Nasceu a ideia...
Não nos querendo substituir ao Pai Natal nem às múltiplas e meritórias instituições de solidariedade social portuguesas a ideia é criar um movimento cívico para:
No dia 24 de Dezembro às 10h da manhã vamos reunir-nos num local ainda a designar no centro da cidade
Cada Pai Natal leva uma prenda (tragam crianças também)
Às 11:30 arrancamos em comitiva (equipas de Pais Natais) e vamos percorrer todos os bairros e locais menos favorecidos da cidade de Lisboa
Cada criança que encontrarmos ganha uma prendaNotas importantes:
Se não puder por qualquer motivo participar na distribuição entregue a sua prenda a um qualquer Pai Natal que lá esteja, ele a levará por si
Divulgue esta ideia pelos meios que estiverem ao seu alcance
Ajude-nos a montar a rota, sugira locais de visita
Se tiver meios de patrocinar este movimento cívico não hesite (carros de apoio; brinquedos; renas; barretes; etc... etc...)Príncipios Orientadores:
Ver um sorriso na cara de uma criança
O Natal é quando um Homem quiser
O Homem sonha a obra nasce
Os putos não têm culpa
É possível
Nota muito, muito importante: O facto de estarmos a falar em prendas=brinquedos e não em bens de primeira necessidade, como leite, roupas quentes e afins prende-se apenas com duas razões:
Este movimento cívico não se pretende substituir a ninguém (ONG's; IPSS's; Apoio Social; Governo; etc.)
Os putos também gostam de um brinquedo, por uma vez que seja...
QUANTO ÀS MISSÕES:
Estas são variadas e podem ir desde apoio a divulgação; angariação de apoios; etc. A ideia é simples... na área de influência e de cada um de certo vamos descobrir formas de fazer isto acontecer.
É designer: desenhe o logo; comunicação; newsletter...
É jornalista: publique uma noticia
É taxista: divulgue
É fotógrafo: tire fotografias
etc etc etc
Mais notícias em breve...
Blog donde foi retirado o post: Pai Natal
Eu não vou poder ir, porque é o dia do meu aniversário, além de ir passá-lo longe, mas vou ver se envio brinquedos.
Beijos natalícios
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Natal
Publicada por luafeiticeira à(s) 10.12.07 2 comentários Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, dezembro 04, 2007
CONTO ERÓTICO, MAS AO CONTRÁRIO
(De início, comecei por postar apenas contos eróticos, começando pela “Masturbação Feminina”… “Três Mulheres e um Homem”, “2 for 2”… com uns textos e umas divagações pelo meio, até que achei que deveria colocar mais qualquer coisa nos temas, daí os textos que invertem os contos populares, apimentando-os, como “As Sete Brancas de Neve”, “A Bruxa má e os Sete Matulões”…”O Gato Borralheiro”, etc, etc. Ou seja fartei-me de textos que tivessem como tema o sexo. E porquê? Porque acabam por ter um enredo repetitivo, têm sempre beijos, lambidelas, chupadelas, sexo oral, anal, vaginal, um casal, duas mulheres, um casal com mais uma pessoa, mais duas, mais três… Só que entretanto achei que estava a tirar o blog da sua personalidade, e por isso resolvi escrever um “Conto Erótico, mas ao Contrário” e na 3ª pessoa, coisa que nunca fiz até hoje, pois escrevo sempre como sendo uma das personagens do texto. Deixa lá ver o que isto vai dar.)
Lá para o romper do meio-dia, Sara acordou e apanhou um valente susto, aliás despertou dum sonho confuso com um ruído ao seu lado, com um valente ronco. Que susto!, tinha um homem grotesco de boca aberta, babando-se, a ressonar ao seu lado. Ficou imóvel, tentando compreender como tinha ido ali parar e imagens confusas voavam pela sua mente. Começou por lembrar-se que antes de adormecer, tinha tido um orgasmo pouco comum, pois tinha-lo tido enquanto aquela coisa ali ao lado prostrada a lambia de forma devoradora, após duas ou três estocadas que lhe tinham dado origem a uma ejaculação precoce. Animou-se com essa imagem, afinal, ele não tinha sido egoísta, pois tinha-a lambido após se ter esporrado, não a tendo deixado a sonhar que tinha sido melhor ter ido para casa sozinha e ter utilizado o seu vibrador negro de silicone com um comandozinho com um botão com três velocidades. As mentiras e as atrapalhações que tinha tido na sexy shop para o comprar (“é para uma despedida de solteira duma amiga que casa na próxima semana…”) enfim, as mentiras do costume. Depois, tentou lembrar-se do que se tinha passado até ele a ter penetrado e as imagens já se baralhavam mais, as peças do puzzle que tentava reconstruir na sua memória já custavam a encaixar. Lembrava-se de estar de 4 com ele a lambê-la por trás, de estar sentado na cara dele subindo e descendo o corpo de forma a enterrar uma língua, oh! Que língua! Lembrava-se agora que nunca tinha visto uma igual, parecia quase o caralho dum professor universitário que uma vez tinha conhecido, shiiiiii, que horror de noite! Mas a língua do roncador… uiiiii, era quase um monumento, e a pila? A pila? Ah! Sim!, tinha-a tido na mão, na cona quase não a tinha sentido devido à sua permanência tão curta, mas na mão… a sua mão não tinha fechado completamente… e na boca… Oh! Já se lembrava, mal tapava a glande, sim, tinha um bacamarte enorme! Mas e o que tinham feito mais? Ela tinha estado sentada em cima da sua cara… agarrada à cabeceira da cama, com a cara contra a parede, com a língua a penetrá-la… e depois? E depois? E depois, virou-se, foi isso mesmo; deitou-se sobre ele chupando e lambendo a torre Eiffel e ele a chupar-lhe o clítoris… e a enfiar-lhe os dedos na cona e também um dedo no cu… Ai! minha Santa Engrácia que esses pensamentos estavam a dar-lhe tusa, o melhor seria começar a pensar como é que ele tinha ido parar à casa dela.
