Continuaram a satisfazer todas as suas fantasias até voltarem a encher a banheira, até o TM de Diana tocar: era Sara!
Esta é a minha primeira história de lésbicas.
Continua...
Beijos homo e hetero.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Natal

Nasceu a ideia...
Não nos querendo substituir ao Pai Natal nem às múltiplas e meritórias instituições de solidariedade social portuguesas a ideia é criar um movimento cívico para:
No dia 24 de Dezembro às 10h da manhã vamos reunir-nos num local ainda a designar no centro da cidade
Cada Pai Natal leva uma prenda (tragam crianças também)
Às 11:30 arrancamos em comitiva (equipas de Pais Natais) e vamos percorrer todos os bairros e locais menos favorecidos da cidade de Lisboa
Cada criança que encontrarmos ganha uma prendaNotas importantes:
Se não puder por qualquer motivo participar na distribuição entregue a sua prenda a um qualquer Pai Natal que lá esteja, ele a levará por si
Divulgue esta ideia pelos meios que estiverem ao seu alcance
Ajude-nos a montar a rota, sugira locais de visita
Se tiver meios de patrocinar este movimento cívico não hesite (carros de apoio; brinquedos; renas; barretes; etc... etc...)Príncipios Orientadores:
Ver um sorriso na cara de uma criança
O Natal é quando um Homem quiser
O Homem sonha a obra nasce
Os putos não têm culpa
É possível
Nota muito, muito importante: O facto de estarmos a falar em prendas=brinquedos e não em bens de primeira necessidade, como leite, roupas quentes e afins prende-se apenas com duas razões:
Este movimento cívico não se pretende substituir a ninguém (ONG's; IPSS's; Apoio Social; Governo; etc.)
Os putos também gostam de um brinquedo, por uma vez que seja...
QUANTO ÀS MISSÕES:
Estas são variadas e podem ir desde apoio a divulgação; angariação de apoios; etc. A ideia é simples... na área de influência e de cada um de certo vamos descobrir formas de fazer isto acontecer.
É designer: desenhe o logo; comunicação; newsletter...
É jornalista: publique uma noticia
É taxista: divulgue
É fotógrafo: tire fotografias
etc etc etc
Mais notícias em breve...

Blog donde foi retirado o post:
Pai Natal

Eu não vou poder ir, porque é o dia do meu aniversário, além de ir passá-lo longe, mas vou ver se envio brinquedos.
Beijos natalícios

terça-feira, dezembro 04, 2007

CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO

(De início, comecei por postar apenas contos eróticos, começando pela “Masturbação Feminina”… “Três Mulheres e um Homem”, “2 for 2”… com uns textos e umas divagações pelo meio, até que achei que deveria colocar mais qualquer coisa nos temas, daí os textos que invertem os contos populares, apimentando-os, como “As Sete Brancas de Neve”, “A Bruxa má e os Sete Matulões”…”O Gato Borralheiro”, etc, etc. Ou seja fartei-me de textos que tivessem como tema o sexo. E porquê? Porque acabam por ter um enredo repetitivo, têm sempre beijos, lambidelas, chupadelas, sexo oral, anal, vaginal, um casal, duas mulheres, um casal com mais uma pessoa, mais duas, mais três… Só que entretanto achei que estava a tirar o blog da sua personalidade, e por isso resolvi escrever um “Conto Erótico, mas ao Contrário” e na 3ª pessoa, coisa que nunca fiz até hoje, pois escrevo sempre como sendo uma das personagens do texto. Deixa lá ver o que isto vai dar.)

Cá vai o conto:

Lá para o romper do meio-dia, Sara acordou e apanhou um valente susto, aliás despertou dum sonho confuso com um ruído ao seu lado, com um valente ronco. Que susto!, tinha um homem grotesco de boca aberta, babando-se, a ressonar ao seu lado. Ficou imóvel, tentando compreender como tinha ido ali parar e imagens confusas voavam pela sua mente. Começou por lembrar-se que antes de adormecer, tinha tido um orgasmo pouco comum, pois tinha-lo tido enquanto aquela coisa ali ao lado prostrada a lambia de forma devoradora, após duas ou três estocadas que lhe tinham dado origem a uma ejaculação precoce. Animou-se com essa imagem, afinal, ele não tinha sido egoísta, pois tinha-a lambido após se ter esporrado, não a tendo deixado a sonhar que tinha sido melhor ter ido para casa sozinha e ter utilizado o seu vibrador negro de silicone com um comandozinho com um botão com três velocidades. As mentiras e as atrapalhações que tinha tido na sexy shop para o comprar (“é para uma despedida de solteira duma amiga que casa na próxima semana…”) enfim, as mentiras do costume. Depois, tentou lembrar-se do que se tinha passado até ele a ter penetrado e as imagens já se baralhavam mais, as peças do puzzle que tentava reconstruir na sua memória já custavam a encaixar. Lembrava-se de estar de 4 com ele a lambê-la por trás, de estar sentado na cara dele subindo e descendo o corpo de forma a enterrar uma língua, oh! Que língua! Lembrava-se agora que nunca tinha visto uma igual, parecia quase o caralho dum professor universitário que uma vez tinha conhecido, shiiiiii, que horror de noite! Mas a língua do roncador… uiiiii, era quase um monumento, e a pila? A pila? Ah! Sim!, tinha-a tido na mão, na cona quase não a tinha sentido devido à sua permanência tão curta, mas na mão… a sua mão não tinha fechado completamente… e na boca… Oh! Já se lembrava, mal tapava a glande, sim, tinha um bacamarte enorme! Mas e o que tinham feito mais? Ela tinha estado sentada em cima da sua cara… agarrada à cabeceira da cama, com a cara contra a parede, com a língua a penetrá-la… e depois? E depois? E depois, virou-se, foi isso mesmo; deitou-se sobre ele chupando e lambendo a torre Eiffel e ele a chupar-lhe o clítoris… e a enfiar-lhe os dedos na cona e também um dedo no cu… Ai! minha Santa Engrácia que esses pensamentos estavam a dar-lhe tusa, o melhor seria começar a pensar como é que ele tinha ido parar à casa dela.
Tinha ido sair com a Diana, jantaram juntas e partiram para a desgraça, primeiro no Bairro Alto, ah! quanto tempo não iam ao BA, depois foram para as Docas… mas então e a amiga onde estaria, como teria ido para casa? Elas tinham ido para a desgraça de táxi, para poderem beber à vontade. Beber à vontade? E foder? Também foi à vontade? Olhou para o lado e ufff! Estava um preservativo no chão, foda-se… por uma fracção de segundo tinha-se sentido a personagem principal do filme “Um Azar do Caraças”. Não resistiu, levantou-se com todo o cuidado e pé ante pé foi para a sala de telemóvel em punho. Deitou-se no sofá, cobriu-se com uma mantinha que aí o aquecimento ainda estava desligado e telefonou à Diana. O telefone tocou, tocou, tocou até que ouviu:
“Bom dia, Sara, como estás?”, numa voz bem alegre e bem disposta para um domingo após noite de copos e etc. “Estás bem, Diana, levaste tanto tempo para atender, ligo-te a esta hora e estás tão bem disposta, sem me mandar, se quer, para o caralho! Porra, o que é que se passa? Fomos invadidos por extra-terrestres e ainda ninguém me disse nada?” berrou a desesperada Sara.
“Nada disso, está visto que, mais uma vez, não te lembras do que fizeste”. Sara gritou de novo:
-“Então, conta-me, tira-me desta curiosidade, merda.” Com toda a calma, Diana começou por explicar:
-“Estavas a dançar tão sensualmente com o gajo que deves ter ainda na cama que não viste nada do que se passou. Dançaste quase toda a noite com esse monstrengo que tens aí, vi-te tão entusiasmada que, quando foste uma vez à casa de banho, pedi-lhe que te levasse a casa, ele estava sóbrio e por isso eu fiquei descansada…” Cortou-lhe logo a palavra Sara, que estava toda refodida como diria uma das gajas podres de boas:
-“Ficaste descansada? que merda é essa?” E se ele fosse um assassino? E tu, como foste para casa? Só me lembro de te ter visto horas ao balcão como uma gaja qualquer…” Diana acalmou-a:
-“Tem calma, porque esse gajo trabalha no meu escritório, é um crápula, mas não é assassino e sabe bem que se não se comportasse como um cavalheiro contigo, seria eu que o matava… e eu demorei a atender o telemóvel porque estou a tomar banho numa banheira de espuma, fazendo massagem…” cantarolou Diana que nem a Rita Lee, irritando ainda mais a Sara que quase tinha uma travadinha:
-“Diana, cala-te! numa banheira? Tu nem tens banheira…”
-“Pois não, mas tem a Margarida, que me trouxe para a casa dela e…” Agora é que Sara berrou a ponto de acordar o roncador:
-“Margarida? Só me falta dizeres que és fufa desde a infância e que nunca me tinhas dito nada e que só…” Mas não acabou o discurso porque ouviu as passadas pesadas do outro que perguntava: “Há algum problema?” Oh!, não! Sara via-o agora nu, à luz do dia e sóbria ou quase, o homem era peludo que nem um macaco, mais pequeno que ela com certeza e com uma barriga parecendo estar grávido de 5 meses. Sara vomita em cima do tapete, ouve-se a voz de Diana a sair do telemóvel, o estronço dá duas voltas sobre si sem saber o que fazer até que começa à procura duma casa de banho para fazer o mesmo, pois o cheiro tinha-o agoniado, não consegue chegar a tempo e vomita sobre uns sapatos que tinham ficado no corredor e foda-se! eram os seus, agora como é que se ia calçar para ir para casa?
Continua...