Tinha ido sair com a Diana, jantaram juntas e partiram para a desgraça, primeiro no Bairro Alto, ah! quanto tempo não iam ao BA, depois foram para as Docas… mas então e a amiga onde estaria, como teria ido para casa? Elas tinham ido para a desgraça de táxi, para poderem beber à vontade. Beber à vontade? E foder? Também foi à vontade? Olhou para o lado e ufff! Estava um preservativo no chão, foda-se… por uma fracção de segundo tinha-se sentido a personagem principal do filme “Um Azar do Caraças”. Não resistiu, levantou-se com todo o cuidado e pé ante pé foi para a sala de telemóvel em punho. Deitou-se no sofá, cobriu-se com uma mantinha que aí o aquecimento ainda estava desligado e telefonou à Diana. O telefone tocou, tocou, tocou até que ouviu:
“Bom dia, Sara, como estás?”, numa voz bem alegre e bem disposta para um domingo após noite de copos e etc. “Estás bem, Diana, levaste tanto tempo para atender, ligo-te a esta hora e estás tão bem disposta, sem me mandar, se quer, para o caralho! Porra, o que é que se passa? Fomos invadidos por extra-terrestres e ainda ninguém me disse nada?” berrou a desesperada Sara.
“Nada disso, está visto que, mais uma vez, não te lembras do que fizeste”. Sara gritou de novo:
-“Então, conta-me, tira-me desta curiosidade, merda.” Com toda a calma, Diana começou por explicar:
-“Estavas a dançar tão sensualmente com o gajo que deves ter ainda na cama que não viste nada do que se passou. Dançaste quase toda a noite com esse monstrengo que tens aí, vi-te tão entusiasmada que, quando foste uma vez à casa de banho, pedi-lhe que te levasse a casa, ele estava sóbrio e por isso eu fiquei descansada…” Cortou-lhe logo a palavra Sara, que estava toda refodida como diria uma das gajas podres de boas:
-“Ficaste descansada? que merda é essa?” E se ele fosse um assassino? E tu, como foste para casa? Só me lembro de te ter visto horas ao balcão como uma gaja qualquer…” Diana acalmou-a:
-“Tem calma, porque esse gajo trabalha no meu escritório, é um crápula, mas não é assassino e sabe bem que se não se comportasse como um cavalheiro contigo, seria eu que o matava… e eu demorei a atender o telemóvel porque estou a tomar banho numa banheira de espuma, fazendo massagem…” cantarolou Diana que nem a Rita Lee, irritando ainda mais a Sara que quase tinha uma travadinha:
-“Diana, cala-te! numa banheira? Tu nem tens banheira…”
-“Pois não, mas tem a Margarida, que me trouxe para a casa dela e…” Agora é que Sara berrou a ponto de acordar o roncador:
-“Margarida? Só me falta dizeres que és fufa desde a infância e que nunca me tinhas dito nada e que só…” Mas não acabou o discurso porque ouviu as passadas pesadas do outro que perguntava: “Há algum problema?” Oh!, não! Sara via-o agora nu, à luz do dia e sóbria ou quase, o homem era peludo que nem um macaco, mais pequeno que ela com certeza e com uma barriga parecendo estar grávido de 5 meses. Sara vomita em cima do tapete, ouve-se a voz de Diana a sair do telemóvel, o estronço dá duas voltas sobre si sem saber o que fazer até que começa à procura duma casa de banho para fazer o mesmo, pois o cheiro tinha-o agoniado, não consegue chegar a tempo e vomita sobre uns sapatos que tinham ficado no corredor e foda-se! eram os seus, agora como é que se ia calçar para ir para casa?
Beijos sóbrios
Publicada por luafeiticeira à(s) 4.12.07 55 comentários Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, novembro 28, 2007
COM OU SEM PÊLOS?
Partindo do princípio que a teoria evolucionista de Darwin está correcta, sempre me questionei porque é que o Homem continua a ter tantos pêlos no púbis. Percebo porque é que os dedos dos pés são mais pequenos, pois quase não precisamos deles, mas aquele monte de pêlos… Aliás, não compreendia. Ultimamente, tenho tirado por fotodepilação os pêlos das virilhas, e não só. Ainda não compreendi porque é que são tantas sessões que demoram cerca de 5 minutos cada e que só nas virilhas custa 100 Euros. Calculo que seja para pagar a máquina que me provoca umas dores qual choques eléctricos. Mas adiante. Para quem já experimentou rapar-se completamente e rapar o seu homem também completamente, já saberá qual a função dos pêlos nesse local. Haverá quem esteja a pensar que é óptimo assim porque não têm que cuspir pêlos e porque quando chegam à garganta é uma autêntica tortura, chegando mesmo a cortar a tusa. Pois, mas os dois sem pêlos e, obviamente, com ambos os sexos húmidos, seja por transpiração, seja por saliva, ah! Pois é, há que aproveitar que está sem pelinhos, e numa posição de missionário, já agora, para não fazer trabalhar muito a imaginação para quem ainda não passou pela experiência, a sensação é estranha, pois a pele de um cola-se à pele do outro e quando os corpos se desviam, faz uma espécie de ventosa que, ao desligar-se, emite um som, tipo shlok e as peles voltam a unir-se e separam-se, fazendo shlok, e ele penetra e despenetra e shlok, e de novo shlok, e outra vez shlok, até que shlok… shlok… shlok… shlok, shlok, shlok, shlok shlok shlok SHLOK SHLOKSHOLOKSHLOK…
Compreendem agora a função dos pêlos? Servem para fazer os corpos deslizarem mais suave e rapidamente, além de evitarem sons que podem perturbar a concentração, como aqueles vibradores a que se tiram as pilhas e até que se arranca o fio porque o barulho é deveras irritante.
Beijos nus
Publicada por luafeiticeira à(s) 28.11.07 40 comentários Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, novembro 12, 2007
CHATEAR O CAMÕES
Camões foi realmente um génio, alguém com um QI acima da média, um inspirado, uma excepção à Natureza, mas Luís Vaz de Camões, se tivesse vivido nos dias de hoje, ser-lhe-ia diagnosticada qualquer espécie de esquizofrenia ou uma dupla personalidade ou, quiçá, a doença Bipolar, que afectou escritores como Edgar Allan Poe, Lord Byron, Van Gogh e Virgínia Wolf e que está tão na moda. Se não vejamos: o nosso poeta tem uma veia poética extraordinária, aliada a um savoir faire e a uma cultura geral anormal para a época, mas ao mesmo tempo é um devasso, um aventureiro, um mulherengo que se mete com prostitutas ao ponto de contrair uma doença venérea. Acrescentemos os temas dos seus poemas; ele faz a nossa epopeia, mas também escreve poemas de Amor que são os que o melhor descrevem, que verso conhecem que ultrapasse o “Amor é fogo que arde sem se ver”? Os seus poemas revelam alegria, tristeza…
Já estão fartos, não é? Então e a explicação da frase? – pensam vocês.