Beijos sóbrios

quarta-feira, novembro 28, 2007

COM OU SEM PÊLOS?

Tendo em conta que até os pêlos têm modas, ora as mulheres peludas é que eram bonitas e são, vejam só o telejornal de vez em quando, aqueles buços do Norte… os filmes pornográficos antigos… Agora ou elas aparecem rapadinhas ou com bigodinhos… tudo isto me fez reflectir e escrever este texto.

Partindo do princípio que a teoria evolucionista de Darwin está correcta, sempre me questionei porque é que o Homem continua a ter tantos pêlos no púbis. Percebo porque é que os dedos dos pés são mais pequenos, pois quase não precisamos deles, mas aquele monte de pêlos… Aliás, não compreendia. Ultimamente, tenho tirado por fotodepilação os pêlos das virilhas, e não só. Ainda não compreendi porque é que são tantas sessões que demoram cerca de 5 minutos cada e que só nas virilhas custa 100 Euros. Calculo que seja para pagar a máquina que me provoca umas dores qual choques eléctricos. Mas adiante. Para quem já experimentou rapar-se completamente e rapar o seu homem também completamente, já saberá qual a função dos pêlos nesse local. Haverá quem esteja a pensar que é óptimo assim porque não têm que cuspir pêlos e porque quando chegam à garganta é uma autêntica tortura, chegando mesmo a cortar a tusa. Pois, mas os dois sem pêlos e, obviamente, com ambos os sexos húmidos, seja por transpiração, seja por saliva, ah! Pois é, há que aproveitar que está sem pelinhos, e numa posição de missionário, já agora, para não fazer trabalhar muito a imaginação para quem ainda não passou pela experiência, a sensação é estranha, pois a pele de um cola-se à pele do outro e quando os corpos se desviam, faz uma espécie de ventosa que, ao desligar-se, emite um som, tipo shlok e as peles voltam a unir-se e separam-se, fazendo shlok, e ele penetra e despenetra e shlok, e de novo shlok, e outra vez shlok, até que shlok… shlok… shlok… shlok, shlok, shlok, shlok shlok shlok SHLOK SHLOKSHOLOKSHLOK…
Compreendem agora a função dos pêlos? Servem para fazer os corpos deslizarem mais suave e rapidamente, além de evitarem sons que podem perturbar a concentração, como aqueles vibradores a que se tiram as pilhas e até que se arranca o fio porque o barulho é deveras irritante.

Beijos nus

segunda-feira, novembro 12, 2007

CHATEAR O CAMÕES



Olhando para todas as expressões idiomáticas que me deixaram (nem fode nem sai de cima, Cão bandido, mato-te (não matando), diz o roto ao nu..., Põe-te n'álheta, Moço marafádo, Máqjête, Onde Judas perdeu as botas, Quanto mais choras menos mijas...) acabei por seleccionar a que me pareceu menos óbvia. Que acham?