É simples:
No século XVI, não havia televisão, cinema, discotecas… certo? Como se divertia a corte em noites em que não havia nem tourada nem autos de Gil Vicente? Em saraus! O que se fazia nos saraus, além de se conversar, beber, jogar, dançar…? Uma espécie de jogos florais, não com a importância que vieram a ter um, dois séculos mais tarde, como tão bem o demonstra o filme “C’est ridícule”, mas, mesmo assim, alguns jogos florais. Para quem não sabe o que é, aviso que não são jogos onde se fazem flores, tipo festas de Campo Maior, nem tão pouco botões de rosa, que nesse tempo não havia papel nem higiene, basta pensar que o bouquet das noivas surge para disfarçar o mau cheiro que as mulheres já tinham na Primavera, quando se casavam. Jogos florais são tipo cantar ao desafio, que nos dias de hoje se faz com o Hip Hop ou Rap, mas improvisando poemas. Ora, Camões, nem é preciso repetir, era exímio nessa produção e, não improvisando, porque ainda não estávamos na época do Barroco, declamava poesias da sua autoria como nenhum outro. Aliada a essa veia poético, Luís tinha glamour e batia o coro às mulheres como nenhum outro. É preciso ver que o tempo curto em que passa pela corte de D. João III foi antes de ter perdido o olho em Ceuta, aliás há teorias que o seu primeiro desterro se deveu, precisamente, ao facto de se ter envolvido com a Infanta D. Maria, filha de D. Manuel. Cá está, seria também jeitoso e bom na cama.
Então, quando parte desterrado, deixa na corte saudades femininas, jovens e coroas que suspiravam por ele, criticando os autores das declamações que continuavam tentando animar a nobreza frequentadora da corte. Elas, que nem a maluca do anúncio do Toyota Yaris, a que parte o aviãozinho, após a sua breve ovação, lá iam fazendo as suas críticas “construtivas”, tipo: “a rima do segundo quarteto está um pouco pobre”, “parece-me que falta no penúltimo verso uma sílaba para ser a la maniera”, “uma sextilha nunca deve ter um tema tão profundo como um soneto”… E os coitados, que passavam noites e noites à luz da vela, tentando compor o poema mais arrasador (toma lá uma rima), não estavam para meias medidas e jogavam-lhes à cara: “VAI CHATEAR O CAMÕES!”. Claro que o faziam cientes do seu não regresso. Quem sabe, até, se não terá sido pela sua invejazinha, pela sua certeza que nunca lhe chegariam aos calcanhares que Luís Vaz de Camões não terá, pobre, deambulado por Ceuta, Índia, Macau, Goa… Não voltou à corte, mas a força dos seus poemas deixou saudade e inveja suficiente para que durante muito tempo se criticassem escritores que arremetiam com o ““VAI CHATEAR O CAMÕES!” e da corte para o povo, a expressão foi-se divulgando, tendo, de início dois significados: chatear alguém importante, ou seja, quem a exteriorizava, de forma indirecta, auto-intitulava-se de alguém de mérito e, ao mesmo tempo, servia para mandar o outro, o que era chato, para nenhures, pois Camões era alguém ausente.
Continuem a questionar-me.
Beijos presentes.
Publicada por luafeiticeira à(s) 12.11.07 62 comentários Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, novembro 02, 2007
SANTO DE PAU CARUNCHOSO
Era uma vez um homem muito bom, que praticava constantemente o bem, ajudando sempre o próximo através de milagres bizarros. Era tão bom, tão bom que houve um Papa, 100 anos após a sua morte que o canonizou e, como o fez tantos anos após a sua morte, o seu nome tinha-se perdido na História e por isso ficou cognominado de “Pau Carunchoso”, de “Pau” porque houve um escultor que pegou num pedaço de madeira e o esculpiu, “Carunchoso” porque a madeira era velha e carunchosa, dirão vocês. Não, já imaginaram que essa seria uma resposta demasiado fácil para eu vir para aqui postar um texto sobre o assunto.
Os milagres deste santo prendiam-se com questões de reprodução. De início, havendo casais com dificuldades em reproduzir-se e tendo o santo conhecimento da questão, dirigia-se ao cônjuge masculino, pedia-lhe para que colocasse de fora aquilo que deveria reproduzir, mas em vão, rezava-lhe, atirava-lhe com água benta e, pelo menos 9 meses depois, o casal era agraciado com um rebento. Mais tarde, eram os homens que, quando achavam que as suas mulheres eram estéreis, sim porque os homens nunca põem em causa a sua “masculinidade”, se dirigiam ao santo a pedir a benzedura nas partes “fodendas”. Com este género de milagres, o homem foi sendo intitulado de Santo do Pau, mas, obviamente, e há sempre um mas… mulheres havia que, ou por não terem homem, viúvas muitas, ou por o seu homem ter partido para uma viagem à Índia ou para uma caprichosa batalha da Nobreza, sabendo-se lá se voltaria, iam ao encontro do Santo do Pau, não confundir com Pau de Santo, a fim de se tornarem também elas prenhas, prenhas, pois… a gente já sabe o que elas queriam! Evidentemente que a resposta do Santo era sempre negativa ou não fosse ele um santo, pois milagres daqueles só com um pau por perto e vai daí que tenham sido as mulheres a terem alcunhado o Santo de Pau Carunchoso.
Esta é uma expressão que eu costumo utilizar, muitas vezes, para “gozar” com aqueles que se armam em santinhos.
Agradecia que me escrevessem as expressões tipicamente portuguesas que costumam utilizar para que eu vos deixe aqui a sua origem.
Beijos sem caruncho
Publicada por luafeiticeira à(s) 2.11.07 41 comentários Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, outubro 19, 2007
Ah! pois dói...
Foi difícil obter uma resposta ao post anterior, consegui-a a partir dum comentário que me remeteu para outro blog que, por sua vez tinha este link, que tem textos que, para quem quiser saber se aos gays dói ou não levar no cu, vale a pena ler. Obrigada.
http://mixbrasil.uol.com.br/cultura/especiais/bottom1/bottom1.asp
Publicada por luafeiticeira à(s) 19.10.07 17 comentários Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, outubro 16, 2007
Aos gays dói-lhes o cu?
Mas tudo isto me coloca uma dúvida: se às mulheres dói, nem que seja à entrada, nem que seja nas primeiras vezes..., o que sentem os homens gays que gostam de serem penetrados? Não lhes dói também? Nem no início dói? Recordam-se de alguma dor das primeiras enrabadelas?
Eu acho que, como diz um amigo meu, não há cu e cua e que isso se aplica aos homossexuais; também a eles lhes dói ou deve, alguma vez, ter doído.
A sério que gostaria de receber algumas respostas a este tema, de gays, principalmente. Não sei se tenho leitores que me respondam a isto... mas adoraria ter.
Publicada por luafeiticeira à(s) 16.10.07 33 comentários Hiperligações para esta mensagem
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sexta-feira, outubro 05, 2007
CONCÍLIO DOS DEUSES – LUSÍADAS
Após as partes introdutórias e a rápida apresentação dos navegadores em pleno Oceano Índico, a caminho da Índia, narra-se o Consílio dos Deuses, no Olimpo.
Convocados por Júpiter, os deuses irão deliberar sobre o destino dos portugueses, os novos argonautas.
Baco é contrário aos portugueses, pois teme que eles superem os seus feitos, que a sua fama o leve ao esquecimento, no Oriente. Este Deus, além de ter sido quem ensinou a agricultura aos homens e ter sido o primeiro a plantar a vinha, logo ser conhecido pelo Deus do vinho, também foi ele que conquistou a índia, daí que Camões o apresente como opositor àqueles que tinham intenção de conquistar este País.
Vénus e Marte defendem os lusitanos.
Vénus, deusa do amor e da beleza, casa com Vulcano como um prémio oferecido pelo seu pai, Júpiter, visto este ter fabricado os raios de que necessitara, mas a fealdade deste Deus levou a Deusa a procurar a companhia de Marte, Anquises, Adónis. É favorável aos portugueses por vê-los tão semelhantes aos romanos, o seu povo, tanto ao nível das virtudes como ao nível da língua.
Marte, deus da guerra, era favorável ao povo lusitano por uma das razões anteriormente apontadas: era um apaixonado de Vénus.
Júpiter encerra o consílio, decidindo a favor dos navegadores. Júpiter, pai dos Deuses, decide-se por um destino benéfico ao nosso povo porque o considerava merecedor de tal empreendimento tendo em conta a dura viagem sofrida e a força revelada no seu Passado.
Esta acção mitológica, a disputa, essencialmente, entre Vénus e Baco, tem o propósito de elevar os navegadores à condição de semi-deuses. Numa clara alegoria, os portugueses, senhores do amor e da guerra, protegidos por Vénus e Marte, triunfam sobre os oceanos (Netuno) e sobre seus adversários no Oriente (Baco).
Cá vai a minha versão:
É quase no século XVI que se dá a grande corrida à Índia, os primeiros a chegar teriam como prémio um monte de especiarias para apimentar a comida, visto que os afrodisíacos estavam na moda. A população estava já, nessa altura, envelhecida e os Reis precisavam de sangue novo para lutar contra os mouros. Os espanhóis optam por ir por terra, mas morrem por cornadas de rinocerontes, animais a que se aproximavam julgando ser unicórnios e querendo tirar-lhes o corno (pêlo) pelos seus atributos afrodisíacos. Julgavam eles que assim não precisariam das pimentas e logo poderiam dormir a cesta mais cedo.
E estavam os tugas já a modos que escorbutados, pois os citrinos já tinham sido gastos no caldo, quando Júpiter pede a Mercúrio que envie um email a Marte, a Vénus e a Baco, a fim de decidirem o Fado destes nossos antepassados. Os Deuses voam até ao Olimpo já com a sua decisão tomada e, claro, Vénus, a única mulher convocada, já tinha feito o seu TPC e já sabia quem era o seu opositor. Assim, prevendo a situação futura, trajou-se à maneira, com a sua lingerie mais sexy e um vestido transparente, última moda entre o sexo feminino na Alexandria e, refodida (como diriam as gajas podres de boas) com Baco, antes de aterrar, tomou um KGB.
Não fugindo à tradição latina, os Deuses iniciaram o concílio com uma jantarada, à maneira dos seus opositores, os amigos de Asterix, bem regado com o vinho que Baco fazia jorrar do seu ceptro. Júpiter e Marte depressa apanharam uma tosga que os deixou a ressonar que nem os porcos, transformers da deusa Dido. Baco, habituado como estava ao álcool, ficou apenas alegre e entesoado, babando-se para cima de Vénus que, tendo já antecipado a cena, aproveitou-se logo da situação. Mas não resistiu a uma troçazita inicial e começou:
- Então, Bacorozinho, ouvi dizer que o vinho, de vez em quando, te dá para brincares com o raio do Vulcano.
- Eh! Lá! Tem calma, eu de gay não tenho nada e não uso esquentador, bibo no Porto, logo só uso cilindro, electricidade cara é para os mouros. Queres pôr-me à prova?
- Aqui ao pé do meu cota não, que o velho não gosta que a sua filhinha entre em orgias. Além disso, Marte, se me apanha com outro, provoca logo uma guerra que deixa a do Hitler uma coisa de putos.
- Quem é esse marmanjo?
- Logo vês, espera lá uns séculozitos – e dizendo isto, Vénus pega na mão de Baco e encaminha-o para o quarto dos fundos.
O deus do vinho, mal chega, abraça a deusa mais bela do universo e tenta beijá-la, porém a espertalhona esquiva-se e manda-o deitar-se, alegando que o iria surpreender como ele nunca sonhara. Baco não se fez rogado e mal caiu na cama, tratou de se despir. Vénus tinha em mente atá-lo, despertar os outros e ajudar os portugas, mas ao ver o seu membro erecto, decidiu atrasar o plano e aproveitar-se da situação. Estala os dedos e surgem, que nem personagens do filme “A Caminho das Estrelas”, as mulheres mais belas da ilha de Lesbos. Atónito, Baco nem se apercebe que ramos de videira crescem da cama e lhe prendem as mãos e os pés. Claro que qualquer deus conseguiria soltar-se duns ramitos, mas não este que tinha na pila tesa o ponto fraco que nem o calcanhar de Aquiles. As quatro Lésbicas colocaram-se de pé sobre a cama onde estava deitado e devagar retiraram os véus. Baixaram-se e, sobre o deus a quem o efeito do vinho, naquele momento, parecia ser alucinogénico, lamberam-se, sensualmente, da cabeça aos pés. Beijaram-se na boca junto à dele, beijaram também os peitos umas das outras, roçaram-se, chuparam clítoris, enfiaram línguas, suspiraram, gritaram orgasmos não contidos… enfim, mesmo sem lhe tocar, deixaram-no com uma tusa divina e quando os seus testículos quase rebentavam, eclipsaram-se, tal como tinham aparecido. É, então, nessa altura, que a deusa mais bela se despe, a videira o liberta e a sua ânsia de coito lhe faz perder a razão. Vénus aproxima-se e coloca a sua suave e delicada mão sobre o seu “gargalo” que de imediato jorra, deixando-o frustrado ao ponto de chorar, ficando desse modo fechado no quarto, perdendo assim o concílio onde os outros Deuses determinaram o destino dos portugueses que, capitaneados por Vasco da Gama, ganharam a taça das especiarias.