Camões foi realmente um génio, alguém com um QI acima da média, um inspirado, uma excepção à Natureza, mas Luís Vaz de Camões, se tivesse vivido nos dias de hoje, ser-lhe-ia diagnosticada qualquer espécie de esquizofrenia ou uma dupla personalidade ou, quiçá, a doença Bipolar, que afectou escritores como Edgar Allan Poe, Lord Byron, Van Gogh e Virgínia Wolf e que está tão na moda. Se não vejamos: o nosso poeta tem uma veia poética extraordinária, aliada a um savoir faire e a uma cultura geral anormal para a época, mas ao mesmo tempo é um devasso, um aventureiro, um mulherengo que se mete com prostitutas ao ponto de contrair uma doença venérea. Acrescentemos os temas dos seus poemas; ele faz a nossa epopeia, mas também escreve poemas de Amor que são os que o melhor descrevem, que verso conhecem que ultrapasse o “Amor é fogo que arde sem se ver”? Os seus poemas revelam alegria, tristeza…
Já estão fartos, não é? Então e a explicação da frase? – pensam vocês.
É simples:
No século XVI, não havia televisão, cinema, discotecas… certo? Como se divertia a corte em noites em que não havia nem tourada nem autos de Gil Vicente? Em saraus! O que se fazia nos saraus, além de se conversar, beber, jogar, dançar…? Uma espécie de jogos florais, não com a importância que vieram a ter um, dois séculos mais tarde, como tão bem o demonstra o filme “C’est ridícule”, mas, mesmo assim, alguns jogos florais. Para quem não sabe o que é, aviso que não são jogos onde se fazem flores, tipo festas de Campo Maior, nem tão pouco botões de rosa, que nesse tempo não havia papel nem higiene, basta pensar que o bouquet das noivas surge para disfarçar o mau cheiro que as mulheres já tinham na Primavera, quando se casavam. Jogos florais são tipo cantar ao desafio, que nos dias de hoje se faz com o Hip Hop ou Rap, mas improvisando poemas. Ora, Camões, nem é preciso repetir, era exímio nessa produção e, não improvisando, porque ainda não estávamos na época do Barroco, declamava poesias da sua autoria como nenhum outro. Aliada a essa veia poético, Luís tinha glamour e batia o coro às mulheres como nenhum outro. É preciso ver que o tempo curto em que passa pela corte de D. João III foi antes de ter perdido o olho em Ceuta, aliás há teorias que o seu primeiro desterro se deveu, precisamente, ao facto de se ter envolvido com a Infanta D. Maria, filha de D. Manuel. Cá está, seria também jeitoso e bom na cama.
Então, quando parte desterrado, deixa na corte saudades femininas, jovens e coroas que suspiravam por ele, criticando os autores das declamações que continuavam tentando animar a nobreza frequentadora da corte. Elas, que nem a maluca do anúncio do Toyota Yaris, a que parte o aviãozinho, após a sua breve ovação, lá iam fazendo as suas críticas “construtivas”, tipo: “a rima do segundo quarteto está um pouco pobre”, “parece-me que falta no penúltimo verso uma sílaba para ser a la maniera”, “uma sextilha nunca deve ter um tema tão profundo como um soneto”… E os coitados, que passavam noites e noites à luz da vela, tentando compor o poema mais arrasador (toma lá uma rima), não estavam para meias medidas e jogavam-lhes à cara: “VAI CHATEAR O CAMÕES!”. Claro que o faziam cientes do seu não regresso. Quem sabe, até, se não terá sido pela sua invejazinha, pela sua certeza que nunca lhe chegariam aos calcanhares que Luís Vaz de Camões não terá, pobre, deambulado por Ceuta, Índia, Macau, Goa… Não voltou à corte, mas a força dos seus poemas deixou saudade e inveja suficiente para que durante muito tempo se criticassem escritores que arremetiam com o ““VAI CHATEAR O CAMÕES!” e da corte para o povo, a expressão foi-se divulgando, tendo, de início dois significados: chatear alguém importante, ou seja, quem a exteriorizava, de forma indirecta, auto-intitulava-se de alguém de mérito e, ao mesmo tempo, servia para mandar o outro, o que era chato, para nenhures, pois Camões era alguém ausente.
Continuem a questionar-me.
Beijos presentes.