Publicada por luafeiticeira à(s) 5.10.07 43 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: concílio dos deuses, lusíadas
quinta-feira, outubro 04, 2007
WAWWWWWWWW
Bem, estou surpreendida pelo número de comentários recebidos no post anterior. A todos agradeço, do fundo do coração, a força que me deram através daquilo que me escreveram. Estou novamente motivada, agora só falta o tempo para escrever o conto que se alinhava na minha cabeça.
Sintam-se enfeitiçadamente beijados.
Publicada por luafeiticeira à(s) 4.10.07 9 comentários Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, outubro 01, 2007
SÓ PARA OS MEUS BLOGUISTAS
Lamento o ter de moderar comentários, coisa que também não gosto ou não gostava de encontar em blogs que costumo ler e peço desculpa por este texto sair do perfil de todos os outros.
Publicada por luafeiticeira à(s) 1.10.07 32 comentários Hiperligações para esta mensagem
ORGILHA
(Este é o primeiro conto após as férias e após um período de tanto trabalho que me deixou livre apenas para deixar alguns comentários por aí…)
Fui eu, o meu marido e mais dois casais numa carrinha, neste último fim-de-semana, a caminho dum bar swing, em Sevilha. Na viagem ia tudo muito excitado, ou quase tudo, reconheço que nós os dois estávamos um bocado expectantes com a situação, além de não conhecermos tão bem os outros dois casais como eles se conheciam entre si. De toda a forma, o pessoal divertiu-se, houve mesmo uma das mulheres que chegou a limpar a rata da outra no WC, houve fotos tiradas na rua em posições e em pernas à vista que, caso alguém nos visse iria, de certo, desconfiar do grupo…
E houve muita ansiedade, muitos planos, muita imaginação a fluir, muitos medos também. Havia quem estivesse por tudo, quem tivesse medo de encontrar quem não lhe agradasse e ficasse sem saber o que fazer, quem tivesse medo de outros elementos do próprio grupo, quem receasse gorar as expectativas dos outros…
Mas nada do que se tinha imaginado aconteceu de facto. O bar estava quase vazio e espanhóis não se cruzaram connosco. Acabámos por brincar sozinhos no Jakuzi, acabámos por brincar só os seis.
Houve trova de casais, houve alguns apalpões e beijos entre mulheres, no entanto, nenhuma lambeu a cona a outra como se imaginara, e houve mesmo quem não tivesse feito troca de homem/mulher.
Pela minha parte, tinha imaginado que nós as três começaríamos a apalpar-nos logo no carro, a esfregar as vaginas umas das outras, a seduzir-nos, a aquecermo-nos.
O que me aconteceu foi precisamente o que nunca me passou pela cabeça fazer, acabei por estar com dois homens. No Jacuzzi eles os dois (dos outros casais) colocaram-se ao meu lado, um apalpava-me as mamas e o outro o clítoris enquanto as minhas mãos lhes agarravam os sexos até ficarem bem excitados; doutra vez, ainda no mesmo local, masturbei e chupei um deles enquanto o meu companheiro me penetrava. A seguir, beijando-me, segurando-me de forma a que o outro me fizesse um minete que me fez ter um orgasmo. Fora de água, fui longamente excitada pelo outro membro masculino do grupo, ouvindo os gritos de tesão duma espanhola que fodia num espaço ao lado daquele em que nós os seis nos encontrávamos. Entretanto, ia dando uma vista de olhos pelo casal que fodia à minha frente e pelo meu companheiro que lambia uma das outras mulheres. Sentei-me em cima dele que se encontrava sentado num sofá, fodendo-o, enquanto o meu companheiro, que mudara de posição, sendo ele, dessa vez chupado por ela, me beijava a boca e quando ele a começou a penetrar, estava ela sentada numa marquesa, mudámos de posição, de forma a que o outro me penetrasse por trás, indo eu com a minha mão estimular os testículos, o espaço entre estes e o ânus e o próprio cu do meu amor, assim como friccionava os meus dedos nela também até ao orgasmo final de todos.
Parece, então, que, com a pequena descrição que fiz do que aconteceu, mesmo as coisas não se tendo passado como o esperado, que foram óptimas na mesma, pois, realmente, nestas coisas do swing, aliás, relativamente às relações sexuais duma forma geral, o que importa é que fluam, não há que fazer planos, nunca nada acontece como o previsto… Só que o inesperado, o inesperado mesmo logrou tudo, pois um dos elementos femininos, por razões que ainda estou a tentar perceber, teve uma atitude que nos fez entrar quase em stress, tendo sido difícil ter conseguido algum jogo, basta dizer que o que tive só com homens aconteceu porque ela estava ausente e o que aconteceu fora de água foi à muita custa da mandar calar e porque o marido se pôs em cima dela (o casal à minha frente já referido) a foder e só o fez com ela, apesar de, como todos nós sabíamos, o que ele queria mesmo era estar com outra mulher. O inesperado é que esse elemento se tornou num boneco de corda eterna, não conseguindo estar calada um segundo, estando sempre a falar, a rir, a escapulir-se de qualquer carinho, qualquer tentativa de fazê-la excitar. Só vos digo que aquilo que me passava pela cabeça é que a Duracell se a conhecesse, iria pedir-lhe a fórmula, pois pilhas como aquelas que tinha eu nunca vi, nem a uma criança hiperactiva.
Publicada por luafeiticeira à(s) 1.10.07 8 comentários Hiperligações para esta mensagem
sábado, agosto 04, 2007
TARZAN QUASE METROSSEXUAL
Ao perceber que ele não sabia falar, nomeou-o prontamente, apontando para si própria e dizendo “Jane” e apontando para ele, dizendo “Tarzan”, repetidamente até o homem macaco a imitar.