sexta-feira, novembro 02, 2007

SANTO DE PAU CARUNCHOSO


(VAMOS LÁ VER QUAL A ORIGEM DE CERTAS EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS)


Era uma vez um homem muito bom, que praticava constantemente o bem, ajudando sempre o próximo através de milagres bizarros. Era tão bom, tão bom que houve um Papa, 100 anos após a sua morte que o canonizou e, como o fez tantos anos após a sua morte, o seu nome tinha-se perdido na História e por isso ficou cognominado de “Pau Carunchoso”, de “Pau” porque houve um escultor que pegou num pedaço de madeira e o esculpiu, “Carunchoso” porque a madeira era velha e carunchosa, dirão vocês. Não, já imaginaram que essa seria uma resposta demasiado fácil para eu vir para aqui postar um texto sobre o assunto.
Os milagres deste santo prendiam-se com questões de reprodução. De início, havendo casais com dificuldades em reproduzir-se e tendo o santo conhecimento da questão, dirigia-se ao cônjuge masculino, pedia-lhe para que colocasse de fora aquilo que deveria reproduzir, mas em vão, rezava-lhe, atirava-lhe com água benta e, pelo menos 9 meses depois, o casal era agraciado com um rebento. Mais tarde, eram os homens que, quando achavam que as suas mulheres eram estéreis, sim porque os homens nunca põem em causa a sua “masculinidade”, se dirigiam ao santo a pedir a benzedura nas partes “fodendas”. Com este género de milagres, o homem foi sendo intitulado de Santo do Pau, mas, obviamente, e há sempre um mas… mulheres havia que, ou por não terem homem, viúvas muitas, ou por o seu homem ter partido para uma viagem à Índia ou para uma caprichosa batalha da Nobreza, sabendo-se lá se voltaria, iam ao encontro do Santo do Pau, não confundir com Pau de Santo, a fim de se tornarem também elas prenhas, prenhas, pois… a gente já sabe o que elas queriam! Evidentemente que a resposta do Santo era sempre negativa ou não fosse ele um santo, pois milagres daqueles só com um pau por perto e vai daí que tenham sido as mulheres a terem alcunhado o Santo de Pau Carunchoso.

Esta é uma expressão que eu costumo utilizar, muitas vezes, para “gozar” com aqueles que se armam em santinhos.
Agradecia que me escrevessem as expressões tipicamente portuguesas que costumam utilizar para que eu vos deixe aqui a sua origem.
Beijos sem caruncho

sexta-feira, outubro 19, 2007

Ah! pois dói...

Foi difícil obter uma resposta ao post anterior, consegui-a a partir dum comentário que me remeteu para outro blog que, por sua vez tinha este link, que tem textos que, para quem quiser saber se aos gays dói ou não levar no cu, vale a pena ler. Obrigada.

http://mixbrasil.uol.com.br/cultura/especiais/bottom1/bottom1.asp

terça-feira, outubro 16, 2007

Aos gays dói-lhes o cu?

Ultimamente, tenho encontrado vários posts sobre sexo anal, mas sobre sexo anal entre homem e mulher. As mulheres que gostam e as que não gostam de serem penetradas no rabinho. As mulheres que gostariam de usar um strap on e enrabar os gajos. Os homens que "nem pensar", os outros que até gostam dum dedinho e ainda os outros que gostam de ser penetrados por mulheres.
Mas tudo isto me coloca uma dúvida: se às mulheres dói, nem que seja à entrada, nem que seja nas primeiras vezes..., o que sentem os homens gays que gostam de serem penetrados? Não lhes dói também? Nem no início dói? Recordam-se de alguma dor das primeiras enrabadelas?
Eu acho que, como diz um amigo meu, não há cu e cua e que isso se aplica aos homossexuais; também a eles lhes dói ou deve, alguma vez, ter doído.
A sério que gostaria de receber algumas respostas a este tema, de gays, principalmente. Não sei se tenho leitores que me respondam a isto... mas adoraria ter.

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