Não sabia falar, mas só por palavras, porque por gestos, fez com que Jane entendesse que queria que se despisse. Jane, como boa antropóloga que era e, por uma questão científica, assim o fez, de forma a conhecer melhor o novo espécime que tinha encontrado, quiçá o último dos Homo sapiens. Nus ambos, Tarzan começou num jogo de descubra as diferenças, apalpando; gestos esses repetidos por Jane que não só também imitava os uivos do primata como fingia que descobria o que já sabia, no entanto, na realidade, descobrindo que, para nosso antecessor, Tarzan tinha o corpo ideal de homem do Presente e, quem nos dera, do Futuro, porque, com tantas mudanças, consta que iremos perder o dedo mindinho do pé, menos uma unha a ser pintada…
Apalpões aqui, gritinhos dali, eis que reconhecem aquilo que é mesmo diferente e é nessas partes do corpo em que se concentram: ele afaga-lhe as mamas, ela o seu peito forte e liso; Tarzan estranha, de início, a falta do bocado de liana em Jane, mas acaba por descobrir que afinal poderia urinar, mas dum buraco mais largo, o coitado ainda não tinha percebido que havia para satisfazer essa necessidade fisiológica um outro orifício mais pequeno. Concentra-se na grutinha que tinha descoberto e, sem querer, enfia-lhe um dedinho que tira logo e o põe na boca provando um bom sabor que lhe era totalmente desconhecido, visto as gorilas não o deixarem imitar os pais dos seus gorilinhas.
No pensamento de Jane passa logo a ideia que tinha ali um Homem-menino ao qual poderia ensinar aquilo que aos outros pedia infrutiferamente, porque julgavam sempre tudo saber e porque, como diziam sempre, nunca nenhuma mulher se tinha queixado. Assim, com a sua sabedoria universitária mas não livresca, levou-lhe a mão ao clítoris e ensinou-o a fazer gestos suaves, pressões mais fortes… e massajou-lhe o pénis que há muito tentava imitar as lianas mas nascendo de baixo.
De repente, ouvem os gritos do pai de Jane que a procurava desesperado e Tarzan, que não conhecia a linguagem do ser humano mas que inteligência não lhe faltava, agarra a doce criatura que tinha acabado de descobrir e foge com ela num daqueles belos voos com que já sonhámos para a beira duma cascata que caía dum lugar bem alto, em belos jorros, num rio de águas límpidas. Jane, refeita do susto e vendo os seus pés em terra firme, voa para dentro de água num mergulho surpreendente e logo imitado pelo seu recente companheiro. Nadam, mergulham, chapinham, brincam até Jane achar que ele já se encontrava suficientemente limpo para, após tê-lo levado para terra, lhe dar a conhecer o que o fez dar o seu primeiro grito tão nosso conhecido: HaAa..AAAAAAaaaaah… um broche que tinha sido mesmo uma peça de joelharia, ou seja, de joelhos.
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segunda-feira, julho 30, 2007
A BANANA e o fim do Paraíso (Parte II)
Eva aceitou, aparentemente de bom grado, a banana e começou por trincá-la, não sabendo ainda que tinha que lhe tirar a casca. Fez uma careta e Adão explicou-lhe que aquilo não era o lanche, que era outro alimento, porque o fruto dele estava a precisar de pilhas e das Duracel. Eva não se fez rogada e deitou-se sobre a erva viçosa, tirou a parra e lambeu a banana como se soubesse de antemão que aquilo era o protótipo dum vibrador dos anos vindouros. Bem ensalivada, introduziu-a na sua gruta que não precisava de qualquer energia artificial. Adão sentou-se à sua frente deliciando-se com o panorama que lhe dava uma grande tesão mental e só mental, pelas razões que imaginamos. Mas eis que aparece, sorrateiramente, por detrás duma moita, Deus que ainda não tinha gasto as pilhas na sua Criação e dá um berro que faz com que Adão caia para a frente em cima da mão de Eva que acaba por enfiar completamente a banana. Eclipsada a banana, esperta como qualquer mulher, Eva prega um salto e pergunta, no seu ar mais inocente, a Deus, o que se tinha passado para que lhes tivesse pregado tamanho cagaço. Deus não gostou desta atitude e, com um gesto, tal David Copperfield, fez com que a banana saltasse da Eva e que esta começasse a sangrar. A sangrar? – perguntam vocês. Pois, a sangrar Ad Aeternum, todos os santos meses, com as excepções que têm feito crescer a Humanidade e ainda bem, porque caso contrário, ainda a população da terra se resumia aos seus felizes iniciadores que, jovens e sem problemas, teriam agora uns milhões de anos, apesar se não apresentarem rugas.
Publicada por luafeiticeira à(s) 30.7.07 19 comentários Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, julho 23, 2007
A BANANA e o fim do Paraíso
Deus criou a Terra e nela um Paraíso: temperatura amena, águas límpidas e potáveis, vegetação viçosa e animais domesticáveis…o dia, o sol… o homem, a mulher, mas e há sempre um mas… criou uma imposição, disse a Adão e a Eva que não poderiam comer o fruto da bananeira. Adão e Eva eram felizes, mas Adão, por ter pouco que fazer, apenas (como diria Abrunhosa) FODER, um dia as erecções começaram a escassear e aí ele olhou para o fruto bananeira, olhou para os olhos sempre gulosos da Eva, olhou para o céu, como quem olha em redor para ver se a Polícia está ausente e a conduzir pega no Telemóvel, arranca uma banana e oferece-a à Eva. Deus estava escondidinho atrás duma nuvem e assim começou a verdadeira história da Humanidade, terminou o Paraíso e culpou-se a Mulher, disfarçadamente e para não provocar susceptibilidades, a maçã, que é o fruto (como toda a gente bem sabe) que entra em qualquer dieta de emagrecimento, ia lá a Eva oferecê-la ao Adão.Publicada por luafeiticeira à(s) 23.7.07 26 comentários Hiperligações para esta mensagem
sábado, junho 30, 2007
VANTAGENS E DESVANTAGENS DO 69
Vantagens:
Estão, obviamente, no prazer que a boca do outro nos faz proporcionar e o prazer que lamber, chupar… o sexo do outro nos proporciona. E isso é bom, é muito bom mesmo.
Desvantagens:
Para a mulher: uma mulher, por muito prazer que sinta, quando um homem a chupa, e imaginemos até que está prestes a vir-se, lembremo-nos do que acontece nesse momento, geme, a sua respiração torna-se rápida e profunda, eventualmente grita… então como pode ser chupada e chupar ao mesmo tempo, das duas uma, ou chupa ou é chupada, a menos que morda… lol
Para o homem: se ele não consegue fazer/pensar duas coisas ao mesmo tempo, perdoem-me esta observação, mas está comprovada pelos cientistas, como se pode concentrar em duas coisas ao mesmo tempo? Como pode concentrar-se no seu próprio prazer e no dela ao mesmo tempo?
Não encarem este texto como um comentário contra o 69, nada disso, para mim é simplesmente um entre muitos dos bons preliminares.
Peço desculpa, no entanto, por este texto não ser mais uma transformação dum conto popular, mas, na verdade, não me apraz reescrever, da forma que já conhecem, textos com animais, tipo três porquinhos brrrrrrrr. Já pensei em transformar personagens da B. D./ filmes, como o Super-Homem, ou o Tarzan e a Jane, mas não sei se sairia alguma coisa de jeito. De toda a forma, o tempo tem-me sido escasso até para imaginar…
Agradeço sugestões.
69 beijos de lua enfeitiçada.
Publicada por luafeiticeira à(s) 30.6.07 53 comentários Hiperligações para esta mensagem
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domingo, junho 17, 2007
TOMATES
Olá, em primeiro lugar peço desculpa a todos pela minha ausência, mas o trabalho tem-me deixado arrasada. Peço desculpa principalmente à Vity (Entre o Sonho e a Realidade), por me ter atribuído este prémio e eu ter demorado tanto tempo a postá-lo. Mas um prémio destes tem uma faca de dois gumes, pois se é bom recebê-lo é mau de atribui-lo, principalmente porque muitos bloguistas, e ainda bem, já o terem recebido.
- Contos Secretos - pelo erotismo dos seus contos "secretos"
Publicada por luafeiticeira à(s) 17.6.07 22 comentários Hiperligações para esta mensagem
sábado, junho 09, 2007
PRÉMIO VITY
Ainda com ele entalado, o gato transformou-se num belo "moicano", de sedosos e longos cabelos pretos, enfeitados com uma pluma; os olhos grandes de um castanho profundo a transmitirem sedução e desejo. O seu corpo liso e musculado, cujo único defeito era a falta de pêlos, convidava ao pecado... Hummm e aquele tom de pele a lembrar o chocolate tornava-o ainda mais apetecível... A Madrinha sentiu que a transformação se tinha dado, não só pela pluma que lhe fizera cócegas, como pelo pau que crescera dentro de si. Ficou louca de tesão, gritando por mais. Mas eis que o jovem se torna um castrador, retirando o seu machado de guerra do amor de dentro da tenda ampliada da sua Fada. É que ele não queria perder a queima das fitas e por isso se vestiu em alta velocidade, partindo como um gato perseguido por um Doberman. Tão rápido partiu que acabou por ter deixado para trás um sapato. Porém, como a sua beleza resplandecia, facto que ele tinha bem presente no seu espírito, descalçou o outro sapato, bem como as meias, e assim “entrou” na queima das fitas, sem, no entanto, queimar, os pés. O nosso Gato, agora transformado num belo índio, chegou à festa e foi o centro das atenções, em momentos, viu-se rodeado de lindas mulheres e belos homens. Jogou charme e sedução, mas os seus olhos acertaram na nossa amiga Vity. Seduzi-la foi trabalho fácil, tendo entalado conversa com ela, com o assunto dos pés descalços:
- Queres ajudar os Carmelitos Descalços?
Vity engoliu em seco, sem compreender puto da pergunta, pois se havia pedaço do corpo para onde não olhara, era para os pés do nosso Gato.
- Quero, quero ajudar-te… ajudar os Caramelos Calçados.
- Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Tens muita piada. Olha bem para os meus pés para perceberes o que quis dizer com “Carmelitos Descalços”.
- Oh! Coitadinho, o que te aconteceu? Tens dói dói nos pezinhos?
- Tenho dói dói sim, mas não é nos pés. Fiz uma promessa a Nossa Senhora de Fátima que viria descalço à queima das fitas se acabasse o curso antes do acordo de Bolonha ser implementado na República das Bananas…
- Ah pois, de fruta percebo eu.
Bem, conversa puxa conversa, não tendo, obviamente, o Gato dito a verdade quanto ao facto de se encontrar descalço. Depressa foram os dois em busca dum local reservado a que pudessem dar azo à imaginação. Acabaram por encontrar uma pensão rasca, de quartos pagos à hora.
Entretanto, andava a Madrinha, toda desgrenhada, com um sapato na mão à procura do seu afilhado. Trabalho árduo, pois um gatão como aquele índio depressa pegara moda e já todos os finalistas se encontravam descalços e com plumas na cabeça, esperançados que dessa forma pudessem seduzir outras Vitys, pois a recente amada do Gato era um pedaço de mau caminho, com umas formas e uma cara de pôr até os velhinhos a salivar. É que a Fada não esperara que o seu afilhado fugisse e o encanto que tinha criado era de tal forma forte que tinha feito com que ela perdesse os poderes e que só os pudesse recuperar após chegar ao seu sétimo orgasmo com o alvo do seu encantamento.
Entretanto, no quarto, a Vity e o Gato, de bocas pegadas em movimentos frenéticos de língua, depressa se despiram.
O “moicano” levantou-a em braços até ela poder segurar-se na trave do tecto do quarto, para que ficasse com as suas pernas abertas sobre os seus ombros e dessa forma chupou-a até ela gritar que ia cair. O Gato, então, pegou naquele corpo escultural e suavemente o deitou sobre a colcha florida e colorida da cama, após ter desviado a boneca sevilhana que tão bem enfeitava a cama. De joelhos, continuou a levá-las às nuvens com a sua boca maravilhosa e com os seus longos dedos e é nesse momento que batem à porta. Ouvem, de repente, arrombar a porta: era a proprietária da Pensão a quem a Fada telefonara e acertara no pressentimento tido: é a Madrinha que entra, quase derrubando a D. Joaquina e fechando logo a porta. Explicou em poucas palavras a situação em que se encontrava, os poderes perdidos, deixando a Vity de boca aberta, mas não a pedir o caralho. Tudo esclarecido, a Vity, que não era mulher de perder uma boa febra e também porque não menosprezava uma fêmea, de vez em quando, para desenjoar (tal como a Fada), atirou-se de cabeça à nova situação. Foi ela que despiu a Madrinha, ficando o Gato sentado na cama a contemplar o “filme”. Matreira, a Vity despiu a outra muito devagar, passando a língua nos locais que ia despindo. Começou por tirar-lhe o sapato da mão, chupando-lhe seguidamente os dedos um a um… Enfiou a língua no rego das mamas ao mesmo tempo que lhe tirava a camisa, colocou-se por trás dela de forma a que o Gato a visse de frente e apalpou-lhe o peito, passando os dedos, de vez em quando, pelo interior do soutien, tocando-lhe nos mamilos que depressa enrijeceram e mostrando assim mais um pouco dos seios ao índio que, sedutoramente, chupava o indicador, com olhos de gato do Shrek… Tirou-lhe a saia, deixando-a em lingerie semi-transparente e rendada, vermelha como o Capuchinho. Enfiou-lhe a mão por dentro das cuecas, sentindo a humidade da Fada, mas não por muito tempo, pois logo a deitou aos pés do Gato e de gatas. Devagar e como uma cobra, a Vity deslizou por baixo dela de forma a que a sua boca alcançasse o seu peito que beijou, desviando levemente o soutien da Fada que já se tinha esquecido do sapato. O Gato, já de pau mais do que feito, colocou-se de joelhos em frente à boca da Madrinha que lambeu o seu belo pénis, da base à glande, assim como os testículos e quase que se engasgou ao iniciar a fase do chupa-chupa no momento em que a Vity, tendo-se virado ao contrário, lhe desviou as cuecas e a começou a chupar. O Gato não gostou muito da situação, sentiu que a Vity estava a ser prejudicada, deitou-se, sentou-a sobre a sua boca e a Madrinha sobre a sua flecha do Amor. Beijaram-se ambas, apalparam-se, encheram à vez a boca com os seios uma da outra e utilizaram as mãos também para esfregar o clítoris alheio. Vity, quase se vinha sentindo a língua do Gato dentro da sua vagina e os dedos hábeis da Fada Madrinha no seu clítoris… A Madrinha, sentindo os dedos não menos hábeis da Vity e cheia do big dick do gatinho, já em gestos frenéticos de anca, acaba por sentir o 7º orgasmo que faz escorrer os seus líquidos pelos testículos do felino.
Refeitos os seus poderes, depressa se transforma, ela própria, num outro gatão de se fazer pagar caro em produção cinematográfica e propõe aquilo que há muito Vity fantasiava: dupla penetração. De pénis mais fino que o do afilhado, colocou a Vity deitada por cima do índio e fazendo-a sentir-se cheia com o seu pénis que tão bem trabalhava, lambeu-lhe o ânus e enfiou-lhe um dedo molhado de saliva de forma a prepará-lo. Quando a Vity quase bradava aos céus, o Gato Borralheiro acalmou os seus movimentos, de forma a que, devagar, o outro índio pudesse enfiar o seu duro caralho e, passado o inicial desconforto, o prazer de Vity duplicou, fazendo-a gritar aos dois homens por mais: triplo orgasmo aconteceu. Os gritos fizeram com que a D. Joaquina aparecesse à porta e gritasse de espanto por ver dois homens e uma mulher e não os dois géneros femininos que antes vira.
Mais espantada ficou quando viu o peito dum dos homens engrandecer e a sua pila diminuir até, de novo, se transformar na Fada que há tanto tempo conhecia. Já o Gato ficou dessa forma por acordo posterior, pois a Vity fez um pacto com a Fada Madrinha que se o deixasse para sempre dessa forma, sempre que ela quisesse, deixá-la-iam entrar nos seus jogos sexuais.
Acham que a Vity casou com o Gato Borralheiro e que viveram felizes para sempre?
Beijos encantados…
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sexta-feira, junho 08, 2007
Outro final para "O GATO BORRALHEIRO"
Publicada por luafeiticeira à(s) 8.6.07 8 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: gata borralheira
quinta-feira, junho 07, 2007
DESAFIO - CINCO
1. Indica dois sítios insólitos onde já mandaste a queca, caso não tenhas tido essa ousadia, diz dois sítios onde gostarias de a mandar.
- Numa mini-gruta/buraco numa rocha duma praia.
- Numa sala de aulas, cuja porta dava para a esplanada da Faculdade.
2. Três palavras ordinárias que utilizes frequentemente (antes, durante ou depois) do acto sexual.
- Antes: chupa-me bem a cona e enfia-me o caralho. Durante: fode-me com força.
- zero, não há necessidade…
- Eu por cima, por baixo e à canzana
- Duas realizadas: menage à trois e swing
- Foder num cemitério e outro menage à trois
- O período já acabou. lol
- Gosto de ti como dum irmão…
8. Depois de te fazerem o “oral” (broche ou minete), deixas que te beijem na boca ou tens nojo?
- Isso é possível? Como poderia ter nojo de mim própria? Aliás, esse meu sabor dá-me mais tusa ainda.
- Se o acto engloba os preliminares, então a estúpida pergunta: “Queres foder?”
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quarta-feira, junho 06, 2007
Desafio - SETE
Aproveito para vos aconselhar a consultar um dicionário de símbolos para que percebam a simbologia do número em questão. Entre outras coisas, diz que é 4+3, ou seja, a união dos 4 elementos: Terra, Água, Fogo e Ar com a trilogia – Pai, Filho e Espírito Santo. Além disso, os sete dias da semana que se relacionam com o estado de cada lua e as Sete Brancas de Neve da Lua Feiticeira.
Pediram-me também para arranjar sete outras vítimas…
I - Sete coisas que faço bem:
1 - pôr-me em brasa
2 - pôr um homem em brasa
3 - pôr uma mulher em brasa
4 - pôr um homem e uma mulher em brasa, simultaneamente
5 - pôr as brasas na braseira
6 - pôr os pés à braseira
7 - queimar a sola dos sapatos na braseira
II - Sete coisas que não faço bem:
1 - acordar cedo
2 - lembrar-me onde ficou o carro quando o estacionei
3 - voltar onde já estive
4 – trabalhar à 2ª feira
5 – mudar um pneu (nem bem, nem mal, não o faço e pronto!)
6 - ver TV deitada no sofá
7 – este questionário
III - Sete coisas que me atraem no sexo oposto (não pela ordem apresentada, necessariamente):
1 - o vulto da braguilha
2 - os sapatos
3 - os óculos de sol
4 – o bronze
5 – o charme
6 – a bicicleta
7 - a boa disposição
IV - Sete coisas que digo frequentemente:
1 - téréré
2 - …da-se
3 - porra
4 - Não te lembras?
5 - esqueci-me
6 - já te disse isso tantas vezes
7 - larga o PC e vem deitar-te
V - Sete actores/actrizes que admiro (e afins…) :
1 - Shrek
2 - Burro do Shrek
3 - Gato in Shrek
4 - Pinóquio do Shrek
5 - Dragona do Shrek
6 - Princesa Fiona
7 - O passarinho que a Fiona rebenta com um grito
… e as vítimas são:
* Afrodite XXI
* Entre o Sonho e a Realidade
* Entre as Palavras
* Gajas Podres de Boas
* Moura ao Luar
* Silêncio Sentido
* Sexo Humor e Prazer
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